08/01/2006

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Zero Hora
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Programa de governo opõe Lula e aliados ao PT

- Partido cobra do presidente garantia do cumprimento de metas e projetos em caso de reeleição. E queixa-se de que promessas listadas na campanha de 2002 ficaram apenas no papel. (pág. 1 e a3)

- "Lula foi uma fantasia coletiva, um grande equívoco", acusa César Benjamim, um dos primeiros petistas a abandonar a legenda e hoje envolvido com a montagem do programa de governo do PMDB. (pág. 1 e A2)

- A prometida abertura dos arquivos da ditadura frustrou parentes de mortos e desaparecidos políticos. Na primeira semana de consulta pública, o acesso aos documentos é restrito. (pág. 1 e A7)

- Falta de equipamento e de profissionais e escolta inadequada transformam em barril de pólvora o transporte de presos - 350 por dia. Para corrigir falhas de segurança, autoridades recorrem a iniciativas como o convênio que pretende recuperar os 33 veículos à espera de conserto, a adoção de critérios mais objetivos na análise da periculosidade dos detentos e a instalação de vara criminal nos presídios. (pág. 1 e A25)

- Último dos chamados Gigantes de 1948, Ariel Sharon sai de cena e dá lugar à renovação. Um sinal é o número de israelenses que se registram no novo partido, o Kadima, assumindo-se como herdeiros de um projeto voltado para o futuro. Circo da mídia faz da vigília debate globalizado. (pág. 1 e A8 a A11)

FOLHA DE SÃO PAULO

- General brasileiro morre no Haiti

- O general brasileiro Urano Teixeira da Matta Bacellar, 58, que comandava as forças militares de paz das Nações Unidas no Haiti, foi encontrado morto ontem pela manhã em Porto Príncipe, a capital do país.

Segundo informação divulgada pouco depois do meio-dia pela agência de notícias Reuters e atribuída a uma fonte da ONU, Bacellar teria cometido suicídio por arma de fogo no apartamento que ele ocupava no hotel Montana, na capital haitiana.

Minutos depois, uma fonte militar do Comando do Exército confirmava, em Brasília, que o corpo do general havia sido encontrado pela manhã em seu quarto de hotel. (...) (pág. 1 e A21)

- O governo federal estuda reduzir a meta de famílias atendidas pelo Bolsa-Família neste ano. A proposta inicial do Ministério do Desenvolvimento Social era oferecer a ajuda a 11,2 milhões de famílias pobres até dezembro, o que consumiria R$ 8,7 bilhões. Em 2005, foram beneficiados 8,7 milhões.

O governo afirma que a revisão deve ser feita porque a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostrou queda no total de pobres no país. "Pesquisa falam em cerca de 3 milhões de pobres a menos", diz a secretária nacional de Renda de Cidadania do ministério, Rosani Cunha. (pág. 1 e A4)

- Dezoito credores da Boi Gordo, que quebrou em 2001 com mais de R$ 750 milhões em dívidas, foram beneficiados por uma decisão judicial que lhes garante o recebimento de R$ 3 milhões. Não cabe recurso.

A sentença reconhece a existência de um grupo formado pela Boi Gordo, outras têm empresas e o dono de todas, Paulo Roberto de Andrade. Ela abre precedente que pode favorecer 31,4 mil credores, com R$ 1,2 bilhão a receber. Andrade não foi localizado. (pág. 1 e B1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Rico resiste mais ao combate à inflação, diz Meirelles

- O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, não se considera sozinho na política monetária, acusada de errar na dose dos juros: as parcelas da população de renda mais baixa, disse ele em entrevista a Celso Ming, já estão percebendo as vantagens de uma inflação controlada. "as camadas mais ricas, que aprenderam a perder menos com a inflação, são mais resistentes. É concepção errada, fruto de nossa história". Meirelles refuta que seja obsessão do BC o combate à inflação e compara: "Há alguns anos, brasileiros residentes nos Estados Unidos falavam em obsessão dos americanos em respeitar os semáforos. Para eles, obedecer sinal vermelho não era boa prática, era obsessão". Segundo ele, "não é produtivo achar que o BC tem um condão mágico que baixe os juros e que seremos felizes para sempre". Meirelles nega ainda que o BC esteja comprando dólares para evitar desvalorização excessiva da moeda: os objetivos disso, ressalta, são aumentar as reservas e diminuir a dívida pública lastreada em dólares. (pág. 1, B1 e B3)

- O general Urano da Matta Bacellar, chefe da missão de paz da ONU, foi encontrado morto em seu quarto, em Porto Príncipe, na manhã de ontem. De acordo com o assessor de informações do Exército, tenente-coronel Fernando da Cunha Matos, Bacellar foi vítima de "acidente com arma de fogo". Ele não deu mais detalhes. Em nota, o Exército brasileiro fiz que investiga o incidente. (p´g. 1 e A12)

- Sem conseguir até agora traçar uma estratégia para enfrentar a crise política, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a cúpula do PT não foram capazes de chegar a um acordo sobre como será a campanha à reeleição. Lula está muito contrariado com dirigentes do PT. Em conversas reservadas, o presidente tem dito que, para não encolher suas bancadas, o partido precisa mais dele do que o contrário, na eleição de outubro. De seu lado, fatia expressiva do PT não esconde sua insatisfação com os rumos do governo. (pág. 1 e A4)

- Uma nova conta secreta atribuída a Duda Mendonça, mantida num banco americano, está sob investigação do Ministério Público Federal. A filha do publicitário tentou sacar dinheiro da conta, mas ela foi bloqueada. (pág. 1 e A8)

- Lula não é um presidente populista, nem maquiavélico, embora leve a fama. É menos calculista e mais caótico. Na prática, revela mais dispersão de objetivos do que astúcia de métodos, relata Paulo Moreira Leite. (pág. 1 e A6)

- Quase dois anos depois da execução de quatro fiscais do Ministério do Trabalho em Unaí, Minas, os mandantes do crime continuam soltos. Um deles, Antério Mânica, dá até expediente: é prefeito da cidade. (pág. 1 e A10)

O GLOBO

- Sem trabalhar, deputados ganham R$ 443 por dia

- A convocação extraordinária do Congresso, que entra em seu 22° dia, está rendendo a cada parlamentar R$ 443 por dia, o equivalente a quase um salário-mínimo e meio. Neste período, em que a maioria dos deputados e senadores não foi vista em Brasília, as cenas freqüentes de plenários e corredores vazios aumentaram o desgaste da classe política. Até sexta-feira passada, 62 deputados e seis senadores haviam desistido de embolsar os vencimentos extras. Os presidentes do Senado e da Câmara tentarão aprovar pelo menos um projeto que acabe com essa remuneração. A proposta, porém, divide os parlamentares. (pág. 1, 3 e 4)

- O ministro do Desenvolvimento diz que a MP do Bem 2 vai ampliar os itens da cesta básica sem impostos, isentar produtos da construção e dar crédito barato para famílias de baixa renda. (pág. 1 e 27)

- O Universidade para Todos (ProUni), do MEC, oferecerá este ano 1.110 bolsas em 87 cursos sempre reprovados nas avaliações do próprio ministério por má qualidade. Para a UNE, o governo está legitimando cursos ruins. (pág. 1 e 10)

- Aumentou o risco de o consumidor comprar combustível adulterado nos postos. Com o corte de verbas, caiu quase à metade o total de fiscalizações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), de 25 mil em 2004 para 13 mil em 2005. (pág. 1 e 25)

CORREIO BRAZILIENSE

- Parlamentares embolsam milhões, mas curtem férias

- Convocação extraordinária já consumiu R$ 36 milhões e ainda não teve resultados importantes. Maioria dos deputados e senadores se diverte nas praias do Nordeste, na Europa e nos EUA. (pág. 1, 2 e 3)

- Quatro meses após assumir o comando da missão da ONU no Haiti, o militar brasileiro Urano Teixeira Bacellar morreu ontem na capital do país, Porto Príncipe. Seu corpo estava no quarto do hotel onde morava, com um tiro na boca. Primeiros indícios são de suicídio, mas uma comissão de perícia internacional vai investigar a morte. (pág. 1 e 20)

- Governo federal vai reabrir o maior garimpo do mundo para 32 mil trabalhadores cadastrados. Corrida do ouro atrai milhares ao sul do Pará. (pág. 1 e 8)

MANCHETES

A TARDE (BA)

- Igrejas esquecem deficientes

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- A bola volta a rolar

O DIA (RJ)

- Crack, a droga sem volta, vira febre no Rio

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- EXCLUSIVO: A outra conta de Duda no exterior

- SHARON: Ruim com ele, pior sem ele

- GINÁSTICA PARA O CÉREBRO - Ao contrário do que se imagina, TV e videogame podem ajudar seu filho a ficar mais inteligente

Entrevista/Jorge Bornhausen - "Lula não se elege" - O presidente do PFL diz que a temporada longe do poder fez bem ao seu partido e comenta o cenário eleitoral de 2006. (pág. 11 a 15)

A nova conta secreta de Duda - Autoridades americanas descobrem conta milionária e clandestina que o publicitário do PT mantém num banco da Flórida. Em novembro, a filha de Duda tentou sacar todo o dinheiro. (pág. 38 a 40)

O compadre ainda opera - Roberto Teixeira mantém um hangar para a Transbrasil na base do grito. (pág. 41)

Um acordo sem pé nem cabeça - Negociação entre o laboratório Abbott e o Ministério da Saúde, para baixar preço de remédio antiaids, é uma piada gerencial. (pág. 42 a 44)

Não li e não gostei - Enquanto Lula ignora as provas do relatório parcial da CPI, a comissão prepara 100 pedidos de indiciamento. (pág. 46 a 49)

O pacote que é uma vergonha - Trinta bilhões de reais serão gastos em obras inúteis ou improvisadas, para tentar salvar Lula do vexame nas próximas eleições. (pág. 50 e 51)

Ruim com ele, pior sem Sharon - Grave derrame cerebral tira de cena o falcão israelense que resolveu ser estadista. A situação no Oriente Médio fica mais instável ainda. (pág. 54 a 61)

Este homem é um farsante - Woo -Suk Hwang era uma referência mundial nas pesquisas com células-tronco. Até que se descobriu a sua charlatanice. (pág. 82 e 83)

ÉPOCA

TÍTULO DE CAPA

- JK: SONHOS & DESILUSÃO - A polêmica sobre o governo e o legado de Juscelino Kubitschek

Férias de R$ 95 milhões - Convocação extraordinária do Congresso se transforma num vexame em que os parlamentares recebem muito dinheiro, mas não trabalham. (pág. 22 e 23)

Trapalhadas na largada - Lula começa 2006 constrangido em entrevista, não assume a candidatura à reeleição, mas mobiliza governo para gastos bilionários no ano eleitoral. (pág. 24 e 25)

Ataque aos bandeirantes - O cenário cada vez mais provável de uma quarta disputa presidencial entre paulistas esquenta o debate sobre a hegemonia política de São Paulo. (p´g. 28 e 29)

O canto do carcará - A Abin troca de símbolo, cria hino e gibi para mudar a imagem, mas quer o poder de grampear telefones. (pág. 30)

As células-tronco sobrevivem - A clonagem dos coreanos foi uma fraude. Mas as pesquisas para a construção de órgãos em laboratório continuam firmes. (pág. 60 a 63)

O guerreiro sai de cena - Sem Ariel Sharon, Israel perde o rumo político e as negociações de paz com os palestinos se complicam. (pág. 80 a 82)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- JK: POR QUE O MITO SOBREVIVE - Meio século depois, o Brasil ainda sonha encontrar um presidente como Juscelino Kubitschek, que fez o País crescer como nunca, embora tenha deixado um legado de dívidas e inflação

Entrevista/José Sérgio de Oliveira Machado - Segunda independência - Responsável pela aquisição de 42 novos petróleos, Machado busca o fim da dependência brasileira no transporte de petróleo. (pág. 7 a 11)

A terceira via - O PMDB cresce com favoritismo de Quércia na disputa por São Paulo e se une em torno de uma candidatura própria. O partido se torna, de fato, uma alternativa ao PT e ao PSDB. (pág. 28 a 30)

Farra muito bem paga - Deputados e senadores fogem do trabalho, embolsam um salário extra e boa parte dos ministros vai atrás. (pág. 32 e 33)

O inimitável - De olho nas urnas, candidatos se guiam pelo retrovisor da história e tentam encarnar JK. Só falta um plano para alavancar o País. (pág. 40 a 53)

PPPs: Lentidão Federal - Há 470 Parcerias Público-Privadas na América Latina. Só quatro, ou 0,85%, estão no Brasil - e em nenhuma delas o parceiro é a União. (pág. 54 e 55)

Trégua colombiana - Com índices que indicam uma redução na violência, Bogotá e Cartagena, na Colômbia, podem ser apreciadas pelos seus conjuntos arquitetônicos, arte e alegre boemia. (pág. 62 e 63)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- ONDE INVESTIR EM 2006 - Fundos - Bolsa - Previdência - Imóveis - Câmbio - Leilões - Objetos - Livros

Entrevista/Eduardo Bom Angelo - "Não há mais para quem vender Previdência" - Presidente da Brasilprev decreta o fim da era de expansão da previdência privada, prevê o acirramento da disputa entre as seguradoras e diz que a regra do jogo será roubar clientes dos rivais. (pág. 24 a 26)

O buraco do governo - Governo anuncia pacote de emergência para resolver em um ano o que não fez em três. (pág. 30 a 32)

O cerco a Meirelles - Líderes do PT querem a cabeça do presidente do Banco Central. E Lula começa a ouvi-los. (pág. 33)

Ricardo K perdeu R$ 2,8 bilhões em três meses. E continua sorrindo - Depois que os fundos de pensão assumiram a Brasil Telecom, as ações desabaram. O novo presidente da companhia diz que isso é passageiro. (pág. 39)

O ano da incerteza - Recorde na Bolsa e risco Brasil em seu nível mais baixo deram o tom do início de 2006. São sinais positivos, mas eles não afastam a preocupação com as eleições. (pág. 50 e 51)

O mercado e as eleições - A corrida eleitoral, polarizada entre o PT e o PSDB, não assusta os agentes financeiros. (pág. 64 e 65)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- AS CONTAS DE AZEREDO NÃO FECHAM

- SHARON SAI DE CENA NO MOMENTO CRUCIAL PARA A PAZ

O gênio da fraude - The Observer - Meses depois de conquistar a glória como pioneiro da clonagem terapêutica, o cientista e "herói nacional" coreano Hwang Woo-suk revela-se um impostor e frustra esperanças de cura de milhões mundo afora. (pág. 10 a 14)

O caixa 2 foi maior - Valerioduto tucano - A PF atesta a autenticidade do documento que estima em R$ 100 milhões os gastos de Azeredo em 1998. (pág. 22 a 27)

O que fazer com a dívida? - Debate - Os tucanos propõem um novo "choque de capitalismo" e o Tesouro reage. (pág. 28 a 30)

A era Sharon chega ao fim - Israel - O primeiro-ministro sai de cena em um momento crucial para seu país. (pág. 34 a 36)

ETES