12/03/2006

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Zero Hora
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JORNAL DO BRASIL

- O sonho e o drama de ser soldados no morro

* Fascínio e assombro marcham com os militares recrutados para ocupar favelas cariocas. Jovens que sobem e descem vielas atrás de armas e do orgulho ferido pela invasão do quartel de São Cristóvão, conta o repórter Fabrício Marta. (págs. 1 e A11)

* Relatório do Ministério da Justiça expõe a ineficiência do poder público na área de segurança. Não consegue conter o tráfico de armas e drogas e distúrbios policiais, nem acabar com a superlotação nos presídios. (págs. 1 e A6)

- O avanço de Geraldo Alckmin nas intenções de voto embaralha a corrida à Presidência e o aproxima da indicação pelo PSDB, aponta pesquisa JP-IBPS. De 17%, o governador de São Paulo subiu para 22% das preferências, enquanto José Serra desceu de 35% para 30%. Lula segue à frente no primeiro turno, mas perde para Serra no segundo. A simulação revela que o eleitor "se cansou da crise e resolveu olhar para o futuro", avalia o cientista político Geraldo Tadeu Moreira Monteiro. (págs. 1 e A3)

- A credibilidade do Exército pode ser abalada por operações voluntaristas, executadas sem o planejamento que a sensatez recomenda. (pág. 1 e Sete Dias, Augusto Nunes, pág. A16)

- Apresentado em 70 países, "Diários de motocicleta", de Walter Salles, foi censurado no Brasil. Por "ordens superiores", o coronel que dirige a Fundação Osório impediu um professor de exibi-lo a alunos do ensino médio. Alegou incompatibilidade com a faixa etária - embora a Justiça libere o filme para maiores de 12 anos. (págs. 1 e A2)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Ensino médio é melhor no interior

- Levantamento feito com base no Exame Nacional do Ensino Médio mostra que municípios do interior obtiveram desempenho melhor que o das maiores cidades, informam Antônio Góis e Luciana Constantino. Para evitar distorções, o estudo, que comparou a média dos alunos no Enem, só incluiu cidades com mais de 200 mil habitantes - 122 ao todo. (...) (págs. 1 e C1)

- O ex-ditador iugoslavo Slobodan Milosevic, 64, foi encontrado morto ontem em sua cela na prisão perto de Haia (Holanda). Segundo o Tribunal Penal Internacional, Milosevic, que tinha problemas de saúde, estava em sua cama e aparentemente morreu de causas naturais. (...) (págs. 1 e A22)

- A Eletrobrás mantém uma subsidiária, a Lightpar, cuja razão de ser deixou de existir e cujos diretores ganham R$ 14.350,00 por mês. A Lightpar foi criada para controlar a Eletronet, que faliu em 2003, e teve prejuízo de R$ 742 mil de janeiro a julho do ano passado.

Segundo a Associação dos Empregados da Eletrobrás, a Lightpar gasta R$ 600 mil mensais com cerca de 40 assessores. A Lightpar nega a ocorrência de contratações políticas ou desnecessárias. (págs. 1 e B1)

- O governo estuda reajustar em 12,7% o valor do benefício pago todo mês pelo Bolsa-Família, principal programa social da gestão Lula e bandeira de sua provável campanha à reeleição. O teto subiria de R$ 95 para R$ 107. O reajuste equivale ao INPC acumulado desde outubro de 2003.

A proposta foi encaminhada pelo Ministério do Desenvolvimento Social com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Ela sugere que o governo amplie de R$ 100 para R$ 120/mês por pessoa o limite para as famílias terem direito ao benefício. (págs. 1 e A10)

- Quem pretende usar dólares para viajar deve pesquisar bastante para não perder dinheiro. Na semana passada, havia uma diferença de até 13% entre o preço do dólar cobrado em uma fatura de cartão de crédito e o valor da moeda americana vendida em casas de câmbio.

Uma opção é adquirir cheques de viagem, pois o turista sabe a taxa na hora em que faz o negócio. O viajante não deve se iludir com a variação do dólar comercial, ao qual apenas empresas têm acesso. (págs. 1 e B4)

- Dados da Pnad de 2004 mostram que, no Brasil, há 172 mil crianças de 5 a 15 anos como trabalhadores domésticos. Elas ganham, em média, R$ 85 por 30 horas semanais, 60% menos que um adulto na informalidade. Segundo especialistas, as crianças não recebem direitos e sofrem abusos graves. (pág. 1)

- Editoriais - "Impressões digitais", analisando escolha do padrão para a TV digital; e "Tradição da Casa", acerca de declaração de Aldo Rebelo sobre absolvição de deputados. (págs. 1 e A2)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Acusados do mensalão ainda controlam os melhores cargos

- Oito meses de acusações, três CPIs, 28 demissões no governo e muitas provas de corrupção depois, os cargos mais cobiçados da administração federal continuam sob o comando de apadrinhados dos principais acusados de operar o esquema do mensalão. Com o aval do presidente Lula, os ex-deputados José Dirceu (PT) e Valdemar Costa Neto (PL) e o deputado José Janene (PP) dividem os melhores postos de estatais como a Petrobras e órgãos como o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Dos 20 cargos mais visados por lobistas e empresários, a maioria se encontra sob o comando dos três. Os demais, pelas cúpulas do PT e do PMDB. (págs. 1 e A4)

- O ex-deputado Roberto Jefferson diz que o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, serve de prova contra seu amigo Lula da mesma forma que o Fiat Elba comprado por PC Farias ligou Fernando Collor ao esquema de corrupção. (págs. 1 e A8)

- Nos 69 primeiros dias do ano, houve 57 invasões de propriedades rurais no país, segundo levantamento do "Estado", além de bloqueios de rodovias, ocupações de agências bancárias e de sedes do Incra. É o maior número na história recente. (págs. 1 e A14)

- Desde o início do governo a opção é clara: entre a lei e o MST, dane-se a lei. O movimento evoluiu do socialismo ao banditismo, diz Dora Kramer. (págs. 1 e A6)

- Com o pânico da gripe aviária percorrendo vários países, o frango sumiu da mesa dos consumidores. Resultado: as exportações brasileiras do produto caíram 7,8% em fevereiro e o país pode perder US$ 525 milhões este ano. (págs. 1 e B1)

- Um livro de ocorrências da Infraero e um "termo de inquirição de testemunha" do Departamento de Aviação Civil (DAC), produzidos em Viracopos, confirmam que um suboficial do DAC foi pressionado pelo comandante do Exército, general Fernando Albuquerque, a interromper a decolagem de um avião e, também, que foi iniciado "procedimento interno" para apurar o caso. (págs. 1 e A10)

- Favorecidos pela falta de controle na Ponte da Amizade, coiotes facilitam a entrada de bolivianos que vêm trabalhar em São Paulo, clandestinamente. Estima-se que vivam na cidade 60 mil imigrantes sem documentos. As quadrilhas entram com a estrutura de hospedagem e transporte e muitas vezes iludem os bolivianos dizendo que serão anistiados ao chegar ao país. (págs. 1, C1 e C3 a C5)

- As veredas imortalizadas por João Guimarães Rosa em "Grande Sertão: Veredas" estão desaparecendo. Grande parte do noroeste mineiro que o autor descreveu está tomada por eucaliptais que não deixam água suficiente para os buritis originais. Os vaqueiros e o gado também escasseiam: nas estradas o que mais se vê são caminhões com carvão produzido a partir dos eucaliptos. (págs. 1, A12 e A13)

- Notas e Informações - "A questão que mais conta" - No PT e nos seus aliados parece ganhar força um movimento para desconstruir, como diria um economista pós-moderno, o paloccismo. A reviravolta começaria já este ano. (págs. 1 e A3)

O GLOBO

- General diz que Exército está pronto para a guerra no Rio

- Uma semana depois de iniciar no Rio uma das maiores operações militares em favelas da história, o chefe do Comando Militar do Leste, general Domingos Carlos de Campos Curado, diz que o Exército está pronto para a guerra contra o tráfico. Em entrevista a Jorge Antônio Barros e Antônio Werneck, Curado revela que os soldados são orientados a não atirar e a suportar até mesmo deboches, mas vão agir em legítima defesa. "O Exército não entra numa ação para recuar. Se eles partirem para o confronto vão ter resposta. Vamos reagir não só nos morros, mas nos quartéis também." O general diz que agora "eles (os traficantes) têm que pensar duas vezes antes de investir contra uma unidade do Exército". E que todas as ações de resposta já estão planejadas. (págs. 1, 19 e 22)

- O ano eleitoral e o ritmo imposto pela ministra Dilma Rousseff levaram o governo a investir 93,5% a mais em janeiro e fevereiro, em comparação com igual período de 2005, diminuindo o rigor fiscal. (págs. 1, 3 e 4)

- O Ministério do Desenvolvimento Social propôs ao presidente Lula aumentar o valor do Bolsa-Família, de R$ 95 para R$ 107, reduzindo o número de famílias atendidas. Alega que a pobreza caiu. (págs. 1 e 18)

- Ministro da Defesa deu informação errada a Lula. (pág. 1 e Elio Gaspari, pág. 14)

CORREIO BRAZILIENSE

- Regras mais simples para condomínios

- Projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados deve acelerar a regularização dos terrenos no Distrito Federal e resolver, de vez, problemas como a falta de licenciamento ambiental. Unidos, governo federal, movimentos sociais e moradores tentam fazer com que a proposta seja votada até o fim do ano. (págs. 1 e 25)

- Frustrados profissionalmente, oficiais do Exército, Marinha e Aeronáutica trocam os quartéis por uma carreira em outro setor do serviço público ou na iniciativa privada. Orçamento curto, salários baixos e falta de prestígio são alguns dos motivos que os levam a desistir da farda. (págs. 1 e 10)

- Enquanto o projeto de lei que prevê a venda antecipada de bens apreendidos em operações de combate à lavagem de dinheiro não é votado no Congresso, juízes arrumam brechas para não deixar que eles apodreçam nos pátios. Só no depósito da Receita em Foz do Iguaçu há US$ 8,8 milhões em equipamentos. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- "Ele sempre me bateu" - Mulheres rompem o silêncio sobre o inferno da vida com homens violentos

- Mensalão II: A testemunha fala a "Veja"

Aparece uma testemunha - Em entrevista a "Veja", Tony Garcia conta que:

* Bertholdo era o homem da mala do PMDB e tinha reuniões semanais em São Paulo com membros da cúpula do PT;

* Bertholdo levava dinheiro vivo em jatos particulares ou alugados para Brasília, onde distribuía os recursos para "mais de cinqüenta deputados do PMDB";

* Entre 2003 e 2004, Bertholdo viajou "duas ou três vezes" para Luxemburgo, onde ajudava a operar contas secretas do PT. (págs. 52 a 57)

Okamotto, o tipo "O" - Apelidado de "doador universal", ele não declarou à Receita doações feitas a Lula, Lurian e Vicentinho. (pág. 58)

Palocci de novo na mira - Novos depoimentos contradizem versões do ministro - e obrigam-no a voltar a dar mais explicações. (págs. 60 e 61)

O achaque de Mary Corner - A "empresária" cobra para não propagar histórias de que suas meninas ajudavam a pagar a políticos em Brasília. (págs. 62 e 63)

Será que é hora de chamar as tropas? - O apoio da população do Rio de Janeiro à ocupação militar dos morros cariocas provoca discussão sobre o papel das Forças Armadas na segurança pública. (págs. 64 e 65)

Cortina de fumaça - Dirceu usa o surgimento de outro Bob Marques para confundir a platéia. (pág. 68)

Vexame duplo - Deputados caem no abismo do descrédito ao absolver colegas que usaram caixa dois. (pág. 69)

Lula e a rainha - Na Inglaterra, o presidente põe em prática uma política externa mais realista - buscar alianças e afinidades com os países desenvolvidos. (págs. 70 e 71)

O clube do bilhão engorda - Valorização do real e euforia na Bolsa fazem o Brasil ganhar oito novos bilionários na lista da revista "Forbes". (págs. 86 e 87)

O terror contra o saber - Braço feminino do MST destrói laboratório com mais de uma década de pesquisas. (pág. 88)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Como viver mais e melhor

* As novas pesquisas para prolongar a vida - e com qualidade

* Os segredos das cidades brasileiras de maior longevidade

* O impacto econômico do envelhecimento da população

- Pizza na CPI: ninguém agüenta mais os políticos

- Exclusivo - Os supersalários dos juízes

São todos iguais? - A CPI prepara a pizza. Os partidos se unem para salvar mensaleiros e derrubar a verticalização. Enquanto isso, ninguém agüenta mais os políticos. (págs. 28 a 32)

Até R$ 34 mil por mês - É quanto chega a ganhar um juiz no Brasil. Agora, o Supremo e o Conselho Nacional de Justiça preparam um ataque aos supersalários. (págs. 34 a 36)

A CPI atrás de Palocci - A comissão foi montada para investigar os bingos, mas seu alvo verdadeiro é o ministro da Fazenda. (pág. 37)

Só falta entrar na Opep - O anúncio da auto-suficiência brasileira em petróleo é o resultado não da competência de um único governo, mas de 30 anos de investimento em uma tecnologia pioneira. (págs. 46 a 49)

A importação cresceu. Isso é bom - Embora os gastos tenham aumentado, o que as empresas estão fazendo são investimentos produtivos. (pág. 51)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Uma fantástica odisséia espacial

* Incríveis máquinas, novas descobertas e poderosos investidores privados abrem uma revolucionária corrida sideral

* E mais: Tudo sobre a viagem do brasileiro Marcos Pontes, que embarca para o espaço nos próximos dias

Entrevista: Hélio Bicudo - "Vou votar no Serra" - Militante histórico que deixou o PT diz que a esquerda vai levar 100 anos para se recuperar da gestão Lula. (págs. 7, 10 e 11)

Todos livres, leves e soltos - Congresso fica indiferente à vontade popular, absolve deputados mensaleiros e indica que a impunidade vai prosseguir. (págs. 28 a 30)

O desbunde londrino de Lula - A Rainha Elizabeth II mostrou ao presidente todo o glamour e o protocolo da família real. Foi encantador. (págs. 32 a 34)

Suplicy, o imbatível - Senador não teme acordo entre PT e PMDB e defende consulta às bases. (págs. 34)

A nova trincheira do Exército - Na maior ação militar já vista no Rio de Janeiro, 1.600 soldados ocupam morros, fecham estradas e levantam a polêmica: o que há por trás disso tudo? (págs. 38 e 39)

A ossada de US$ 150 mil - Governo sabe que engenheiro da Odebrecht morreu no Iraque dois dias após o seqüestro e negocia resgate para trazer de volta ao Brasil seus restos mortais. (págs. 40 e 41)

Sete milhões deixam a classe média - Em duas décadas, famílias brasileiras perderam poder de compra, acesso ao consumo e viraram novos pobres. (págs. 80 e 81)

Projeto atômico - Ministro anuncia a construção de mais sete usinas nucleares e provoca reação no governo. (pág. 82)

DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Quem vencerá o leilão da Amex? - Os bastidores e os últimos lances da disputa de US$ 1 bilhão entre Bradesco, Itaú e Unibanco pela compra das operações da American Express no Brasil. Em jogo, uma carteira de 1,3 milhão de clientes e a marca de cartões de crédito mais sofisticada do mercado

- Medicamentos: A indústria fecha o cerco ao diabetes

Entrevista: Antônio Britto - "O Brasil começa a exportar empregos" - O presidente da Azaléia, que já produz calçados na China, diz que as indústrias brasileiras estão seguindo o mesmo caminho. Isso pode comprometer 500 mil postos de trabalho no país. (págs. 22, 23 e 26)

Pompa e resultados - Lula volta aos salões do primeiro mundo e, em meio ao luxo da realeza britânica, obtém promessas bilionárias. (págs. 34 a 36)

Explosão nuclear nos Fundos de Pensão - Novo presidente do Nucleos, um fundo de pensão estatal que ficou manchado pela corrupção, quer colocar os ex-gestores na cadeia. Isso pode começar a mudar a face do setor. (págs. 38 e 39)

Reforma Agrária - Baderna impune - Num ato inédito de vandalismo, manifestantes do MST e de ONGs internacionais depredam a Aracruz, ficam soltos e ainda ameaçam lançar novas ações contra o agronégocio. (págs. 40 e 41)

Nossos japoneses são melhores? - Governo escolhe o padrão japonês para a TV digital no Brasil. Agora, espera contrapartidas orientais, como uma fábrica de semicondutores. (págs. 50 e 51)

Quem vai entrar na Amex? - Bradesco, Itaú e Unibanco medem forças em leilão secreto para a venda da American Express no Brasil. (págs. 86 a 89)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Mãos ao alto, favela - Na tentativa de resgatar armas roubadas, o Exército entra em confronto com traficantes, intimida os morros do Rio e, mais uma vez, comete o erro de exercer o papel de polícia

- Relações perigosas: PF liga o PSDB à máfia em Mato Grosso

- Brasil hi-tech: As empresas que competem em qualidade aqui e no exterior

- Construção Civil: O setor está às vésperas de um salto de produção e modernização

Um Brasil de ponta - Tecnologia - Sete empresas inovadoras, do Recife a Porto Alegre, mostram que o país pode competir em igualdade com os concorrentes no exterior. E vencer. (págs. 10 a 15)

O veneno do cascavel - Violência - Em resposta ao roubo de armas, o Exército intimida os morros cariocas. (págs. 20 a 25)

O comendador e os tucanos - Jogo do Bicho - As ligações de Antero Paes de Barros, Dante de Oliveira e João Arcanjo. (págs. 26 a 30)

A economia reage - Indústria - Os números de janeiro e fevereiro mostram melhora da produção, após o vexame do aumento de 2,3% do PIB em 2005. (págs. 32 a 34)

Sextante - Antonio Delfim Netto - O spread bancário - Os bancos não deveriam se importar tanto com a pecha de vilões do juro alto. Se há culpa, é do BC. (pág. 35)

O Mercosul à prova - Bloco - Uruguai recorre ao Brasil para tentar resolver impasse com a Argentina. (págs. 38 e 39)

Construção Civil - O setor faz as pazes com o crescimento - Estabilidade econômica, legislação adequada, juros em queda e um volume de recursos para financiamento jamais visto são os ingredientes da receita de aumento da produção e modernização do mercado de imóveis. (págs. 44 a 51)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- O desafio de escolher o sucessor

* O exemplo e os bastidores da Gerdau, palco da mais planejada sucessão familiar já feita no Brasil

* As características que fazem do sucessor um vencedor

- Especial - As saídas encontradas pelas empresas brasileiras para vencer a concorrência ilegal

Quem vai suceder este homem - A Gerdau entra na reta final da disputa que vai definir seu novo presidente. Conheça os bastidores do mais planejado processo sucessório já realizado em uma empresa familiar brasileira. (págs. 18 a 23)

Despreparados para a gripe aviária - Mais uma vez o governo brasileiro tarda em se prevenir contra um risco anunciado - e isso pode causar grande prejuízo à economia do país. (págs. 30 a 32)

Como entregar mais e cobrar a metade - O exemplo do México mostra que é possível oferecer um bom serviço público com bem menos impostos do que cobra o Estado brasileiro. (págs. 36 e 37)

O custo da lentidão - A burocracia reduz a competitividade e põe a perder boa parte do esforço exportador. (págs. 40 e 41)

Idéias para o presidente Lula - O PT ainda pode sair aplaudido do governo. Basta fazer reformas simples, como a obrigatoriedade de concurso para todos os funcionários públicos. (págs. 44 e 45)

Dá para vencer a ilegalidade - Vitórias no combate a crimes como a pirataria e a sonegação, obtidas por diversos setores em 2005, mostram que é possível, sim, reduzir a concorrência desleal contra quem opera dentro da lei e paga os impostos. (págs. 92 a 97)

O lucrativo banco do Dr. Antônio - É uma ironia. O Banco Votorantim, dos Ermírio de Moraes, tradicionais barões da indústria, é um dos que mais crescem no Brasil. (págs. 98 e 99)

ETES