26/02/2001

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JORNAL DO BRASIL

- Disputa acirrada no segundo dia

- O desfile desta segunda-feira das escolas do Grupo Especial - do qual tradicionalmente sai a campeã - este ano vem marcado pelo equilíbrio entre as concorrentes. Império Serrano, Caprichosos de Pilares, Viradouro, Imperatriz Leopoldinense, Mangueira, União da Ilha e Grande Rio levam para a avenida desfiles ricos e marcados por ousadias dos carnavalescos. Nos enredos, o otimismo marca o início do milênio. (...) (pág. 1 e Cad. Carnaval)

- A Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústria de Base (Abdib) alerta que o Brasil terá de priorizar investimentos em setores como energia, saneamento, gás e transportes para manter o ritmo de crescimento.

No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do País alcançou 4,2% e a expectativa para 2001 é de que o PIB avance 4,5%. A Abdib agrupou 1.300 projetos para atrair investimentos de US$ 215 bilhões em cinco anos. (pág. 1 e 10)

- O procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, informou ontem que poderá pedir à Corregedoria do Ministério Público Federal abertura de sindicância administrativa para apurar a conduta do procurador Luiz Francisco de Souza na divulgação de fita com conversas reservadas do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA).

Ele é o principal suspeito do vazamento da fita para a revista IstoÉ que continha o diálogo entre ACM e os procuradores Guilherme Schelb e Eliana Torelly de Carvalho.

Durante a conversa, ACM teria instruído os procuradores a quebrar o sigilo telefônico do ex-secretário-geral da Presidência, Eduardo Jorge Caldas, como forma de "pegar" o presidente Fernando Henrique Cardoso. A instalação da sindicância depende da comprovação da existência da gravação. ACM, que está próximo a Miami, não foi localizado ontem pelo JB. (pág. 2)

- Os três maiores partidos da base aliada do Governo - PSDB, PMDB e PFL - aceitam trocas de ministros nas pastas que ocupam, mas rejeitam perda de espaço no primeiro escalão do Executivo.

Para manter o equilíbrio de forças, o presidente Fernando Henrique, na reforma ministerial anunciada, deverá escolher nomes indicados pelo PFL para Minas e Energia e Previdência. "O PFL não deve sair no prejuízo", afirma o deputado Michel Temer (PMDB-SP). (pág. 1 e 3)

EDITORIAL

"Questão de Energia" - (...) Os sinais de sensibilidade no Brasil para a questão da energia estão aflorando em espaços críticos, como as atas do Comitê de Política Monetária (Copom). Na última reunião, com efeito, não só o redator botou o dedo no suspiro das importações, que cresceram 54,3% no caso dos manufaturados, com as matérias-primas e bens intermediários crescendo 29% (com óbvios efeitos sobre a balança comercial), mas ainda na variação do IPCA por conta dos preços administrados. (...)

Há um resto desnecessário de ideologia cercando um setor que responde fundamentalmente a variáveis técnicas. O Brasil deve se livrar disso. O que criou enormes gargalos para o crescimento da economia brasileira no passado foi exatamente a politização de empresas públicas e setores que terminaram dependentes apenas dos recursos do estado.. (...) (pág. 8)

COLUNAS

(Coisas da Política - Teodomiro Braga) - Pesquisas diárias por telefone realizadas pelo MCI, o instituto preferido dos tucanos, mostraram que a popularidade de Fernando Henrique despencou, ao longo da semana passada, em conseqüência das rebeliões de penitenciárias em São Paulo e das acusações de corrupção no Governo federal feitas pelo senador Antonio Carlos Magalhães.

Somente depois do carnaval é que se saberá o real tamanho do estrago na imagem do Presidente. É certo, porém, que a tendência de crescimento dos índices de aprovação popular da administração de FH foi interrompida. Não podia ser pior o início da segunda metade do mandato de FH, justamente o período do Governo que vai fazer a cabeça dos eleitores para as eleições que escolherão o futuro presidente. (...) (Pág. 2)

(Informe JB - Paulo Fona) - O presidente Fernando Henrique pretende engrossar a agenda de propostas do governo para os dois últimos anos de seu mandato retornando a discussão do teto salarial para os três poderes.

Em março, FH pretende convidar os presidentes do Supremo Tribunal Federal, ministro Carlos Velloso, do Senado, Jader Barbalho, e da Câmara, Aécio Neves, para tratar do assunto.

FH apelará para o entendimento sobre a proposta que está em discussão há seis anos e sobre a qual ninguém chega a um entendimento. Novamente, mais do que o teto salarial para a esfera federal preocupa o Governo criar o subteto estadual.

Tudo começou com o governo propondo um teto de R$ 8.000 para os três poderes e um subteto para os estados - provocando reações das prefeituras, assembléias legislativas, câmaras municipais e juízes. Para o Governo federal é o subteto que permitirá aos governadores dar continuidade ao ajuste fiscal, monitorado pelo Ministério da Fazenda. (...) (pág. 6)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Aliado de ACM afirma que manterá ataques contra o Governo FHC

- Os aliados do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) na Bahia prometem manter o Governo sob ataque nos próximos dois meses, informam Felipe Patury e Sandra Brasil. Eles não pretendem entregar os cargos que possuem no Executivo federal, embora seja esse o desejo do presidente Fernando Henrique Cardoso, que rompeu com ACM.

A idéia é transferir a FHC o desgaste das demissões. O governador da Bahia, César Borges, diz querer que os ministros dos Transportes, Eliseu Padilha (PMDB-RS), e do Trabalho, Francisco Dornelles (PPB-RJ), sejam demitidos para compensar a perda das pastas do PFL. Os aliados preparam uma festa para a volta de ACM dos EUA. (pág. 1, A4 e A5)

- O procurador da República Luiz Francisco de Souza cobra uma atitude concreta de ACM. "Ou (ele) encaminha ao Ministério Público a documentação que afirma ter ou ficará desmoralizado". Para ele, ACM pode ficar vulnerável a uma cassação por falta de decoro.

Luiz Francisco está sendo criticado por procuradores em razão de ter divulgado a conversa que manteve com ACM na presença de dois colegas. Ele se limita a falar "em tese" sobre a situação, e diz que é praxe até "filmar" uma reunião desse tipo. (pág. 1 e A5)

- O governador licenciado de São Paulo, Mário Covas (PSDB), foi levado de helicóptero da casa da família em Bertioga (litoral paulista) para o Incor (Instituto do Coração), na capital, onde foi internado.

O urologista Sami Arap afirmou que conversou por telefone com o médico David Uip. "O David disse que Covas está com um quadro séptico (infecção), com alguma repercussão que ele não explicitou." O governador chegou ao hospital em cadeira de rodas. (pág. 1 e A6)

- Luís Antônio Paolicchi, ex-secretário de Fazenda de Maringá (PR), disse à Justiça que o dinheiro desviado da prefeitura de 1997 a 2000 financiou campanhas eleitorais no estado, inclusive a do governador Jaime Lerner, do PFL. De acordo com Paolicchi, Lerner não conhecia a origem do dinheiro.

O governador negou a acusação e afirmou que processará Paolicchi, que está detido e é o principal acusado do desvio de cerca de R$ 74 milhões da prefeitura de Maringá. (pág. 1 e A7)

EDITORIAL

"O fim de uma farsa" - A tentativa de pincelar um verniz de seriedade técnica sobre o veto canadense à carne bovina do Brasil não enganou ninguém. Os países do Nafta, o mercado comum da América do Norte, decidiram na sexta-feira suspender o embargo ao produto brasileiro. Antes de tomar a óbvia decisão, uma comissão de técnicos de seus países-membros esteve por aqui a visitar fazendas de criação, laboratórios e fábricas de ração. (pág. 1 e A2)

COLUNA

(Painel) - O grupo carlista alijado do poder já recebeu as coordenadas do chefe. A ordem é radicalizar a guerra contra FHC. O mote: o Presidente optou por premiar a banda podre do Governo e puniu aqueles que a denunciavam. (pág. A4)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- BC admite: crise política atrasa investimentos

- A crise provocada pela mudança da base política do Governo está preocupando os investidores estrangeiros. Embora admita esse efeito, que poderá até atrasar os investimentos programados para o Brasil, o diretor da Área Externa do Banco Central, Daniel Gleizer, acredita que haverá uma espera de no máximo um ou dois meses.

"Depois, a situação vai acalmar-se". Gleizer elogia a mudança no regime cambial, que tem impedido que a volatilidade do mercado externo e a conseqüente alta do dólar no Brasil afetem a economia.

"Se fosse em outra época, estaríamos perdendo reservas internacionais". Não há preocupação, a curto prazo, com a alta da inflação dos Estados Unidos. "Não vejo uma subida dos juros, nem um impacto deplorável sobre as nossas contas externas". (pág. 1 e B3)

- O ex-presidente da Câmara Michel Temer (PMDB) adianta, em entrevista ao Estado, que não quer disputar o governo paulista em 2002 com o vice-governador Geraldo Alckmin, atual favorito para concorrer ao cargo pelo PSDB. A candidatura de Alckmin à segunda reeleição ainda depende de decisão judicial sobre sua elegibilidade. (Pág. 1 e A7)

- O presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA), promete encaminhar imediatamente os pedidos de investigação sobre o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA). Já os oposicionistas pedirão à Mesa Diretora que ACM envie à Comissão de Fiscalização e Controle os documentos que ele diz ter, comprovando denúncias contra aliados de FHC. (Pág. 1 e A4)

- O governador licenciado Mário Covas foi internado ontem à noite, em caráter emergencial, o Instituto do Coração, em São Paulo. Ele estava em Bertioga desde sexta-feira e foi para o hospital a bordo de um helicóptero do estado, acompanhado pela filha Renata e por seu médico particular, o infectologista David Uip, que resolveu interná-lo para descobrir a causa do inchaço e da infecção em uma das pernas. (pág. 1 e A6)

- As montadoras veteranas instaladas no País estão preocupadas com o novo time de novatas, que chegou com tecnologia avançada na produção e fábricas enxutas. Para não perder posições para as indústrias de veículos inauguradas a partir de 1997, Volkswagen, General Motrs, Fiat e Ford começam a investir em modernização.

Antes da chegada das novas empresas, as quatro montadoras eram responsáveis por 94% das vendas de veículos no Brasil, participação que baixou para 85% em 2000. (pág. 1 e B10)

- O Bolsa-Escola dá resultados na zona rural, mas corre o risco de não funcionar nas grandes cidades, onde o trabalho infantil rende mais que o programa. Lançado no início do mês, o programa vai dar entre R$ 15 e R$ 45 a cerca de 5,7 milhões de famílias que mantenham as crianças na sala de aula.

Assim, atenderá 10 milhões de estudantes. Nos centros urbanos, porém, precisará estar atrelado a outras políticas de qualidade de vida para estimular as crianças a trocar a rua pela escola. (pág. 1 e A8)

EDITORIAL

"O verdadeiro alvo dos Estados Unidos" - Se o Brasil nunca usou a disposição da Lei de Propriedade Intelectual, que permite licenciamento compulsório de medicamentos, por que os EUA pediram à OMC abertura de painel para julgar se a lei brasileira segue as normas internacionais de comércio? (pág. 1 e A3)

COLUNA

(Coluna do Estadão - Luciana Nunes Leal) - Situação e oposição renderam-se ao fato de que não há mais como deixar para depois o debate da sucessão presidencial, sob pena de chegarem atrasadas.

Enquanto os nomes dos candidatos estão em discussões internas, os temas da campanha vão se definindo. Para os partidos de sustentação do Governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, o assunto preferencial é e, salvo turbulências inesperadas, continuará sendo a economia. A oposição, por sua vez, elegeu como tema a ética e a moralidade. (...) (pág. A-6)

O GLOBO

- Lenços brancos na Avenida pedem paz

- A abertura do desfile das escolas do grupo especial no primeiro carnaval do novo milênio foi marcado ontem por manifestações pela paz. Cerca de 60 mil pessoas presentes no sambódromo acenaram lenços brancos e o cantor Elymar Santos percorreu a Marquês de Sapucaí cantando "Vamos dar as mãos" e "Bandeira branca". (...)

O prefeito Cesar Maia anunciou que pretende esticar o carnaval por uma semana em 2002 mas, já neste ano, fará um teste no próximo domingo com a apresentação da escola mirim do Salgueiro, na Avenida Atlântica. (...) (pág. 1, 8 a 11)

- Com o rompimento entre o presidente Fernando Henrique e o senador Antonio Carlos Magalhães, o PSDB se organiza para ampliar seu espaço no Governo. Os tucanos reivindicam mais um ministério na reforma que o Presidente fará para reorganizar a base.

Dos EUA, Antonio Carlos ironizou as afirmações de que ele agora é figura secundária na política: "Já me mataram umas cinco vezes em declarações públicas e eu continuo aí. E aí permanecerei", afirmou. (Pág. 1, 3 e 4)

- Companhias telefônicas e de energia elétrica desativaram agências e postos de atendimento a clientes. A Brasil Telecom (BrT), a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), a Telemar Rio, a Telefônica, a Cerj e a Light tinham, antes da privatização, 545 agências e postos. Segundo as empresas, hoje o total de postos é de menos da metade: 218. (pág. 2 e 16)

- O governador licenciado de São Paulo, Mário Covas, interrompeu o fim de semana que passava em Bertioga, no litoral de São Paulo, e voltou de helicóptero direto para o Hospital das Clínicas, onde foi internado ontem à noite, com inchaço nas pernas. O médico de Covas, David Uip, não divulgou detalhes sobre seu estado de saúde. (pág. 2 e 4)

EDITORIAL

"Projeto alvejado"- Há muito pouco que o Estado pode fazer, em nome da sociedade, para impedir que qualquer cidadão procure recorrer à violência, de caso pensado ou em momento de descontrole.

É certo que, a longo prazo, tudo que o poder público faz para reduzir as tensões decorrentes da desigualdade, da insegurança o da instabilidade nas relações sociais tem efeito positivo sobre os índices de violência.

Mas toda experiência mostra que há mais eficácia imediata nas medidas que reduzem o impacto ou os efeitos das ações violentas. (...) (pág. 6)

COLUNAS

(Panorama Político - Tereza Cruvinel) - As boas histórias políticas, tanto quanto as de amor, trazem o condimento da traição, farto na História e na literatura. Ela teve seu papel neste rompimento entre o senador ACM e o presidente FH, dizem amigos do senador, certos de que o PFL, depois de abandoná-lo, incentivou o presidente FH a demitir seus ministros. A traição do PFL, a ACM começou na eleição de Jader Barbalho. (...) (pág. 2)

(Ricardo Boechat) - O ministro Sarney Filho lança dia 8 o Pacote Amazônia, destinado a fechar o cerco da fiscalização sobre o desmatamento na região.

Uma de suas medidas determina que as serrarias só poderão derrubar árvores se exibirem o contrato de venda da madeira, evitando, assim, o comércio ilegal nesse setor.

* A intenção de Fernando Henrique Cardoso é anunciar o novo ministro das Minas e Energia até Sábado de Aleluia.

No fim de semana, cresceram as chances de o deputado Eliseu Resende, do PFL mineiro, vir a ser o escolhido. (pág. 10)

CORREIO BRAZILIENSE

- "Eu mudei o Governo FHC"

- Senador Antonio Carlos Magalhães diz que suas denúncias obrigaram o presidente Fernando Henrique Cardoso a tomar providências contra a corrupção. "Essa vantagem o País vai ficar me devendo." (pág. 1 e 9)

- O presidente Fernando Henrique Cardoso elegeu 35 programas entre os 388 do Avança Brasil como prioridade na liberação de verbas pelo Tesouro Nacional. A medida faz parte de uma tentativa de melhorar a gestão dos recursos públicos nos dois últimos anos do Governo.

A intenção é combinar a recuperação da economia, que melhora a popularidade de FHC, com programas na área social para transformar o Presidente em um bom cabo eleitoral em 2002. (...) (pág. 3)

- Governo britânico sacrifica milhares de animais, mas esforço pode ser tardio, pois novo foco é descoberto em Devon. Mal pode atingir outros países europeus que compraram carneiros ingleses provavelmente contaminados. (pág. 1 e 8)

- Libertação de Jacqueline, mulher de Fernandinho Beira-Mar, provoca crise diplomática entre Brasil e Colômbia. Itamaraty quer saber por que a polícia daquele país libertou pessoa condenada e com mandato de busca internacional contra ela. (pág. 1 e cad. Tema do Dia, pág. 6 e 7)

JORNAL DE BRASÍLIA

- PSDB prefere Roriz em 2002

- A deputada federal Maria de Lourdes Abadia (PSDB-DF), uma das principais forças da política de Brasília, garante que seu partido não lançará nome próprio na disputa pelo Buriti em 2002 se o governador Joaquim Roriz for candidato à reeleição. "Se não houver um fato novo, uma grande surpresa, a tendência é uma aliança entre PSDB e PMDB", afirma em entrevista ao Jornal de Brasília.

Abadia garante ainda que está descartada qualquer aliança com o PT de Cristovam: "Levamos muita porta na cara depois de 1994", lembra. (pág. 1 e A-3)

- Se o Brasil contar com a expansão das vendas de alimentos e roupas para ter um empurrão a mais na sua economia, pode colocar as barbas de molho. Existem alguns empecilhos para a recuperação desses setores.

Em janeiro, a indústria têxtil usava 90,6% de sua capacidade instalada, 2,3% a mais do que em igual mês de 2000, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas).

No caso dos alimentos, a utilização da capacidade é menor, de 82% em janeiro. Há, portanto, espaço para crescer. Só que esse setor depende, basicamente, da expansão da renda real do trabalhador, que caiu cerca de 1% no ano passado. (...) (pág. B-7)

- Uma disputa interna envolvendo os ministérios de Ciência e Tecnologia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior é apontada como o principal entrave no atraso da regulamentação da Lei de Informática.

O ministro da Casa Civil, Pedro Parente, foi acionado para pôr fim à briga pela gestão dos recursos a serem aplicados em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e a quem cabe acompanhar o Processo Produtivo Básico (PPB), que define a política industrial do setor. (...) (pág. B-7)

ZERO HORA

- A TV Digital é diferente de tudo o que já se viu - garante Paulo Saab, diretor-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). O sistema será a maior revolução desde o início da TV - profetiza a professora de Comunicação da PUCRS Cristiane Finger. (pág. 4 e 5)

- A empresa argentina Jaguar House Importação e Exportação Ltda começa a operar sua produção em Farroupilha no início de março. O grupo, que atua há 20 anos no setor têxtil, fabricando artigos para cama, mesa e banho, vai criar 25 empregos. O valor do investimento não é revelado. (pág. 17)

- O avião do ex-deputado Francisco Carrion Júnior pode ter perdido a sustentação, provavelmente por falta de velocidade no momento da aterrissagem. Os primeiros levantamentos indicam que a possibilidade de ter ocorrido falha mecânica na aeronave é mínima. (pág. 30)

MANCHETES

O DIA (RJ)

- Só deu Silvio na Globo

ZERO HORA (RS)

- Preso na Colômbia o maior traficante do Rio Grande do Sul

ATENÇÃO

O Boletim de Acompanhamento Macroeconômico da Secretaria de Política Econômica, que traz avaliação mensal da conjuntura econômica brasileira (análise e tendência de preços, salários, juros, balança comercial, contas externas, etc), está disponível via FTP através do endereço na INTERNET www.fazenda.gov.br, na área específica de "Publicações". Outras informações atualizadas, inclusive sobre os resultados do Plano Real, podem ser também obtidas, em português e em inglês, na página eletrônica do Ministério da Fazenda.

Consulte a homepage da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

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