 |
| |
|

05/01/2006
JORNAL DO BRASIL - Governo estuda medidas para conter aumento do álcool - Contra o avanço do preço, que subiu 27% no segundo semestre de 2005, o Planalto ameaça reduzir o percentual de álcool na gasolina de 25% para 20%. A iniciativa exigiria ajustes tributários para afastar pressões inflacionárias. - Ações suplementares incluem a importação de álcool dos estados Unidos e o financiamento de estoques incluindo compensações para manter a estabilidade dos preços até o fim da entressafra. (pág. 1 e A19) - O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, posa para fotos com turistas em dia de pouco trabalho no Congresso. O deputado refuta a suspeita de acordão para salvar colegas da cassação - levantada pelo relator da CPI dos Correios, Osmar Serraglio. (pág. 1 e A3) - Pelos critérios de Brasília, parlamentares ingleses lembram refugiados africanos. (Coisas da Política, Coisas da Política, pág. 1 e A2) - Cassados ocupam site oficial - Afastados do poder pelos próprios pares, deputados envolvidos em mensalinhos e mensalões continuam freqüentando a Câmara. Pelo menos virtualmente. É o caso de Roberto Jefferson e Severino Cavalcanti, cujas páginas na internet - com biografia, fotos e notícias atualizadas - podiam ser vistas no portal oficial da Casa até ontem à tarde. (pág. 1 e A2) - Em frente às línguas negras reincidentes, o mar de Copacabana concentra índice de coliformes fecais seis vezes superior ao aceitável, mostra laudo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. O resultado é contestado pela Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema), que detecta baixa incidência de esgoto e responsabiliza a chuva pelos detritos. Para a coordenadora de Despoluição Ambiental, a poluição deve-se, principalmente, ao transbordamento das galerias de águas pluviais. "A solução é a conexão com o emissário submarino", sugere Carmem Lucariny. (pág. 1 e A15) - Entrevista - Ministro da Saúde realça o poder do meio ambiente na prevenção de doenças. (pág. 1) - Brasil 2020 - Diagnóstico das águas traça cenários para o futuro do país. (pág. 1) FOLHA DE SÃO PAULO - Lula ameaça intervir para conter alta do álcool - O governo estuda intervir no mercado de combustíveis para tênar deter a alta do álcool, que iniciou o ano com aumento de 6%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ao ministro da Agricultura estar "aborrecido" com o problema. Para pressionar os usineiros, o governo não descarta nem o confisco dos estoques, calculados em 4 bilhões de litros. A importação de álcool dos EUA também é cogitada, embora seja considerada improvável. Poderá também ser reduzido o percentual de álcool misturado à gasolina para 20%. Para evitar que a medida resulte em alta da gasolina, já que o álcool é mais barato, seria reduzida a alíquota da Cide (contribuição sobre venda de combustíveis) incidente sobre a gasolina. Os usineiros atribuem a alta do álcool à entressafra. O governo deve lhes oferecer financiamento para manter os preços em nível razoável até o final da entressafra, em maio. (pág. 1 e B1) - As obras emergenciais que começam na semana que vem para tapar buracos em cerca de 26,4 mil quilômetros de rodovias federais em 25 estados têm prazo de validade de aproximadamente um ano, disse o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, após reunião no Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O ministério dispõe de R$ 440 milhões para tocar um plano emergencial de recuperação de estradas. Na prática, um buraco remendado hoje vai ter de ser novamente tapado no começo de 2007. (pág. 1 e A6) - Leia "Dinheiro pelo buraco", sobre recuperação de rodovias; "Pressão na bomba", acerca de aumento do álcool; e "Anarquia palestina", sobre processo de paz. (Editoriais, pág. 1 e A2) - Em carta aberta, Caetano Veloso atacou o Ministério da Cultura, de seu amigo Gilberto Gil, e disse eu o país está "a m passo do totalitarismo" quando um ministério não aceita críticas, relata Mônica Bergamo. A manifestação do compositor é uma resposta a assessor de Gil que chamou Ferreira Gullar de stalinista após o poeta ter criticado a gestão do ministro. Para Caetano, "essa gente do governo anda para trás". (pág. 1 e E2) - Governo encomenda faixa presidencial de R$ 38 mil. (pág. 1 e E2) - as normas que serão baixadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para regular as eleições de 2006 contêm uma série de medidas para tentar coibir a prática do caixa dois. Na principal delas, a Receita Federal passará a analisar a prestação de contas de todos os candidato, que terão de apresentar sua contabilidade a cada 15 dias, e não apenas no final da campanha. (pág. 1 e A4) - O município de São Paulo teve inflação de 4,53% em 2005, segundo o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP). É a menor taxa em cinco anos. As tarifas administradas, eu pressionaram as taxas nos anos anteriores, deixaram de ser os "vilões" da inflação. Serviços tiveram maior peso no índice, afirma a Fipe. (pág. 1 e B3) - Polícia assumiu erro e libertou mulher acusada de participar de queima de ônibus que matou cinco pessoas. (pág. 1 e C1) O ESTADO DE SÃO PAULO - Dinheiro de fora traz euforia para a Bolsa - A Bolsa de Valores de São Paulo bateu novo recorde ontem e ultrapassou os 35 mil pontos. O Índice Bovespa fechou com alta de 1,34%, em 35.002 pontos, estimulado com a entrada de investidores estrangeiros. O dólar comercial resistiu às operações do Banco Central e, mais uma vez, despencou. A moeda americana fechou cotada em R$ 2,29, com queda de 1,76%. Segundo analistas, o BC está tentando reverter uma tendência mundial, porque todas as moedas de países emergentes estão em valorização. A observação é reforçada pelo balanço do fluxo cambial divulgado ontem pelo BC: no ano passado, o volume de dólares que entrou no País superou as saídas em US$ 18,819 bilhões. Nessa conta entram todas as operações em moeda estrangeira do Brasil. O risco país, que mede a confiança do mercado internacional no pagamento das dívidas de uma nação, continuou a trajetória de queda e atingiu 291 pontos, com queda de 3,64% até as 19h20 de ontem. No período de um ano, o risco caiu 26,33%, mais do que a média de outros países emergentes. (pág. 1, B4 e B8) - O presidente Lula recomendou ontem a 70 embaixadores a intensificação das diretrizes da política externa terceiro-mundista. Neste mês ele irá à Bolívia e à Venezuela; depois, África. (pág. 1 e A4) - Lula ouve o que não quer - Nem Lula está imune à verdade que emana da sabedoria do povo, segundo a qual quem fala o que quer ouve o que não quer. Tendo dito o que disse sobre a CPI dos Correios, recebeu o troco. (pág. 1 e A3) - Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) revela que a Petrobrás acumula prejuízos de R$ 1,8 bilhão com contratos firmados desde 2001 para construção e operação de usinas termelétricas. Também foram apontadas irregularidades em contratos de pessoal, de advocacia e de serviços de consultoria. A Petrobrás contratou empresas sem licitação e firmou compromisso de arcar com os prejuízos durante a crise energética de 2001. Já os Correios, resolveram contratar - sem licitação - uma das empresas ligadas às irregularidades na Rede Postal Noturna, denuncias pela Controladoria-Geral da União (CGU) há menos de uma semana. (pág. 1 e A6) - Dos R$ 93,7 milhões previstos no Orçamento da União para o combate à enchentes em São Paulo em 2005, só foram aplicados R$ 2,4 milhões, pouco mais de 2%. Mais duas pessoas morreram e uma continua desaparecida por causa das fortes chuvas - uma mulher foi atingida por um raio e um homem caiu com o carro em um córrego. Ao todo, já são seis vítimas este ano. Foram 22,2 mm de chuva na madrugada, que causaram 33 pontos de alagamento. (pág. 1 e C1) O GLOBO - Governo intervém no álcool para conter preço da gasolina - O presidente Lula determinou à sua equipe que prepare um pacote de medidas emergenciais para segurar a alta do álcool, que está afetando o preço da gasolina. Entre as medidas em estudo estão a diminuição de 25% para 20% da mistura obrigatória de álcool anidro à gasolina, a redução da Cide incidente no consumo do combustível e a oferta de crédito aos usineiros. A redução na mistura, que valeria até o início de maio, reduziria pelo menos 30% nos preços de álcool. Em dezembro, o produto misturado à gasolina subiu 18% e o álcool combustível, 25%. Com isso, os revendedores estão pagando pela gasolina preços entre 3% e 5% mais caros, como noticiou "O Globo" na terça-feira. Os postos do Rio aumentaram os preços do álcool em até 8,37% e os da gasolina em até 4,01%. A luz amarela acendeu na Esplanada dos Ministérios porque o aumento da gasolina contradiz as expectativas do governo em ano eleitoral. (pág. 1 e 17) - Várias das obras incluídas no pacote anunciado pelo presidente lula podem não sair do papel. As usinas hidrelétricas no Rio Madeira, por exemplo, dependem de licença ambiental e o Ministério do Meio Ambiente não garante sua concessão. Lula pressionou ontem o ministro dos Transportes para que os resultados da operação tapa-buracos já sejam visíveis em três meses. De hoje até domingo, o presidente vai tirar folga na Base Naval de Aratu, na Bahia. (pág. 1 e 3) - Cesta básica no país subiu até 16% no ano passado. (pág. 1 e 17) - Após 28 dias presa acusada do ataque ao ônibus que matou cinco pessoas. Sabrina Marques foi solta ontem. A menor que a reconhecera admitiu que a confundiu com a atual mulher do traficante Lorde. (pág. 1 e 14) - A virada de Rosinha - Ajudada pelo marido, a governadora Rosinha Garotinho volta ao barco após um mergulho no Rio Formoso, em Bonito (MS), onde passou o réveillon. Com um casal de amigos, ela e Garotinho se divertiram no passeio de 8 quilômetros, a R$ 50 cada um. (pág. 1 e 16) CORREIO BRAZILIENSE - Disparada do álcool desorienta o governo - Surpreendido pela alta de 24,2%, Planalto admite até intervenção para conter preço de combustíveis. (pág. 1, 11 e 12 e Opinião, pág. 17) - Vai acabar a mamata - Aldo Rebelo inclui o fim de convocação extra remunerada entre as prioridades a serem votadas quando parlamentares voltarem a trabalhar. (pág. 1, 2 e 7) - Perigo na Funasa - Vizinho ao prédio incendiado do INSS, o edifício da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) também apresenta riscos de incêndio. Em pelo menos três andares, as fiações elétricas estão expostas. E falta extintor em uma ala da autarquia. (pág. 1 e 21) MANCHETES GAZETA MERCANTIL (SP) - Governo ameaça intervir contra aumento do álcool VALOR ECONÔMICO (SP) - Fazenda investiga fraude fiscal em fusões e aquisições ESTADO DE MINAS - Cesta básica de BH tem a maior alta e é a mais cara O DIA (RJ) - Rede de Saúde tem documento oficial do absurdo - Hospital faz lista de 41 pacientes que ficam em corredores e cadeiras JORNAL DO COMMERCIO (PE) - Ex-prefeito preso por fraude no Agreste

|
|