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15/02/2004
JORNAL DO BRASIL - Muda reajuste de plano de saúde - A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a delegacia do Governo para planos e seguros de saúde, prepara mudança no cálculo do reajuste anual das mensalidades. No lugar de um índice único, o projeto prevê aumentos diferenciados por empresas. "Pretendemos focar mais a política de reajustes", informou o novo diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos. Uma campanha publicitária será lançada e haverá reforço do atendimento telefônico. O objetivo é ajudar quem tem contrato anterior a 1999 a decidir se quer pagar mais para ampliar as coberturas. (págs. 1 e A27) - O futuro do Governo Luiz Inácio Lula da Silva dependerá da reação e de atitudes posteriores às denúncias do fim de semana envolvendo Waldomiro Diniz, ex-assessor do ministro José Dirceu. Ele teria cobrado propinas de um bicheiro para campanhas eleitorais no Rio e em Brasília. Cientistas políticos e professores acreditam que o dilema está em conciliar a manutenção de alianças amplas com os princípios éticos que norteiam o programa do partido desde a fundação. (págs. 1 e A3) - Com sangue político nas veias, o governador de Minas Geris, Aécio Neves, neto do ex-presidente Tancredo Neves, é hoje um interlocutor privilegiado no cenário nacional. Em entrevista ao "Jornal do Brasil", confessa que "gosta muito" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ressalva: "O Governo está carente de racionalidade. O lado gerencial é frágil, embora bem-intencionado". Aecinho, como é carinhosamente chamado pelos amigos, desconversa sobre as eleições municipais e a falta de um nome de seu partido, o PSDB, para a disputa. "Minas tem um tempo próprio", tergiversa. (págs. 1 e A8) FOLHA DE SÃO PAULO - Governo quer mudar sindicato patronal - O Governo estuda propor ao Congresso a extinção dos sindicatos patronais caso os empresários não aceitem mudar a forma de organização dessas instituições, informam Fátima Fernandes e Cláudia Rolli. A reforma sindical é negociada desde agosto no Fórum Nacional do Trabalho. Os empresários rejeitam a extinção da unicidade e do imposto sindicais, já acertada com os sindicatos de trabalhadores. A unicidade dá a um único sindicato o poder de representar trabalhadores ou empresas de uma região. Já o imposto é descontado compulsoriamente das empresas, associadas ou não a um sindicato. O Governo pretendia encerrar as discussões do fórum em março, mas já adiou o prazo para abril. A intenção é votar ainda neste ano a reforma sindical e abrir caminho para a reforma trabalhista em 2005. "Se os empresários insistirem na unicidade sindical, não vamos discutir contribuição sindical para eles e vamos levar um projeto para o Congresso", diz Osvaldo Bargas, coordenador do fórum. "Não dá para modificar a história de 60 anos só porque em outros países é diferente", rebate o representante empresarial Rodolfo Tavares, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. (págs. 1 e B1) - A maior preocupação do ex-subchefe de Assuntos Parlamentares da Presidência Waldomiro Diniz é desvincular o episódio da fita de vídeo, em que aparece pedindo propina e contribuição de campanha a um bicheiro, de suas ações no Governo como um dos principais assessores do ministro José Dirceu (Casa Civil). O Governo e o PT já têm um plano para minimizar o efeito do caso nas eleições. Uma das previsões é que será preciso ser mais duro com a oposição caso uma CPI se torne inevitável. Carlos Augusto Ramos, que aparece negociando na fita, disse que não é "bicheiro" e que foi vítima de extorsão do assessor de Dirceu. (págs. 1, A4 e A8) - Pelo menos 132 parlamentares pretendem disputar a eleição para prefeito em suas cidades, o que deverá gerar um "recesso branco" no Congresso durante o segundo semestre. O presidente da Câmara, João Paulo Cunha (PT), propôs aos líderes que ao menos uma vez por semana, às quartas-feiras, haja mais de 400 deputados na Casa para votar projetos importantes. (págs. 1 e A10) - Sob o peso de uma dívida estimada em R$ 10 bilhões, empresas de comunicação solicitaram ao BNDES créditos de cerca de R$ 6,2 bilhões. Segundo entidades representativas da mídia, o dinheiro seria destinado a refinanciar débitos e à compra de papel-jornal. As empresas divergem sobre o modelo do socorro financeiro. O Grupo Globo detém mais de 60% da dívida do setor. Em meados dos anos 90, as empresas contraíram dívidas em dólar a fim de criar novos negócios, dada a perspectiva de estabilidade do câmbio e de crescimento. A desvalorização do real e a estagnação do País causaram a multiplicação das dívidas e a queda das receitas. Em dois anos, a mídia cortou 17 mil empregos. A "Folha" traz levantamento inédito sobre a dívida do setor. (págs. 1, B6 e B7) O ESTADO DE SÃO PAULO - Politização da Embrapa assusta cientistas - Os cargos técnicos na Embrapa vêm sendo ocupados por petistas e sindicalistas, com a troca de chefes de suas 40 unidades no País, muitos deles destituídos no meio do mandato. Sob a nova gestão, a empresa elegeu como prioridade a assistência aos pequenos produtores, relegando oficialmente a segundo plano o agronegócio, responsável pelo seu prestígio e pelos contínuos recordes de produtividade do setor agropecuário. Pesquisadores de ponta temem que, com a politização, a empresa perca o foco e a relevância. O presidente da Embrapa, Clayton Campanhola, garante que isso não vai acontecer. (págs. 1, A8 e A9) - Responsável pela instituição que investiga o primeiro escândalo de corrupção no Governo Lula, o procurador-geral da República, Cláudio Lemos Fonteles, diz que se sente à vontade para processar qualquer pessoa, mesmo o presidente. O dossiê em que está registrado o caso do ex-subchefe de Assuntos Parlamentares, Waldomiro Diniz, revela que as propinas e financiamentos de campanhas começaram em Goiânia e envolveram pelo menos três estados. (págs. 1, A4 e A6) - O Ministério Público Federal está investigando autorização dada pelo Departamento de Aviação Civil (DAC) à Vasp que permitiu à empresa transportar carga para os Correios usando por três anos uma empresa estrangeira. A autorização contraria o Código Brasileiro de Aeronáutica. Os registros das aeronaves eram falsos. (págs. 1 e A11) - Estudo do PSDB mostra que em 2003 a União aumentou sua participação no bolo tributário nacional de 58% para 59%, em prejuízo de estados e municípios e num período em que o País viveu estagnação econômica. O documento contesta o Ministério da Fazenda, que previu queda de 1,4 ponto porcentual na relação tributos/PIB. (págs. 1 e A12) - Cresce entre empresários a grita pela redução dos juros e reaquecimento da economia, mas uma expressiva corrente do mercado financeiro acha que a decisão do Banco Central esta semana será manter a taxa básica em 16,5%. O motivo é o mesmo alegado pelo banco no mês passado para não mexer nos juros: o risco de inflação. (págs. 1 e B1) - Depois de décadas sem investir efetivamente em pesquisa e desenvolvimento, a indústria farmacêutica nacional, para sobreviver, partiu para parcerias com universidades e instituições de pesquisa. Os investimentos são modestos em relação aos das multinacionais, mas é possível que ainda este ano um novo medicamento, desenvolvido no Brasil, entre em fase de testes clínicos em seres humanos. (págs. 1 e A16) - Cerca de 70 guerrilheiros iraquianos invadiram ontem um complexo de segurança em Faluja, a oeste de Bagdá, e libertaram dezenas de prisioneiros, depois de uma batalha que matou 22 pessoas. Dos mortos, 14 eram policiais, 4 guerrilheiros e 4 civis. De acordo com o chefe de polícia de Faluja, Aboud al-Dulaimi, os guerrilheiros usaram foguetes, morteiros e metralhadoras. (págs. 1 e A20) O GLOBO - Funcionário terceirizado custa até duas vezes mais - O Governo Lula vai mexer no processo de terceirização da mão-de-obra no serviço público federal, que hoje atinge funções estratégicas e remunera as empresas intermediárias com até 200% acima do salário pago ao contratado. No ano passado, os gastos com terceirizados foram de R$ 749 milhões, o que, somado aos R$ 102 milhões pagos a consultorias, elevou o total a R$ 851 milhões. Por determinação do Ministério Público do Trabalho, o Governo terá que realizar concursos para substituir o contingente de terceirizados em áreas como fiscalização e perícia medica do INSS. Catia Seabra e Regina Alvarez informam que o Governo adotará também um conjunto de medidas para centralizar o controle das contratações das empresas prestadoras de serviço. (págs. 1 e 3) - A líder do PT no Senado, Ideli Salvati, disse ontem que o partido está dividido sobre a melhor linha de investigação para apurar o caso do ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz, demitido após as revelações de que pediu propina e contribuições de campanha a um bicheiro. A bancada vai se reunir para discutir o assunto. (págs. 1 e 4) - Novas leis tributárias no estado do Rio podem afugentar investimentos da indústria de petróleo, dizem empresários e analistas do setor. Até agora, o aumento da cobrança de ICMS já paralisou um projeto de US$ 1,2 bilhão do consórcio Chevron-Texaco e Petrobras na Bacia de Campos. (págs. 1 e 41) - Pesquisa feita com turistas na Zona Sul revela que 46,8% dos estrangeiros vieram à cidade em busca de sexo, 73,7% conhecem a fama do Rio como destino de turismo sexual e 39,1% já foram abordados por prostitutas e agenciadores. São os principais alvos dos exploradores de mulheres descobertos em reportagens do "Globo". (págs. 1, 22 e 23) CORREIO BRAZILIENSE - Relatório sobre bingos será usado na defesa de Dirceu - Os ministros mais próximos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva preparam-se para apresentar a partir de amanhã os argumentos contra a instalação de uma CPI destinada a apurar denúncia de cobrança de propina contra Waldomiro Diniz, ex-assessor do chefe da Casa Civil, José Dirceu. Os representantes do Governo vão dizer que têm pronto um documento que contraria os interesses dos donos das casas de bingo, de quem Waldomiro teria cobrado 1% de comissão para facilitar a atividade ilegal. Setor movimenta R$ 5 bilhões por ano no Brasil. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 a 6) - Criado há 30 anos para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, o seguro obrigatório (DPVAT) garante hoje o lucro de um verdadeiro cartel de seguradoras. Dos R$ 1,44 bilhão arrecadados por ano, pelo menos 40% são administrados por empresas que já deixaram de atender ao público e acabam por dificultar o acesso do segurado à verba indenizatória. Governo quer criar ouvidorias para receber reclamações. (págs. 1, 8 e 9) - Polêmica na reforma do ensino superior. (págs. 1, 15 e 16) MANCHETES ESTADO DE MINAS - Cartel embolsa dinheiro JORNAL DO COMMERCIO (PE) - Governo silencia após denúncia que abalou o Planalto O DIA (RJ) - Como entrar na briga pelas 41.380 novas vagas da União REVISTAS VEJA TÍTULOS DE CAPA - Filhos tiranos, pais perdidos - Não tenha receio de ser visto como repressor ao impor limites ao adolescente que atazana sua vida. Educadores e psicólogos dizem que isso faz bem - a ele e a você - O caso de propina do assessor de José Dirceu Entrevista: Antônio Palocci - "Não vamos transigir" - O ministro da Fazenda diz que o presidente do Banco Central e o secretário do Tesouro ficam, e que a política econômica não muda. (págs. 11 a 15) O Governo do improviso - O presidente Lula enfrenta queda de popularidade e, num evento em São Paulo, exercita mais uma vez aquilo que vem se tornando uma das marcas frustrantes de seu mandato: a retórica oca. (págs. 44 a 47) A balada dos companheiros - A descontração venceu a liturgia nas comemorações do aniversário do PT. (págs. 48 e 49) No coração do Planalto - Assessor do ministro da Casa Civil, José Dirceu, é filmado pedindo propina durante a campanha eleitoral de 2002. (capa e págs. 50 a 52) O custo do vôo presidencial - Lula vai comprar um jato novo. Seria mais barato manter o sistema de aluguel instituído por Fernando Henrique. (págs. 54 e 55) O planeta telemarketing - O atendimento por telefone aumenta e é a porta para o primeiro emprego. Brasileiros propõem refinanciamento até para americanos. (págs. 64 a 66) Não adianta chorar, Argentina - O G-7, o FMI e agora os credores minoritários apertam o cerco a Buenos Aires para receber o que o Governo lhes deve. (págs. 80 e 81) ISTOÉ TÍTULOS DE CAPA - A polêmica dieta Atkins - Suspeita de que o criador do famoso regime que prega a ingestão de gordura e proteína teria morrido obeso e com doença cardíaca provoca novo debate sobre os efeitos dessa alimentação * O sucesso da dieta South Beach, versão mais moderada da Atkins * Conheça a dieta do Tibete, outra invenção da indústria do regime - Exclusivo - Falcatrua com dinheiro da educação envolve mais de 200 prefeituras - Justiça - Nestlé enfrenta agora acusação de fraude Entrevista: Fernando Gabeira - Polêmico e assumido - Sem partido, deputado quer repensar a visão de mundo, mas não abre mão de defender candidaturas gays e a descriminalização da maconha. (págs. 7 a 11) Plano de ataque - Governo monta estratégia para esmagar oposição nas eleições deste ano e deter hegemonia visando 2006. (págs. 26 a 30) Corrupão - Faxina geral - Denúncias derrubam assessor do Planalto e, no Legislativo, atingem senadores e deputados. (pág. 31) Tramóia federal - Documentos apontam para a existência de fraude milionária com verbas do Fundef envolvendo mais de 200 prefeituras. (capa e págs. 36 a 39) Zona nada Franca - Porto de Manaus é alvo de batalha judicial entre estado e arrendatárias: sob suspeita a licitação e a atuação das empresas. (págs. 40 e 41) O dentista Tiradentes - Seguindo o velho lema de primeiro atirar e depois perguntar, cinco PMs matam um inocente e o Brasil mostra a sua cara racista. (págs. 44 e 45) Fartura contra a fome - A Expo Fome Zero mostra que o combate ao pior problema do País incentiva projetos de empresas e ONGs que já trazem benefícios à população pobre. (págs. 62 e 63) Nas barras da Justiça - Nestlé do Brasil responde a processo por alterar data de validade em alimento energético produzido nos Estados Unidos. (capa e págs. 64 e 65) A ocupação da selva - A instalação do Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) e o aumento da presença militar na região, onde as Forças Armadas exercem um papel social, buscam integrar de vez ao Brasil uma área que corresponde a 56% do território nacional. Mas a burocracia governamental atrapalha. (págs. 72 a 79) ÉPOCA TÍTULOS DE CAPA - Exclusivo: Dinheiro sujo - Vídeo mostra o homem que cuida dos interesses do Planalto no Congresso negociando com bicheiros o favorecimento numa concorrência em troca de propina e contribuição de campanha Entrevista: Julita Lemgruber - Ex-ouvidora do Rio de Janeiro, socióloga diz que a polícia é violenta, corrupta e as mortes "em confronto" são uma farsa. (págs. 22 a 25) Bicho na campanha - Vídeo mostra homem de confiança do Planalto cobrando propina e doações de campanha de bicheiro no Rio de Janeiro. (capa e págs. 28 a 35) Os poços da discórdia - Estados e municípios brigam na Justiça para aumentar sua parte na bolada dos royalties do petróleo. (págs. 38 e 39) Os calouros veteranos - Em busca da verdadeira vocação ou simplesmente para não ficar parada, cada vez mais gente entra na faculdade após os 40. (págs. 54 e 55) Efeito Chernobyl - Surge o primeiro caso de câncer de tireóide entre funcionários do Itamaraty e seus familiares expostos à nuvem radioativa. (págs. 56 a 58) Entrevista: Slavoj Zizek - A esquerda está burra - O filósofo da hora ataca posições socialistas sobre a nova ordem mundial e crê numa saída para o pensamento. (págs. 86 a 88) DINHEIRO TÍTULOS DE CAPA - O vírus que consome o UOL - Clientes em fuga, receitas em queda e prejuízos em alta colocam em xeque aquele que já foi o maior portal da internet brasileira - Exclusivo - O fabuloso lucro de R$ 3 bilhões e a nova financeira do Banco Itaú Entrevista: Manuel Garcia - O comandante dos charutos - O cubano Manuel Garcia, executivo que controla toda a produção de tabaco na terra de Fidel, conta como os puros habanos tornaram-se ícones do estilo. (págs. 12 a 14) Super safra de boas notícias - Como o Governo planeja transformar em lucro a maré de sorte que rega o agronegócio brasileiro. (págs. 18 a 21) O futuro da PPP: hora de cair na real! - Sem dinheiro, o Governo quer que os empresários banquem os investimentos públicos, mas não ofereceu garantias de retorno. Assim, não virá capital privado. (págs. 22 a 24) Todos os homens do Cade - Quem são e como pensam os técnicos que podem barrar decisões estratégicas de grandes empresas. (págs. 26 e 27) A guerra do aço - A demanda internacional mandou os preços do metal para as alturas e criou no Brasil um conflito sem precedentes entre as siderúrgicas e seus clientes. O Governo deve interferir? (págs. 28 a 31) Gelo, lama e obras - Inundações tiram o brilho do pacote de R$ 1,1 bilhão aberto por Marta Suplicy. (págs. 34 e 35) Afinal, o que fará Cláudio Vaz? - Herdeiro político do atual presidente da Fiesp, candidato apresenta sua plataforma para a indústria. (págs. 50 e 51) O incrível lucro de R$ 3 bilhões - Banco Itaú anuncia nesta semana resultado recorde e prepara a criação de uma financeira para conquistar mercado popular. (capa e págs. 68 a 71) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - O doping sem controle - Drogas que os testes não detectam, tecnologias que driblam a Lei, terapia genética... o futuro do esporte parece estar nos tubos de ensaio - Escândalo - Atual assessor da Casa Civil negociou propina com bicheiro em 2002 - No bico do abutre: A Argentina se curva ou rompe com o FMI? A crise mora ao lado. No Palácio - Em vídeo, Waldomiro Diniz, ex-assessor de José Dirceu, combina propina com bicheiro carioca em 2002. (capa e pág. 16) A exclusão mora ao lado - Critérios ultrapassados limitam os gastos com saneamento nas grandes cidades. (págs. 22 e 23) Na encruzilhada - O governo Kirchner terá de escolher em semanas: submeter-se a um recuo humilhante ou romper de vez com o FMI. (capa e págs. 24 a 27) Cadeiras cativas - Ex-presidentes de companhias e egressos do setor público têm espaço garantido nos conselhos. A oferta cresceu na troca de governo. (págs. 28 a 30) A hora da peneira - O Banco Fator busca ganhos seletivos na Bovespa, enquanto Santander e Bradesco ajustam-se aos novos movimentos do pregão. (págs. 44 e 45) ETES

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