04/04/2006

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JORNAL DO BRASIL

- Munição contra Okamotto - Passado atropela o amigo de Lula

* Superam a 500 a páginas reunidas pelo ex-petista Paulo de Tarso Venceslau sobre o caixa 2 montado pelo atual presidente do Sebrae durante sua gestão no PT.

* Os fatos relatados aconteceram na década de 90. A investigação do partido recomendou a punição de Paulo Okamotto, mas pressão de Lula livrou-o do incômodo.

* O Supremo assegurou ao parceiro delito do presidente calar-se ao depor hoje na CPI. Mas a oposição pretende transformar a vantagem em perda. (pág. 1 e A2)

- A História desmente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Levantamento do "JB" evidencia a lentidão tucana para expurgar ministros envolvidos em denúncias. Se Lula levou 11 dias para retirar Antonio Palocci da Fazenda, o antecessor arrastou a crise por sete meses até afastar Eliseu Padilha dos Transportes. (pág. 1 e A4)

- Comprometido por depoimentos de subordinados, Márcio Thomaz Bastos avisa que não teme ser investigado por uma CPI sobre a quebra do sigilo do caseiro Francenildo Costa. O ministro da Justiça, contudo, não vê motivos para ser convocado por deputados. (pág. 1 e A3)

- Em países onde o debate público prefere o absoluto, esquecendo-se dos matizes, PSDB é direita, Lula é populista, PT é anacrônico e Palocci, submisso. (Coisas da Política, pág. A2)

- A Petrobras costura acordo para escapar da nacionalização das reservas de óleo e gás prometida pelo presidente Evo Morales em troca do auxílio ao governo boliviano na remontagem da estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPFB). A companhia brasileira prometeu apoio técnico e treinamento, mas ainda aguarda resposta. (pág. 1 e A17)

- Bombas de gás lacrimogêneo dispersam manifestantes contra´rios á realização da reunião anual do Banco interamericano de Desenvolvimento, em Belo Horizonte. Um homem foi ferido por uma bala de borracha, integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragens invadiram a sede da empresa de energia de Minas Gerais, de onde foram retirados à força pela polícia. (pág. 1 e A6)

- Evangélico e de vida pacata, o estudante goiano Marcus Vinícius Amaral está desaparecido há dez dias. Foi visto pela última vez de plantão na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Policiais buscam pistas de um possível seqüestro-relâmpago. Para denunciar falta de segurança no campus, alunos do Fundão fazem hoje manifestação no Centro. (pág. 1 e A7)

- Aids - Faltam voluntários para testar vacina. (pág. 1 e A15)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Thomaz Bastos nega omissão na quebra de sigilo

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, declarou ontem que não houve demora nem deslize na investigação sobre a violação e o vazamento do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa e afirmou que não vê motivo para depor na Polícia Federal sobre o caso: ""Eu não tenho nenhum motivo para ser ouvido". Durante evento com o ministro das Cidades, Márcio Fortes, na favela do Vidigal, no Rio, Bastos defendeu seus auxiliares Daniel Goldberg, secretário de Direito Econômico, e Cláudio Alencar, chefe de gabinete, que estiveram na casa do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci na noite de 16 de março, no momento em que o então presidente da Caixa Econômica Federal entregou a Palocci o extrato bancário do caseiro." "Isso já foi absolutamente explicado. Eles não são testemunhas de nenhuma irregularidade. implesmente foram lá [na casa de Palocci], receberam um pedido, que não puderam atender. E isso é tudo que havia. O fato é que, efetivamente, não houve nenhuma demora, nenhum deslize, nenhuma lentidão da Polícia Federal nem do governo federal", disse (pág. 1).

- Em fala improvisada dirigida a seus novos ministros, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou ontem o período eleitoral com a Copa do Mundo de futebol e pediu "humildade" e "coragem" aos recém-empossados para "brigar" nos nove meses restantes da gestão petista. Em discurso de improviso no Palácio do Planalto, enquanto ainda tenta esfriar a crise que culminou na semana passada com a demissão de Antonio Palocci Filho do Ministério da Fazenda, o presidente sugeriu que os integrantes de primeiro escalão de governo esqueçam o passado e mirem suas ações naquilo que virá daqui pra frente. Para dar esse recado, mais uma vez usou uma metáfora futebolística. "Não haverá bola atrasada para o goleiro. Ou seja, no nosso time nós já sabemos que temos de jogar para o gol do adversário (...) O nosso negócio é jogar para frente. A nossa defesa é o ataque." (pág. 1).

- O Ministério Público de São Paulo abriu duas investigações contra o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) por suposta improbidade administrativa (má gestão pública). A mulher do tucano, Lu Alckmin, que recebeu 400 vestidos do estilista Rogério Figueiredo, segundo a versão deste, é alvo de uma terceira ação. Ela nega ter recebido as 400 peças. As investigações contra Alckmin, pré-candidato à Presidência, serão comandadas diretamente pelo procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo Pinho. O tucano terá de explicar a eventual participação dele em dois casos: no uso de verba publicitária da Nossa Caixa em benefício de deputados da base governista e no patrocínio feito por empresas estatais à revista presidida pelo acupunturista Jou Eel Jia, que atende Alckmin (pág. 1).

- O Brasil bateu seu recorde de exportações em março, com vendas de US$ 11,367 bilhões. O melhor resultado era o de agosto de 2005 (US$ 11,346 bilhões). Mas os dados do primeiro trimestre, afetados pela queda do dólar, revelam duas tendências: aumento das exportações de produtos básicos em detrimento dos manufaturados e crescimento maior das importações que das exportações.O governo já está prevendo saldo comercial menor neste ano após as importações terem crescido 24,1% no trimestre, contra 20,2% das exportações. O superávit comercial foi de US$ 9,3 bilhões, US$ 1 bilhão a mais que no mesmo período de 2005 (pág. 1).

- O governo boliviano não expropriará nem confiscará ativos da Petrobras nem de nenhuma empresa no país, disse o presidente Evo Morales em Belo Horizonte, onde participou da abertura da reunião do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Antes de discursar na cerimônia de abertura, Morales e alguns de seus ministros reuniram-se com o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e autoridades brasileiras. Brasileiros e bolivianos conseguiram acertar uma visita das autoridades bolivianas ao Brasil em, no máximo, dez dias (pág. 1).

- Dois protestos de rua contra a reunião do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), aberta ontem em Belo Horizonte, acabaram em confrontos com a Polícia Militar e quebra-quebra promovido pelos manifestantes na sede da Cemig, a estatal de energia elétrica do governo de Minas. Dez pessoas foram presas e ao menos 21 ficaram feridas, entre manifestantes, policiais e dois seguranças da empresa. Entre 200 e 250 manifestantes (estimativa da PM) de vários movimentos sociais, principalmente da Via Campesina -da qual faz parte o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)- e do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens), destruíram a recepção do prédio da Cemig. Quebraram portas de vidro, cadeiras, computadores, uma maquete e alguns objetos de arte em exposição no hall (pág. 1).

- Os trabalhos da Missão Centenário vão de vento em popa, informa o astronauta brasileiro Marcos Cesar Pontes. "Já cumpri 50% do que estava previsto", disse ele ontem, durante uma entrevista coletiva via teleconferência, junto dos outros quatro tripulantes que no momento habitam a Estação Espacial Internacional (pág. 1).

- A Prefeitura de São Paulo cedeu a parte das reivindicações das viações e decidiu permitir que ônibus com idade superior a dez anos continuem rodando nas ruas da cidade por mais tempo. Os contratos firmados em 2003, no governo Marta Suplicy (PT), proíbem a circulação dessa frota, sujeita a mais quebras e desconforto, mas a regra vem sendo descumprida desde então e a prefeitura decidiu dar um novo prazo para ela ser exigida integralmente: 31 de dezembro de 2008, no final da administração Serra/Kassab (pág. 1).

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Palocci pediu que arapongas da Abin espionassem caseiro

- Acusado de mandar violar a conta bancária do caseiro Francenildo Costa, o então ministro da Fazenda, Antonio Palocci, também tentou mobilizar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) com o objetivo de desmoralizá-lo, informam Tânia Monteiro e Vannildo Mendes. Palocci pediu ao chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Jorge Armando Félix, a quem a Abin está subordinada, que fosse descoberto quem supostamente estava tentando prejudicá-lo.

A argumentação era de que seus inimigos buscavam "sangrar o governo", num ano eleitoral. Seu pedido não foi atendido, com a alegação de que os agentes de inteligência investigam questões de Estado, e não do interesse de pessoas. Outros integrantes do Palácio do Planalto compartilhavam da avaliação de que se deveria investigar quem estava "orquestrando" iniciativas contra o governo. Os principais assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomaram conhecimento dessa e de outras tentativas de mobilização por Palocci, como no caso da Caixa Econômica Federal e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Subordinado ao Ministério da Fazenda, o Coaf acionou a Polícia Federal contra o caseiro. (pág. 1 e B4)

Frases: "Francenildo (...) em momento algum dissimulou ou ocultou a origem dos depósitos (...) em conta corrente". (Gustavo Velloso e Lívia Nascimento, procuradores, pág. 1)

- A montagem de uma vilania - Menos truculência teria preservado o mandato de Antonio Palocci. Mas, sendo o que é este governo, quando se pensa que os seus "erros" e a sua soberba se esgotaram, sempre tem mais. (pág. 1 e A3)

- O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), apresentou requerimento convocando o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, a falar no plenário sobre a violação do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Bastos ficou na mira da oposição com a suspeita de envolvimento de assessores seus no episódio. Como o governo não tem maioria no Senado, a possibilidade de o requerimento ser aprovado é grande. (pág. 1 e A5)

- Para o relator da CPI dos Correios, Osmar Serraglio (PMDB-PR), o presidente Lula corre o risco de sofrer um processo de impeachment caso o relatório paralelo do PT, que troca a tese do mensalão pela de caixa 2, seja aprovado. "Se essa tese for verdadeira, quer dizer que o caixa 2 serviu inclusive para pagar a campanha do presidente Lula", disse. Na prática, a CPI pode terminar em pizza, sem relatório final aprovado. (pág. 1 e A8)

- Representantes dos governos brasileiro e boliviano deram início ontem a um esforço conjunto para acalmar ânimos em torno da decisão do país vizinho de nacionalizar reservas de gás e petróleo nas mãos e multinacionais. Mas o presidente da Bolívia, Evo Morales, presente à reunião anual do BID, em Belo Horizonte, disse que os recursos de seu país, como o gás natural, "não podem ser negócios privados, têm que ser serviços públicos".

Assegurou, porém, que não vai expropriar os ativos das empresas, nem sua tecnologia ou suas indústrias. Ao protestar contra a reunião do BID e tarifas de eletricidade, centenas de manifestantes, principalmente do MST, destruíram portas de vidro, cadeiras e telefones na sede da Cemig. (pág. 1, B1 e A13)

- As exportações e o saldo comercial bateram recordes em março, embora as importações tenham crescido em ritmo mais acerado. O saldo foi de US$ 3,681 bilhões, resultado de exportações de US$ 11,367 bilhões e importações de US$ 7,686 bilhões. O secretário de Comércio Exterior, Armando Meziat, admitiu que o superávit da balança comercial deste ano poderá ser menor. (pág. 1 e B8)

- A VarigLog fez ontem proposta de compra da parte operacional da Varig por US$ 350 milhões (R$ 770 milhões). A oferta será apresentada hoje pela Varig aos credores. A VarigLog é uma empresa de logística que pertencia à Varig e foi vendida em dezembro, por US$ 48,2 milhões (R$ 106 milhões), a um consórcio formado por um fundo americano e empresários brasileiros. (pág. 1 e B14)

- Cursos falsos de graduação a distância da Universidade Guarulhos e do Centro Universitário Metropolitano de São Paulo foram oferecidos até o início de 2006 a cerca de 6 mil alunos em Governador Valadares (MG) sem que as instituições soubessem o que ocorria. O grupo organizava vestibulares, reunia alunos todo mês para provas e distribuía certificados falsos de conclusão. (pág. 1 e A17)

O GLOBO

- MEC descobre milhões de alunos fantasmas em censo

- Um cadastro dos alunos do ensino básico realizado pelo Ministério da Educação constatou que o Censo Escolar realizado em 2005 está superestimado, ou seja, contabilizou matrículas fantasmas de alunos que não estão freqüentando as escolas. O censo do ano passado registrou 56,4 milhões de matrículas nos vários níveis de ensino em escolas públi8cas e privadas, desde creche até o ensino médio, passando pela educação de jovens e adultos.

Os resultados preliminares do cadastro, porém, com 85,6% dos dados apurados, somam 43,4 milhões de alunos - uma diferença de 13 milhões de matrículas, que deve cair quando o cadastro for concluído. O MEC aponta alguns motivos para a discrepância: falhas técnicas, evasão escolar, duplicidade de matrículas e má-fé das prefeituras, que podem ter inflado os números para receber mais recursos federais. O MEC cobrará explicações de governos estaduais e prefeituras. (pág. 1 e 13)

- O PSDB, com apoio do PFL, apresentou pedido de convocação para que o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, dê explicações no Senado sobre a quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa. A CPI dos Bingos deve convocar dois auxiliares do ministro para explicar sua participação no caso. O secretário de Direito Econômico, Daniel Goldberg, e o chefe de gabinete Cláudio Alencar foram à casa do ex-ministro Antonio Palocci no dia da quebra. Eles cogitaram usar o Programa de Proteção a Testemunhas para investigar o caseiro. (pág. 1, 3 a 5)

- A Associação de Medicina Tradicional Chinesa do Brasil, presidida por Jou Eel Jia, acupunturista do ex-governador de São Paulo e presidenciável tucano Geraldo Alckmin, foi contratada por R$ 1.044 milhão pela Secretaria de Educação para dar cursos de meditação a professores de escolas públicas. O PT quer investigar o caso na Assembléia Legislativa. A revista de Jia já é investigada pelo Ministério Pública sob suspeita de ter sido beneficiada com verba publicitária. (pág. 1 e 12)

- O presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, ficará frente a frente com o ex-petista Paulo de Tarso Venceslau, que o acusa de participar de esquema ilegal de arrecadação do PT. (pág. 1 e 8)

- O empresário Luiz Otávio Gomes, que foi sócio de PC Farias, assumiu a presidência do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae. O mandato-tampão vai até dezembro. (pág. 1 e 8)

- Presidente da Bolívia acena com acordo para Petrobras. (pág. 1 e 21)

- O empresário luso-chinês Stanley Ho fará hoje proposta de compra da Varig, informa Angelmo Gois. Ele é considerado o quarto homem mais rico do eixo Hong Kong-Macau-Taiwan. (pá. 1, 16 e 17)

- Pesquisa feita pela 2ª Vara de Infância e Juventude da capital mostra que 65% dos menores infratores fogem no mesmo dia em que chegam aos Centros de Recursos Integrados de Atendimento ao Menor (Criam), abrigos em regime de semiliberdade. Ao contrário das superlotadas unidades de internação - como noticiou "O Globo" domingo - os Criam estão esvaziados. Do total de menores punidos, 20% não cumprem a medida judicial. (pág. 1 e 14)

CORREIO BRAZILIENSE

- Bastos sofre pressão. Okamotto depõe hoje

- Ministro da Justiça reforça versão que incrimina Palocci. Mas oposição joga pesado: Quer sabatiná-lo no Senado. Presidente do Sebrae, que pagou conta de Lula, será submetido a acareação na CPI dos Bingos. (pág. 1, 2, 3 e 5)

- Lula diz que ele e a Seleção são favoritos - Ao dar posse a ministros, presidente afirma que é favorito na eleição. Mas ressalva: assim como o time do Brasil, na Copa da Alemanha, a equipe de governo deve ter humildade e precisa comprovar a vitória em campo. (pág. 1 e 8)

- CPI indicia até morto - José Adelar Nunes morreu em 12 de junho de 2004. Mesmo assim, em seu relatório final, o deputado Osmar Serraglio foi implacável: pediu o indiciamento do ex-tesoureiro petista. Questões do além à parte, esquentou a batalha entre o PT e a oposição na CPI dos Correios. Serraglio ameaça: se o PT tentar substituir o termo "mensalão" por "caixa 2", vai ser pior para o presidente Lula. (pág. 1 e 4)

- Aliados de Abadia brigam por cargos - Falta de acordo entre partidos dificulta escolha dos 14 novos secretários. A governadora quer fechar a lista até amanhã. Ontem, ela se encontrou com Geraldo Alckmin. O presidenciável tucano será investigado pelo Ministério Público. (pág. 1, 7 e 9)

- Em reunião tumultuada pelo MST, BID alerta: o Brasil está vulnerável a crises externas. (pág. 1 e 14)

- MEC apura excesso de alunos em censo escolar - Um novo levantamento feito pelo Ministério da Educação revelou números superestimados no Censo Escolar 2005. A segunda contagem totalizou 43,2 milhões de estudantes na rede pública, resultado bem abaixo dos 56 milhões divulgados inicialmente. Governo suspeita de matrículas fantasmas. (pág. 1 e 11)

- Bem na balança - Exportações batem recorde e deixam governo otimista. (pág. 1 e 16)

- Entra-e-sai - Correios voltam a dispensar readmitidos do governo Collor. (pág. 1 e 19)

- Só resta a esperança - A falência do sistema de transplantes do DF torna ainda mais dramática a espera da pequena Verônica, que há seis anos aguarda um rim. Na Secretaria de Saúde, setores resistem à descentralização das operações. (pág. 1 e 25) ZERO HORA

MANCHETES

ESTADO DE MINAS

- Oposição pressiona Bastos

GAZETA MERCANTIL (SP)

- China perto de ser o 2° maior vendedor ao País

VALOR ECONÔMICO (SP)

- dívidas não pagas custam R$ 6,5 bilhões ao Tesouro

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Segurança adota modelo paulista