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25/02/2004
JORNAL DO BRASIL - Luta acirrada pelo título - Começa hoje, às 15h, a apuração do Grupo Especial. Os jurados tiveram trabalho e não será surpresa se houver empate ou vitória muito apertada. Escolas como Imperatriz Leopoldinense, Beija-Flor e Viradouro impressionaram pelo luxo. Ma o público no Sambódromo vibrou com as tradicionais Império Serrano , Portela e Mangueira. A escolha de bisar enredos antigos reacendeu a memória dos foliões. Em São Paulo deu Mocidade Alegre, sendo rebaixadas a atual bicampeã, Gaviões da Fiel, e a Unidos do Peruche. (cad. especial e pág. 1 e A6) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva marcou para hoje uma reunião ministerial de emergência. A idéia é afinar o discurso do governo no caso das acusações de corrupção contra Waldomiro Diniz, ex-assessor parlamentar do Planalto. O PT fará manifestações de rua em defesa do ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu. (pág. 1, A2 e A3) - O Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana investigará execuções sumárias pela Polícia do Rio. Terão de depor sobre as acusações a governadora Rosinha Matheus e o secretário de Segurança, Anthony Garotinho. O subsecretário estadual de Direitos Humanos, Paulo Bahia, contestou a PM sobre as três mortes na Rocinha. (pág. 1, A13 e A20) FOLHA DE SÃO PAULO - Lula não fixa teto para juiz e deputado - O governo federal não tomou providências legais para fixar um limite para os salários de juízes, ministros de tribunais superiores, deputados federais e senadores. A medida provisória que regulamenta a reforma da Previdência não define normas para o teto e o acúmulo de remunerações. No Poder Executivo, os salários de fevereiro vão respeitar o limite de R$ 19.115,19, fixado pelos ministros do Supremo Tribunal Federal, ente os quais estão os servidores federais de remuneração mais alta. A crise política detonada pelo caso Waldomiro Diniz levou o governo a evitar o risco de atrito que a fixação do teto federal poderia causar com o Congresso e a cúpula do Judiciário. Ex-assessor do ministro José Dirceu, Diniz aparece em vídeo cobrando propina de empresário do bingo. Três dias antes da publicação da medida provisória, o Ministério da Previdência dizia ser necessário estabelecer normas para a aplicação do teto, aprovado na reforma constitucional do ano passado. (pág. 1 e A4) - Membros do governo duvidam da conveniência do ato público de apoio ao ministro José Dirceu (Casa Civil), que o PT pretende realizar em todo o país na próxima quarta-feira. A oposição já critica a manifestação. Alguns ministros avaliam que, em vez de auxiliar o governo a reduzir a tensão política, o desagravo pode intensificar os ataques a Dirceu. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutirá, em reunião hoje à tarde, os próximos passos para tentar abafar a crise política desencadeada pelo caso Waldomiro Diniz. (pág. 1 e A5) - A globalização aumentou a diferença entre países ricos e pobres, diz estudo da ONU em parceria com a Organização Internacional do Trabalho. A abertura comercial traz benefícios, afirma a pesquisa. Mas um grupo de nações que representa 15% da população domina metade do comércio mundial. Os desempregados são 185 milhões - 6,2% da força de trabalho, um recorde. Do início dos anos 60 até 2002, a renda per capita anual dos mais pobres cresceu 26%, para US$ 267; a dos mais ricos, 183%, para USS$ 32,339. (pág. 1 e B1) - A unidade norte-americana da Parmalat, uma das principais subsidiárias do grupo alimentício italiano, entrou com pedido de concordata. A solicitação diz que a empresa tem US$ 414,4 milhões em ativos e US$ 316,5 milhões em dívidas nos Estados Unidos. A matriz foi feita declarada insolvente em dezembro. As unidades no Brasil pediram concordata no fim de janeiro. (pág. 1 e B3) - A Febem de São Paulo é lenta para apurar denúncias de irregularidades contra seus funcionários, e a punição atinge uma minoria. Das sindicâncias e processos abertos desde 2000 e já concluídos, 88% foram arquivados sem punição. Entre 1º janeiro de 2000 e 6 de fevereiro deste ano, a instituição instaurou 2.923 sindicâncias e processos, mas só 1.566 foram concluídos. (pág. 1 e C4) O ESTADO DE SÃO PAULO - Governo age para impor sua pauta ao Congresso - O governo busca uma estratégia para impedir que os desdobramentos do caso Waldomiro Diniz paralisem agenda do Congresso e atrasem a tramitação de projetos importantes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne hoje, às 15 horas, o núcleo político do governo para aprovar a pauta de interesse do Palácio do Planalto na Câmara e no Sendo. Na reunião, serão avaliados os efeitos da MP que proibiu os bingos, adotada pelo governo em resposta ao escândalo. A pauta do Congresso contém projetos importantes para a economia, como a Lei de Falências e o marco regulatório do setor elétrico, que aguardam apreciação do Senado, e a regulamentação da Parceria Pública Privada, na Câmara. Por enquanto, a avaliação no Planalto é que a crise paralisou o Congresso, trouxe prejuízos ao governo, mas ainda não afetou a economia. (pág. 1 e A4) - A União reagiu às liminares judiciais concedidas a donos de casas de bingo que tornam sem efeito a Medida provisória nº 168. Editada na sexta-feira, a MP proibiu bingos e caça-níqueis no País. A Advocacia Geral da União (AGU) entrou ontem com dois recursos no Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre, contra as liminares dadas pela Justiça de Santa Catarina que possibilitaram a reabertura de 11 casas de jogos no Estado. (pág. 1 e A5) - Depois de dois anos de tramitação pela Justiça suíça, os dados sobre a movimentação bancária do ex-prefeito Paulo Maluf no exterior finalmente serão enviados ao Brasil. O Tribunal Federal suíço informou ontem que rejeitou o recurso apresentado pelos advogados do ex-prefeito, que queriam impedir a liberação dos documentos. Maluf, apesar de sempre negar, manteve contas no Citibank de Genebra entre 1985 e 1997. (pág. 1 e A6) - A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheu água como tema da Campanha da Fraternidade de 2004, com lançamento oficial marcado para hoje em Brasília. Cerca de 40% da população mundial não tem acesso à água de boa qualidade. (pág. 1 e A7) - A União Européia, o México e a Coréia do Sul suspenderam, ontem, as importações de frango e ovos dos Estados unidos por causa do surgimento, na segunda-feira, de uma variante fatal e extremamente contagiosa da gripe das aves, em uma criação do Texas. Com isso, sobe para 27 o número de países que proibiram a compra de frangos americanos, entre eles, o Brasil. Na última vez que uma variedade muito patogênica dessa doença atingiu os animais americanos, em 1984, mais de 17 milhões de aves foram abatidas. (pág. 1 e B1) O GLOBO - Maravilha de cenário - Com o enredo "Aquarela brasileira", inspirado no histórico samba de Ary Barroso, o Império Serrano, que emocionou o Sambódromo na segunda noite de desfile do Grupo Especial, foi a grande vencedora do Estandarte de ouro do "Globo", no carnaval 2004. (...) (pág. 1 e cad. Carnaval) - O Ministério Público Federal tem indícios de que a Gtch negociou com o bicheiro Carlos Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e o ex-assessor do Palácio do Planalto Waldomiro Diniz a renovação do contrato de operação das loterias da Caixa Econômica Federal. Em troca, Cachoeira ficaria com negócios da Gtech nos estados. Entre as provas estão uma minuta de contrato do acordo e um e-mail do bicheiro para um diretor da empresa, já demitido. (pág. 1 e 3) - Um adolescente morto e outro ferido a tiros por um suposto PM, ontem à noite, em Olaria, resultou num protesto e três ônibus incendiados por traficantes. Os bandidos atiraram até contra bombeiros. (pág. 1 e 8) CORREIO BRAZILIENSE - Lula define estratégia para superar caso Waldomiro - Presidente reúne núcleo do governo para avaliar crise. Petistas divergem sobre ato de desagravo. (pág. 1 e 3) - Guerra dos bingos - AGU entra com recursos no TRF para barrar liminares que autorizam o funcionamento das casas de jogos. Aumento do ISS para 10%, descartado por Lula em 2003, foi incluído em projeto do líder do governo dois meses depois do veto presidencial. (pág. 1 e 4) ZERO HORA - O carnaval da crise gaúcha O diálogo entre o governador Germano Rigotto e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por telefone, na tarde de hoje, irá servir para reafirmar o clima de cooperação política entre ambos, mas não deve oferecer perspectiva de alívio para a crise financeira do Estado em curto prazo. Rigotto deve lembrar ao presidente que o Piratini, além de ter sido forçado a parcelar a folha de fevereiro, já prevê dificuldades para pagar os vencimentos de março do funcionalismo e apelará pelo auxílio do Planalto. O governador dedicou o dia de ontem a telefonemas para parlamentares e assessores a respeito do assunto. (pág. 6) - Como parte da estratégia de impulsionar candidaturas a prefeito na Capital e em Pelotas, a bancada do PPS na Assembléia passou a construir nos últimos meses um perfil distante tanto do governo Luiz Inácio Lula da Silva quanto da gestão Germano Rigotto. Na Capital, o ex-senador José Fogaça será a opção da sigla para prefeito. O deputado estadual Bernardo de Souza vai concorrer em Pelotas. O partido prepara uma política de alianças sem restrições à direita ou à esquerda. (pág. 11) MANCHETES JORNAL DO COMMERCIO (PE) Gosto de quero mais O DIA (RJ) Beija-Flor ganha o Tamborim de Ouro ETES

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