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05/05/2006
JORNAL DO BRASIL - "Vou lutar por ele até o fim" - "A Globo tem o mesmo tipo de contrato e ganha milhões. (pág. 1 e 4) - "Sou feita de carne e osso", aflige-se Rosinha, abatida com a greve de fome do marido. (pág. 1) - Afinal com Morales, Lula aceita a pressão em torno do preço do gás e admite mais investimentos na Bolívia. (pág. 1) - Crise do gás - Petrobras fez chantagem, acusa Evo Morales. (pág. 1, 16 e 17) FOLHA DE SÃO PAULO - Reunião mantém indefinições sobre gás Os presidentes de Brasil, Bolívia, Argentina e Venezuela tentaram mostrar ontem que não estão em pé de guerra por conta da crise gerada pela nacionalização do gás boliviano. Em meio ao imbróglio diplomático, todos voltaram a dizer que respeitam a decisão soberana da Bolívia e que conseguiram o compromisso boliviano de que não haverá interrupção no fornecimento de gás. Mas eles não tocaram em dois dos pontos mais sensíveis para os envolvidos no conflito: qual será o preço do combustível e o que acontecerá com os bens e investimentos da Petrobras no país vizinho. O importante é que nessa reunião garantimos que haverá o suprimento dos países que necessitam de gás e que os preços serão discutidos da forma mais democrática possível entre as partes envolvidas. É assim que se fazem negociações e assim que se respeitam os direitos entre duas nações", disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula, Néstor Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia) e Hugo Chávez (Venezuela) reuniram-se em Puerto Iguazú, cidade argentina na fronteira com o Brasil, perto de Foz do Iguaçu. Mais do que conseguir soluções para a crise, tentaram emitir sinais de que diplomaticamente as coisas não vão tão mal entre os quatro países (pág. 1). - Os aumentos de impostos sobre a exploração do gás melhoram a situação fiscal da Bolívia e reforçaram o cacife político do presidente Evo Morales, que terá mais recursos em caixa para gastar. Anteontem à noite, o governo boliviano anunciou o aumento de 13,6% no salário mínimo, que passou de 440 para 500 bolivianos, o equivalente a US$ 62,50. Antes, já havia melhorado os salários dos funcionários da saúde pública e dos professores e reajustado em cerca de 5% as aposentadorias. "A nacionalização [dos hidrocarbonetos] vai ser a garantia do aumento salarial no próximo ano", afirmou o vice-presidente da República, Alvaro Garcia Linera, no discurso no qual anunciou o novo salário mínimo (pág. 1). - Três dias depois do decreto da nacionalização, a Petrobras Bolívia ainda não sabia ontem de que forma acatará várias medidas do governo, como a elevação da tributação de 50% para 82%. A empresa afirma que nenhuma de suas operações no país foi afetada até agora e que está estudando uma ação na Justiça boliviana contestando a constitucionalidade das medidas. De acordo com o presidente da Petrobras Bolívia, José Fernando de Freitas, não está claro se a tributação adicional de 32% é uma participação adicional da YPFB (estatal boliviana) no resultado final, excluindo os custos de operação ou outros impostos, ou se a alíquota será cobrada do faturamento da empresa. O aumento da tributação para 82% é de implantação imediata e atinge apenas campos de gás com produção acima de 100 milhões de pés cúbicos diários. Há apenas dois campos nessa categoria, San Alberto e San Antonio, ambos operados pela Petrobras (pág. 1). - Está em ruínas o projeto regional, centrado na Comunidade Sul-Americana de Nações (Casa), que foi a vedete da diplomacia de Luiz Inácio Lula da Silva para o subcontinente. O episódio Evo Morales, que inevitavelmente deixará seqüelas no relacionamento de Brasil e Bolívia, é apenas o ruído mais recente a contribuir para a cacofonia política vigente neste canto do planeta. Lula, passada a fase ingênua da "liderança natural" brasileira na América do Sul, agora mais parece um apagado coadjuvante de Hugo Chávez. Mas a liderança do venezuelano é divisora; para cada amigo que faz, brota um inimigo. Acaba de retirar seu embaixador do Peru. Desta feita o mentor do "bolivarianismo" entrou em atrito ruidoso com o presidente peruano, Alejandro Toledo, e o candidato a sucedê-lo Alan García (pág. 1). - ELIANE CANTANHÊDE: Olhando daqui dos EUA, a foto de Lula, Chávez, Kirchner e, agora, Evo Morales é ainda mais interessante, ou impressionante. Só falta Ollanta Humala, o candidato favorito à Presidência do Peru, para um retrato pronto e acabado do que ocorre na América do Sul.
A mesma foto foi feita na semana passada, mas sem Evo Morales. Foi quando Brasil, Venezuela e Argentina discutiram o supergasoduto de US$ 23 bilhões, apelidado de "transpinel" por setores da Petrobras e chamado de "maluquice" por Morales. Depois disso, o novo presidente boliviano abriu caminho a cotoveladas e conseguiu espaço na foto dos "companheiros". Ele é o pivô da crise, mas está só equilibrando, ou desequilibrando, a disputa entre os dois gigantes da região, Lula e Chávez (pág. 1). - A Polícia Federal prendeu ontem 46 pessoas -entre políticos, empresários, assessores e ex-assessores de congressistas- acusadas de patrocinar a compra de ambulâncias superfaturadas por prefeituras. A fraude, que teria movimentado cerca de R$ 110 milhões desde 2001, passaria pela elaboração do Orçamento e por sua execução, respectivamente pelo Congresso e pelo Executivo. Entre os presos estão dois ex-deputados federais, Ronivon Santiago (PP-AC) e Carlos Rodrigues (PL-RJ), além de pelo menos dez assessores e ex-assessores de congressistas, entre eles um do senador Ney Suassuna (PB), líder da bancada do PMDB. A PF não divulgou o nome dos alvos de outros oito mandados de prisão que não haviam sido cumpridos até o início da noite de ontem. No Ministério da Saúde, órgão do Executivo que teria integrantes do esquema, a PF executou uma ação de busca e apreensão de documentos. Prendeu também, em Brasília, a assessora da pasta Maria da Penha Lino, que trabalhava no gabinete do ministro desde 2005. Outros dois servidores foram exonerados do cargo (pág. 1). - A Câmara dos Deputados está prestes a formar o time de futebol dos absolvidos do mensalão. A equipe da impunidade ficará completa com a escalação, certa, de Vadão Gomes. O pepista de São Paulo foi inocentado anteontem pelo Conselho de Ética; no mesmo dia, o plenário safou da cassação o 10º parlamentar: Josias Gomes (PT-BA) (pág. 1). - O senador Aloizio Mercadante, 51, usará como trunfo na disputa com Marta Suplicy pela candidatura ao governo do Estado a proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Líder do governo e coordenador das campanhas de Lula desde 1982, ele se considera mais bem preparado que a ex-prefeita para a disputa, especialmente pela expressiva votação que teve em 2002 (10,5 milhões de votos) e pelo baixo índice de rejeição, de acordo com as pesquisas. Criticado pelos próprios colegas por alguns excessos de vaidade, Mercadante faz um mea-culpa ao comentar a crise política: "O PT tem que assumir que errou". Também aponta a derrota de Marta para o então candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, José Serra, em 2004, como outro aspecto que o favorece. "Marta perdeu o primeiro e o segundo turnos para o candidato que renunciou à capital, José Serra", afirma (pág. 1). - Em vários lugares, ministros e ex-ministros da Fazenda, presidentes e ex-presidentes de bancos centrais devem estar sorrindo. Depois de passar boa parte de seus 63 anos ameaçando cortar o apoio financeiro a países que não seguissem sua cartilha macroeconômica, o FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciou ontem que errou na própria meta. O FMI não cumpriu sua previsão, de que teria lucro líquido de US$ 276,8 milhões no ano fiscal de 2006, encerrado em 30 de abril último. Em vez disso, terminou o ano US$ 110 milhões abaixo do esperado. Mais: ao final do ano fiscal de 2007, prevê um prejuízo de US$ 88 milhões. E a cereja no bolo da ironia: dois dos responsáveis pelo déficit da entidade são o Brasil e a Argentina, não por dar calote, mas por fazer o contrário (pág. 1). - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) informou que vai concluir a operação de financiamento de R$ 497,1 milhões anunciada há menos de um mês para a Volkswagen, apesar do anúncio de reestruturação e demissões na empresa. O banco ainda não desembolsou os recursos, mas o contrato deve ser assinado neste mês. Esse é o segundo empréstimo concedido à montadora desde o final do ano passado. Em novembro, o BNDES já havia liberado US$ 303 milhões para a Volks, de um pacote de US$ 853 milhões para montadoras (incluiu Ford, GM e Fiat), com o objetivo de promover a exportação de veículos. Em 2003, as montadoras já haviam obtido outro empréstimo, de R$ 1,4 bilhão, para a produção de bens destinados à exportação (pág. 1). - Em uma ação demagógica, o Senado aprovou projeto de lei que obriga todas as universidades particulares do país a conceder bolsas a 15% de seus alunos. Pela proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), os 5% dos estudantes com menor renda terão 80% de desconto nas mensalidades; para os demais 10%, a redução é de 50%. Os alunos beneficiados não poderão possuir renda familiar per capita superior a um salário mínimo e meio (hoje, R$ 525). O projeto segue para a Câmara (pág. 1). O ESTADO DE SÃO PAULO - Lula desautoriza Petrobras e diz que pode investir na Bolívia - Depois de uma reunião de mais de três horas a portas fechadas, os presidentes do Brasil, da Bolívia, da Argentina e da Venezuela anunciaram que o abastecimento de gás "está garantido", mas não chegaram a uma decisão sobre os novos preços. "A discussão sobre o preço do gás deve dar-se num marco racional e eqüitativo que viabilize os empreendimentos", diz nota divulgada no fim do encontro, em Puerto Iguazú. A disposição inicial do governo brasileiro era mostrar ao presidente boliviano, Evo Morales, que, se os novos preços não forem razoáveis, o Brasil poderia buscar fontes alternativas de abastecimento, como a Rússia e a Argélia. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou um tom conciliador e amenizou a ameaça feita pela Petrobras de suspender novos investimentos na Bolívia. "Os investimentos ou não da Petrobras é (sic) uma decisão de uma empresa que tem autonomia para investir e vai continuar investindo no estrangeiro, inclusive na Bolívia", disse. Evo classificou de "chantagem" a decisão da empresa de cortar investimentos. (pág. 1, B1 a B8) Frases "Reconhecemos o papel da Bolívia de definir sua soberania sobre suas riquezas minerais. (...) O Brasil não quer hegemonia, quer parcerias". (Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil) "Respeitamos a decisão soberana". (Nestor Kirchner, presidente da Argentina, pág. 1) - O governo boliviano limitou os aumentos de impostos exclusivamente aos campos operados pela Petrobrás. O Decreto Supremo publicado na segunda-feira diz que terão taxa extra jazidas com produção diária superior a 100 milhões de pés cúbicos - o que só é o caso dos campos de San Alberto e San Antonio, de onde a estatal brasileira retira metade do volume do gás natural importado pelo Brasil. (pág. 1 e B4) - Obsolescência do inacabado - Passado o abalo sísmico provocado pela decisão de Evo Morales, o Brasil estará obrigado a adotar uma nova - e agora lúcida - política externa, que livre o país dessa descida aos infernos. (pág. 1 e A3) - A revista britânica "The Economist" afirma que a nacionalização dos setores de gás e de petróleo na Bolívia parece ter representado "uma vitória para os planos regionais do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e uma derrota para o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva". Segundo a publicação, a estratégia de Chávez, que colide com a do Brasil, é construir uma aliança contra os EUA. (pág. 1 e B3) - O ministro Marco Aurélio Mello afirmou, ao tomar posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que "o Brasil se tornou o país do faz-de-conta". Sem citar nomes, ele mencionou o fato de o presidente Lula dizer, com freqüência, que não sabia de irregularidades e escândalo que provocaram um prejuízo milionário e irreversível. Segundo Marco Aurélio, o Brasil passa por "tempos muito estranhos". Ele prometeu um TSE rígido. (pág. 1 e A14) - A Polícia Federal prendeu ontem 46 pessoas, entre elas os ex-deputados Carlos Rodrigues (PL-RJ) e Ronivon Santiago (PP-AC), assessores de oito deputados e do líder do PMDB no Senado, Ney Suassuna (PB), além de funcionários de ministérios e empresários. Eles são suspeitos de participar de fraude que, desde 2001, envolveu a compra de mil ambulâncias com verbas do orçamento da União, num valor total de R$ 110 milhões. (pág. 1, A4 e A8) - Representantes dos trabalhadores da Volkswagen no País se reúnem hoje em São Bernardo para discutir ações que impeçam a demissão de 5.773 trabalhadores até 2008. O programa de reestruturação da empresa pode incluir o fechamento de uma das 5 fábricas. (pág. 1 e B16) - Pelo menos quatro redes de farmácias de São Paulo aderiram à expansão do programa Farmácia Popular, que prevê a venda de remédios para diabete e hipertensão com desconto de 90%. A lista de medicamentos conta com cerca de 200 apresentações de oito princípios ativos. (pág. 1 e A20) - Patrimônio - Casa volta aos donos após 60 anos - Imóvel tomado de japoneses na II Guerra é devolvido agora pelo Exército. (pág. 1 e C6) - Salvar o cerrado - É preciso ação urgente para salvar o pouco que restou. (Washington Novaes, pág. 1 e A2) - Ambiente - Entre as espécies ameaçadas, raias - Raias e tubarões estão na nova lista de espécies brasileiras ameaçadas. (pág. 1 e A19) O GLOBO - Morales acusa Petrobras de chantagem e Lula cede - Um dia após a Petrobras avisar que suspenderia investimentos e não aceitaria aumento de preço do gás da Bolívia, o presidente Lula admitiu ontem que negociará com os bolivianos um reajuste e afirmou que governos regionais, inclusive o do Brasil, precisam investir para atenuar a precária situação econômica do país vizinho. As afirmações foram feitas depois da reunião de Lula com os presidentes Evo Morales (Bolívia), Nestor Kirchner (Argentina) e Hugo Chávez (Venezuela). Horas antes da tageado pela Petrobras. Os líderes respaldaram, em nota conjunta, a nacionalização das reservas de gás boliviano, mas afirmaram que um reajuste no preço terá de ser negociado e concordaram que a Bolívia precisa de investimentos. (pág. 1, 27 a 29 e editorial "Irreparável") - Com um discurso duro em que, sem citar o presidente Lula, atacou as autoridades que vivem no mundo do "faz-de-conta" e fingem que não sabiam "do maior dos escândalos nacionais", o ministro Marco Aurélio de Mello assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele disse que um fosso moral divide o Brasil: de um lado a corrupção, de outro a "massa comandada". (pág. 1 e 11) - A PF prendeu os ex-deputados Carlos Rodrigues e Ronivon Santiago e mais 44 pessoas acusadas de participação num esquema de fraudes em compra de ambulâncias por prefeituras. Entre os presos estão 12 assessores de parlamentares, inclusive Octávio José Bezerra Sampaio, filho da deputada Edna Macedo (PTB-SP), irmã do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal. Mais dois deputados da bancada da Universal foram citados em relatório da PF. (pág. 1, 3 a 5) - Diálogos interceptados pela Polícia Federal mostram que os investigados teriam tramado duas mortes. Numa das conversas, o chefe da organização acerta a morte de um jornalista. Em outra, uma mulher diz que ele teria mandado matar um prefeito. (pág. 1 e 5) - Dados da Organização Internacional do Trabalho divulgados ontem mostram que caiu 11,3% o número de crianças ocupadas entre 2000 e 2004 no mundo. No Brasil, a maior queda se deu na faixa de 5 a 9 anos: uma redução de 61%, entre 1992 e 2004. (pág. 1 e 8) - CVM investiga alta de 1.000% no preço das ações da Varig. (pág. 1 e 31) CORREIO BRAZILIENSE - Brasil se curva a Morales - Em vez de defender a Petrobras, que teve refinarias confiscadas e ocupadas pelo exército na Bolívia, Lula cede a imposição de Evo Morales e, em reunião na Argentina, admite negociar alta no preço do gás e manter investimentos no país vizinho. Justamente o oposto do que a estatal brasileira anunciara um dia antes. (pág. 1, 16 a 20) - Visão do Correio - É inaceitável a humilhante posição brasileira diante dos abusos cometidos pelo governo de La Paz. No luar de resposta energia em defesa dos interesses nacionais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva parece jogar no time de Evo Morales. (pág. 1 e 24) - Presa quadrilha das ambulâncias - Pelo menos 46 pessoas foram presas no Distrito Federal e em cinco estados, ontem, durante a Operação Sanguessuga deflagrada pela Polícia Federal, Receita e Ministério Público. Entre os detidos estão os ex-deputados Carlos Rodrigues (PL-RJ), e Ronivon Santiago (PP-AC), assessores do líder do PMDB no Sendo, Ney Suassuna (PB), e de oito deputados federais. Também integram a lista empresários e funcionários dos ministérios da Saúde e do Desenvolvimento. Eles são acusados de fraudar licitações em municípios para a compra de ambulâncias e UTIs móveis. A quadrilha teria movimentado R$ 110 milhões entre 2001 e 2005. (pág. 1, 2 e 3) - Inquérito que apura mensalão pára no Supremo - Faz um mês que o procurador-geral da República enviou processo para o Supremo Tribunal Federal. Mas, até agora, nenhum dos 40 denunciados foi notificado para apresentar defesa. Ministro do STF diz que notificações devem começar a ser feitas semana que vem. (pág. 1 e 4) - Volks dá passo atrás depois de receber R$ 3,7 bi - Montadora pediu dinheiro emprestado ao BNDES, banco nacional de desenvolvimento, prometendo ampliar a produção de carros no país. Recebeu a última parcela do dinheiro no mês passado. E agora ameaça fechar fábrica e demitir 5,7 mil empregados. (pág. 1 e 21) - Atraso cultural - Cancelamento da exposição Erótica é um sinal de retrocesso e mostra falta de autonomia do CCBB em Brasília. (pág. 1, caderno C) ZERO HORA - Lula esvazia reação da Petrobras na Bolívia - Mudou três vezes o tom de seu discurso em relação à estatização do gás e petróleo promovida pela Bolívia. Após emitir sinais de condescendência com o governo do boliviano Evo Morales e um dia depois de alertar que "uma nação não pode tentar impor sua soberania sobre as outras", o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recuou. (pág. 4 a 11) MANCHETES GAZETA MERCANTIL (SP) - Lula aceita discutir preço maior para o gás JORNAL DO COMMERCIO (PE) - Lula desautoriza reação da Petrobras

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