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13/08/2006
JORNAL DO BRASIL - Medo movimenta R$ 112 bi - A cada ano, 55 mil coletes à prova de bala são vendidos no país dos sonhos de vendedores de janelas blindadas: só no Rio, 17,5 mil endereços são dotados desse instrumento de segurança. O comércio do medo vai também semeando quartos do pânico pelo Brasil. (pág. 1 e Segurança Pública, págs. A8 e A9) - Partidos - Com festas, PT sustenta escritórios até na Finlândia. (pág. 1 e País, pág. A3) FOLHA DE SÃO PAULO - 47% dos brasileiros se dizem de direita - Pesquisa Datafolha revela que 47% do eleitorado brasileiro se define como sendo de direita. Outros 23% se dizem de centro e apenas 30%, de esquerda. Geraldo Alckmin (PSDB) é o presidenciável com mais eleitores que se declaram de direita: 53%. Em seguida vêm Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 47% e Heloísa Helena (PSOL), com 39%. Ao opinar sobre temas polêmicos, o conservadorismo é maior: 79% são contra a descriminalização da maconha, 63% condenam o aborto e 84% defendem a redução da maioridade penal. Ainda que os conceitos de direita e esquerda tenham perdido força, especialistas não se surpreendem com esssa predominância de posições conservadoras. Segundo o cientista político Leôncio Martins Rodrigues, "entre as pessoas menos sofisticadas, a busca de 'soluções simples', como a redução da maioridade penal, têm muitos atrativos". Walter Maierovitch, especialista em segurança, diz que "o brasileiro é muito mal informado sobre esses temas polêmicos e acaba se alinhando a posições que emanam dos EUA". (págs. 1 e A4) - O governador Aécio Neves (PSDB) maquiou as prestações de contas de 2003 e 2004 em MG para esconder a não-aplicação de recursos em serviços de saúde. Aécio incluiu despesas como as de combate a doenças animais e obras de saneamento. O artifício ocorreu no período em que Aécio lançou os programas do "déficit zero" e do "choque de gestão". Para Fuad Noman, secretário da Fazenda, o governo "simplesmente obedeceu" à resolução do TCE sobre gastos em saúde. Antônio Anastasia, ex-secretário de Planejamento, diz que as contas foram aprovadas. (págs. 1 e A18) - O presidente da holding que controla o banco Itaú, Olavo Setubal, 83, afirma em entrevista a Guilherme Barros que não vê distinção entre as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin: "Os dois são conservadores". (págs. 1 e B1) O ESTADO DE SÃO PAULO - Só os bancos suíços são mais rentáveis que os do Brasil - Os bancos brasileiros têm a segunda maior rentabilidade de todo o mundo - perdem apenas para os tradicionais e famosos suíços. São tão eficientes quanto os melhores do planeta, mas gastam muito para fazer frente ao calote. (...) (págs. 1, B1 e B3) - Darci José Vedoin, o empresário que criou a máfia das ambulâncias e comprou pelo menos 12% dos congressistas brasileiros, se diz apenas um típico empresário brasileiro obrigado a abrir o item "pagamento de propina" em seus negócios. Do seu ponto de vista, a diferença entre ele e outros empresários é só uma: foi descoberto. Em entrevista a Angélica Santa Cruz, Vedoin disse que a todo momento tem alguém no Congresso fazendo o mesmo. (págs. 1 e A12) - Com o início do horário eleitoral gratuito, na terça-feira, os candidatos à Presidência levam suas campanhas para a TV apostando em fórmulas diferentes. O presidente Lula quer reverter os estragos causados pela crise política, destacando as realizações de seu governo. Geraldo Alckmin (PSDB) vai explorar o binômio trabalho/renda. Já Heloísa Helena (PSOL) diz que vai "...mostrar o que toda mulher brasileira tem: ternura e bravura". (págs. 1, A4 a A8) - Fernando Gabeira não sabe em quem votar. "Os candidatos não falam do que interessa. Ou eu vivo fora do tempo ou eles vivem." (págs. 1 e J8) O GLOBO - Tráfico arma e treina 1 em cada 5 meninos infratores - O tráfico de drogas nas favelas fornece armas e treina um em cada cinco crianças e adolescentes infratores que são detidos no Rio. Nos últimos 18 meses, foram recolhidos 5.337 menores, 37% deles envolvidos em roubos, tráfico e porte de armas. (...) (págs. 1, 20 e 21) - O candidato Geraldo Alckmin resiste, mas seus aliados políticos insistem em começar na terça-feira, no início do horário de TV, os ataques ao governo do presidente Lula. O foco da campanha seria a corrupção que abala o país há um ano. O PT diz que vai apenas "tocar" no tema. (págs. 1 e 3) - Apesar do crescimento do volume de crédito no país, 22 milhões de pessoas físicas e 10 milhões de empresas, das quais 8 milhões informais, continuam sem acesso a financiamentos. Burocracia, falta de comprovação de renda e até nome sujo impedem esses brasileiros de obterem financiamento. (págs. 1, 35 e 36) GAZETA MERCANTIL - Preço faz da moto verdadeiro veículo popular - Cada vez mais motos. Com produção de 1,36 milhão de unidades prevista para 2006, o veiculo de duas rodas conquista consumidores de baixa renda nas metrópoles e interior com preços acessíveis. "A motocicleta tem hoje mesmo papel que o Fusca teve um dia por estar ao alcance de uma base maior da população", diz Paulo Shuiti Takcuchi, presidente da Abraciclo, entidade que reúne os fabricantes. Se concretizar a projeção de 1,36 milhão, o setor crescerá 12% neste ano, com faturamento de US$ 5 bilhões. O mercado interno absorverá 1,185 milhão, crescimento de 16% nas vendas. Projeções indicam ainda produção de 2 milhões de unidades em 2008. As vendas sobem desde 1993, quando foram de 67 mil motos. Com o real, não pararam mais de crescer. O setor aumentou 17 vezes de tamanho. Expansão da linha de crédito e preços mais estáveis que o dos carros explicam a trajetória de sucesso. (pág. 1 e C-5) - Nova pesquisa do Ibope aponta que o presidente Lula ganharia a eleição presidencial no primeiro turno. Ele teve 46% das escolhas contra 21% do ex-governador Geraldo Alckmin. Pesquisa Vox Populi indicou 45% para Lula e 24% para Alckmin. (pág. 1 e A-6) - O Ministro da Fazenda Guido Mantega, disse ontem em Porto Alegre que na próxima semana será editada Medida Provisória alterando a desoneração das exportações prevista na Lei Kandir. O repasse dever´pa ser direto, sem necessidade de passar pelos governos estaduais. (pág. 1) - O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Júlio Sérgio Gomes de Almeida, afastou ontem a possibilidade de outra desoneração tributária neste ano, apesar de a hipótese de novos cortes de impostos ter sido ventilada por integrantes de primeiro escalão do governo, como o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. "Nem que o governo arriasse as calças", disse Gomes. (pág. 1 e A4) - A Embraer vai transferir tecnologia para a empresa portuguesa Ogma, recém-privatizada. Para isso, foi firmados ontem protocolo de cooperação industrial na área de aviação, com as assinaturas do presidente da Embraer, Maurício Botelho, e do primeiro-ministro português, José Sócrates, que visitou a empresa no Vale do Paraíba (SP). "É o momento de sermos mais ambiciosos e criarmos um cluster aeronáutico em Portugal", disse Sócrates. Maurício Botelho explicou eu o acordo fortalece a capacitação da industria aeronáutica portuguesa. A Embraer tem 70% do controle da Ogma desde 2005, quando o governo português privatizou a empresa aeronáutica, que atuava na área de serviços de manutenção e reparos em aviões civis e militares. Os 30% r estantes ficaram com a EADS. "o QUE O GOVERNO DE Portugal fez foi um gesto de confiança ao entregar a Ogma à gestão da Embraer", reforçou o primeiro-ministro. (pág. 1 e C-5) - A Bradespar, braço de investimentos não financeiros do Bradesco, anunciou ontem ter fechado um acordo com a Votorantim e a Camargo Corrêa para deixar o bloco de controle da VBC, que controla a CPFL Energia. Em troca da fatia no consorcio, a Bradesco vai receber ações livres que poderão ser vendidas no mercado. Mas a decisão sobre quando e como essa venda acontecerá será tomada posteriormente pelo conselho de administração. "Vamos desinvestir no momento 4em que acharmos oportunos", disse o diretor da companhia, Luiz Maurício Leuzin, à agência Reuters. A medida dá seqüência a um ciclo de desinvestimentos iniciado no ano 2000. Desde então, a Bradespar já vendeu sua fatia na CSN, Scopus e Valepar. Se vender as ações da CPFL, ficará apenas com os papéis da mineradora Vale do Rio Doce na carteira. -A Apsen Farmacêutica de capital nacional acaba de firmar contrato com a Mega Farma, laboratório com sede no Uruguai, mas sob o guarda-chuvas do grupo argentino Roemmers, para distribuir em 15 países latino-americanos uma pomada indicada para o tratamento da fimose. Desenvolvido pela companhia brasileira em parceria com a unicamp, o medicamento, patenteado, evita, em 90% dos casos, a cirurgia de fimose. O contrato é o primeiro de exportações da Apsen e deve receber US$ 3 milhões em cinco anos, disse o gerente da companhia, Edaurdo Sterza, observando que as perspectivas de vendas externas vão além desse contrato. Estão em avaliação negócios com outras empresas da Argentina, Ásia e Europa. O laboratório também fecho contratos com cinco companhias estrangeiras para licenciar sete remédios com exclusividade, que devem gerar receita de US$ 50 milhões, em cinco anos. A Apsen encerrará 2006 com R$ 160 milhões em vendas, estima o seu diretor, João Schlickmann. (pág. 1 e C-4) - Responsabilidades civil e criminal ao empresário e pessoa física que causar danos ao ecossistema são os novos dispositivos da lei ambiental, modificada há um mês. Em vários casos, desconhecimento e dúvidas levam ao descumprimento da legislação. O resultado do descumprimento pode ser atraso em licitações e embargo de obras, como a da hidrelétrica do rio Madeira (RO) e do Rodoanel Mário Covas (SP). (pág. 1 e A-10) CORREIO BRAZILIENSE - R$ 145 milhões sugados da Saúde - O dinheiro, que poderia estar salvando vidas de milhares de brasileiros, foi desviado para o esquema da máfia dos sanguessugas. O "Correio" chegou a esse valor com base nos recursos liberados por meio de emendas de deputados e senadores acusados de receber propina da quadrilha. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 a 4) - Facilidade de pagar contas de água, luz e telefone com cartão de crédito pode se transformar em pesadelo para os consumidores. Como os juros por atraso no cartão de crédito são tão altos quanto os do cheque especial, há o risco de a dívida se transformar em uma bola de neve. (págs. 1 e 25) VALOR ECONÔMICO - Nova redução de tributos causa atritos no governo - O anúncio de novas medidas de desoneração tributária criaram mal-estar entre importantes membros do governo. Ontem, o secretário de Política Econômica, Júlio Sérgio Gomes de Almeida, desmentiu de forma categórica as medidas anunciadas pelo ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan. Seu tom foi jocoso: "Nos semicondutores, nem que o governo arriasse as calças, não tem espaço", disse, em referência a um dos setores que, segundo Furlan, seriam beneficiados. "Medidas serão anunciadas, mas não têm nada a ver com compensação pelo aumento de carga tributária, e não é para este ano, o horizonte é bem maior", completou. O anúncio feito por Furlan - que incluía desonerações para máquinas e equipamentos (bens de capital), construção civil e estímulos para investimentos no segmento de semicondutores - surpreendeu os técnicos do Ministério da Fazenda, que começaram há poucos dias a estudar esses temas. No Rio Grande do Sul, em evento com empresários, o ministro Guido Mantega também não confirmou desonerações no curto prazo. Mas agora ele terá de administrar o constrangimento causado por seu asssessor em relação à pasta do Desenvolvimento. O secretário chegou a dizer que estímulos para semicondutores "somente podem vir de gente que não entende do assunto". Assessores de Furlan estranharam o tom ríspido do desmentido e lembraram que o pacote cambial também foi, inicialmente, desmentido. Gomes de Almeida acabou também admitindo que a preocupação com as contas públicas existe dentro do governo. "O problema da restrição fiscal é muito grave" , afirmou ele, fazendo coro aos críticos do governo na área fiscal. (pág. 1) - Os ataques mais fortes do horário eleitoral gratuito serão reservados para os comerciais que aparecem ao longo do dia. A avaliação, compartilhada pela cúpula das campanhas presidenciais, é que os comerciais, além de mais efetivos, podem fazer os ataques sem expor os candidatos à Presidência à campanha negativa. O programa do horário eleitoral petista vai reforçar os feitos do governo para a população de baixa renda e o tucano vai privilegiar o programa de governo do candidato. Ao contrário de 2002, os programas são dirigidos por publicitários egressos do jornalismo. (pág. 1) - Ao anunciar a decisão de deixar o bloco de controle da VBC, controladora da CPFL Energia, a Bradespar, braço de participações em empresas do Bradesco, pôs em discussão seu próprio futuro, uma vez que não estão contemplados novos investimentos. Se efetivar a venda das ações, só restará em seu portfólio a participação de 5,6% na Vale do Rio Doce, que hoje já responde por quase 90% dos negócios e tem valor de R$ 6,9 bilhões. O Valor apurou que o dinheiro da venda das ações da CPFL deverá ser todo distribuído aos acionistas. No banco, o entendimento é que o investimento em empresas não faz parte de suas atividades. A holding foi criada em 2000 para segregar participações em empresas detidas pelo Bradesco, em cumprimento a exigência legal. Pelo acordo, Votorantim e Camargo Corrêa ficarão cada uma com 50% da VBC, que divide o controle da CPFL com Previ e Bonaire. (pág. 1) - Com a alta do petróleo e o aumento da produção no Brasil, analistas estimam que o lucro da Petrobrás no segundo trimestre deverá ser de cerca de R$ 7 bilhões. O número oficial será divulgado hoje. (pág. 1) REVISTAS VEJA TÍTULOS DE CAPA - Ela pode decidir a eleição - Nordestina, 27 anos, educação média, 450 reais por mês, Gilmara Cerqueira retrata o eleitor que será o fiel da balança em outubro - Documentos inéditos revelam... - as entranhas do PCC, a organização criminosa de Marcola Entrevista: Carlos Henrique de Brito Cruz - O salto que falta - O pesquisador diz que o Brasil precisa aumentar o número de cientistas no setor privado. É da união dessas forças que nasce a inovação. (págs. 11 a 15) Ela pode decidir a eleição - No Nordeste, onde Lula esmaga Alckmin, o voto de um grupo peculiar de eleitoras pode ser decisivo para definir quem será o próximo presidente. (págs. 52 a 55) O que vem depois da euforia? - A economia do Nordeste vive uma fase dourada, com aumento chinês no consumo... mas a festa pode não durar. (págs. 56 a 59) Reféns do assistencialismo - Apesar de seu tremendo impacto, o Bolsa Família falha ao não abrir uma porta de saída da miséria. (págs. 60 e 61) Faltam nove na degola - Relatório inicial da CPI dos Sanguessugas pede cassação de 72 políticos, mas mistérios insondáveis livram deputados enrolados. (págs. 62 e 63) O PCC ataca. Mas também leva - Na semana em que agiu pela terceira vez, a facção tornou-se alvo da mais contundente denúncia já apresentada à Justiça. (págs. 64 a 68) Não diga, presidente! - Em entrevista incisiva, o Jornal Nacional obtém novas versões de Lula sobre escândalos no governo. (pág. 64) A máfia de Rondônia - A Polícia Federal prende a cúpula dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do estado. (págs. 70 a 72) O capitalismo da Folha - Como a capacidade empreendedora de Octavio Frias de Oliveira, dono da Folha de S.Paulo, ajudou a profissionalizar a imprensa brasileira. (págs. 74 e 75) Por que o Brasil não cresce como a China e a Índia? - Sete ganhadores do Prêmio Nobel de Economia dizem, em entrevistas exclusivas a "Veja", quais são as amarras que impedem o país de crescer como os gigantes asiáticos. (págs. 86 a 94) ÉPOCA TÍTULO DE CAPA - Qual é a dela? - Por dentro do mundo e da mente de Heloísa Helena A filha do sonho e da dor - Por dentro do mundo e da mente de Heloísa Helena. (págs. 29 a 34) 45 dias para vencer - Lula briga para ganhar no primeiro turno. Alckmin tem a última chance de tentar virar o jogo. Começa a disputa que importa: o horário eleitoral na TV. (págs. 40 a 44) Reforma política - O novo Plano Real - A moeda estável derrubou a inflação. O que é preciso fazer para derrotar a corrupção? (págs. 48 a 50) Entrevista: Guido Mantega - Guido, ou o otimismo - O Brasil está na frente da China e Índia. O Estado não está inchado. E a corrupção tem impacto mínimo na economia. Bem-vindo ao mundo de Mantega. (págs. 52 e 53) Com o PCC carimbado na testa - Saulo de Castro Abreu será lembrado como o homem que fracassou no combate à organização e permitiu que ela aterrorizasse São Paulo. (págs. 88 a 90) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - Entrevista exclusiva - O polêmico Saulo - O secretário de Segurança de São Paulo, Saulo de Abreu, em meio à crise do PCC, parte para o ataque ao governo federal e diz: "O presidente Lula está sendo desonesto com o País" Polêmico Saulo ataca - Pressionado pelos novos ataques do PCC, secretário de segurança de São Paulo se volta contra o ministro da Justiça e o presidente Lula. (págs. 29 a 31) Na sala de guerra dos sanguessugas - Ministro da Saúde diz que dorme com os dois olhos abertos e admite que não tem como controlar recursos destinados a Estados e municípios. (págs. 34 e 35) Gabeira na guerrilha - O ex-combatente abriu novas frentes de briga ao acusar desvios na Ciência e Tecnologia. Foi chamado de mau-caráter e deu o troco. (págs. 38 e 39) Delcídio testa sua força - Ele era o xerife da CPI do mensalão e desafiou seu próprio partido. Agora, sai em campo atrás de votos para ser governador. (págs. 44 e 45) As milionárias crateras de nossas estradas - PF faz perícia nas rodovias e descobre que metade do dinheiro pago pelo governo é desviada. (págs. 46 e 47) DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - Wal-Mart - A máquina verde - A maior empresa de varejo do mundo deflagra uma cruzada para se transformar também em líder global na defesa da saúde do planeta. De saída, investe US$ 500 milhões para adotar práticas ecológicas em suas lojas. E vai usar seu enorme poder para induzir fornecedores a aderirem à causa. A onda verde já chegou ao Brasil, país estratégico para a nova filosofia do grupo Entrevista: Paulo Skaf - "O Brasil cansou" - Presidente da Fiesp argumenta que o atual modelo econômico, focado só na estabilidade, está esgotado e diz que as eleições de 2006 são oportunidade histórica para atacar a corrupção. (págs. 20 a 22) Meirelles já pode sorrir - Risco desaba, dólares inundam o País, a inflação agoniza e o fogo amigo estancou. Com tudo isso, o presidente do BC diz que, se melhorar, estraga. (págs. 28 a 30) O plano Nakano - Com um punhado de idéias ousadas para acelerar o crescimento, o discreto diretor da FGV pôs-se no centro da polêmica eleitoral. (págs. 34 e 35) A cara de um segundo mandato - Dilma coordena projetos para 2007, manda nos seus colegas e até nos empresários. Aos poucos, ela toma conta do governo. (págs. 38 e 39) O caminho dos sanguessugas - CPI incrimina 12% do Congresso, mas o caso das ambulâncias é só um entre muitos. (págs. 40 a 41) O exemplo que vem do Brasil - Filial do Wal-Mart entra na onda verde e vira peça-chave na nova filosofia do grupo. (págs. 60 e 61) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - Lula, pai dos pobres * Alckmin cai 8 pontos e o presidente conquista apoio maciço entre os desfavorecidos * Marcos Coimbra: Os programas do horário eleitoral pouco influenciam o voto - Sanguessugas - A participação dos evangélicos na máfia A força do pobre - Lula amplia a vantagem sobre Alckmin com o apoio de 58% dos eleitores de baixa escolaridade, e hoje venceria a eleição no primeiro turno. (págs. 18 a 21) A tevê não conta tanto - É sabido que a influência dos programas eleitorais é pequena. O que pode fazer diferença são as inserções de 30 segundos. (págs. 22 e 23) O diabo são os outros - Máfia dos Sanguessugas - Envolvidos até o pescoço no escândalo, parlamentares evangélicos enxergam "conspiração demoníaca". (págs. 24 a 26) Copo cheio ou vazio? - Economia - O governo prevê alta do PIB de até 4,5%. Conservadores ou realistas, a indústria, o comércio e os bancos têm metas menores. (págs. 28 e 29) Um modismo trágico - Crime organizado - Nova onda de ataques do PCC revela os mesmos problemas da segurança e os velhos vícios da política. (págs. 30 a 32) EXAME TÍTULOS DE CAPA - A hora certa de parar * Bill Gates dá mais uma lição ao mundo dos negócios. Aos 50 anos, está deixando o comando da Microsoft. Motivo: ele percebeu que já não é o homem ideal para assegurar o sucesso da empresa no futuro * Os exemplos de brasileiros que pararam no momento correto * Empreendedores que arrasaram seus negócios porque insistiram em permanecer no poder - Exclusivo - Estudo McKinsey - O que é preciso fazer para que o Brasil cresça 9% ao ano O barão das finanças sai de cena - Com uma fortuna de 1,6 bilhão de dólares, Júlio Bozano deixa o mundo dos negócios da forma como sempre trabalhou: em silêncio. (págs. 26 a 28) O vento sopra a nosso favor - O longo ciclo de preços altos das commodities no mercado mundial é uma chance histórica que o país não pode perder. (págs. 30 a 32) No ninho dos liberais - A Casa das Garças - núcleo de estudos mantido por notáveis, na maioria tucanos - sai da discrição e defende o liberalismo econômico. (pa´gs. 34 e 35) O absurdo do "imposto verde" - Sob o pretexto de proteger a natureza, o governo estuda cobrar mais das empresas em obras de infra-estrutura. (págs. 36 a 38) Contra a marca da maldade - Ou o Brasil enterra logo, e de vez, a maneira como se faz política hoje em dia, ou continuará tendo de viver com um Congresso como o atual - ou pior ainda que este. (págs. 40 e 41) Para vencer a ilegalidade - A cada ano, o Brasil deixa de ganhar o equivalente a um PIB da Austrália devido às práticas econômicas ilegais. (págs. 104 a 109)

ATENÇÃO
Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.
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