12/02/2006

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Zero Hora
Manchetes
Revistas

JORNAL DO BRASIL

- 10 mil homens da Força Nacional chegam para ficar

* O desembarque no rio da tropa especializada no controle da violência urbana vai redesenhar o sistema de segurança. Depois da atuação ostensiva durante o Pan, agirá em situações de emergência.

* O governo federal investirá R$ 440 milhões no combate permanente ao crime em território carioca. A verba inclui a montagem de unidade tecnológica de comando e controle na Central do Brasil. (págs. 1 e A3)

- Acuados pela pressão popular e por leis que prometem rigoroso combate ao caixa dois, os partidos políticos procuram marqueteiros com suficiente talento para realizar campanhas sedutoras, mas modestas na aparência. Para os publicitários, é desafiador fazer um tipo de propaganda que, sem ostentação, beneficie o candidato. Eles acreditam que brindes tradicionais, como bonés e camisetas, não vão acabar. E acham que a maior fiscalização ficará por conta dos concorrentes. (págs. 1 e A5)

- Os ganhos com venda de imóveis e fundos de investimentos serão declarados de forma diferente neste ano. É uma das mudanças adotadas pela Receita Federal. A partir de 1° de março, os contribuintes poderão enviar seu Imposto de Renda. O "JB" explica tudo nas páginas e pelo e-mail tiresuasduvidas@jb.com.br. (págs. 1 e A23)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Salário de migrantes supera o de locais

- Pesquisa de economistas da USP, da FGV e da Universidade de Pensilvânia (EUA) mostra que, no Brasil, quem migra ganha em média 8,54% mais que o não-migrante residente em seu estado de destino e 15,07% mais que seu conterrâneo que permaneceu no estado de origem. Um baiano que migrou para São Paulo, por exemplo, ganha mais que um baiano que ficou na Bahia e também mais que um paulista.

Os economistas se basearam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE. Eles calcularam os pesos que fatores como escolaridade e gênero podem ter para influenciar a renda e excluíram o peso de cada fator. A única diferença levada em consideração foio fato de que um dos grupos migrou e outro, não.

Para os pesquisadores, a diferença salarial a favor do migrante deve-se ao fato de ele fazer parte de um grupo "positivamente selecionado" - isto é, quem migra é, na média, mais apto ou empreendedor. (págs. 1 e B7)

- Carro-chefe da política social de Lula, o Bolsa-Família incorporou em sua gestão, até novembro de 2005, 2,5 milhões de famílias - 30,5% das atendidas até então. Seu repasse médio mensal também foi elevado, de R$ 45 para R$ 65.

Pesquisa Datafolha mostra que a melhora na avaliação do governo petista se concentrou entre os que ganham até cinco salários mínimos, alvo do programa.O percentual dos que consideram a gestão de Lula boa ou ótima, nessa faixa, subiu de 29% para 38%. (págs. 1 e A10)

- Intelectuais discutem as manifestações islâmicas contra charges do profeta Muhammad publicadas por jornais europeus. Para o historiador Robert Darnton, o Ocidente é incapaz de entender o valor do sagrado para os muçulmanos. Já o filósofo Alain Finkielkraut vê nos protestos desprezo pela crença alheia. (págs. 1, 4 e 5)

- A quantia a ser pulverizada numa única aventura provinciana é comparável ao custo de alguns dos mais festejados programas científicos brasileiros. O astronauta Pontes disse que iria voar só em outubro e que não sabe por que o vôo foi antecipado. Vai bater papo, em órbita, com o presidente candidato. A pressa é inimiga da perfeição - e, neste caso, amiga da eleição. (págs. 1 e cad. Mais!)

- O primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, 77, foi submetido ontem a uma cirurgia de emergência depois que um exame revelou o que um porta-voz do hospital classificou como "dano sério" em seu sistema digestivo. Ele está em coma desde o dia 4 de janeiro, quando sofreu um violento acidente vascular cerebral.

Funcionários do hospital chegaram a afirmar que Sharon estava "à beira da morte". Após a intervenção cirúrgica, o primeiro-ministro foi levado a uma unidade de terapia intensiva. A informação oficial era de que não corria mais perigo "imediato" de morte. (págs. 1 e A19)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Consumo da classe C cresce 50% em 4 anos

- Uma nova onda de consumo da população de baixa renda movimenta o mercado. O gasto das famílias da classe C (renda média mensal de R$ 1,8 mil) cresceu mais de 50% nos últimos quatro anos, atingindo R$ 290,5 bilhões em 2005. O consumo desse estrato social está mais sofisticado. Em vez do frango do início do Plano Real, em 1994, os objetos de desejo são alisadores de cabelo, máquinas digitais, aparelhos de MP3 e pacotes turísticos. Uma conjunção de fatores - inflação em queda, recuperação da massa salarial e crédito consignado farto - favorece o consumo e leva a indústria a lançar produtos sob medida para esses consumidores. (págs. 1 e B6)

- Uma equipe de fiscais do Banco Central (BC) vai investigar operações e contratos feitos pela Caixa Econômica Federal nos últimos anos. Desde 2001 o BC classifica a Caixa como "em evidência" - ou seja, suspeita de não estar cumprindo as normas do sistema financeiro. A Caixa admite erros, mas assegura que já resolveu 80% das falhas detectadas. (págs. 1, B1 e B3)

- Desde dezembro o Brasil já atingiu o que nos anos 50 era um sonho dourado: a auto-suficiência em petróleo. Para a Petrobras, no entanto, só no início de abril, com a entrada em operação da plataforma P-50, haverá o que a estatal chama de auto-suficiência sustentável - a produção será, com folga, maior que o consumo total do país. A empresa fará uma campanha publicitária de R$ 37 milhões, e o governo Lula pretende promover uma grande festa política - o presidente já anunciou que estará na plataforma submarina, na Bacia de Campos, no dia da comemoração. (págs. 1, B4 e B5)

- A partir de quarta-feira, nenhum parente de juiz em até terceiro grau poderá continuar a ocupar cargo comissionado na Justiça, a não ser que seja concursado. Mas familiares de magistrados tentam se manter nos postos, à custa de liminares. Eles questionam a competência do Conselho Nacional de Justiça, autor de resolução que proíbe o nepotismo. (págs. 1 e A4)

- Embora não tenha anunciado, a Polícia Federal (PF) já concluiu que não há como embutir num inquérito a lista de supostos beneficiados do esquema em Furnas. Peritos avaliaram que é impossível afirmar se os papéis foram forjados ou não. Para os policiais, é improvável que dinheiro desviado para campanhas eleitorais tenha sido registrado em documentos passados em cartório. (págs. 1 e A11)

O GLOBO

- Justiça impede o fim do nepotismo no Judiciário

- Pelo menos 1.148 parentes de juízes e desembargadores ocupam, sem concurso, cargos de confiança na Justiça estadual em todo o país. Contrariando norma do Conselho Nacional de Justiça que determinou a demissão dos parentes até terça-feira, 40% desses funcionários não serão demitidos: 449 liminares garantiram a permanência deles nos empregos. Apenas 253 parentes de magistrados foram exonerados. Em Minas Gerais, houve 177 liminares; no Rio de Janeiro, 79. As ações, iniciadas na Justiça estadual, alegam que as exonerações só podem ocorrer se o Supremo Tribunal Federal considerar a norma do CNJ constitucional. As reações ao CNJ vêm de tribunais como o do Rio, que foi ao STF para defender o privilégio, e o do Maranhão, que vai oficializar a desobediência à medida. (págs. 1, 3 e 4)

- Só com despesas obrigatórias - como folha de pessoal e Previdência, entre outras - a União gastou 81% a mais, além da inflação, nos últimos dez anos. Mas os maiores gastos são com pagamento de juros e benefícios da Previdência. (págs. 1, 29 e 30)

- Para o PMDB apoiar a reeleição de Lula, o PT deve abrir mão de candidaturas a governador e ao Senado. No Rio, o petista Vladimir Palmeira disputará o governo, mas Lula fará campanha com seu rival Marcelo Crivella (PRB). (págs. 1 e 12)

- Atônitos com as cenas impressionantes de bandeiras queimadas, embaixadas destruídas e mortes em meio a protestos em países do Oriente Médio, os dinamarqueses vivem dias de medo e só querem que a crise causada pelas charges de Maomé acabe de uma vez, informa Vivian Oswald, enviada ao país. Correspondentes do "Globo" em Paris, Berlim e Londres relatam como a crise desencadeou mais tensão com as comunidades muçulmanas. (págs. 1, 36 e 37)

CORREIO BRAZILIENSE

- No Centro-Oeste, 70% das empresas vão contratar

- Pesquisa exclusiva revela ainda que 65% dos empresários planejam investimentos na região. (pág. 1 e Suplemento Especial)

- Sucessivos recordes quebrados pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) estão deixando tensos os analistas financeiros. Um número cada vez maior de empresas tem lançado ações em bolsa, a onda de valorização cria um sentimento de euforia e já começam a surgir especulações de que esse crescimento pode ser uma bolha. Pequenos investidores devem ter cuidado para não perder dinheiro. (págs. 1 e 20)

- Polícia Federal descobre que o empresário Hassan Ahmad é o braço da máfia libanesa no Brasil. A partir de Belo Horizonte, ele comercializa pedras ilegais para cinco empresas da Bélgica. Ligadas a guerrilhas africanas, essas empresas usam os "diamantes de sangue" para financiar os sangrentos conflitos que já mataram milhares de pessoas no Congo e em Serra Leoa. (págs. 1, 18 e 19)

MANCHETES

O DIA (RJ)

- Aposentado: INSS solta o novo listão da degola

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- A verdade sobre dieta e saúde

* O que você come tem, sim, enorme influência no seu bem-estar e na força do corpo para evitar doenças

* As falhas da megapesquisa americana que concluiu que ingerir gordura não faz mal ao coração nem causa câncer

- Por que os tucanos não se bicam em economia

- Os segredos do criador do iPod

Entrevista: Tariq Ramadan - Chega de destruição - O filósofo muçulmano diz que a ponte entre o Ocidente e o Islã é possível e desejável. (págs. 11 a 15)

O candidato dos pobres - Lula volta a subir nas pesquisas mas fica dependente do eleitor mais humilde do país - e num grau jamais visto na história. (págs. 42 a 45)

Acharam o culpado - Depois de nove meses da pior crise da história recente do país, a Câmara aprova projeto que, a pretexto de combater o caixa dois, proíbe o uso de button... (págs. 46 e 47)

China e Índia roubam a festa - Nunca houve uma era tão próspera na economia mundial. O Brasil corre o risco de desperdiçar esse momento. (págs. 50 e 51)

Intocável sob suspeita - Pioneiro da era dos promotores heróis, José Carlos Blat é investigado por seus pares. (págs. 52 e 53)

A fabricação do ódio - Como as ditaduras e as lideranças muçulmanas aproveitaram a indignação dos fiéis com as charges de Maomé para promover um surto de fúria contra o Ocidente e desqualificar a democracia. (págs. 54 a 58)

O ano dos presidentes - Uma dezena de países da América Latina vai escolher seus governantes. Em vários deles, o favorito é um populista ao estilo de Hugo Chávez. (págs. 60 a 63)

Por que os tucanos não se bicam - Á espera de um candidato, economistas do PSDB se atacam e lançam idéias conflitantes. (págs. 82 a 85)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Quem disse que ele estava morto? - Como entender a espetacular mudança de cenário que vai tornando Lula, contra todos os prognósticos, o grande favorito para a eleição presidencial

- Exclusivo: Haiti - Vídeo revela o cotidiano explosivo dos soldados brasileiros

Ele decolou - Contra todos os prognósticos, Lula se tornou o grande favorito nas eleições presidenciais. (págs. 28 a 37)

Entrevista: Geraldo Alckmin - Sou candidato e vou até o fim - Entre um carinho na neta e um afago na ave de estimação, Geraldo Alckmin desafia José Serra: se quiser concorrer ao Planalto, o prefeito terá de disputar contra ele no PSDB. (págs. 40 a 42)

O que estamos fazendo no Haiti? - O cotidiano dos soldados brasileiros no Haiti mistura violência e pobreza em doses explosivas. E nem com as eleições isso deve mudar. (págs. 48 a 51)

Cadê a fábrica que estava aqui? - O exemplo de Fraca mostra como a China está tirando empregos do Brasil. (págs. 56 a 58)

Maomé e a democracia - Os protestos contra as charges do profeta revelam como misturar religião e política pode ser perigoso. (págs. 60 e 61)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- A última vez dos Rolling Stones - Todos os bastidores da megaoperação que trará ao Brasil a banda mais popular do planeta, naquela que deve ser a última turnê do grupo

Entrevista: Frei Betto - "O governo Lula é esquizofrênico" - Frei Betto lança livro de memórias do poder em que ataca a política econômica e os líderes do PT. (págs. 7 a 11)

O Congresso está vazio - Parlamentares descumprem acordo para trabalhar cinco dias na semana, adiam decisões e prejudicam a pauta de votações. (págs. 28 a 30)

A doutrina Gracie - Esta mulher será presidente do Brasil - Quem é Ellen Gracie, que se prepara para assumir o STF e, em maio, vai ocupar o lugar de Lula. (págs. 32 a 34)

A polêmica lista de Furnas - Documento ou dossiê forjado? A PF investiga e o caso chega à CPI dos Correios. (págs. 36 e 37)

Tapa-buracos no foco da suspeita - Governo reprova contratos e aperta empreiteiras. Motivo: o TCU tem 100 fiscais vigiando a recauchutagem das rodovias. (pág. 39)

Milagre no país do vodu - Com o Brasil no comando, haitianos finalmente vão às urnas. (pág. 90)

Bush na cola do biocombustível - Presidente George W. Bush começa a pensar seriamente em adotar um programa energético semelhante ao brasileiro. (pág. 93)

DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Vivo no centro da disputa - A maior operadora de celulares do Brasil vive um momento de decisão: sua controladora, a Portugal Telecom, é alvo de uma oferta hostil de compra. E isso pode alterar por completo o cenário da telefonia no país

- Tecnologia: Os Diniz, do Pão de Açúcar, agora fazem computador

- McCaverna: por dentro do sigiloso centro de inovação do McDonald's

Entrevista: Luciano Coutinho - "Desperdiçamos a chance de crescer" - O economista que aconselhava o ministro Antônio Palocci hoje se diz desapontado com o governo Lula e classifica a atuação do Banco Central como desastrosa. (págs. 18 a 22)

Costa sente o golpe - Como o ministro das Comunicações, Hélio Costa, tentou impor o padrão japonês na bilionária disputa da TV digital e foi forçado a recuar. A decisão agora escapa das suas mãos. (págs. 26 e 27)

O que Lula quer da África - Presidente volta ao continente e deixa a dúvida: a diplomacia terceiro-mundista faz sentido? (págs. 30 e 31)

Montadoras no desvio - As fábricas de veículos se deslocam para os países emergentes com uma velocidade nunca vista. E o Brasil pode ficar de fora dessa onda. (págs. 32 e 33)

A guerra do porto seco - Projeto para mudar setor que movimenta US$ 72 bilhões expõe dilema entre dois conceitos: mais concorrência ou apego à Lei de Licitações? (pág. 34)

Exclusivo: De Clinton para FHC - "Dinheiro" antecipa prefácio do ex-presidente americano para Fernando Henrique Cardoso, que revela o melhor momento da relação Brasil-EUA. (págs. 36 a 39)

PC do Diniz - João Paulo, herdeiro do Pão de Açúcar, fatura alto com os computadores Kennex. (págs. 40 e 41)

Vivo no centro - Proposta polêmica do homem mais rico de Portugal coloca a operadora de telefonia móvel do Brasil num momento de decisão. (págs. 60 a 63)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Dilema tucano - A recuperação de Lula torna mais dramática a escolha do candidato do PSDB. Preferido pela cúpula do partido, Serra enfrenta a resistência aberta de Alckmin, que conta com a simpatia da base. Pesquisa pedida pelos tucanos mostra Lula 4 pontos à frente de Serra num eventual segundo turno

- Tevê digital - Será que a Globo vai ganhar mais uma?

Ninho alvoroçado - Sucessão - Alckmin angaria apoio nas bases tucanas e desafia o favoritismo de Serra. A recuperação de Lula agita o PSDB. (págs. 22 a 26)

A ética da desfaçatez - FHC - No "Roda Viva", o ex-presidente abusa da ligeireza analítica e da memória seletiva. (págs. 27 e 28)

Monopólio em xeque - TV digital - A Globo estava, como sempre, com o jogo quase ganho. Mas, como os rivais são poderosos, a partida foi para a prorrogação. (págs. 30 a 33)

A volta aos trilhos - Transporte - Depois de décadas de baixo crescimento, a indústria ferroviária tem o maior pacote de investimentos da história. (págs. 46 e 47)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- Minha regra de ouro

* Jorge Paulo Lemann; David Feffer; Sérgio Andrade; Luiza Helena Trajano; Luiz Seabra; Michael Klein - E mais 14 empresários contam qual o mandamento que eles consideram fundamental para o sucesso nos negócios

- Especial - Quem é a verdadeira classe A brasileira

- Exclusivo - Em uma de suas últimas entrevistas, Peter Drucker fala de liderança, tecnologia e das novas potências mundiais

Minha regra de ouro - Vinte dos mais bem-sucedidos empresários e executivos brasileiros revelam quais são seus mandamentos decisivos para a prosperidade dos negócios. (págs. 18 a 25)

5 razões para o juro cair - "Exame" ouviu a opinião de 14 economistas de diferentes correntes de pensamento. Eles são unânimes: o país está preparado para conviver com taxas menores. (págs. 28 a 30)

Um projeto para jogar no lixo - A proposta do governo para mexer com as agências reguladoras é um tiro no pé do país. (pág. 31)

O que falta para entrar no grupo de elite - Perseverar nas reformas. É o que o Brasil precisa para atingir o grau de investimento. (págs. 32 e 33)

Um estado que patina - O Rio Grande do Sul, outrora exemplo de vigor, hoje espelha a fragilidade competitiva do Brasil. Seu desafio: reinventar a economia. (págs. 36 e 37)

O verdadeiro inimigo dos brasileiros - Os políticos - do governo e da oposição - são incapazes de apontar a razão do nosso atraso: enquanto o setor público funcionar como funciona, não haverá chance alguma de sucesso. (págs. 40 e 41)

A nova cara do mundo - Graças ao crescimento forte nos últimos anos, especialmente na Ásia, o PIB dos países emergentes já ultrapassa o das nações ricas. (págs. 60 a 62)

Entrevista: Peter Drucker - Liderança é conversa fiada - Em sua última entrevista à imprensa americana, Peter Drucker questiona a fixação do mundo dos negócios com a formação de líderes. (págs. 72 a 75)

O mico do computador barato - Governo e indústria querem informatizar a população com máquinas que até podem parecer com computadores - mas não são. (págs. 86 e 87)

7 perguntas - Luiz Marinho - "Ser governo é mais difícil" - O ministro do trabalho, Luiz Marinho, conta por que age de uma forma muito diferente do sindicalista Luiz Marinho. (pág. 114)

ETES