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10/03/2001
JORNAL DO BRASIL
- Governo
propõe tirar privilégios do Código de Processo Penal
- No projeto de lei com 150 alterações no Código de Processo Penal
que enviou ao Congresso, o Governo propõe acabar com as regalias da prisão especial,
cortando visitas fora do horário, proibindo aparelhos eletrônicos, comida trazida de
fora e celas individuais.
Enquanto aguardam julgamento, os presos especiais ficarão em celas
diferentes dos presos comuns. Nos interrogatórios, os advogados poderão fazer perguntas
aos envolvidos e tudo poderá ser gravado e filmado.
Os crimes de colarinho-branco e as infrações penais cometidas por
policiais seguirão diretamente para o Ministério Público. (pág. 1 e 4)
- A escolha do deputado mineiro Roberto Brant, colaborador do senador
Antonio Carlos Magalhães, para o Ministério da Previdência vai tirar forças do grupo
de ACM. Brant, um crítico do Governo, disse que será "sempre leal ao Presidente,
porque solidariedade é de 100% ou não existe". Influiu também na escolha o fato de
o novo ministro ser favorável à taxação dos inativos.
Para o Ministério de Minas e Energia foi escolhido o senador José
Jorge (PE), ligado a Marco Maciel. (pág. 1 e 3)
- O pré-candidato do PPS à presidência, Ciro Gomes, disse que
pessoalmente considera o presidente Fernando Henrique "um ser desprezível", mas
que institucionalmente o respeita, por ser o presidente da República.
Segundo ele, FH "usa as pessoas que quer até o bagaço e depois
joga fora". Para Ciro, o governador Tasso Jereissati (CE) foi a "primeira
vítima" do Presidente mas que "vai voltar pelo seu valor intrínseco".
Para ele "a próxima vítima" será o ministro José Serra. (pág. 1 e 2)
COTAÇÕES
- Salário mínimo: (março) R$ 151,00. Dólar comercial: (compra) R$
2,0591, (venda) R$ 2,0599. Dólar paralelo: (compra) R$ 2,070, (venda) R$ 2,100. TR do dia
10/2 a 10/3: 0,0448. TBF do dia 8/3 a 8/4: 1,2028. (pág. 1)
EDITORIAL
"Soma Zero" - Não passa de jogo cuja soma final ficará no
zero esse debate que ocupa homens públicos e preocupa a sociedade. No momento em que o
presidente da República parte para a ofensiva, como resposta às estocadas a que nunca
respondeu, não é suficiente argumentar com as razões acumuladas ao longo do tempo para
justificar reação emocional.
É indispensável levar em consideração as conseqüências,
igualmente deploráveis, tendo em vista que a divergência é terreno escorregadio e o
Presidente é quem mais tem a perder. O seu campo de atuação de prestígio é o das
idéias e não o das retaliações. (...)
A retomada da via democrática, tão importante, não ganha com o jogo
de espelho retrovisor. A política é o jogo do presente. Há algum tempo o Brasil está
testemunhando uma troca de agressões que não produzem efeito corretivo nos costumes. Nem
o Governo consegue resultados nem esse tipo de oposição pode ser considerado
investimento no voto dos cidadãos nas próximas eleições. (...) (pág. 8)
COLUNAS
(Coisas da Política - Dora Kramer) - Enquanto o presidente da
República briga com o senador Antonio Carlos Magalhães, o Governo vai deixando em
segundo plano - em público, evidentemente - o que de fato preocupa hoje, no que tange aos
problemas que enfrenta sua aliança de sustentação política: a situação do presidente
do Senado, Jader Barbalho. (...) (pág. 2)
(Informe JB - Paulo Fona) - É pobre, sem atividade remunerada, com
baixa escolaridade e entre 20 e 29 anos, o perfil da maioria das mulheres do Rio
agredidas, em sua maioria, por seu parceiro íntimo (60% dos casos), também um jovem.
Um dado revelador, as agressões ocorrem, em sua maioria, nas noites de
domingo e às segundas-feiras.
De acordo com os registros, 48% das mulheres atendidas são naturais da
Região Sudeste. A violência atinge 50% das mulheres negras e pardas e 50% da raça
branca.
Esse é o resultado da pesquisa realizada pelo SOS Mulher, depois de
dois anos de existência e que revela um quadro assustador, na semana comemorativa do Dia
Internacional da Mulher. (...) (pág. 6)
FOLHA DE SÃO PAULO
- Aliados seguem FHC e rejeitam CPIs
- Os líderes dos partidos governistas no Senado divulgaram ontem uma
nota descartando o apoio à abertura de uma CPI pata investigar supostas irregularidades
no Governo.
Segundo o texto, os partidos aliados "não apoiarão nenhuma das
CPIs propostas - e são muitas e múltiplas -, por seu caráter inconsistente e notório
propósito desestabilizador".
Na nota, os partidos defendem "um basta a este clima de
instabilidade que prejudica o Brasil, justamente no momento em que a economia apresenta
sinais de crescimento".
A iniciativa foi tomada um dia depois de o presidente Fernando Henrique
Cardoso dizer que consideraria "deslealdade" dos aliados um eventual apoio à
abertura de uma CPI. (...)
O presidenciável Ciro Gomes (PPS) afirmou que FHC é "um ser
desprezível" porque "usa as pessoas até o bagaço" e que ele "tem
medo" da apuração das denúncias. (pág. 1, A4 e A5)
- O senador José Jorge (PFL-PE), 56, e o deputado Roberto Brant
(PFL-MG), 57, foram escolhidos para ocupar os ministérios de Minas e Energia e da
Previdência, respectivamente. Os dois substituirão ministros ligados ao senador Antonio
Carlos Magalhães (PFL-BA)
ACM elogiou os dois pefelistas escolhidos, mas ironizou o Governo:
"Depois de errar tanto, de fazer injustiças aos dois ministros baianos, o Presidente
acertou". (pág. 1 e A6)
- Os cientistas Panayiotis Zavos (norte-americano) e Severino Antioni
(italiano) planejam desenvolver o primeiro clone humano, para ajudar casais inférteis a
ter filhos.
Na clonagem da ovelha Dolly, houve 276 fracassos para 1 sucesso.
segundo Glenn McGree, da Universidade da Pensilvânia (EUA), os dois cientistas nunca
submeteram estudos de clonagem a outros pesquisadores. (pág. 1, A16 e A17)
- O dólar comercial chegou a subir 0,78% ontem, mas fechou em queda de
0,2% depois que o Banco Central passou a monitorar a ação dos bancos. A moeda
norte-americana fechou a R$ 2,047 para venda.
O mercado entendeu que esse monitoramento era sinal de que o BC poderia
vender dólares a qualquer momento para baixar as cotações, que subiram constantemente
nos últimos dias. (pág. 1 B1)
- A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), assume a liderança de
um movimento político suprapartidário para reivindicar alterações na Lei de
Responsabilidade Fiscal e no acordo que renegociou a dívida do município com o Governo
federal no ano passado.
Uma eventual vitória do movimento, iniciado em reunião com deputados
do estado, beneficiaria a gestão de Marta, já que a lei prevê normas rígidas de
controle dos gastos. (pág. 1 e C5)
- Estudo do sociólogo Paulo Corbucci, do Ipea, mostra que 21% das 696
mil vagas oferecidas pelas faculdades particulares em 1999 não foram preenchidas. Para
Corbucci, a expansão do ensino superior privado está chegando ao limite.
De 1990 a 99, a relação candidato/vaga nas universidades públicas
subiu de 5,69 para 8,26. Nas particulares, caiu de 2,94 para 2,26. (pág. 1 e C5)
EDITORIAL
"FHC e a CPI" - Em discurso, anteontem, o presidente Fernando
Henrique Cardoso procurou deixar claro o que considera ser o marco divisório entre apoio
e oposição ao seu governo. Deputado ou senador da base governista que endossar pedido
para instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar suspeitas de
corrupção no Executivo federal age com "deslealdade".
Não se poderia esperar outro posicionamento de FHC. É difícil
imaginar um chefe de Executivo apoiando uma CPI para perscrutar denúncias contra setores
de seu próprio governo.
Como já afirmou esta Folha, instalar uma comissão parlamentar para
investigar suspeitas de corrupção seria uma demonstração de independência
institucional de parte do Poder Legislativo. (...) (pág. A-2)
COLUNA
(Painel) - A nomeação do deputado Roberto Brant (PFL) para o
Ministério da Previdência intranqüilizou o PMDB de Jader Barbalho. O partido considera
que o Presidente propôs uma espécie de armistício a ACM, um dia após desancá-lo no
palanque. Ou seja: fiel ao seu estilo, recuou.
* Dante de Oliveira (MT) começou a se movimentar para surgir como nome
de consenso á presidência do PSDB. Tem bom trânsito com José Serra (Saúde) e Tasso
Jereissati. Mas o interesse em se cacifar para a sucessão de FHC pode acabar
inviabilizando o governador. (pág. A-4)
O ESTADO DE SÃO PAULO
- Partidos aliados de FHC descartam
qualquer CPI
- Os líderes do PMDB, PFL, PSDB e PTB no Senado formalizaram ontem a
decisão de não apoiar nenhuma das propostas de criação de comissões parlamentares de
inquérito (CPIs).
Foi uma reação dos partidos que apóiam o Governo ao discurso feito
anteontem pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos mais contundentes de seu
mandato, reclamando de "rebelião" na base aliada.
Os dirigentes alegam que CPIs "não podem servir de instrumento de
vingança nem de manipulação política nas mãos de quem age e até mesmo confessa agir
ao arrepio da lei da ética".
Era uma referência implícita ao senador Antonio Carlos Magalhães
(PFL-BA), que quer investigação de suas denúncias de corrupção no Governo.
A oposição também quer uma CPI, mas dificilmente conseguirá os
votos necessários; mesmo assim, seus líderes mantêm a esperança e garantem ter
conseguido a assinatura de pelo menos 3 senadores e 13 deputados da base no requerimento.
(pág. 1 e A4)
- O presidente FHC acertou com o presidente do PFL, Jorge Bornhausen
(SC), a nomeação do senador José Jorge (PFL-PE) para o Ministério das Minas e Energia
e a do deputado Roberto Brant (MG) para a Previdência.
A escolha do primeiro atenderia ao vice-presidente Marco Maciel e a
Bornhausen. A indicação de Brant, amigo de ACM, mostraria a "boa vontade do
Governo" com o senador. (pág. 1 e A8)
- O governador Geraldo Alckmin (PSDB) garante que não há uma equipe
de Mário Covas e outra dele. "Só existe um time, que é o Mário Covas, do qual
sempre fiz parte."
Alckmin afirma que Covas colocou a locomotiva nos trilhos. "Nosso
desafio é manter nos trilhos e acelerar o ritmo", diz em entrevista ao Estado. Ele
não muda o secretariado, mas não vai dar "refresco a ninguém". (pág. 1 e
A10)
- O Nasdaq, índice das ações de alta tecnologia dos EUA, perdeu
ontem 115 pontos, fechando em 2.052, baixa de 5,5%, o pior resultado em mais de dois anos.
Para analistas, é difícil definir perspectivas para a bolsa
eletrônica, pelo menos enquanto persistem as indefinições quanto ao rumo da economia
norte-americana. A única certeza é que a Nasdaq não retomara os níveis de 2000. (pág.
1 e B1)
- A arrecadação do FGTS bateu seu recorde nos dois primeiros meses do
ano, chegando a R$ 3,63 bilhões - 9,8% mais do que o verificado no primeiro bimestre de
2000.
Descontados os saques, o saldo do FGTS também cresceu expressivamente.
Os resultados positivos, segundo a Caixa Econômica Federal, acompanham a recuperação do
mercado de trabalho e a diminuição do número de demissões: no mesmo período, foi
constatada a redução de 14,7% no pagamento de parcelas do seguro-desemprego.
Em 2000, pela primeira vez depois de três anos de saques que superavam
depósitos, o FGTS teve saldo positivo de R$ 1,51 bilhão. (pág. 1 e B9)
- O escândalo do Banpará, envolvendo o atual presidente do Senado,
Jader Barbalho, já poderia ter sido investigado há pelo menos 15 anos. Em 1986, o
deputado Sebastião Curió acusou o senador de ter recebido dinheiro do Banpará. (...)
(pág. 1, A6 e A7)
EDITORIAL
"O Governo está vivo e passa bem" - Os duros comentários do
presidente FHC e a reafirmação do apoio do PFL para a continuidade das reformas, além
do alcance da Agenda 2001-2002, demonstram que o Governo está mais vivo e saudável do
que desejariam os seus inimigos. (pág. 1 e A3)
COLUNA
- (Coluna do Estadão - Ariosto Teixeira) - Com a nomeação dos novos
ministros de Minas e Energia e da Previdência Social, recrutados entre os quadros de
elite do PFL, o presidente Fernando Henrique Cardoso completou ontem o movimento de
realinhamento de sua base parlamentar.
A tendência do ambiente político "é se acalmar", observa o
presidente nacional do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC). (...) (pág.A6)
O GLOBO
- Governo propõe o fim das regalias da
prisão especial
- O Ministério da Justiça encaminhou ontem ao Congresso Nacional uma
proposta com alterações radicais do Código de Processo Penal, entre elas o fim de todas
as regalias da prisão especial: horários privilegiados de visitas, direito a televisão,
frigobar, refeições especiais e celas sem grades.
A única diferença é que o preso em regime especial ficará em cela
separada do preso comum. Se aprovadas pelos parlamentares, as mudanças - as primeiras
depois de 1941, de quando data o atual código - também acabariam com a exclusividade da
atuação da polícia na condução de inquéritos e reforçariam os poderes do
Ministério Público.
Outra mudança sugerida é a elevação do valor máximo da fiança de
R$ 500 para R$ 3 milhões. O depoimento de testemunhas também seria facilitado, podendo
ser gravado ou filmado, o que hoje é proibido. "O inquérito e hoje de uma
burocracia medieval, usada como a arma dos desonestos", comentou o jurista Pedro
Calmon Filho, que participou da comissão de reforma do código. (pág. 1 e 12)
- Um dos maiores aliados de Antônio Carlos Magalhães, o deputado
Roberto Brant (PFL-MG), foi nomeado ontem para ministro da Previdência, mesmo o
presidente Fernando Henrique estando rompido com ACM. Para Minas e Energia foi nomeado o
senador José Jorge (PFL-PE), ligado ao vice Marco Maciel. (...) (pág. 1 e 3)
- Depois de dizer, durante a disputa para a presidência da Câmara,
que nunca mais pisaria no Palácio do Planalto no Governo Fernando Henrique, o deputado
Inocêncio Oliveira preferiu esquecer as próprias palavras: na quinta-feira reuniu-se com
FH e ainda brincou: "Disse que não pisava no Planalto, por isso fui ao
Alvorada". (pág. 1 e 4)
- O atual prefeito de Rio Branco e ex-governador do Acre, Flaviano Melo
(PMDB), antigo aliado do presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA), é apontado em
inquérito da Polícia Federal como suspeito de desviar cerca de R$ 2 bilhões. Flaviano
teria se beneficiado de aplicações financeiras com verbas públicas. Ele negou seu
envolvimento. (pág. 2 e 9)
- O presidente da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça
(STJ), ministro Humberto Gomes de Barros, disse que o Governo está fazendo do Judiciário
uma agência bancária para rolar as dívidas referentes às correções do FGTS. O
ministro criticou a falta de sanções no Brasil para quem descumpre decisões judiciais.
(pág. 2 e 24)
EDITORIAL
"Novo paradigma" - O ajuste fiscal e a privatização são
geralmente rotulados como iniciativas inspiradas no chamado neoliberalismo, cuja visão do
mundo colocaria mercado e Estado em posições opostas e antagônicas.
O governador Mário Covas, que fez toda a sua carreira filiado a
partidos de tendência social-democrata, jogou por terra o preconceito político: nos seis
anos em que esteve à frente do estado de São Paulo, promoveu um dos mais fortes ajustes
nas finanças públicas, executado simultaneamente a um audacioso programa de
privatizações, envolvendo não apenas a alienação do controle acionário de empresas
mas também a concessão de rodovias e serviços de infra-estrutrura. (...) (pág. 6)
COLUNAS
(Panorama Político - Tereza Cruvinel) - Deve ser de cem para um a
proporção entre a alegria do senador ACM com o afago recebido ontem do presidente FH e o
desgosto com as palavras duras da véspera. Ao fazer ministro um deputado tão próximo de
ACM como Roberto Brant, o Presidente faz um movimento errático, parece tentar soprar a
ferida. O receio de uma CPI com o apoio de ACM talvez explique a guinada. (...) (pág. 2)
(Nhenhenhém - Jorge Bastos Moreno) - O atual líder do Governo da
Câmara, Arnaldo Madeira, deverá ser deslocado para a presidência do PSDB.
Para acomodar Inocêncio Oliveira e Heráclito Fortes - um na
liderança do Governo e outro na do PFL. (pág. 3)
(Ricardo Boechat) - Motivo de constrangimento para o Governo, o
escândalo envolvendo o ex-diretor financeiro do Banco do Brasil Ricardo Sérgio e
empresários envolvidos na privatização das teles vai crescer neste fim de semana.
Novas denúncias devem pipocar amanhã na mídia.
* Furnas divulga depois de amanhã seu balanço relativo ao ano
passado.
Depois de muitos exercícios magricelas, a estatal anunciará um lucro
acima de R$ 610 milhões - algo como 70% superior ao de 1999. (pág. 16)
CORREIO BRAZILIENSE
- Pisar no acelerador vai custar mais caro
- O motorista que ultrapassar a velocidade permitida em vias
importantes do Distrito Federal vai pagar multas mais altas. Quem correr acima de 73 km/h
terá de desembolsar R$ 574,00 por multa, R$ 447,00 a mais que o valor atual. (pág. 1 e
20)
- Problemas econômicos e políticos nos Estados Unidos, Japão,
Argentina, Brasil e Turquia deixam os investidores pessimistas. No Japão, governo anuncia
pacote para reanimar economia, mas poucos acreditam em efeito positivo. (pág. 1, 12 e 13)
- Há 50 casos confirmados da doença na invasão Estrutural. Em todo o
DF, 850 pessoas têm sintomas suspeitos e outras 103 contraíram a dengue no Distrito
Federal. A Secretaria de Saúde, no entanto, não acredita que esteja ocorrendo uma
epidemia. (pág. 1 e 24)
- (Jerusalém) - O novo primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon,
aceitou um plano do Exército para uma verdadeira divisão dos territórios palestinos, a
fim de isolar as áreas onde ocorrem os incidentes mais graves, afirmou ontem o jornal
israelense Yediot Aharanot. (...) (pág. 9)
JORNAL DE BRASÍLIA
- Bancos adiantam restituição do Imposto
de Renda
- Empréstimos têm as taxas de juros mais baixas do mercado. (pág. 1
e B-1)
- O senador José Jorge (PFL-PE) seria ministro da Previdência, e não
das Minas e Energia, mas FHC não quis colocar o mineiro Roberto Brant para conduzir a
privatização de Furnas e resolveu trocar. (pág. 1 e B-2)
- No atual governo, a Caesb só ficou no azul. Foram doisju8 anos
consecutivos de balanço positivo, com lucros líquidos de R$ 11,46 milhões. No ano
passado o rendimento da companhia alcançou R$ 9,03 milhões. (pág. 1 e A-5)
- O governador Roriz e outras 11 pessoas readquiriram ontem o direito
de realizar transações de seus bens imóveis com a revogação parcial de liminar que os
obrigava a comunicar à Justiça qualquer intenção de venda. (pág. 1 e A-4)
- O governador Joaquim Roriz reconquistou, ontem, um antigo e
importante aliado, o PFL, durante almoço em Águas Claras com os líderes do partido,
Paulo Octávio e Osório Adriano. (pág. 1 e A-7)
ZERO HORA
- A deputada estadual Luciana Genro (PT)
participa amanhã no México da Marcha pelo Reconhecimento Constitucional dos Direitos e
Cultura Indígenas, promovida pelo Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN),
grupo guerrilheiro. (Pág. 11)
- Cada vez mais projetos estão nascendo e dando os primeiros passos
nas incubadoras de base tecnológica em atividade no Rio Grande do Sul. As 11 iniciativas
em operação atualmente reúnem 90 empreendedores e geram pouco mais de 300 empregos.
Até o final deste ano, outras sete incubadoras devem entrar em
funcionamento no estado, abrigando pelo menos mais 50 empresas.
Para debater propostas de sustentabilidade dos novos projetos e
divulgar as iniciativas , o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/RS)
realizou ontem o 15º encontro do setor. (pág. 15)
- O 1º Seminário Brasileiro de Agricultura Familiar e Desenvolvimento
Rural Sustentável foi encerado ontem, em Concórdia (SC), com o lançamento da Carta de
Concórdia, na qual a modificação da legislação bancária foi uma das propostas
defendidas com mais entusiasmo.
Os participantes - na maioria pequenos produtores - querem a criação
de um manual de crédito rural específico para a agricultura familiar, facilitando o
acesso ao crédito. (pág. 20)
MANCHETES
CORREIO DA BAHIA
- Ministros do STF querem investigar Jáder
JORNAL DO COMMERCIO
(PE)
José Jorge é ministro
O DIA (RJ)
- Meninas ganham R$ 100 para a dança do sexo em baile funk
ZERO HORA (RS)
- Escolha de novos ministros surpreende aliados do Planalto

ATENÇÃO
O Boletim de Acompanhamento Macroeconômico
da Secretaria de Política Econômica, que traz avaliação mensal da conjuntura
econômica brasileira (análise e tendência de preços, salários, juros, balança
comercial, contas externas, etc), está disponível via FTP através do endereço na
INTERNET www.fazenda.gov.br, na área
específica de "Publicações". Outras informações atualizadas, inclusive
sobre os resultados do Plano Real, podem ser também obtidas, em português e em inglês,
na página eletrônica do Ministério da Fazenda.
Consulte a homepage da Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República.
O endereço na Internet é www.brasil.gov.br
O telefone para solicitação de
publicações é:061-411.4892.
O email da Secretaria de Comunicação
Social é: secom@planalto.gov.br |
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