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22/02/2004
JORNAL DO BRASIL - Crise prejudica imagem de Lula - A credibilidade do governo Luiz Inácio Lula da Silva foi afetada pelo envolvimento de Waldomiro Diniz, assessor do Planalto demitido por denúncias de corrupção. É o que revela pesquisa do Instituto Gerp publicada pelo "Jornal do Brasil" e realizada entre os dias 14 e 17, logo depois da divulgação das acusações. O governo é péssimo, definiram 18% dos cariocas, percentual bem superior aos 8% que o julgavam tão mal em janeiro. Se a confiança na administração Lula arrefeceu, cresceram os eleitores que dariam mais um mandato ao prefeito César Maia. (pág. 1, A3 e Coluna Sete Dias, pág. A8) - O líder do PT na Câmara, Arlindo Chinaglia, vive o dilema entre a defesa do governo e a cobrança de eleitores que se sentem frustrados com a gestão do partido no Planalto. Em entrevista ao "Jornal do Brasil", reconhece que parte da população se considera traída com a denúncia de corrupção contra o amigo do ministro José Dirceu. "Estamos jogando com nossa história nesse caso", define. Aponta falhas nos mecanismos de contratação da Casa Civil e concede: "Nós petistas erramos em nossas escolhas." (pág. 1, A2) FOLHA DE SÃO PAULO - Tarifa de banco sobe mais que inflação - As tarifas bancárias subiram 14,52% de fevereiro de 2003 a janeiro deste ano em São Paulo. O percentual é mais que o dobro do Índice de Preços ao Consumidor do período (6,54%), medido pela Fipe. Os reajustes acompanharam de perto ou até ultrapassaram os aumentos dos preços administrados - como gás, energia elétrica e serviços de telefonia -, considerados os maiores vilões da inflação. Com a redução das taxas de juros em 2003, a receita com tarifas passou a ter um peso maior no lucro das instituições financeiras, que começaram a cobrar dos seus clientes serviços que antes eram gratuitos. Elas representaram 11,65% do total das receitas em 2002. Em 2003, foram 15,66%. Em 2002, os bancos também reajustaram as tarifas além da inflação. Os serviços subiram 18%, contra inflação de 9,9%. Vinícius Zwarg, chefe de gabinete do Procon-SP, diz que, como o sistema bancário brasileiro é muito concentrado, as instituições se sentem numa situação confortável para reajustar os preços dos seus serviços. O Bradesco diz que não aumentou os preços, mas passou a cobrar por serviços que ultrapassem um limite. Já o HSBC afirma que a maioria dos clientes possui pacote de tarifas que não sofreu reajustes. (pág. 1 e B1) - A crise desencadeada pela ligação do ex-assessor do Planalto Waldomiro Diniz com empresários do jogo interrompeu na reta final o projeto de legalização dos bingos, que acabaram proibidos na sexta. A Casa Civil coordenou a negociação das novas regras, que liberariam os jogos com a justificativa oficial de aumentar a arrecadação de tributos. Lei de 2000 já proibia autorizações para novos bingos, mas eles funcionavam com liminares. Em 2002, movimentaram mais de R$ 2 bilhões, mas recolheram R$ 116 milhões. (pág. 1 e A4) - O número de crianças deficientes matriculadas em escolas regulares no Brasil cresceu 229% nos últimos cinco anos, segundo o Censo Escolar do Ministério da Educação. O número de alunos passou de 43.923, em 1998, para 144.583 estudantes, em 2003. Dos 503.570 alunos matriculados com necessidades especiais - deficiências visual, auditiva, física e mental -, 28,7% vão a escolas regulares. O Brasil é signatário de declaração que selou o compromisso de garantir acesso à educação inclusiva até 2010. (pág. 1 e C5) - José Alencar foi operado ontem no Sírio Libanês de São Paulo para a retirada do órgão (vesícula). Ele havia sentido dores abdominais anteontem, quando se encontrava no Rio. (pág. 1 e A10) - Leia "Ilusões perdidas", analisando o impacto do escândalo Diniz sobre a imagem do PT de partido ético; e "Lucro bancário", avaliando a rentabilidade do setor. (pág. 1 e A2) O ESTADO DE SÃO PAULO - Governo quer agora estatizar os bingos - Depois de enviar mensagem ao Congresso, no início da semana, propondo a regulamentação dos bingos, e de editar medida provisória, na sexta-feira, fechando-os em todo o País, o governo decidiu retomar a regulamentação, mas estatizando bingos, jogos eletrônicos e virtuais, informou ontem ao "Estado" o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. "É uma posição firme e decidida contra o crime. O governo não está brincando, não haverá reabertura", acrescentou ele, afirmando que a maior preocupação do governo agora é assegurar o estrito cumprimento da MP e manter os bingos fechados. Até a decisão de sexta-feira o governo planejava arrecadar cerca de R$ 2 bilhões anuais com a regulamentação. (pág. 1, A4 e A5) - De acordo com um levantamento da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), os setores de transporte, logística e saneamento podem receber cerca de US$ 16 bilhões de investimento da iniciativa privada até 2005, com a regulamentação das Parcerias Público-Privadas (PPP). Para o presidente da Abdib, José Augusto Marques, os números são pequenos diante das necessidades do País, mas podem evitar que a infra-estrutura entre em colapso e impeça o crescimento, como vem ocorrendo. (pág. 1 e B1) - O vice-presidente, José Alencar, foi internado às pressas na madrugada de ontem no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, onde se submeteu a uma cirurgia para retirada da vesícula. Alencar estava no Rio, sexta-feira, quando sentiu fortes dores abdominais. A cirurgia teve início às 11 horas, com estimativa de duas horas de duração. (pág. 1 e A9) - Uma vírgula mal colocada num requerimento é o suficiente para embargar por meses, na alfândega, equipamentos importados por centros de pesquisa científica, no Brasil. "É um emaranhado de regras, documentos, resoluções e portarias", reclama um cientista. Com a demora, muitos materiais são danificados e reagentes estragam. (pág. 1 e A10) - Os principais bancos americanos com operações no Brasil - Citibank, BankBoston, J.P. Morgan Chase e Bank of America - tiraram em menos de dois anos US$ 9,4 bilhões do País. O valor é o dobro do lucro somado de 19 dos maiores bancos brasileiros em 2003. Ao contrário do que se previa, as instituições não pararam de reduzir sua exposição no Brasil em 2003, mesmo com as medidas macroeconômicas tranqüilizadoras do governo Lula. (pág. 1 e B5) - "Em boa hora, o banimento do bingo" - No final da mais difícil de suas 60 semanas no Planalto, o presidente Lula tomou decisão que só merece aplausos: o fechamento dos bingos no País. (pág. 1 e A3) O GLOBO - Rio recebe 80 mil turistas estrangeiros no carnaval - Cenário do carnaval mais popular do mundo, o Rio recebe durante o reinado de Momo 80 mil estrangeiros, 15% a mais do que no ano passado, número recorde na cidade, segundo a Riotur. Os hotéis estão lotados. Com mais 320 mil turistas brasileiros, eles deixarão na cidade US$ 141 milhões (cerca de R$ 423 milhões). O Porto do Rio recebe oito transatlânticos, entre os quais o Queen Mary 2, o maior e mais luxuoso do mundo. O bloco dos estrangeiros deverá ocupar 10% do Sambódromo. Eles lotarão os setores 9 e 11, num total de 4.600 arquibancadas e 1.800 frisas, duas vezes mais que no ano passado. A PM vai reforçar o policiamento em pontos turísticos. (pág. 1, 10 a 18) - Após dez anos e investimentos de US$ 600 milhões, o programa Favela-Bairro, que está para entrar na sua terceira fase, garantiu poucos avanços nos indicadores de educação e renda das comunidades, como mostra pesquisa do Instituto Pereira Passos e do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur), da UFRJ. O ganho maior foi em acesso a água e esgoto e coleta de lixo. (pág. 1 e 23) - Dos 2.600 soldados americanos feridos no Iraque, muitos enfrentam, ao voltar para casa, traumas e depressão. Segundo o jornal "The New York Times", 25% dos que estiveram no front desenvolvem estresse pós-traumático. Robert Shrode e Brent Bricklin, de Kentucky, são dois desses veteranos. Eles já passaram por nove operações e têm crises de pânico. (pág. 1 e 26) - Para aprovar a medida provisória que proíbe o funcionamento dos bingos em todo o país, o governo terá que enfrentar a resistência da bancada do jogo no Congresso. Na Câmara, tramitam 30 projetos de regulamentação do jogo. A Abrabin (Associação Brasileira dos Bingos) abastece os parlamentares com pareceres e sugestões de projetos. O porta-voz informal dos defensores da legalização é o deputado petista Gilmar Machado (MG). Ele foi escolhido relator do Estatuto do Desporto e atua com o ministro do Esporte, Agnelo Queiroz, que defende a legalização, com repasse de recursos para seu ministério. Grupo de trabalho criado na Presidência determinou, no entanto, que o bingo fosse excluído do estatuto. Em 2001, o então presidente da Loterj Waldomiro Diniz fez, em uma comissão da Câmara, a defesa do jogo: "O bingo é um jogo do bem", disse. Os opositores dizem que o jogo serve à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. (pág. 1 e 3) CORREIO BRAZILIENSE - PF investiga ação de Waldomiro no Planalto - Quebra de sigilo inclui telefones usados por assessor na Casa Civil. Autoridades podem ser convocadas a depor. (pág. 1 e 3) - Em 13 meses no cargo de subchefe para Assuntos Parlamentares, Waldomiro Diniz ganhou a confiança de políticos e funcionários do governo. Ex-assessor fazia o controle da liberação de emendas de deputados e anotava projetos de interesse de cada área do Poder Executivo. (pág. 1 e 2) - Sobrou discussão e faltou ação do Congresso na regulamentação dos bingos no país. Pelo menos oito projetos apresentados na Câmara dos Deputados tratam da proibição de casas de jogo e máquinas de caça-níqueis. Nenhum deles, no entanto, chegou a ser votado. (pág. 1 e 4) MANCHETES JORNAL DO COMMERCIO - Ônibus cai em açude e mata dezenas no Ceará REVISTAS VEJA TÍTULOS DE CAPA - O vale-tudo do PT: Ex-diretor da loteria gaúcha conta como foi pressionado a intermediar encontros de empresários do jogo com políticos do PT em busca de dinheiro para o caixa dois na campanha de 2002 - A rotina de Fernando Collor, que paga 38 000 reais de aluguel por mês Eleições a qualquer preço - Ex-diretor da loteria gaúcha diz que foi obrigado a intermediar pedidos de dinheiro para o caixa dois da campanha petista. (pág. 36 a 41) A operação abafa do PT - Governo usa métodos que sempre criticou quando era oposição para impedir a criação de CPI. (pág. 42 a 45) Digitais da espionagem - PT acusa tucanos de conspirar, mas a PF descobre que a trama passa pela polícia do PMDB. (pág. 46 e 47) A nova rotina de Collor - O ex-presidente paga 38.500 reais de aluguel por mês para morar em São Paulo, está reformando a Casa da Dinda, em Brasília, e fala em voltar à política. (pág. 48 a 52) Internacional - O sucesso da política de mão pesada - Ofensiva do governo na Colômbia reduz seqüestros e corta pela metade contingente guerrilheiro. (pág. 54 e 55) Ambiente - O paraíso cercado e ameaçado - As campanhas ecológicas, a ação dos governos e o isolamento preservaram até agora o núcleo da Amazônia, mas as pressões vindas de fora são uma ameaça crescente ao equilíbrio ambiental da região. (pág. 64 a 73) Nem só de juros... - O Bradesco e o Itaú tiveram resultados históricos com aumento de clientes, tarifas e previdência privada. (pág. 78 e 79) Óleo de dendê? Encha o tanque - Começa neste ano a produção no primeiro empreendimento comercial para fabricar biodiesel no Brasil. (pág. 83) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - Aprendendo a ser governo Entrevista - Harvey Weinstein - O poderoso chefão - Com fama de durão e de jogar pesado, o co-fundador da Miramax aposta suas fichas em Cidade de Deus na corrida pelo Oscar. (pág. 7 a 9) Vidraça exposta - Traição de Waldomiro Diniz e as suspeitas de que assessor continuou ativo no governo pegam PT de surpresa e crise política revela ao partido o ônus de ser governo. (pág. 24 a 28) No colo do Congresso - Enredo de trapalhadas do bloco petista dá fôlego à CPI para investigar o escândalo em torno de Waldomiro Diniz: governo Lula fica refém dos partidos na Câmara e no Senado. (pág. 30 a 33) Santa Catarina - Ações impopulares - Pressão política sobe com troca de acusações entre aliados e adversários de Esperidião Amin. (pág. 36) Por cima da lei - Quatro conselheiros do TCE do Espírito Santo assumem cargos apesar de veto do Supremo. (pág. 37) Mais perto do canudo - Cursinhos populares, que atendem jovens de baixa renda, se multiplicam e apresentam boa aprovação nos vestibulares. (pág. 38 e 39) Virada de jogo - Cresce o uso de camisinha no Brasil, mas o medo de muita gente de fazer o teste de HIV prejudica o controle da epidemia de Aids. (pág. 41 a 45) Doces subversivos - Quem são os novos revolucionários brasileiros e quais são suas táticas inusitadas para mudar o mundo. (pág. 48 a 51) Carnaval S/A - Rio espera 400 mil visitantes e um faturamento de R$ 800 milhões com turismo e negócios no Carnaval. (pág. 56 e 57) Ficou para a próxima - A manutenção da taxa básica de juros em 16,5% por três meses seguidos adia as perspectivas de crescimento em 2004 e gera críticas ao conservadorismo do BC. (pág. 58 e 59) A fila tem que andar - O mercado de trabalho continua retraído, a despeito da melhora nas expectativas. Prova de que só o crescimento cria vagas. (pág. 60 e 61) Jóia da coroa - Interesse estrangeiro pela base de Alcântara põe o Brasil mais perto do sonho de lançar seu próprio satélite. (pág. 68 e 69) ÉPOCA TÍTULO DE CAPA - Waldomiro confirma - Ele operou em 2003 - O ex-assessor levou o bicheiro para reuniões com fornecedores do governo - O deputado Bispo Rodrigues, da Igreja Universal, recebeu dinheiro do esquema Diniz na Loterj Entrevista - Marcos Sawaya Jank - A Alca tem de andar - Para consultor do governo brasileiro, o país deve fazer concessões para a Alca andar ou vai acabar perdendo comércio e emprego. (pág. 22 a 25) Waldomiro Diniz, versão 2003 - Ex-assessor reconhece ter defendido interesses de bicheiro quando já integrava o governo Lula. (pág. 28 a 31) "Fizemos bom negócio" - O presidente da Caixa diz que a estatal está presa à Gtech, mas defende a renovação do acordo. (pág. 31) Caído em tentação - Acusado de receber "caixinha" de R$ 100 mil por mês da Loterj, o deputado Bispo Rodrigues é afastado da Igreja Universal. (pág. 32 e 33) A semana que abalou Dirceu - Pressionado pelo escândalo que envolve seu ex-assessor, o ministro falou em sair. (pág. 34 a 36) Quebra de confiança - Gilberto Gil demite assessor suspeito de dirigir concorrência para tocar projeto de R$ 70 milhões. (pág. 37) A soja perdeu o trem - Falta de infra-estrutura compromete a competitividade agrícola do país e obriga o governo a destravar investimentos. (pág. 38 a 41) Para francês ver - O Brasil será tema da temporada cultural de Paris - à base de Carnaval, mulatas e paisagens exóticas. (pág. 43) Farmácia natural - Fixação dos brasileiros por remédios à base de ervas leva o governo a criar regras para moralizar o mercado dos fitoterápicos. (pág. 44 a 49) Cotas para todos - O ministro Tarso Genro pretende subsidiar vagas em universidades privadas para alunos pobres, minorias raciais e até ex-presidiários. (pág. 66 e 67) A verdadeira disputa - O democrata John Kerry dá início à tarefa de provar se pode mesmo vencer Bush nas urnas. (pág. 70 e 71) DINHEIRO TÍTULOS DE CAPA - Petrobras - R$ 17 bilhões - Como foi construído o maior lucro da história do país - Dilma sob ataque - Por que a ministra está sendo combatida por empresários e investidores Entrevista - Luís Mônaco - "A indústria do fumo não tem futuro" - O advogado que conseguiu a maior vitória contra fabricantes de cigarro no Brasil promete indenizações bilionárias para fumantes e ex-fumantes de todo o País. (pág. 14 a 16) O maior lucro da história - Com boa gestão, sorte e preços elevados, a Petrobras torna-se a empresa mais rentável do planeta e ajuda o governo a fazer superávit para cumprir as metas com o FMI. (pág. 20 a 23) Os laços Petrobras Halliburton - Estatal quer multar em US$ 380 milhões o grupo ligado a Dick Cheney. Motivo: atraso na entrega de plataformas. (pág. 24 e 25) Todos contra Dilma - Empresários, investidores, acadêmicos e até estatais são contra o novo modelo elétrico. Por que então a ministra insiste tanto em levá-lo adiante? (pág. 26 a 28) Vem aí o vale faculdade - Governo anuncia compra de 25% das vagas das escolas privadas para alunos carentes. (pág. 29) Reforma trabalhista - Já estão na mesa os pontos principais do projeto que pretende mudar as relações de trabalho no Brasil. (pág. 30 e 31) Senhor presidente - Synésio Batista da Costa tem 22 cargos. E ainda quer acumular a presidência da Fiesp. Afinal, quantas horas tem o dia do maior workaholic do Brasil? (pág. 38 a 40) Vai sair do Brasil? - Empresa negocia a divisão de gás de cozinha, a rede de postos e até suas posições nas bacias de petróleo no País. Saiba por quê. (pág. 46 e 47) "Vamos ficar com a Garoto" - O primeiro brasileiro a comandar a filial do grupo inglês Cadbury Schweppes recebe da matriz o maior desafio de sua carreira: adquirir a fabricante de chocolates que a Nestlé terá que vender. (pág. 50 e 51) A encruzilhada dos juros - A rota das taxas altas completa 10 anos, com perdas para toda a economia. (pág. 68 e 69) CARTA CAPITAL TÍTULOS DE CAPA - Campanhas & propinas - Hora de apurar - Acuado, governo defende CPI para todos os partidos, mas recua. Enquanto isso, prosperam os fatos. E os boatos - Organizações Globo - Operação blindagem, em nome do Brasil, para enfrentar a tempestade - EUA - Os democratas escolhem Kerry. Mas a tempo de evitar um PRI republicano? Sua excelência o fato. E boatos - Santoro, os tucanos, a demissão negada, a CPI para todos, o recuo... (pág. 18 a 22) Máfia, política e cachoeira - Como o crime organizado introduziu os jogos de azar eletrônicos no Brasil. (pág. 23 a 25) Operação blindagem - O que há por trás do discurso da Rede Globo em defesa da cultura nacional. (pág. 26 a 28) Em curta temporada - Os indicadores revelam: além de não ser propriamente um espetáculo, o crescimento da economia pode durar pouco. (pág. 30 a 32) O pior dos problemas - O crescimento do PIB não é condição suficiente para resolver o desemprego no País. (pág. 33) É agora. Ou nunca - Se o democrata perder, o Partido Republicano pode tornar-se outro PRI. (pág. 34 a 36) Entrevista - Norman Solomon - Entre o ruim e o pior - Um dos mais conhecidos críticos da política e da mídia dos EUA explica a campanha presidencial e discute suas conseqüências. (pág. 38 e 39) Um balde de água fria - Burocracia emperra projetos brasileiros voltados à venda de créditos de carbono. (pág. 40 e 41) ETES

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