26/02/2006

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Zero Hora
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JORNAL DO BRASIL

- Lula rege bloco eleitoral com aumento a servidor

- Decidido a gastar mais para recuperar os votos perdidos com os escândalos políticos, o presidente Lula contraria a equipe econômica e programa aumento salarial ao funcionalismo público. O pacote de bondades no ano eleitoral inclui benefícios fiscais a trabalhadores domésticos e linha de financiamento para a capitalização de cooperativas de crédito. As despesas adicionais custarão R$ 8,9 bilhões aos cofres do governo. (págs. 1 e A3)

- Lula critica "a elite" e tenta reeleger-se como Tio dos Pobres. Os lucros dos grandes bancos informam que o candidato em campanha pode tornar-se a mãe dos ricos. (pág. 1 e Sete Dias - Augusto Nunes, pág. A16)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Bolsa-Família impulsiona intenção de voto em Lula

- O Bolsa-Família é o principal fator da recuperação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial. A maior parte dos votos que levaram o presidente de volta à liderança vem das famílias dos eleitores beneficiados pelo programa, afirma o Datafolha.

No cenário mais disputado, Lula tem 39% no primeiro turno, contra 31% do prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB). No entanto, Serra ganha em primeiro e em segundo turno entre eleitores que não são beneficiados nem conhecem favorecidos pelo Bolsa-Família.

Os novos números do Datafolha mostram que os programas sociais são, para 43% dos eleitores que aprovam Lula, sua principal causa de satisfação. Quase metade desses eleitores elogia o presidente por criar programas que, embora amplificados no governo petista, começaram com Fernando Henrique Cardoso (95-2002).

A corrupção não é o motivo mais citado para a desaprovação de Lula. Entre quem considera sua Presidência ruim ou péssima, os escândalos foram mencionados por 20%, contra 29% que reprovam as promessas não cumpridas. (págs. 1 e A4)

- A conta Dusseldorf, que o publicitário Duda Mendonça abriu em Miami (EUA) para receber recursos do caixa dois do PT, mandou US$ 730 mil para o Credit Suisse, banco com sede em Zurique, na Suíça. A transação foi realizada em setembro de 2003 e consta dos papéis obtidos com a quebra do sigilo da Dusseldorf.

O advogado de Duda diz que as operações foram para "pagamento a terceiros". (págs. 1 e A9)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Brasil tem meio milhão de cargos de confiança

- União, estados e municípios mantêm uma estrutura que garante vida longa ao nepotismo. Ela é representada por 524 mil cargos de confiança, em grandes estatais ou modestas sub-prefeituras. Não há dados de quantos desses postos são ocupados por irmãos, filhos, primos ou cunhados de ocupantes de cargos públicos. "O maior preço disso é que, quando se troca um chefe, grande parte da equipe é mudada, e essa rotatividade atrapalha a execução de políticas de médio ou longo prazo", diz o economista e professor José Luiz Pagnussat, da Escola Nacional de Administração Pública. Cargo de confiança não é sinônimo de incompetência ou corrupção, mas "é uma porta aberta para isso", adverte o professor François Bremaeker, coordenador de dados do Instituto Brasileiro de Administração Municipal. (págs. 1, A4 a A6)

- As usinas e destilarias deixaram 3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar madura nos canaviais no fim de 2005. Se fossem transformadas em álcool, renderiam 2,4 bilhões de litros, suficientes para abastecer o mercado e possivelmente evitar aumentos de preço. A diretora-regional do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sincopetro), Ivanilde Vieira, suspeita de manobra especulativa. "Reter a matéria-prima num quadro de escassez é indício de especulação", diz. Produtores e usineiros alegam que as chuvas do fim do ano impediram a colheita. O preço do álcool na usina subiu de R$ 0,99 no fim de novembro para R$ 1,20 na semana passada, sem impostos. (págs. 1 e B1)

O GLOBO

- Classe média paga mais IR no Brasil

- A classe média brasileira é a mais taxada na hora de declarar o Imposto de Renda entre nove dos principais países da América do Sul, segundo estudo da consultoria Ernst & Young. O contribuinte pessoa física com renda líquida (após deduções) de R$ 27.912 anuais, por exemplo, é taxado no Brasil com uma alíquota de 27,5%. No Chile, ele pagaria apenas 5%, informa Gustavo Villela. A tributação desses brasileiros, portanto, é cinco vezes maior que a dos chilenos. A Colômbia também tem uma taxa baixa, de 5,68%, assim como a Venezuela (6%).

Na próxima quarta-feira, às 14h, a Receita começa a receber as declarações do IR 2006. (págs. 1, 27, 28 e coluna "Seu Imposto de Renda")

- Os partidos passarão o carnaval discutindo alianças e candidaturas. No bloco dos indecisos, o PSDB deve anunciar logo o candidato. O PMDB se divide entre os que querem definição rápida e os que tentam adiar as prévias. (págs. 1 e 3)

CORREIO BRAZILIENSE

- Vem aí o servidor público do século 21

- Com a previsão de abertura de 19 mil vagas este ano, formato atual dos concursos começa a ser questionado. A máquina estatal procura candidatos que dominem muitas áreas, sejam críticos e pensem organizadamente. (págs. 1 e 16)

- Tucanos querem Serra - Encerrada a consulta a parlamentares e governadores do PSDB, o senador Tasso Jereissati vai convocar o prefeito de São Paulo, José Serra, a assumir candidatura à Presidência. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2)

- Verba em causa própria - Relator-geral do Orçamento, o deputado Carlito Merss (PT) aumentou em R$ 104 milhões o volume de investimentos para seu estado, Santa Catarina, e prejudicou o DF, Minas e Pará. (págs. 1 e 5)

- Fome Zero decolou. Em Paris - Em reunião com representantes de cem países, França apresentará nova lei que taxa passagens aéreas para criar fundo contra pobreza. Brasil deve aderir à iniciativa. (págs. 1 e 22)

MANCHETES

A TARDE (BA)

- Lula prepara novo ministério

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Carnaval 2006 - No pique do Galo

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Amazônia - Como o PT vendeu a floresta

A floresta pagou a conta do PT - CPI pede o indiciamento de cinco petistas acusados de facilitar o corte ilegal de madeira em troca de dinheiro para candidatos do partido. (capa e págs. 38 a 41)

É ainda pior do que se pensava - Enquanto seu filho enriquecia, Lula quis mudar a lei que atrapalhava a Telemar. (págs. 42 e 43)

Os dois estranhos no ninho - A briga entre Serra e Alckmin enfraquece o PSDB na disputa pela sucessão de Lula. (págs. 44 a 47)

Não há mau tempo para os bancos - Quando a economia vai mal, eles vão bem. Quando a economia vai bem, eles vão melhor ainda. (págs. 66 a 68)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Lula avança no eleitorado dos tucanos

- Mudar apenas a lei não vai deter o crime

Na praia dos tucanos - Lula continua a subir nas pesquisas e avança no eleitorado de classe média. Vai ser assim tão fácil para ele? (capa e págs. 26 a 28)

Eles querem justiça - Famílias de vítimas da violência lutam para endurecer o Código Penal no Brasil. Será que isso adianta? (capa e págs. 30 a 34)

"Os pobres nunca estiveram tão bem" - A desigualdade social é a menor da História, segundo Paes de Barros, especialista em pobreza. Mérito não só de Lula, como de FHC. (págs. 38 e 39)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- A debandada de ministros: quem sai

Entrevista: Luis Fernando Veríssimo - Charge não ofende - Um dos maiores escritores e cartunistas brasileiros fala da charge polêmica de Maomé e reafirma que não há humor sem irreverência. (págs. 7 a 11)

Momento de decisão - Tucanos se bicam no próprio ninho, os caciques trabalham por Serra, mas Alckmin une governadores, mostra força e perfil para ser o fator surpresa da eleição. (págs. 26 a 29)

Debandada de ministros - Em busca dos votos, integrantes do primeiro escalão do governo Lula deixam cargos em abril para tentar vôo solo nos estados. (capa e págs. 32 e 33)

O PSOL vai à rua - É lá que o partido procura filiados, mas tem uma exigência radical: capitalista não entra. (págs. 34 e 35)

O petróleo é meu - Eles não são mais os barões de outros tempos. Pequenos produtores chegam a fazer até R$ 10 mil por mês na extração do precioso óleo. É a nova epopéia do petróleo no sertão brasileiro. (págs. 36 a 38)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Milionários da selva - Uma nova geração de empreendedores faz fortuna na Amazônia, aproveitando as oportunidades da região que cresce a incríveis taxas de 12% ao ano, quatro vezes a média nacional

Entrevista: Ernest Egli - "A pandemia é apenas questão de tempo" - Presidente da Roche no Brasil afirma que um surto global de gripe aviária é praticamente inevitável e que o mundo não está preparado para combater a doença. (págs. 18 a 20)

Patrus na cabeça - Sem barreiras no orçamento, ministro do Bolsa Família alavanca popularidade do governo. (págs. 24 a 26)

Os reis da Amazônia - Quem são os empresários que estão ganhando rios de dinheiro no Amazonas, um estado que cresce 12% ao ano e dá um banho no resto do país. (capa e págs. 28 a 31)

Quem são os novos marqueteiros - No vácuo de Duda Mendonça e Nizan Guanaes, uma nova leva de especulistas se prepara para assumir o comando (e as verbas) das milionárias campanhas eleitorais deste ano. (págs. 32 a 34)

O endereço das grandes fortunas - Personagens misteriosos, sócios em pé de guerra: os bastidores do Plaza Iguatemi, o edifício com a maior concentração de banqueiros por metro quadrado do Brasil. (págs. 74 a 76)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Dólar furado. Bom ou ruim? - Em queda livre, pode chegar a 1,80. A valorização do real derruba as exportações, favorece as importações e eleva as remessas de lucros das multinacionais. Os turistas comemoram

- Especial - O velho elitismo da educação brasileira talvez comece a ruir

Choque de educação - Vai ser para valer? - Os projetos das cotas nas universidades e do novo fundo para o ensino básico, em fase final de tramitação no Congresso, mexem nas duas pontas da exclusão educacional brasileira. (capa e págs. 8 a 12)

Prioridade número 1 - Entrevista - Segundo o ministro Fernando Haddad, o Brasil está quase pronto para realizar um consenso que fará da educação a "paixão nacional". (capa e págs. 12 e 13)

Até quando esperar? - Câmbio - A contínua queda do dólar derruba a alta das exportações e detona um aumento das remessas de lucros para o exterior. (capa e págs. 20 a 22)

Surra estrangeira - Produção - Graças à valorização do real, indústrias brasileiras não conseguem competir com os importados no mercado interno. (págs. 24 a 26)

Alergia a pesquisas - PSDB - O resultado do Datafolha aumenta o estresse na escolha do candidato tucano. (págs. 28 a 30)

EXAME

TÍTULO DE CAPA

- Especial TV digital - o momento da decisão - entenda o jogo de forças por trás da escolha do padrão

A revolução que vem de fora - O interesse mundial pelo álcool é uma oportunidade para as usinas brasileiras - mas deve impor um choque de capitalismo ao setor. (págs. 40 a 42)

A Justiça começa a mudar. Para melhor - Saem as primeiras medidas para melhorar o Judiciário, uma das principais travas da economia. (págs. 46 a 48)

A arte de piorar o que já é ruim - O projeto que cria o sistema de cotas para as universidades públicas tem tudo para não melhorar o ensino básico do estado e deteriorar ainda mais o ensino superior. (págs. 52 e 53)

Uma ameaça às múltis brasileiras - A ascensão do nacionalismo radical na América Latina põe em risco investimentos de empresas como Petrobrás, Vale e Ambev. (págs. 68 e 69)

FHC para gringo ler - Em seu 30° livro, o ex-presidente conta ao mundo como deu um jeito no país do jeitinho. (págs. 96 e 97)

Quem tem medo da TV digital? - Enquanto se debate o padrão tecnológico, as discussões fundamentais sobre o modelo de negócios ficam em segundo plano. (págs. 102 a 106)

7 perguntas - Anthony Garotinho - "Vou mandar na economia" - Com promessas como baixar os juros a 4%, ex-governador acha que pode desbancar Lula e os tucanos nas eleições de outubro. (pág. 118)

ETES