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25/06/2006
JORNAL DO BRASIL - Fraude - Corrupção institucional empobrece o Brasil. (pág. 1 e cad. País, pág. A3) - Varig - A agonia da marca que valia US$ 190 milhões. (pág. 1 e cad. Economia, págs. A25 a A27) FOLHA DE SÃO PAULO - Lula ataca anos FHC e diz ser caluniado - Em convenção nacional do PT, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou ontem oficialmente sua candidatura à reeleição. Em discurso, comparou vários números de seu governo com a era FHC, atacou a oposição e se apresentou como um "pai dos pobres" vítima de preconceitos e calúnias. Lula também isentou-se de responsabilidades pelo escândalo do mensalão e prometeu colocar a educação como a prioridade de um segundo mandato. "Aceitei, mais uma vez, o chamamento, o chamamento que vem de vocês, mas que vem, também, do fundo do meu coração. Decidi submeter meu nome e meu governo, humildemente, ao julgamento dos meus irmãos brasileiros", afirmou. "Pensam que o povo esqueceu o tamanho do buraco que eles cavaram", disse Lula ao criticar resultados do governo anterior. (pág. 1 e cad. Brasil) - Dividida e sob forte pressão política, a diretoria da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) aprovou no final da noite de sexta-feira e anunciou ontem a venda da VarigLog para a Volo - vinculada ao fundo norte-americano Matlin Patterson -, abrindo uma nova possibilidade de venda da Varig. O anúncio gerou reações. Para o presidente da Infraero, José Carlos Pereira, a decisão é "impatriótica" por dar margem à "competição predatória" contra as aéreas nacionais. (págs. 1, A21 e A23) - O Ministério Público Federal investiga os sorteios de prêmios feitos pela Rede Globo desde o início da Copa, informa Elvira Lobato. A rede já arrecadou R$ 60 milhões com a promoção "Seleção do Faustão", pela qual quem envia mensagens de celular, ao custo de R$ 4, participa dos sorteios. A emissora só está autorizada a distribuir prêmios gratuitamente. A Globo alega que o sorteio apenas promove boletins informativos por celular, e o custo se refere à venda deles. (págs. 1 e B1) O ESTADO DE SÃO PAULO - Candidato, Lula quer governo mais social - O presidente Luiz Inácio Lula, que assumiu ontem sua candidatura, já tem traçada a meta para um eventual segundo mandato: quer um governo mais social. O ajuste fiscal não deverá ser abandonado, mas a palavra de ordem da nova campanha será crescimento com inclusão. Ele orientou o comando petista a preparar uma plataforma que indique como prioridade a distribuição de renda e não o superávit primário. A inspiração vem dos estilos populistas do líder venezuelano Hugo Chávez e de Getúlio Vargas. Na convenção de ontem, Lula chamou a oposição de 'vozes do atraso', atacou o tucano Geraldo Alckmin e tentou manter a retórica 'paz e amor': 'Preparem não as armas, mas pétalas de rosas para responder aos tiros dos adversários'. (págs. 1 e A4) - Enquanto os indicadores econômicos e sociais do Brasil melhoravam entre 1992 e 2004, os grandes conglomerados urbanos, principalmente São Paulo, ficaram estagnados ou recuaram. O número de pobres, por exemplo, caiu quase 10 pontos porcentuais no País como um todo e, nas regiões metropolitanas, apenas 3,4 pontos, mostra o Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (Iets). (págs. 1 e B1) - O presidente Lula tentou acabar de vez com a autonomia das agências reguladoras, subordinando suas decisões aos ministérios. Para isso, baseou-se em parecer da Advocacia-Geral da União que vai contra a legislação em vigor. (págs. 1 e B2) O GLOBO - Rio perde R$ 4,4 bi por ano com a informalidade - A economia do Rio perde por ano R$ 4,4 bilhões com pirataria, inadimplência, ligações clandestinas e construções ilegais. Nesse universo, os furtos de energia elétrica somam R$ 760 milhões. O prejuízo com "gatos" de água chega a R$ 360 milhões. Até as operadoras de TV a cabo são vítimas da pirataria, com perda de R$ 30 milhões anuais, mostra levantamento feito pelo repórter Alessandro Soler. Os dados revelam que a indústria fluminense deixou de ganhar R$ 1 bi no ano passado por causa de várias informalidades. (págs. 1, 16 e 17) - Criado há dez anos para aumentar investimentos na educação fundamental, o Fundef movimentou R$ 175 bilhões, mas não eliminou desigualdades regionais. Aumentou o número de matriculados, embora ainda faltem resultados quanto à qualidade do ensino. (págs. 1, 14 e 15) - Os brasileiros têm hoje pelo menos R$ 12,7 bilhões em dívidas atrasadas com bancos. O volume nunca foi tão alto. Apesar disso, esse número está sendo mascarado pelas estatísticas oficiais, que englobam o crédito com desconto em folha, de risco quase zero para os bancos. (págs. 1, 31 e 32) CORREIO BRAZILIENSE - Governo será o maior cabo eleitoral de Lula - O PT lançou oficialmente, ontem, a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. Em seguida, Lula enfileirou números do seu desempenho à frente do Palácio do Planalto para mostrar que os projetos e as realizações do seu governo serão as estrelas da campanha. Num discurso de 36 páginas, comparou exaustivamente seu desempenho com os oito anos de Fernando Henrique e aproveitou para atacar os tucanos. "O povo está dizendo que não os quer de volta". O comando da campanha será dividido entre o presidente do PT, Ricardo Berzoini, e o coordenador oficial, Marco Aurélio Garcia. No clima da reeleição, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, revelou, nos bastidores, que só continuará num eventual segundo mandato se a política econômica atual for assegurada. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que agora a ênfase será para o crescimento acelerado da economia. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 a 4 e 21) - Anac começa a facilitar venda da Varig. (págs. 1 e 26) - Com a radicalização da greve dos servidores da segurança pública do DF, as atividades da PM ficaram sobrecarregadas ao absorver o papel dos policiais civis. Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, garantiu que o reajuste da categoria será assinado, na quarta-feira, junto com o dos servidores federais. (págs. 1 e 27) VALOR ECONÔMICO - Meta de inflação de 4,5% evitará choques de juros - O governo vai interromper o processo de desinflação, que já dura 12 anos - desde 1994 -, e espera encerrar também o longo período de taxas de juros reais elevadíssimas. O Conselho Monetário Nacional fixará, na próxima semana, a meta de 4,5% para a inflação de 2008, com a margem de tolerância em 2 pontos percentuais, exatamente como neste e no próximo ano. Com metas estáveis e grande possibilidade de cumpri-las, a expectativa é criar um histórico de sucesso do regime de metas que reforçará a credibilidade do Banco Central. Com a experiência do ziguezague na trajetória de inflação desde 1999 e tendo pago o preço de uma prática ortodoxa, com taxas de juros altíssimas e baixo crescimento em todos esses anos, é consenso no governo de que é preciso ir mais devagar na busca da inflação "neutra" - uma taxa que não cause dano às decisões dos agentes econômicos. O IPCA deste ano pode ficar, pela primeira vez, abaixo da meta. Mas não está assegurado o cumprimento dos 4,5% de 2007. O fim da valorização do câmbio - e a desvalorização recente -, associado à redução gradativa dos juros, pode leva a alguma pressão inflacionária em 2007. O gradualismo das últimas decisões do Copom decorre exatamente de seu foco na inflação do próximo ano. A manutenção da banda de tolerância de 2 pontos percentuais deve-se a uma visão cautelosa sobre o cenário internacional. A economia brasileira é hoje mais resistente a choques externos, mas nada garante que a volatilidade dos mercados não possa aumentar. A Área econômica avalia que foi um erro imaginar que a inflação teria uma trajetória de queda rápida. Em 1999, o CMN fixou para o IPCA uma meta de 8%. A variação efetiva foi de 8,94%. As metas originais para 2000, 2001, 2002 e 2003 foram de 6%, 4%, 3,5% e 3,25%. A realidade mostrou-se mais complexa. (pág. 1 e A2) - Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central que hoje comanda a gestão de US$ 2 bilhões na Gávea Investimentos, considera que "a maior aberração do panorama econômico brasileiro era e continua a ser a taxa de juros e não a taxa de câmbio". Foi com base nessa avaliação que o BC, sob sua presidência, priorizou a redução da taxa. Já a atual direção da instituição deu, segundo ele, "bastante ênfase à desdolarização". Em entrevista ao "Valor" - a primeira em que relata em detalhes suas passagem pelo BC, do turbulento período da mudança cambial, em 1999, aos dramáticos lances da transição de 2002 -, Fraga conta como foi grave a crise de financiamento da dívida pública e quanto o país esteve próximo do "calote" nos meses que antecederam as eleições de 2002. Conhecer e conversar com Antonio Palocci, que viria a assumir a pasta da Fazenda no governo Lula, "para mim, foi uma janela que se abriu", diz. "Dormi bem naquela noite e no dia seguinte liguei para o Malan (Pedro Malan, ministro da Fazenda de FHC) e para os diretores das áreas de mercado do BC Falei: Pessoal, vai dar." Ou seja, daria para evitar a quebra do país antes de entregá-lo ao novo governo. (pág. 1 e EU& Fim de Semana) - Pela primeira vez na história do sistema de crédito rural, o Banco do Brasil deixará de usar todos os recursos da poupança rural e das exigibilidades bancárias disponíveis para empréstimo ao setor. O BB pediu autorização ao Banco Central para remanejar R$ 2 bilhões em "sobras" do atual ano-safra (2005/06) para o próximo ciclo (2006/07). O aumento dos depósitos à vista nos bancos, a elevação de 55% para 60% das exigibilidades e a crise dos grãos provocaram essa situação. (pág. 1 e B12) - Ações do BB - Termina hoje o prazo para adesão à oferta de ações do Banco do Brasil. A operação poderá movimentar mais de R$ 2 bilhões, mas exige atenção do investidor. (pág. 1 e D1) - A Justiça estuda a possibilidade de aceitar a proposta da VarigLog, de investir imediatamente US$ 20 milhões na Varig, caso a NV Participações não deposite hoje os US$ 75 milhões relativos à primeira parcela da compra da companhia. O juiz Luiz Roberto Ayoub, da 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, responsável pelo caso, vem tentando a todo custo evitar a falência, mas a situação da empresa aérea se complica a cada dia. Representantes da VarigLog estiveram na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o juiz Ayoub acompanhou do Rio as negociações. (pág. 1, B1 e B3) - O BNDES pretende adotar, em breve, critérios de governança corporativa para a concessão de crédito a grandes e médias empresas, que terão de cumprir exigências mínimas nessa área sob risco de veto da operação. (pág. 1 e C2) - A febre global em torno de biocombustíveis renováveis e mais limpos, que embriaga governos e investidores, esconde riscos e superestima os benefícios prometidos, ressalvam especialistas e acusam lobbies do petróleo. Só nos Estados Unidos há 32 novas refinarias de etanol em construção e oito das 102 existentes estão sendo ampliadas. Ao mesmo tempo, no país e na Europa, combustíveis produzidos a partir de milho, trigo, girassol, beterraba ou canola, entre outras fontes continuam em franco desenvolvimento. Mas estudos questionam a tecnologia usada nesses processos, a demanda energética de alguns deles e a área agricultável necessária para tornar a oferta sustentável. Assim, nos países desenvolvidos cresce o temor de que o risco de dependência do petróleo do Oriente Médio seja apenas substituído pela dependência de fontes de energia e alimentos de países em desenvolvimento. (pág. 1 e B 11) - A integração de China e Índia à economia mundial traz desafios para o Brasil. (Armando Castelar, pág. 1 e A11) - Metade dos governadores e prefeitos jamais fica no cargo por mais de quatro anos. (Rogério Schmitt, pág. 1 e A10) - Sucesso na telefonia celular, o sistema pré-pago chegou ao fornecimento de energia elétrica. A Ampla, distribuidora que atende 66 cidades fluminenses, será a primeira empresa do país a oferecer o novo serviço, em escala comercial, a 93 mil clientes residenciais de cinco municípios da Região Metropolitana do Rio: Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Duque de Caxias e Magé. A expectativa é que pelo menos mil clientes adotem o sistema até o fim do ano. Para contratar o serviço, o consumidor terá de adquirir nas agências da Ampla um crédito equivalente a, no mínimo, R$ 15 (por 40kW/h). O cliente será informado com 48 horas de antecedência sobre o fim do crédito e terá um prazo de 15 dias de fornecimento até a aquisição de uma nova quota. O serviço só estará disponível às residências abrangidas pelo programa de medição eletrônica de consumo, adotado no fim de 2003 para combater o furto de energia. (pág. 1 e B6) - A International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para operações com o setor privado, assina hoje o primeiro financiamento em reais de sua história. O crédito, de R$ 115 milhões, foi concedido ao Banco BBM, que vai repassar os recursos a empresas de médio pote. Para a chefe do escritório da IFC no Brasil, Saran Kebet-Koulibaly, a transação deverá sr repetida com outros bancos. O modelo atrai a IFC por envolver moeda local e beneficiar companhias de médio porte, disse Saran, que dirige a IFC no país desde 2003. Além disso, nesta semana a instituição estendeu a outro banco de médio porte, o BMC, uma linha de garantia de US$ 15 milhões para comércio exterior. Com isso, a IFC deve encerrar o ano fiscal que termina no fim do mês com um aumento de 25% nos desembolsos ao Brasil, para US$ 500 milhões. (pág. 1 e C1) REVISTAS VEJA TÍTULO DE CAPA - CORPO & MENTE - O real poder do cérebro sobre a saúde Morre o petismo, nasce o Lulismo - Recorrendo a seu carisma, e à máquina do Estado, Lula se descola do PT, cria corrente e conquista apoio até de adversários. (págs. 50 a 53) Favorismo, mas sem aliados - Numa eleição atípica, com verticalização e cláusula de barreira, Lula começa forte mas não consegue escapar do isolamento. (págs. 54 a 56) Choque de realidade - Os programas sociais hoje alavancam Lula nas pesquisas, mas quase todos nasceram tortos e tiveram de ser modificados. (págs. 58 e 59) Ele quer fazer escola - Cristovam, do PDT, disputa a Presidência para pôr a educação na pauta nacional. (págs. 60 e 61) PT, PCC e peruas: tudo a ver? - Perueiro acusa ex-secretário de Marta de favorecer o PCC em troca de 500 000 reais. (págs. 62 e 63) A maçã podre que ninguém quer ver - Nenhum candidato parece incomodar-se com a deterioração da Previdência, o maior nó da economia. (págs. 64 e 65) Os passageiros pagam a conta - Com seus aviões no chão, a Varig vai se desmantelando e os clientes ficam à deriva. (págs. 80 e 81) ÉPOCA TÍTULO DE CAPA - O que Ronaldo pode ensinar sobre A ARTE DE CRESCER NA ADVERSIDADE * Capacidade de absorver os ataques * Paciência * Perseverança * Calma nos momentos difíceis * Superação A vida pós-PC - Como vivem hoje os principais personagens da "República das Alagoas", dez anos após o assassinato de PC Farias, símbolo da corrupção na política. (págs. 24 a 27) Entrevista/Tarso Genro - "O PT aprendeu uma dura lição" - Para que Lula tenha condições de governar em um segundo mandato, os petistas terão de compartilhar o poder, diz o coordenador político do governo. (págs. 38 e 39) O inverno do ecoturismo - Donos de hotéis e pousadas podem ser desapropriados dos parques nacionais pelo Ibama. (pág. 76) Entrevista/Heloísa Helena. (Palavra Final, pág. 113) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - AVANTE, Parreira! - Passamos pela primeira fase, mas agora vem o mata-mata. Até onde ele pode nos levar? * Bastidores do ambiente na Seleção * Qual o melhor time para os próximos jogos? * Como o Brasil saiu da tática defensiva para a ofensiva Foi dada a largada - Começa a corrida presidencial. Os candidatos estão apresentados, mas seus planos de governo ainda não. Como o Brasil vai querer viver nos próximos anos? (págs. 30 a 33) Serra sai da sombra - Dividido na escolha pelo vice, candidato líder nas pesquisas em São Paulo define programa de governo, equipe de campanha e estratégia para enfrentar os adversários. (págs. 34 e 35) Mais US$ 200 mil para Delúbio - Novo esquema de remessas milionárias de dinheiro controlado pelo PT é denunciado na Polícia Federal. O pivô do escândalo, outra vez, é Delúbio Soares. (págs. 36 e 37) De quem é a culpa? - Aplicação milionária que se perdeu na falência do Banco Santos provoca troca de acusações no Maranhão. (pág. 38) Juíza boa de briga - Defensora de causas sociais, procuradora Cármen Rocha assume vaga no Supremo. (pág. 40) DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - O DONO DA ÍNDIA QUER FAZER CARROS NO BRASIL - Conheça Ratan Tata, o magnata que comanda um conglomerado de US$ 17,5 bilhões, quase 3% do PIB indiano. Ele tem US$ 500 milhões para investir em uma fábrica de automóveis e o destino do dinheiro pode ser Betim, em Minas Gerais. Há lugar para a Tata Motors no mercado brasileiro? BNDES estende a mão - O novo presidente do banco busca clientes de forma agressiva, com ênfase na infra-estrutura. (págs. 28 a 30) A Varig no chão - Aviões que já não decolam, compradores que não honram o lance do leilão e um governo perdido. Agora, só um milagre salva a empresa aérea. (págs. 32 a 34) Os números (terríveis) da Previdência - O rombo do sistema chegou a 3% do PIB, cresce em exponencial e o governo propõe apenas paliativos. Até quando? (págs. 36 e 37) Como o Opportunity engoliu 5% do Itaú - Fundos de Daniel Dantas elegeram o banco alvo preferencial para investimentos. (págs. 86 e 87) Artigo, Ivan Martins - Argentina 2, Brasil 0. (pág. 95) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - GENTE À VENDA - Plano nacional quer inibir o tráfico de seres humanos. No mundo, o crime movimenta 32 bilhões de dólares - ENTREVISTA: CLÁUDIO LEMBO AFUNDA O DEDO NA FERIDA - ESTADOS UNIDOS: QUANTO À DESIGUALDADE, CADA VEZ MAIS PERTO DO BRASIL - ESPECIAL - O MERCADO ESTÁ DE OLHO NAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS Mercadores de almas - Tráfico humano - Brasil quer inibir crime que movimenta, no mundo, R$ 70 bilhões. (Capa e págs. 28 a 33) No país dos pilantras - Entrevista - Corajoso, o governador de São Paulo, Cláudio Lembo, aprofunda as críticas à "minoria branca" que infelicita o Brasil. (Capa e págs. 34 a 37) A ilusão americana - EUA - O aprofundamento das desigualdades de renda põe em risco o futuro de um sonho cada vez mais afastado da vida real. (Capa e págs. 38 a 40) Terceirização garante a sobrevivência - Por motivos diferentes, pequenas e grandes empresas concentram cada vez mais as forças na sua principal atividade e delegam serviços ou parte da produção a terceiros. (Capa e Especial Pequenas e Médias Empresas, págs. 50 a 52)

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