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15/03/2006
JORNAL DO BRASIL - Exército vasculha a Rocinha - E as armas aparecem * Depois de ocupar a Favela da Rocinha, Exército recuperou os 10 fuzis e a pistola roubados há 12 dias. Estavam numa trilha em São Conrado. Operações continuam, com foco na prisão dos envolvidos. * Moradores se dividem entre a sensação de amparo com a presença dos soldados e a rotina dos conflitos que os obriga a alterar percursos para escapar da violência na vizinhança do Túnel Zuzu Angel. * Investigações do Ministério Público Militar fecham o cerco sobre dois ex-militares suspeitos do planejamento e execução do roubo do armamento no quartel de São Cristóvão. (pág. 1, A7 a A9) - O governador de São Paulo Geraldo Alckmin, venceu o embate com o prefeito paulistano, José Serra, e será o candidato do PSDB à Presidência. A ausência de Serra na hora do anúncio, contudo, denuncia a existência de fissuras entre tucanos. Cientistas políticos concordam com a escolha. (pág. 1, A2 a A4) - A imagem insípida é enganosa: convém não subestimar o sabor eleitoral de Geraldo Alckmin. (Augusto Nunes, pág. 1 e A3) - Por 9 votos a 5, o Conselho de Ética recomendou a cassação do mandato do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha. O destino do petista está nas mãos do plenário: os deputados devem votar em duas semanas. (pág. 1 e A5) - Em 15 anos de Código de Defesa do Consumidor, os brasileiros revelam-se mais exigentes e vigilantes. Campeãs de reclamações até 2003, empresas de telefonia tiveram de investir milhões em atendimento para fugir da lista negra dos clientes. (pág. 1 e A17) - Preço contaminado - Frango está 30% mais barato no país. (pág. 1 e A19) FOLHA DE SÃO PAULO - Alckmin será o candidato do PSDB O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, 53, venceu a batalha interna do PSDB e foi indicado pelo partido para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em outubro. Sempre atrás de José Serra nas pesquisas de intenção de voto, o governador valeu-se da indefinição do prefeito para ocupar espaço político e reverter um quadro que lhe era desfavorável. O Planalto e o PT avaliam que a disputa será menos previsível do que seria contra Serra. Empresários festejaram a escolha -era o nome que preferiam desde sempre. A novela tucana durou quatro meses, desde que Alckmin revelou a intenção de concorrer, em dezembro (pág. 1). - JANIO DE FREITAS- A mais original escolha de um candidato à Presidência deu-se entre um pretendente que nunca disse pretender, durante os quase três meses da disputa, e um concorrente que se tornou vitorioso só por ter passado os mesmos três meses repetindo o refrão "eu mantenho a minha candidatura" (pág. 1). - Poucas vezes se viu um processo de escolha de candidato presidencial tão atabalhoado e incerto quanto o que redundou na definição do nome de Geraldo Alckmin pelo PSDB. Acabou premiada a perseverança do governador, assentada no argumento de que a sua candidatura -embora menos cotada nas pesquisas de intenção de voto- seria mais natural e menos arriscada politicamente que a de José Serra (pág. 1). - A escolha de Geraldo Alckmin como candidato do PSDB foi bem recebida pelos empresários Antônio Ermírio de Moraes (grupo Votorantim), Paulo Skaf (presidente da Fiesp) e Armando Monteiro (presidente da CNI). Também houve reação positiva no mercado financeiro. José Serra, rival na disputa pela candidatura, enfrentava resistências no empresariado (pág. 1). - A cúpula do PSDB decidiu ontem que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, será o candidato tucano a presidente -em detrimento do outro postulante, o prefeito paulistano, José Serra. Foi uma cena melancólica no final da tarde. Os tucanos vivem a exaltar sua suposta alta noção republicana, mas apareceram rachados em público. José Serra não estava lá para a inexorável foto de todos dando as mãos e erguendo os braços. O discurso da unidade é quase patético (pág. 1). - Francenildo dos Santos Costa, 24, caseiro até ontem da casa alugada entre 2003 e 2004 por ex-assessores de Antonio Palocci Filho (Fazenda) na Prefeitura de Ribeirão Preto (SP), deve confirmar hoje à Polícia Federal o testemunho de que o imóvel não apenas era freqüentado pelo ministro -contrariando o depoimento que Palocci prestou à CPI dos Bingos em janeiro- como também servia para partilha de dinheiro e abrigava festas animadas por garotas de programa (pág. 1). - O Conselho de Ética da Câmara aprovou ontem à noite o pedido de cassação do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP), pelo placar de 9 votos a 5. O parecer do deputado Cezar Schirmer (PMDB-RS) agora segue ao plenário, onde irá a voto provavelmente em 29 de março.
A surpresa foi o voto do tucano Bosco Costa (SE), suplente no conselho, que apareceu na última hora e ficou contra a cassação. Costa substituiu Mendes Thame (PSDB-SP), que teria viajado repentinamente. "Votei de acordo com minha consciência, porque tenho dúvidas sobre a responsabilidade atribuída ao deputado João Paulo", afirmou (pág. 1). - Integrantes do Exército negociaram sigilosamente com a facção criminosa Comando Vermelho a recuperação de dez fuzis e uma pistola roubados de um quartel do Rio, em São Cristóvão (zona norte), no dia 3 de março, segundo relatos feitos à Folha por pessoas envolvidas. As armas já estavam em posse do Exército desde domingo à noite. Elas estão com a numeração raspada em três diferentes lugares. Um comboio de 12 carros descaracterizados, com homens fortemente armados do Exército transportou, no domingo à noite, os fuzis e a pistola até uma unidade da instituição. Militares celebraram o sucesso da operação no mesmo dia (pág. 1). - A benemerência do governo Lula para com os movimentos sem-terra não tem limites. Dados do Siafi (sistema informatizado de acompanhamento de gastos do governo federal) atestam que duas ramificações do Movimento das Mulheres Camponesas -filiais de Roraima e do Pará- receberam R$ 79 mil do Ministério do Meio Ambiente (pág. 1). - A Eletrobrás é um exemplo eloqüente do esgarçamento da máquina pública no país. Estatal responsável pelo controle do setor elétrico brasileiro, mantém há anos uma estrutura ineficiente e acostumada a onerar os cofres do governo (pág. 1). - O consumidor vai estar na mira da Receita Federal nas próximas ações de fiscalização para o combate ao contrabando e à pirataria no Estado de São Paulo. Essa é a mais nova arma do fisco para inibir a venda de produtos importados de forma ilegal no Brasil, segundo informa Guilherme Adolfo Mendes, superintendente-adjunto da Receita Federal no Estado de São Paulo (pág. 1). - A Secretaria Municipal do Trabalho do governo José Serra (PSDB) firmou um contrato de R$ 948.750, sem licitação, com um instituto presidido pela mulher do secretário dos Transportes, Frederico Bussinger.
O Idelt (Instituto de Desenvolvimento, Logística, Transporte e Meio Ambiente) vai receber essa quantia para dar cursos de capacitação de calceteiros -referente à construção de calçadas-, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de escritórios e reciclagem de lixo como parte de um programa social da Prefeitura de São Paulo (pág. 1). O ESTADO DE SÃO PAULO - Alckmin enfrentará Lula - Depois de um processo de escolha de dois meses, o governador Geraldo Alckmin foi anunciado ontem como candidato do PSDB à Presidência da República. Nos três discursos feitos no evento, foi repetida a pregação sobre unidade partidária, mas o outro pré-candidato do partido, o prefeito de São Paulo, José Serra, não estava presente. Alckmin apresentou os temas de sua campanha: "Um banho de ética no governo brasileiro; a bandeira da eficiência, fechando todas as torneiras do desperdício; e a bandeira das reformas, que vão possibilitar ao país avançar com firmeza, num grande projeto de desenvolvimento. O Brasil não agüenta mais essa onda de corrupção que assolou o país, o país sem projeto, com crescimento raquítico, num mundo marcado pela mudança e pela rapidez". Serra abriu mão da candidatura porque queria ser escolhido unanimemente pelo partido, mas já tem um novo dilema: os dirigentes do PSDB aguardam o quanto antes que ele diga se aceita ser candidato a governador do estado. O prazo para desincompatibilização vence dia 31. (pág. 1, A4 a A7) Frase: "Por considerar Geraldo Alckmin habilitado para vencer a eleição e ser o próximo presidente, cerro fileiras, com o partido, em torno de sua candidatura". (José Serra, prefeito de São Paulo, pág. 1) - O problema de Serra: Alckmin se manteve inflexível - "Eu precisava deixar claro qual era o problema", disse José Serra momentos antes do anúncio oficial, ainda sob o impacto de um resultado que no fundo, não esperava. O "problema", divulgado na véspera, era a necessidade de Serra deixar patente que não prosseguiu no projeto de ser candidato porque Geraldo Alckmin se manteve inflexível. (Dora Kramer, pág. 1 e A6) - A surpreendente e obstinada cruzada pela candidatura - Com uma estratégia definida por um amigo como "típica de um médico anestesista que sabe que as coisas podem mudar a qualquer momento", Alckmin trabalhou como um trator. (Angélica Santa Cruz, pág. 1 e A5) - O relator da CPI dos Bingos, senador Garibaldi Alves, disse que no relatório final vai incluir o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, como envolvido em suspeita de irregularidades, porque diversas testemunhas o acusaram. O ministro voltou a negar a denúncia de que freqüentava uma mansão de Brasília onde ex-assessores seus faziam partilha de dinheiro. Ele teria sido visto chegando ao imóvel dirigindo um Peugeot. Palocci disse que não dirige carro em Brasília. Comentário do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, refletiu o mal-estar no governo diante das novas denúncias. Questionado se punha a mão no fogo pelo colega, Bernardo respondeu: "Eu ponho um pedacinho do pé. Pode ser?". (pág. 1 e A8) - Hora da verdade para Palocci - A entrevista do caseiro da mansão que serviu de sede da República de Ribeirão em Brasília deixa o ministro da Fazenda. Antonio Palocci, perto de sofrer uma hemorragia política provavelmente terminal. (pág. 1 e A3) - Após 12 dias de operações em favelas, foram encontradas ontem, por volta das 19 horas, as armas roubadas de um quartel do Exército no Rio. Os dez fuzis e uma pistola estavam num matagal entre os Morros do Vidigal e da Rocinha, na zona sul. Os soldados e PMs localizaram o armamento graças a uma denúncia anônima. O armamento foi encontrado depois que já havia terminado uma blitz na Rocinha. (pág. 1 e C1) - O governo prevê que até 2015 deverão ser investidos cerca de R$ 125 bilhões na expansão da geração e da transmissão de energia no País. Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica, cerca de R$ 40,7 bilhões serão aplicados no sistema de transmissão de energia e R$ 85 bilhões na ampliação da capacidade de geração em 40 mil megawatts. O governo não divulgou as fontes de financiamento. (pág. 1 e B1) - Cerca de mil integrantes da Via Campesina invadiram ontem o campo experimental de sementes da multinacional Syngenta Seeds, em Santa Tereza do Oeste, a 520 quilômetros de Curitiba, exigindo a autuação da empresa por pesquisar sementes transgênicas nas proximidades do Parque Nacional do Iguaçu, o que é proibido por lei. O plantio já havia sido interditado pelo próprio Ibama. (pág. 1 e A12) - Insegurança - O sintoma da insegurança se tornou um mal-estar global. (Jorge Wilheim, pág. 1 e A2) - A libanesa Rana Abdel Rahim Koleilat, presa sob acusação de corrupção no dia 12, foi transferida ontem de Itaquera para o 89° Distrito Policial, na zona sul. Ela saiu da delegacia por um buraco na parede, pois o prédio está em reforma. O Líbano quer a extradição de Rana, suspeita de financiar o atentado contra o ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, em 2005. (pág. 1 e A15) O GLOBO - Exército recupera armas mas permanece nas ruas - Após 12 dias de confrontos e ocupação de 13 favelas, numa das maiores operações militares de combate ao tráfico no Rio, o Exército recuperou ontem as 11 armas roubadas de um quartel no dia 3 de março. Segundo o Exército, um informante da Companhia de Inteligência do Comando Militar do Leste (CML) levou os militares a chega ao armamento deixado numa mata perto da Estrada das Canoas, em São Conrado. As armas teriam sido devolvidas por traficantes do Morro do Borel, na Tijuca. A força cumpriu sua missão, mas permanecerá nas ruas do Rio. O general Hélio Chagas de Macedo Junior, chefe do Estado-maior do CML, e o secretário de Segurança, Marcelo Itagiba, garantiram ontem que as operações irão continuar, de forma pontual, até que os responsáveis pelo roubo sejam presos. No bairro onde foram achadas as armas, horas antes, a Favela da Rocinha foi ocupada por cerca de 300 militares com dois helicópteros e dois carros blindados. Houve dois feridos, um deles o pára-quedista Ângelo Gabriel de Souza, de 20 anos, que atirou acidentalmente no próprio pé. Militares também enfrentaram provocações de traficantes pelos radiotransmissores. O vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar, disse que o Exército está pronto para ajudar em operações de combate ao crime se houver um pedido do governo do estado do Rio. (pág. 1, 16, 18 e editorial "Missão cumprida") - O PSDB anunciou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como o candidato que enfrentará o presidente Lula na eleição deste ano. Um dia após se colocar á disposição do partido - embora rejeitando a realização de prévias - o prefeito de São Paulo, José Serra, desistiu quando Alckmin o procurou para dizer que disputaria até a convenção. Serra alegou que preferia preservar a unidade partidária, mas não foi ao lançamento da candidatura de Alckmin. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presente ao evento, não discursou. Serra continua na prefeitura, e ainda não há decisão sobre o nome do candidato tucano ao governo de São Paulo. O Planalto aposta na divisão do PSDB para fortalecer Lula. (pág. 1, 3 a 9, Tereza Cruvinel, Merval Pereira e Míriam Leitão) - A oposição considerou muito grave a revelação do caseiro Francenildo Costa de que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, era freqüentador assíduo da luxuosa casa mantida em Brasília pela República de Ribeirão Preto. O testemunho do caseiro confirma o do motorista Francisco Costa e desmente Palocci, que dissera à CPI dos Bingos jamais ter estado na casa. O Planalto teme que a denúncia atinja a imagem do presidente Lula, mas Palocci manteve sua versão e disse que ficará no ministério até o fim do governo. (pág. 1, 10 e 11) - O Conselho de Ética aprovou o pedido de cassação do mandato do ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP). A defesa recorrerá à CCJ e ao STF para retirar trechos do relatório do TCU sobre contratos da Câmara com as empresas de Marcos Valério. A CPI dos Correios decidiu pedir investigação sobre os negócios de Fábio Luís, filho do presidente Lula, com a Telemar. (pá. 1, 12 a 14) - A nova refinaria da Petrobrás, que Rosinha queria em Campos e Lula inicialmente em Itaguaí, será instalada em Itaboraí, informa Ancelmo Góis. No caminho da Região dos Lagos e do Norte Fluminense, a cidade é conhecida por sua cerâmica. (pág. 1, 20 e 21) - No próximo verão, a prefeitura de Angra dos Reis vai limitar a entrada de turistas e cobrar taxa de preservação ambiental na Ilha Grande, como ocorre em paraísos ecológicos como a ilha de Fernando de Noronha. (pág. 1 e 19) CORREIO BRAZILIENSE - Constrangido, PSDB desce do muro e vai de Alckmin - Apesar de as pesquisas de intenção de voto o apontarem como o mais forte adversário de Lula, José Serra não será o candidato do PSDB à Presidência da República. O prefeito desistiu de disputar a indicação com Geraldo Alckmin. Disse que o objetivo era evitar um racha no partido. Sem alternativa, a cúpula tucana teve de endossar o nome do governador. No momento do anúncio da candidatura, na tarde de ontem, o mal-estar era visível. Serra não foi à solenidade. Apenas informou, por nota, o apoio ao colega, mas Alckmin não perdeu a pose: fez questão de ir cumprimentá-lo na prefeitura. (pág. 1, 2 a 4) - Oposição pede demissão de Palocci - Revelações de caseiro sobre malas de dinheiro e visitas a casa de lobistas complicam ministro, que é defendido por Lula. (pág. 1 e 11) - Conselho empareda João Paulo - Por nove votos a cinco, o Conselho de Ética aprovou ontem relatório que recomenda a cassação do deputado federal João Paulo Cunha. Na tentativa de salvar o mandato, o petista - acusado de receber R$ 50 mil do esquema Marcos Valério - apelou até para Jesus Cristo. Mas não adiantou. O caso segue, agora, para o plenário da Câmara, que hoje decide o destino de outros dois deputados: Pedro Henry (PP-MT) e Pedro Corrêa (PP-PE). (pág. 1 e 9) - Exército recupera armas roubadas - Comando Militar do Leste encontrou 10 fuzis e pistola na favela da Rocinha. Mas mantém operação no Rio de Janeiro. (pág. 1 e 13) - A queda nas exportações provocada pela gripe do frango beneficiou o consumidor brasileiro. Como a produção ficou no mercado interno, os hipermercados lançaram uma onda de promoções nas prateleiras. O filé de peito de frango, por exemplo, pode ser encontrado por menos de R$ 2. (pág. 1 e 15) - Farmácia ilegal pela internet - Quatro universitários são presos por vender abortivo, anabolizante e remédio para emagrecer em chat. (pág. 1 e 27) - Nova tribo - Matheus Terena é um dos 1.176 candidatos que disputam 10 vagas oferecidas pela UnB para índios. (pág. 1 e 29) - Esperança - Crianças soropositivas que participaram de oficina de fotografia se preparam para exposição na Câmara dos Deputados. (pág. 1 e 32) MANCHETES ESTADO DE MINAS - [Fim da novela] - Alckmin é o anti-Lula JORNAL DO COMMERCIO (PE) - PSDB fecha com Geraldo Alckmin - Polícia aborta fuga cinematográfica A TARDE (BA) - Detentos montam comércio e alugam celas na penitenciária GAZETA MERCANTIL (SP) - Petrobras é a marca de maior valor no País VALOR ECONÔMICO (SP) - Empresas descobrem novos 'paraísos' para cortar custos

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