04/01/2004

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
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JORNAL DO BRASIL

- Jovens do Rio bebem cada vez mais

- O Conselho Estadual Antidrogas concluiu no ano passado um levantamento sobre o número de atendimentos prestados pela primeira vez e chegou a um resultado surpreendente: o surgimento de menores de idade dependentes do álcool. Das 2.191 pessoas que procuraram a unidade ano passado, 61,13% eram dependentes desta droga lícita. De forma inédita em quatro anos de pesquisa do Conselho, a bebida superou a cocaína na preferência dos viciados. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, de cada dez atendimentos prestados em Copacabana, durante o reveillon, oito foram a jovens entre 13 e 17 anos. (págs. 1 e A21)

- Não esperem meias-palavras do presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Francisco Fausto. Em entrevista ao "Jornal do Brasil", o jurista critica sindicatos de fachada que vivem basicamente do imposto compulsório.

"São verdadeiros sanguessugas", afirma Fausto, defendendo uma reforma para abolir da legislação a unicidade sindical. Ele considera que é hora de centrais e entidades se engajarem na mudança da Consolidação das Leis do Trabalho. E adverte que a reforma do Judiciário "não vai resolver o grande problema da Justiça, que é a morosidade". (págs. 1 e A4)

- Criação do dia das baianas de acarajé, mudança do lema da Bandeira e proibição de beijo homossexual em público. Esses são alguns dos 2,8 mil projetos de lei apresentdos na Câmara dos Deputados ano passado. Entre futilidades e propostas preconceituosas, projetos importantes ficam emperrados. (págs. 1 e A3)

- Depois de um ano praticamente sem investir, a maior parte das empresas brasileiras já tem traçadas as metas para 2004. O setor agrícola, que sustentou a economia no ano passado, com aumento de 26,5% na produção, planeja uma expansão de 6%. Já a indústria eletroeletrônica amargou a terceira queda consecutiva e não pretende ampliar a capacidade, pois tem 30% de ociosidade. Para analistas, a falta de investimentos atrasa a retomada do crescimento. (págs. 1 e A24)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Cai o consumo de alimentos no País

- O brasileiro comprou menos comida no ano passado. Segundo pesquisa de consumo domiciliar da Latin Panel/Ibope, o volume de compras de alimentos caiu 4% de outubro de 2002 a outubro de 2003.

Produtos cujo consumo aumentara com o Plano Real (1994) sofreram retração significativa de vendas, como iogurtes (10%) e refrigerantes (9%). Mesmo cortando itens, o gasto médio das famílias com a compra de alimentos cresceu 26%, devido ao aumento nos preços dos produtos.

Segundo Cláudia Fioratti, diretora da Latin Panel/Ibope, a queda do consumo começou no quarto trimestre de 2002 e se intensificou em 2003, puxada pela alta dos preços e pela redução dos salários - de outubro de 2002 a outubro de 2003, a renda do brasileiro caiu 15,2%, de acordo com o IBGE.

A pesquisa, que abrange 75 categorias de produtos dos setores de alimentos, bebidas, higiene e limpeza, mostra que, no intervalo de um ano, o consumidor passou a desembolsar 21% a mais para manter seu nível de consumo. (págs. 1 e B1)

- Na opinião dos brasileiros, a Igreja Universal do Reino de Deus e os bancos foram as instituições que mais ganharam poder de influência no País entre 1995 e 2003, de acordo com pesquisa Datafolha.

A imprensa, os clubes de futebol e a Igreja Católica são as instituições com maior prestígio no País. Já a imprensa, o Poder Executivo e os bancos e instituições financeiras foram consideradas as de maior poder de influência. (págs. 1 e A4)

- Recursos do Governo federal que deveriam financiar culturas alternativas no Polígono da Maconha, em Pernambuco, estão sendo usados para o plantio da droga.

A Polícia Federal e o Ministério Público investigam uma quadrilha que atua no Projeto Fulgêncio, em Santa Maria da Boa Vista, informa Murilo Fiúza de Melo.

O projeto de irrigação da Companhia Hidrelétrica do São Francisco - localizado a 604 km de Recife - atende 1.500 famílias, que deveriam dedicar-se à fruticultura.

Contudo, a área de 240 quilômetros quadrados, próxima ao rio São Francisco, se transformou na maior região produtora de maconha de Pernambuco. (págs. 1 e A8)

- As favelas já não são mais um problema urbano restrito às metrópoles. No Brasil, 78,3% dos municípios com até 500 mil habitantes já convivem com essa forma de habitação.

Especialistas defendem a urbanização dessas áreas, que consiste na implantação de redes de abastecimento, esgoto e energia, abertura e ampliação de ruas e regularização fundiária e melhorias no entorno, para melhorar as condições de vida dos moradores. (págs. 1, C1 a C3)

- A crise nuclear entre a Coréia do Norte e os Estados Unidos serviu para mostrar a mudança da diplomacia chinesa, que passou a ser mais propositiva.

A opinião é defendida, em artigo especial para a "Folha", pelo cientista político Evan S. Medeiros e pelo pesquisador da Universidade Harvard M. Taylor Fravel. (págs. 1 e A14)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Apreço de Lula por Miro dificulta troca de ministros

- A reforma ministerial pretendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva está esbarrando no apreço pessoal que tem pelo ministro das Comunicações, Miro Teixeira, um dos cotados para deixar o Governo. Lula resiste a demiti-lo, mas, se não tiver opção, quer que ele saia prestigiado, diz um dirigente do PT que acompanha as negociações. (págs. 1 e A7)

- O ponto básico (de uma Política Industrial e Tecnológica) é que o Brasil precisa reverter, urgentemente, a estagnação em sua capacidade de gerar patentes industriais, inovar e melhorar os processos de produção. (págs. 1 e B2)

- De olho no mercado americano, o Grupo Votorantim quer ampliar o volume recorde de exportações de 2003, quando as vendas de cimento para o exterior alcançaram US$ 1 bilhão. A previsão é chegar a US$ 1,3 bilhão em 2004. A Europa também é visada. (págs. 1 e B6)

- Um Boeing 737 egípcio, com 135 passageiros, a maioria franceses, e 13 tripulantes, caiu ontem no Mar Vermelho. O vôo charter levava turistas que passaram o ano-novo no Egito. O avião vinha do balneário de Sharm el-Sheikh e faria escala no Cairo, antes de seguir para Paris. Não há sinais de sobreviventes. O governo egípcio descartou a possibilidade de ataque terrorista. (págs. 1 e A12)

- Depois de desbaratar um suposto esquema de venda de sentenças judiciais, tráfico de influência e corrupção, a Operação Anaconda vai agora se voltar contra a Polícia Civil de São Paulo. Já foram levantados indícios do envolvimento de policiais paulistas na suposta quadrilha. Entre os suspeitos estão agentes do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). (págs. 1 e A4)

- Uma encomenda para a construção de 22 navios petroleiros, com investimento de US$ 50 milhões por unidade, será feita este ano pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, à indústria naval brasileira. A idéia é renovar a frota da empresa, substituindo inicialmente os navios próprios que se aposentariam até 2010. A empresa ainda estuda o lançamento de licitação, também em 2004, de outros 30 navios, que substituiriam a parte da frota que hoje é fretada. Apenas com a primeira parte da encomenda, já garantida, segundo a Transpetro, 6 mil novos empregos serão criados. (págs. 1 e B1)

O GLOBO

- Convocação de Assembléias custa R$ 6 milhões a estados

- Assembléias Legislativas de dez estados vão gastar quase R$ 6 milhões com sessões extraordinárias no recesso parlamentar. Para trabalhar em dezembro e janeiro, muitas vezes em votações que duram apenas um dia, cerca de 400 deputados estaduais vão embolsar gratificações que variam de R$ 4.500 a R$ 19 mil. São Paulo, Distrito Federal, Goiás, Pará, Acre, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Pernambuco estão fazendo sessões extraordinárias no recesso, nem sempre para legislar sobre assuntos urgentes. Vota-se de orçamento atrasado a moções de aplauso e títulos de cidadão estadual. (págs. 1 e 3)

- Os poucos avanços em saúde e educação fizeram o estado do Rio cair de terceiro para quinto lugar no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre 1991 e 2000, perdendo posições para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, como mostra um levantamento do Instituto de Estudos de Trabalho e Sociedade (Iets) em cima dos números do programa da ONU. O município do Rio, com favelas como a da Maré, foi o que menos obteve progressos no período. A Região dos Lagos, por sua vez, viu seu IDH crescer 11,23%. (págs. 1, 33 e 35)

- O combate à violência não dá resultados no Brasil porque a União não trata o tema como prioridade, diz o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). E prioridade, para ele, se estabelece investindo recursos substanciais. (págs. 1 e 10)

- Relatórios confidenciais da Guarda Municipal, aos quais "O Globo" teve acesso, revelam que camelôs que vendem produtos piratas e contrabandeados estão recebendo proteção de policiais civis e militares. A Guarda já identificou 56 depósitos de ambulantes em 15 bairros. (págs. 1 e 19)

- Um Boeing fretado por uma companhia egípcia caiu ontem num balneário no Mar Vermelho matando as 148 pessoas a bordo, a maioria turistas franceses. O avião seguia para Paris, com escala no Cairo, e apresentou uma falha mecânica ao decolar. Autoridades descartaram a hipótese de atentado. (págs. 1 e 42)

CORREIO BRAZILIENSE

- Fiscalização insuficiente faz Detran multar menos

- Média mensal de multas por excesso de velocidade no ano passado caiu 17% no Distrito Federal. Número de fiscais nas ruas é sete vezes menor do que o necessário para controlar o trânsito da cidade. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 17)

- Trabalhar, casar e separar em Brasília - O poder altera o perfil do trabalhador do Distrito Federal, que tem o maior salário médio do País - R$ 1.047, quase cinco vezes mais que o menor, no Maranhão. Terceira reportagem da série Viver em Brasília mostra a liderança também no ranking nacional de casamentos desfeitos. (págs. 1 e 20)

- O sonho acabou - Sem preparo, microempresários vão à falência. (págs. 1 e 7)

MANCHETES

CORREIO DA BAHIA

- Avião egípcio cai no Mar Vermelho com 148 pessoas

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Jarbas vive o auge da popularidade

O DIA (RJ)

- Como fica o salário dos servidores municipais em 2004

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Beleza para todos - O antes e depois de Bárbara Reiter, 36 anos, gaúcha, que é um exemplo da nova ordem estética: silicone, lipo e Botox em doze prestações

- O escândalo da Parmalat

Entrevista - Lars Grael - De volta à vida - O velejador olímpico diz que seu maior triunfo foi ter superado o próprio preconceito contra a condição de deficiente. (págs. 11 a 15)

O Governo começa agora - A tradição e o duro ajuste feito no ano passado mostram que são grandes as chances de Lula ter em 2004 um ano melhor do que 2003. (págs. 40 a 44)

Quem vai aplaudir depois da troca? - Na reforma, o PT atrai o PMDB. O ministério fica igual, mas a base do Governo cresce no Congresso. (págs. 50 e 51)

Bush pós-Saddam - O presidente americano depende mais da economia do que de vitórias militares para ganhar a reeleição. (págs. 52 a 55)

A cidade dos mortos - Terremoto de proporções bíblicas no Irã devasta uma cidade histórica, Bam, e mata metade de sua população. (págs. 56 e 57)

A grande fraude na Europa - A cúpula da Parmalat italiana é acusada de fraudar o balanço, destruir documentos e falsificar assinaturas. (capa e págs. 74 a 77)

O efeito vaca louca - No embalo dos surtos da doença no exterior, o Brasil aumenta a venda de carne bovina e se firma como o maior exportador do mundo. (págs. 78 e 79)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- O ano da torcida (de novo!!!) - Depois do aperto para arrumar a casa em 2003, Lula está confiante no salto econômico e já faz planos para a reforma política

Entrevista: Walter Feldman - "O PT está em cima do muro" - O tucano Walter Feldman se destaca como um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso e faz duras críticas ao Governo Lula. (pág. 7 a 10)

De olho em 2006 - Plano de vôo do PT depende da economia: Lula já defende mandato de seis anos. (capa e págs. 24 a 30)

Adeus, meninos! - OAB e ONGs denunciam execuções de meninos e meninas de rua por grupos de extermínio em Alagoas. (págs. 36 a 41)

Uma lição para o futuro - Projetos financiados por empresas privadas ajudam a amenizar as deficiências do ensino público. (págs. 66 a 70)

Acelera, Brasil! - Depois do sufoco de 2003, o sonho (realizável) de um País em crescimento e de muitas oportunidades de emprego. (págs. 72 a 75)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- O que pode melhorar em 2004 - O que será notícia no ano que começa e quais são as perspectivas para política, economia, ciência, cultura, esportes e muito mais

- Reveillon - As imagens que marcaram a passagem do Ano-Novo pelo País

Entrevista: Cláudio Fonteles - Vale ser honesto - O procurador-geral da República, Cláudio Fonteles, compra a briga com o crime organizado incrustado no Estado brasileiro. (págs. 20 a 25)

Desemprego no palanque - Além das questões locais, os candidatos a prefeito terão de mostrar projetos e competência para lidar com a falta de emprego. (capa e págs. 28 a 31)

Ao amigo Presidente - Eleitor gravou todas as promessas de Lula e fez o próprio balanço do primeiro ano do Governo. (págs. 32 e 33)

Mais que um prato cheio - Criticado durante todo o ano passado, o Governo rebate dizendo que chegou aonde queria e promete ações estruturais para 2004. (págs. 40 e 41)

A terra prometida - O Governo anuncia meta para reforma agrária e planos para regularizar terra grilada, mas enfrenta ceticismo em ano eleitoral. (págs. 42 e 43)

Destino para a soja - Congresso discute a lei que regulamenta os transgênicos, enquanto os cientistas finalmente começam a ter voz ativa no debate. (págs. 44 e 45)

Um ano folgado - Todas as previsões para 2004 são de crescimento, mesmo que o Governo não mexa na política econômica rígida. (capa e págs. 46 a 48)

Entrevista: Celso Amorim - A próxima batalha - Ministro prepara-se para fechar detalhes da Alca e crê que negociação com EUA ainda tem armadilhas. (págs. 51 a 53)

Um completo fracasso - provável reeleição de Bush, apesar de todas as suas falhas como presidente, é um sinal de crise grave da democracia. (págs. 80 a 82)

É hora de realizar - Em 2004, o Governo federal quer promover a inclusão social na área da cultura e proteger o patrimônio. (págs. 89 a 91)

DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Onde investir em 2004 - Como ganhar no mercado financeiro e gastar com estilo

* Bolsa

* Aposentadoria

* Fundos

* Dólar

* Educação

* Imóveis

* Objetos de desejo

* Vinhos

- Ranking: as ações mais rentáveis do pregão

Entrevista: Roberto Nishikawa - "A Bolsa vai subir" - Presidente da corretora Itaú diz que a queda dos juros vai favorecer as ações e prevê alta de 35%. (págs. 20 a 22)

Aposentadoria à sombra - As dicas dos especialistas para adquirir um plano privado e garantir um futuro tranqüilo. (capa e págs. 28 a 32)

Quanto os pais vão gastar com esse bebê até a pós-graduação - Pagar a formação de um filho é tarefa que exige disciplina e planejamento financeiro. (capa e págs. 52 a 55)

ETES

ATENÇÃO

O Boletim de Acompanhamento Macroeconômico da Secretaria de Política Econômica, que traz avaliação mensal da conjuntura econômica brasileira (análise e tendência de preços, salários, juros, balança comercial, contas externas, etc), está disponível via FTP através do endereço na INTERNET http://www.fazenda.gov.br, na área específica de "Publicações". Outras informações atualizadas, inclusive sobre os resultados do Plano Real, podem ser também obtidas, em português e em inglês, na página eletrônica do Ministério da Fazenda.

Consulte a homepage da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

O endereço na Internet é http://www.brasil.gov.br

O telefone para solicitação de publicações é:061-411.4892.

O email da Secretaria de Comunicação Social é:secom@planalto.gov.br