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25/02/2001
JORNAL DO BRASIL
- Paz e
otimismo na avenida
- Sem patrono, dirigida por moradores do Morro do Tuiuti, em São
Cristóvão, a Paraíso do Tuiuti abre o desfile do Grupo Especial, às 21h, no
Sambódromo, como zebra assumida - com o animal enfeitando os carros alegóricos - em
disputa marcada por letras com apelos de paz e demonstrações de otimismo.
Para a carnavalesca Rosa Magalhães, da Imperatriz Leopoldinense, a
festa popular ainda escapa da mesmice por ter evolução e vida curta. "O desfile é
o efêmero na sua mais alta realização ", avalia ela. (...) (pág. 1 e 7)
- O abalo na base de apoio político no Congresso, com a dissidência
aberta no PFL pelo senador Antonio Carlos Magalhães, forçou o presidente Fernando
Henrique a convocar os aliados para tentar garantir a governabilidade nos dois últimos
anos de seu mandato.
Durante a pausa de carnaval, FH e os principais assessores no Planalto
estarão preparando a pauta de temas para as conversas com os líderes do PSDB, PMDB e PFL
a partir de quinta-feira.
Destes encontros, nos quais serão cobrados compromissos com os planos
de Governo, serão alinhavados o tamanho, a forma e a data da reforma ministerial, que já
estava prevista. (pág. 1 e 3)
- Passado o furacão Garotinho, a esquerda do Rio começa a sair do
abrigo subterrâneo, contabiliza perdas e danos e se reorganiza. Afinal, 2002 é o ano que
já começou e é preciso se preparar para as eleições.
Ao atualizar seus cadastros, o PDT descobre, aliviado, que o efeito
Garotinho foi menor que o esperado. "As desfiliações não chegaram a 100",
afirma o presidente regional do PDT, Carlos Luppi, desmentindo as mais de 1.000
desfiliações anunciadas pelo governador Anthony Garotinho ao ingressar no PSB.
No PT, a ordem é arrumar a casa: o partido já fixou a data para o
recadastramento dos filiados, quer retomar as discussões políticas com as bases e busca
o consenso em torno do nome do candidato a governador. (pág. 6)
- Responsáveis pela segurança em São Paulo temem que o Primeiro
Comando da Capital (PCC), que organizou a rebelião em 29 presídios paulistas, possa agir
fora das penitenciárias e realizar atentados contra políticos e autoridades.
Há informações sobre uma lista de pessoas a serem executadas em caso
de repressão à organização, mas a polícia diz que a existência da relação nunca
foi comprovada.
O ex-corregedor da Secretaria Penitenciária Renato Laércio Talli
afirma que o controle de uma massa de 30 mil detentos foi sinal claro de força interna e
externa. (pág. 1 e 4)
EDITORIAL
"O Grande Consenso" - A investidura de 44 novos cardeais no
Vaticano, de uma só vez, confirmou o programa de internacionalização do Colégio de
Cardeais e da Cúria romana iniciado no pontificado de Paulo VI e bastante acelerado por
João Paulo II: o novo papel do papado como porta-voz dos direitos universais além de
fronteiras religiosas, étnicas ou geográficas. (...) (pág. 8)
COLUNAS
(Coisas da Política - Dora Kramer) - Passados todos os blocos, escolas
de samba e trios elétricos nas avenidas do Brasil, depois do carnaval será a vez de o
governo Fernando Henrique Cardoso abrir alas e pedir passagem para, mais uma vez, anunciar
uma fase de renovação político-administrativa.
Em tese, não há grande novidade no gesto. Sempre que necessita
oxigênio, Fernando Henrique muda ministros e/ou anuncia novas metas governamentais.
Na prática, porém, a ofensiva desta vez tem uma diferença
fundamental: o Presidente estará montando aquele que será o Governo condutor do processo
de sucessão. (...) (pág. 2)
(Informe JB - Paulo Fona) - A Fiocruz pretende repetir no Rio uma
experiência de prevenção de Aids e doenças sexualmente transmissíveis que vem dando
certo há seis carnavais em Salvador, o Bloco da Camisinha.
Diante do sucesso do Bloco na Bahia - que distribui 200 mil
preservativos nos dois desfile que faz em Salvador, arrastando 3.000 foliões -, a Fiocruz
vai organizar um desfile nos mesmos moldes no Rio. (...) (pág. 6)
FOLHA DE SÃO PAULO
- Plano tenta recompor governo de FHC
- O governo Fernando Henrique Cardoso prepara o lançamento de um
programa de ação para mostrar iniciativa política e desviar a atenção de seu
rompimento com o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA), que acusa o Planalto de
acobertar corruptos.
Entre outras medidas, a agenda inclui ações voltadas para as regiões
metropolitanas, com a criação do Ministério do Desenvolvimento Urbano na reforma
ministerial prevista para depois do carnaval.
Serão listadas ações que o Governo já desenvolve na área social,
como o Bolsa-Escola e a informatização de escolas públicas. No Congresso, pretende-se
discutir a independência do Banco Central, as reformas tributárias e políticas e a Lei
das Sociedades Anônimas. (pág. 1 e A4)
- O PCC (Primeiro Comando da Capital) tem integrantes espalhados hoje
por sete estados brasileiros, além de São Paulo, envolvidos em rebeliões, mortes de
presos e resgates.
A expansão do PCC pode ter começado em março de 97, por meio de uma
troca de condenados feita entre São Paulo e Paraná. Desde então, nove estados, que têm
mais da metade da população carcerária do País, já tiveram contato com a facção.
(pág. 1 C1 a C3)
- Desconhecida fora do Peru, a ex-deputada Lourdes Flores Nano, 41
despontou na última semana como uma das mais fortes candidatas à Presidência nas
eleições de 8 de abril, desbancando o até então favorito absoluto, Alejandro Toledo.
"Meus adversários perderam o rumo diante do meu crescimento nas
pesquisas", disse ela em entrevista a Rogerio Wassermann, sobre a acusação de
representar a continuidade do fujimorismo. (pág. 1 e A13)
- O projeto Universitário Voluntário, lançado este ano na PUC-SP por
cinco instituições, substitui o trote nos calouros por trabalho voluntário para 21 ONGs
do estado. A meta em 2001 é cadastrar 300 dos 5.000 calouros da universidade.
Alunos começam a trabalhar em março. Uma das ONGs beneficiadas é a
Associação Viva e Deixe Viver, que desde 97 leva voluntários ao Hospital Emílio Ribas
para contar histórias para crianças. (pág. 1 e C7)
- Instalou-se, com a denúncia de Antonio Carlos Magalhães, uma crise
política, na qual a fragilidade maior é do Governo, por mais que Planalto e mídia se
esforcem para difundir a impressão oposta. A cassação de ACM poderia alegrar seus
adversários, mas não resolveria o problema em torno de Jader Barbalho e de sua aliança
com FHC. (Jânio de Freitas, do Conselho Editorial) (pág. 1 e A5)
EDITORIAL
"Medo de crescer" - O medo de crescer é uma fobia típica de
autoridades monetárias. Em países como o Brasil, sob o monitoramento do Fundo Monetário
Internacional, soma-se à cautela monetarista uma perversa transferência de renda para os
setores beneficiados pela ciranda financeira.
Nos últimos meses, as contas públicas produziram superávit.
Pressões de custo foram absorvidas pelo sistema de preços. A taxa de câmbio sofreu
desvalorização, refletindo o mau desempenho das exportações brasileiras. Nem assim a
inflação tornou-se ameaçadora. (pág. A-2)
COLUNAS
(Painel) - O rompimento de ACM com FHC praticamente enterra o projeto
presidencial de Tasso Jereissati (CE). O governador já havia sofrido um revés no
Congresso, onde foi derrotado por Serra (Saúde). E sabe que o Presidente não tem mais
interesse em dar gás para a candidatura preferida do desafeto baiano.
* O nome de Eliseu Resende (PFL-MG), ex-ministro da Fazenda de Itamar
Franco, é hoje o mais cotado para ocupar as Minas e Energia. Faria dobradinha com o
senador José Jorge (PFL-PE), que FHC deve indicar para o Ministério da Previdência.
(pág. A4)
O ESTADO DE SÃO PAULO
- Cresce o volume de crédito interno para
a indústria
- A indústria brasileira deve conseguir este ano substituir por
recursos captados no País parte dos empréstimos externos que vêm nos últimos anos
garantindo sua produtividade.
A Comissão de Valores Mobiliários, que autoriza a captação de
dinheiro pelas empresas, está analisando 13 operações de lançamento de debêntures no
mercado interno neste início do ano, num total de R$ 5,1 bilhões.
O valor equivale a 56,6% de tudo o que foi emitido no mercado do ano
passado, R$ 8,7 bilhões. Para o diretor-financeiro do BNDES, Isaac Zagury, essas
emissões mostram que há espaço no mercado nacional para a captação de dinheiro pelas
empresas.
O BNDES, que complementou nestes últimos anos os insuficientes
recursos obtidos em bancos privados nacionais e nas bolsas de valores, vai aumentar em
2001 o desembolso para as micro e pequenas empresas. (pág. 1 e B1)
- O presidente Fernando Henrique Cardoso vai lançar em março, já com
a nova equipe ministerial, 52 programas sociais e de infra-estrutura, no valor de R$ 61,9
bilhões, em áreas como saúde, educação, transportes, comunicações e energia,
considerados prioritárias para o final do mandato.
Selecionados do Avança Brasil, eles visam à geração de emprego e
renda, ao crescimento da economia e à melhoria da qualidade de vida. (pág. 1 e A4)
- O Serviço Federal de Inteligência da Alemanha afirma que o Iraque
poderá fabricar armas nucleares, químicas e biológicas, dentro de três anos. Segundo
os alemães, o governo de Sadam Hussein teria condições de produzir ogivas com alcance
de até 3 mil quilômetros. A divulgação da informação coincide com a visita do
secretário de Estado americano, Colin Powell, ao Oriente Médio. (pág. 1 e A13)
- A decisão americana de desenvolver o escudo espacial antimísseis
foi uma iniciativa anunciada por Reagan e agora reiterada por Bush. Haverá uma nova
corrida armamentista. Faz parte da condição humana a necessidade de se impor pela força
aos que têm outra cor, cultura, religião ou outras idéias? (pág. 1 e A13)
- O governador em exercício de São Paulo, Geraldo Alckmin, deixou a
discrição de lado para pedir juízo aos ex-aliados do presidente FHC. Alckmin conclamou
para a retomada da aliança com o argumento de que a briga na área política ameaça
atingir a economia.
Alckmin completou um mês à frente do Estado na quinta-feira e garante
que tem dormido bem, apesar das rebeliões de presos. (pág. 1 e A8)
- O relatório que ajudou a derrubar o embargo do Nafta à carne
brasileira vai agora para a Europa. Com ele, o Governo pretende baixar para desprezível o
risco atribuído pela Comunidade Européia ao Brasil. "Vamos mostrar que não temos
vacas loucas", resumiu o presidente da Associação Brasileira da Indústria
Exportadora de Carnes, Edivard Vilela de Queiróz. (pág. 1 e B3)
EDITORIAL
"Os poderes da nova Camex" - O presidente da República
decidiu, finalmente, dotar o Governo de um órgão capaz de formular políticas de
comércio internacional e de coordenar sua execução. A Camex passa a dispor de poderes,
formalmente, para definir as condições do desenvolvimento. (pág. 1 e A3)
COLUNA
(Coluna do Estadão - Ariosto Teixeira) - Os fatos que compuseram o
ambiente político destes dois primeiros meses do ano produziram dois perdedores: o
senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o governador do Ceará, Tasso Jereissati
(PSDB). Ambos sofreram derrotas difíceis de superar na corrida pela Presidência. O
curioso é que reduziram suas chances na disputa em virtude de erros unicamente pessoais.
(...) (pág. A6)
O GLOBO
- Imperatriz e Beija-Flor, as favoritas do
carnaval
- Imperatriz e Beija-Flor são as favoritas do carnaval 2001, segundo
pesquisa feita pelo Globo com os presidentes e carnavalescos de todas as escolas de samba.
Mangueira, Salgueiro, Grande Rio e Mocidade também estão bem cotadas para vencer o
desfile do Grupo Especial, que começa hoje às 21h, no Sambódromo.
O primeiro carnaval do século XXI começou marcado por acusações de
censura. Pressionadas, Mocidade e Grande Rio desistiram de encenar protestos contra a
violência, o que fez o governador Anthony Garotinho respirar aliviado: "Apresentar
imagens de violência atrapalharia a festa'. Mas a polêmica pode ressurgir na Sapucaí: a
Unidos da Tijuca, que homenageará Nelson Rodrigues, encenará o ato sexual na passarela.
As escolas prometem levar tecnologia para o samba: a Mangueira usará
refletores do Rock in Rio e a Portela terá raios laser em sua tradicional águia. O
carnaval movimentará R$ 1,5 bilhão e atrairá personalidades como Gisele Bündchen e
Ronaldinho. (pág. 1, 10 a 17 e cad. Especial)
- O pedido de cassação do mandato do senador Antonio Carlos
Magalhães, que será feito pela bancada do PT, vai ser usado por governistas para
pressionar o senador e fazê-lo desistir de novas acusações sem provas contra o Governo.
Para aprovar a cassação bastam 41 votos - o mesmo número que Jader
Barbalho obteve há dez dias na eleição para presidente do Senado.
A situação de Antonio Carlos ficará mais difícil se o procurador
Luiz Francisco de Souza entregar a fita provando que ele violou o sigilo de votações
secretas no Senado. (pág. 1, 3 e 4)
- Governo e empresas concordam que o conflito com o Canadá foi apenas
um ensaio geral para as batalhas que o País terá de travar na guerra do comércio
internacional. Para José Roberto Mendonça de Barros, é necessária maior atenção à
qualidade do produto nacional. O Itamaraty promete partir para o ataque e abrir portas
para os serviços e telefonia brasileiros. (pág. 2 e 21)
- O Primeiro Comando da Capital (PCC), que liderou a rebelião dos
presídios paulistas, também mantém sob controle favelas do estado. O PCC montou seis
casas de passagem para abrigar fugitivos e ex-presidiários, mantém cursos
profissionalizantes nas periferias e distribui cestas básicas aos moradores, exigindo em
troca o silêncio sobre as atividades ilegais do grupo. (pág. 2 e 9)
- O presidente da empreiteira OAS, Cesar Mata Pires, enviou carta ao
senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e ao presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA), em
resposta a requerimento de informações feito por Renan sobre as obras do Porto de
Juazeiro (BA) e do Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães, em Salvador.
O relatório da comissão designada pela Companhia Docas da Bahia
concluiu, afirma Mata Pires, que os recursos "foram aplicados corretamente e o
consórcio OAS/BH ainda ficou com uma quantidade ponderável de serviços realizados e
não pagos" em Juazeiro. (pág. 4)
EDITORIAL
"Vozes americanas" - Trinta anos atrás, um redator de
discursos do presidente republicano de então criou uma expressão que definia com
adequado cinismo a política dos Estados Unidos para a América Latina: negligência
benigna. Tradicionalmente, o Departamento de Estado via toda a América Latina como massa
uniforme, sem diferenças dignas de nota entre as muitas repúblicas e republiquetas.
Hoje, Washington já admite a importância do grande mercado ao sul do
Nafta e tem uma agenda para ele, singularizada na proposta da Aliança de Livre Comércio
das Américas (Alca).
O presidente George W. Bush, já deu sinais de que não pretende correr
com o projeto.
Ao contrário de Bill Clinton, não procurará apressar o
estabelecimento da aliança. Isso pode refletir uma convicção pessoal sobre a forma de
livre comércio que é melhor para os Estados Unidos.
Mas também pode ser o simples reconhecimento tático da falta de
munição política para extrair do Congresso permissão para assinar contratos comerciais
sem depender de ratificação pelo Legislativo. (...) (pág. 6)
COLUNAS
(Panorama Político - Tereza Cruvinel) - Ele declarou guerra ao mundo e
à sua própria tribo, cruzou a fronteira e dinamitou a ponte. Ao seu lado, só uma
unidade baiana de cavalaria. Será oposição na solidão. Mas será que podemos afirmar
que ele foi ferido de morte? A política é tão excitante e perigosa quanto a guerra,
disse Churchill, que provou as duas. Mas na guerra só se pode morrer uma vez. Na
política, várias. (...) (pág. 2)
(Ricardo Boechat) - O Ministério da Agricultura anuncia esta semana
sua última previsão para a safra de 2001.
O número ficará em torno de 91,3 milhões de toneladas.
A soja teve a maior produtividade: dois mil e oitocentos quilos por
hectare.
* A primeira viagem à Argentina do presidente Fernando Henrique
Cardoso após a posse do governo De la Rúa já tem data para ocorrer.
Será de 15 a 17 de abril. (pág. 16)
CORREIO BRAZILIENSE
- Antonio Carlos Magalhães, na Flórida
"...o presidente é leniente e tolerante em agir contra os
corruptos, por
isso pode-se dizer que essa corrupção já é maior do que no governo
Collor."
- (Key Biscaine) - O senador Antonio Carlos Magalhães parece disposto
a tudo. Em entrevista ao Correio, no hotel em que se hospeda nessa cidade da Flórida,
disse que um dos motivos da demissão de Waldeck Ornélas do Ministério da Previdência
é o fato de ele estar trazendo à tona a corrupção que existe nos fundos de pensão.
Disse ainda que só viria a apoiar a aliança PFL-PMDB-PSDB na sucessão presidencial se
houvesse um candidato decente "como Tasso Jereissati (governador do Ceará)".
(pág. 1, 20 e 21)
- Só no ano passado, os brasileiros que vivem no exterior mandaram ao
Brasil US$ 2,2 bilhões, 10% mais que em 1999. Nos últimos seis anos, foram US$ 15
bilhões, que permitiram ao País financiar entre 1995 e 2000, quase 10% de suas
exportações. Os brasileiros que trabalham lá fora fazem de tudo, de passear com os
cães de gente rica a prestar serviços de computação. (pág. 1 e 18)
ZERO HORA
- Uma frase inserida na nota em que foram
anunciadas as demissões dos ministros das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, e da
Previdência, Waldeck Ornélas, fornece a senha da estratégia desenhada pelo presidente
Fernando Henrique Cardoso para seu final de mandato.
"Os ministros hoje exonerados serão substituídos, interinamente,
até que os partidos que formam a base aliada recebam e se comprometam com a realização
do programa de ação governamental para essa nova fase do Governo, que lhe será enviado
na primeira semana útil de março", afirma o Presidente no texto. (pág. 6 e 8)
- O primeiro ano do novo milênio marca o início de um novo ciclo
econômico. Passada a crise de 1999 e iniciada a recuperação em 2000, as economias
brasileira e gaúcha entram em fase ascendente, avaliam especialistas.
Um estudo da Simonsen Associados prevê investimentos recordes a partir
deste ano. Os maiores valores já divulgados se concentram na área de infra-estrutura
(energia, saneamento e telecomunicações, principalmente). (pág. 15)
- A suspensão do embargo à carne brasileira pelos países do Acordo
de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), anunciada na sexta-feira, teve gosto de
vitória para os pecuaristas.
Mais do que a retomada de um mercado importante como o dos Estados
Unidos, os produtores acreditam que o episódio servirá como marketing para a carne do
Brasil no mundo. (pág. 17)

ATENÇÃO
O Boletim de Acompanhamento Macroeconômico
da Secretaria de Política Econômica, que traz avaliação mensal da conjuntura
econômica brasileira (análise e tendência de preços, salários, juros, balança
comercial, contas externas, etc), está disponível via FTP através do endereço na
INTERNET www.fazenda.gov.br, na área
específica de "Publicações". Outras informações atualizadas, inclusive
sobre os resultados do Plano Real, podem ser também obtidas, em português e em inglês,
na página eletrônica do Ministério da Fazenda.
Consulte a homepage da Secretaria de
Comunicação Social da Presidência da República.
O endereço na Internet é www.brasil.gov.br
O telefone para solicitação de
publicações é:061-411.4892.
O email da Secretaria de Comunicação
Social é: secom@planalto.gov.br |
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