29/01/2006

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
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JORNAL DO BRASIL

- Remendos em larga escala - O país que tapa buracos

* Cidades cortadas pela famosa rodovia (estrada de Santos) são o retrato de um drama nacional: a aplicação de paliativos para maquiar deficiências decorrentes da falta de investimento em infra-estrutura.

Remendos como a construção de casas populares só em épocas de calamidade são insuficientes para disfarçar carências crônicas de Itaguaí. Paraty e tantas outras cidades do percurso. (págs. 1, A2 e A3)

* O Senado acolhe oito parlamentares que não receberam um voto sequer. Indicações asseguraram a vaga de suplente - reservada, por exemplo, a padrinhos de campanha. (págs. 1 e A5)

- Depois de instituir no Congresso o Dia da Infâmia, a coligação dos pecadores, formada pelo PSDB, pelo PFL e pelo PT, tenta desfigurar o Relatório Serraglio. (pág. 1 e Sete Dias, Augusto Nunes, pág. A16)

- Inconformada com a implantação de uma usina de celulose no Rio da Prata, a Argentina negligenciou o Mercosul para denunciar o alegado crime ambiental. Levou o caso diretamente ao Tribunal Internacional de Haia. O contra-ataque argentino responsabiliza empresas uruguaias pela poluição fluvial. (págs. 1 e A7)

- Sufocados por dívidas, brasileiros impulsionam as financeiras. O salto de 37,6% do financiamento para pessoa física estimula a duplicação do número das "butiques de empréstimo" até dezembro - avanço proporcional aos R$ 190 bilhões movimentados por este mercado em 2005. Indicada pelo exército de distribuidores de folhetos, a expansão se sustenta nos juros altos e no consumo crescente - especialmente do crédito consignado para aposentados, responsável, por exemplo, pela maioria dos R$ 600 milhões emprestados pela Cacique no ano passado. (págs. 1, A17 e A18)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Pobreza cresce em SP e cai no Brasil

- A proporção de pobres na Grande São Paulo cresceu entre 2003 e 2004 de 41% para 41,6%, o que significa que mais 214 mil pessoas ficaram abaixo da linha de pobreza. São 7,5 milhões de pobres, em uma população de 18,2 milhões.

Os dados integram relatório do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE. A Grande São Paulo tem 35,8% dos pobres instalados nas dez grandes metrópoles do país.

O estudo considera abaixo da linha de pobreza famílias de São Paulo com rendimento mensal inferior a R$ 250,79 per capita. O valor muda conforme a região e é mais baixo onde o custo de vida é menor.

A pesquisa mostra que no Brasil todo a proporção de pobres caiu de 35,6% para 33,2%. Salvador e Belém foram as cidades que mais conseguiram reduzir o total de pessoas abaixo da linha de pobreza. Porto Alegre tem a menor proporção de pobres: 16,4%. (págs. 1, B1 e B3)

- Os militares brasileiros no Haiti vivem uma rotina bem diferente do que o nome "missão de paz" pode dar a entender. É o que afirmaram à "Folha" oito soldados que atuaram na missão em Porto Príncipe. "Não há dia em que as tropas da ONU não matem um haitiano em troca de tiros", disse um desses soldados. (...) (págs. 1, A22 e A23)

- O grupo extremista Hamas, vitorioso na eleição parlamentar palestina de quarta-feira, manifestou a intenção de criar uma força militar regular para a defesa dos territórios. (...) (págs. 1 e A20)

- As ações de quatro bancos brasileiros (Bradesco, Unibanco, Itaú e Banco do Brasil) foram as que mais se valorizaram em Bolsas dos EUA, Espanha e América Latina no ano passado, revela estudo sobre os 50 maiores bancos dessas regiões. A alta lucratividade das instituições brasileiras atraiu o interesse de investidores, o que valorizou as ações. (págs. 1 e B5)

- O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso lança nos EUA em março o livro "The Accidental President of Brazil - A memoir" ("Presidente do Brasil por Acaso - Memória").

É uma autobiografia leve, com resumos da história do Brasil, na qual anedotas sobre a família real britânica merecem tanto espaço quanto a privatização das teles. (págs. 1 e A10)

- Editoriais - "Falta muito", comentando os dados mais recentes de emprego e renda no país; e "Encíclica inaugural", sobre a primeira carta do papa Bento 16 aos católicos. (págs. 1 e A2)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Renda com safra de grãos terá queda de R$ 3,9 bi

- Os produtores de grãos devem ter em 2006 mais um ano de descapitalização. A receita com soja, milho, arroz, feijão, algodão e trigo, entre outros produtos, deverá somar R$ 50,3 bilhões - R$ 3,9 bilhões menos que em 2005, segundo estimativa preliminar da RC Consultores. Além do dólar desvalorizado e da dívida em atraso de safras passadas, que beira R$ 10,7 bilhões, este ano a seca voltou a castigar importantes regiões produtoras. Há áreas plantadas com soja no Centro-Oeste que ficaram sem chuva durante 20 dias seguidos num período crucial. No meio-oeste catarinense, onde predomina o milho, há cerca de 50 municípios em situação de emergência por causa da seca. Economistas dizem que a projeção inicial do governo de colheita de 123,7 milhões de toneladas de grãos este ano, ante 113,4 milhões em 2005, dificilmente será atingida. Produtores se queixam ainda de aumento dos custos, especialmente com frete e pulverizações. (págs. 1 e B1)

- As "bondades" anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos dias já representam R$ 7,76 bilhões em gastos ou redução de receita. Mas as medidas, classificadas pela oposição como eleitorais, não são exclusividade do Planalto. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital, José Serra, também anunciaram aumento dos investimentos neste ano. (págs. 1, A4 e A5)

- Líderes do Hamas advertem que não cederão à pressão da comunidade internacional, que promete cortar a ajuda econômica à Autoridade Palestina, se o grupo não se desarmar e renunciar à violência. "Não aceitaremos nenhuma chantagem contra nossa gente, contra o Hamas ou a resistência", disse o dirigente Ismail Haniye. Ele se referia à ameaça dos EUA de cortar US$ 234 milhões de ajuda prevista neste ano. (págs. 1 e A15)

- A vitória do Hamas foi assunto ontem no Fórum Econômico em Davos. O ministro palestino da Economia, Mazen Sinokrot, pediu "uma chance aos novos líderes". Sobre o Iraque, o ex-presidente americano Bill Clinton afirmou que não se deve sair "precipitadamente". (págs. 1, A14 e B4)

- Com exceção dos ministros de economia e combustíveis, o recém-formado ministério de Evo Morales é de um despreparo alarmante, relata Lourival Sant'Anna. O novo presidente da Bolívia nomeou militantes sociais que o ajudaram a chegar ao poder. (págs. 1 e A18)

- Anônimo nas ruas mas forte dentro do PFL, o vice-prefeito Gilberto Kassab pode assumir por 32 meses as 21 secretarias e o orçamento de R$ 17,2 bilhões da Prefeitura de São Paulo - se José Serra deixar o cargo para concorrer à Presidência da República. Um dos talentos de Kassab - apontado pelos adversários - é a "capacidade de boiar enquanto espera um tsunami passar". (págs. 1 e A6)

- "Prenúncio de desastre" - A lista de ministros do presidente Evo Morales é de uma indigência de credenciais assustadora. Dos 16 ministros, só 1 ou 2 têm alguma discreta vivência administrativa. (pág. 1 e Notas e Informações, pág. A3)

O GLOBO

- Milícias armadas tomaram 72 favelas do tráfico no Rio

- Levantamento do "Globo" mostra a atuação de 18 grupos de milícias armadas, formados por 179 policiais da ativa e ex-policiais, inclusive oficiais, em 72 favelas do Rio. Esses grupos expulsaram o tráfico, expandiram-se e hoje pintam símbolos em casas - um deles um triângulo verde, numa comunidade em Campo Grande - para demarcar a área dominada. Os números mostram que em um ano 30 novas comunidades foram tomadas pelas milícias. Além de vender proteção, eles cobram taxas sobre a venda de imóveis, exploram centrais clandestinas de TV a cabo e praticam agiotagem, relata Sérgio Ramalho. O ex-secretário nacional Antidrogas Walter Maierovitch compara a atuação das milícias armadas à máfia italiana: "Esses grupos mantêm as comunidades numa camisa-de-força". Moradores relatam que sofrem violências, se não concordam com as exigências dos grupos. (págs. 1 e 20)

- Petistas e aliados do governo negociam para que o relatório final da CPI dos Correios não prejudique a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "O limite é Lula", avisa o deputado petista Maurício Rands (PE). (págs. 1 e 3)

- Não haverá novamente no Brasil um presidente empreendedor como Juscelino Kubitschek, dizem especialistas na reportagem que abre série lembrando os 50 anos da posse de JK. (págs. 1 e 15)

- A vitória do Hamas nas eleições palestinas altera o jogo político no Oriente Médio, abrindo caminho para a associação do grupo com regimes islâmicos linha-dura e para o triunfo da direita em Israel. (págs. 1, 36 e 37)

- A melhor notícia em 30 anos: a desigualdade cai sistematicamente desde 2001. (pág. 1 e Elio Gaspari)

CORREIO BRAZILIENSE

- Como o serviço público mudou nossas vidas

- Estabilidade no emprego, bons salários, pagamento garantido no final do mês, possibilidade de construir uma carreira. São muitas as razões para ingressar no serviço público. (...) Existem 21.349 vagas abertas para cargos nos governo federal e estaduais, e o Ministério do Planejamento já autorizou a criação de outros 9.017 postos na administração pública. (...) (pág. 1 e Trabalho e Formação Profissional, capa e págs. 3, 6 e 7)

- Caso o presidente Lula viaje ao exterior neste ano, Ellen Gracie, ministra do Supremo Tribunal Federal, poderá ser, por alguns dias, presidenta do Brasil. Isso pode acontecer porque a legislação eleitoral impede que substitutos diretos do presidente, o vice-presidente e os presidentes do Senado e da Câmara, assumam as funções no Planalto se estiverem concorrendo a cargos públicos. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2)

- Os bancos tiveram um faturamento recorde no ano passado. Os lucros do setor estão concentrados principalmente na cobrança de tarifas. Mesmo com a automação, que proporcionou mais comodidade aos usuários, os clientes ainda estão insatisfeitos com a qualidade dos serviços. As principais reclamações são sobre o longo tempo de espera nas filas e o mau atendimento. (págs. 1 e 16)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Enfim livres - O Brasil produz quase todo o petróleo que consome e tem a melhor tecnologia do mundo em carros bicombustíveis

A vibrante geração de inovadores brasileiros com idéias, mente empresarial e filiais no Vale do Silício

- Oriente Médio - O terror chega ao poder na Palestina

Entrevista: Norman Gall - Educação ou morte - O americano estudioso do Brasil diz que o país é melhor do que se pensa, mas que tem desafios cruciais a superar. (págs. 11, 14 e 15)

O mestre e o aprendiz - O novo marqueteiro do presidente Lula é um ex-sócio de Duda Mendonça em campanhas feitas com dinheiro de caixa dois. (págs. 44 a 46)

Era pior ainda - Garotinho mentiu sobre a pesquisa Ibope que encomendou, divulgada como sendo da Editora Três. (pág. 46)

Palocci irreconhecível - O Congresso chamou o ministro, mas quem se apresentou foi o prefeito. Antonio Palocci fez sua pior aparição pública na semana passada. (pág. 47)

Com dinheiro do povo - O que Hugo Chávez e Ciro Gomes têm em comum? Compram o Carnaval para fazer propaganda. (págs. 48 e 49)

Jogo sem regras - A Câmara põe fim à verticalização e promove mais um vai-e-vem na legislação eleitoral. (pág. 50)

As lições da era Greenspan - Como presidente do Fed, o banco central americano, Alan Greenspan, durante dezoito anos, ditou o ritmo da economia americana e mundial. Ele sai nesta terça-feira. Sua herança fica. (págs. 76 a 78)

A dupla conquista - Com o sucesso dos carros Flex, o Brasil torna-se o primeiro país a viabilizar a produção e o consumo de uma fonte de energia alternativa. Ao mesmo tempo, torna-se auto-suficiente em petróleo, ainda que as refinarias nacionais não dêem conta do recado. Não são conquistas de governos, mas do ambiente competitivo e da criatividade de gerações de cientistas. (págs. 90 a 101)

Uma visão global nas universidades - O Brasil entrou no circuito internacional do ensino superior, mas os burocratas petistas já planejam podar o surto modernizante. (págs. 104 e 105)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Bruna & sua tribo - Por que tantas meninas de classe média estão se tornando garotas de programa

- Exclusivo - Doleiro do mensalão tirou R$ 30 milhões do Banco do Brasil

Entrevista: Dilma Rousseff - "Eleitoreira coisíssima nenhuma" - A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirma que é justo o presidente Lula faturar politicamente com as obras que fez. (págs. 24 e 25)

O doleiro e o Banco do Brasil - Relatório da CPI afirma que o banco perdeu R$ 30,9 milhões em operações com Lúcio Funaro, um dos suspeitos do mensalão. (págs. 30 a 33)

Crime, castigo e trabalho - Empregar os presos é uma alternativa inteligente para combater a criminalidade. Por que, então, essa idéia não prospera no Brasil? (págs. 34 a 37)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Cirurgia sem sofrimento - Novas técnicas asseguram intervenções com cortes cada vez menores, encurtam o tempo de internação e antecipam a volta à vida normal

- Obras públicas viram cabo eleitoral

No limite da lei - De olho na reeleição, Lula faz do país um canteiro de obras, estratégia seguida pelos seus rivais mais próximos. (págs. 26 a 30)

Na contradança da verticalização - No ritmo de eleição, deputado recorre ao STF, enquanto Lula atropela o PT e o PSDB com ajuda do PFL. (págs. 32 e 33)

Em alta voltagem - O cerco a Itaipu aperta, empresas vão à Justiça e oposições se articulam no Brasil e no Paraguai. (pág. 34)

Da defesa ao ataque - Vice de Lula negocia ser candidato ao Palácio do Planalto com discurso de oposição. (pág. 36)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Exclusivo - A versão da estagiária - "Se ela morresse, eu teria o meu emprego"

Entrevista: Silvio Corrêa da Fonseca - "Plano de saúde é o pior negócio do mundo" - Presidente da Lincx Serviços de Saúde diz que a crise na medicina privada vai chegar às operadoras de alto padrão e avisa: em dois anos não haverá mais nenhum plano individual no mercado. (págs. 16 a 18)

Alencar arruma as malas - Desprezado por Lula, vice pede para deixar o Ministério da Defesa e sua saída sinaliza o afastamento entre os industriais e o governo. (págs. 24 e 26)

Os furos na lei das falências - A nova legislação, que completa seis meses, é um avanço, mas a experiência de Varig e Parmalat mostra que há ajustes a serem feitos. (págs. 28 e 29)

Pacote do Bem 2 - Em meio à derrama fiscal, o ministro Luiz Furlan quer desonerar a produção industrial. (pág. 30)

Dirceu sem destino - Perto de completar 60 anos, o ex-chefe da Casa Civil está comprando uma poderosa Harley Davidson. (pág. 31)

Importar é o que importa - A valorização do real provoca críticas ao superávit e lança a pergunta: como importar se a economia não cresce? (págs. 32 e 33)

Eles querem mais terra - Os índios já têm 12,5% do Brasil e não estão satisfeitos. Desta vez, até a Funai tenta resistir. (pág. 34)

Petrobras pode perder a Bolívia? - Governo de Evo Morales ameaça estatizar refinarias brasileiras, colocando em risco investimento de US$ 1,5 bilhão. (págs. 47)

A fórmula Novartis - Multinacional suiça acerta detalhes para multiplicar por seis a produção de genéricos no País e aumentar exportações. (pág. 48)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Chávez exclusivo - Nada muda sem choque

"É impossível evitar o confronto com a direita. Estou vivo por milagre"

"O adversário é o imperialismo. Chame-se ele Bush ou por outro nome"

"Lula, Kirchner, Tabaré Vázquez, Michelle Bachelet, Evo Morales... Somos uma corrente"

- Bacia de Campos - Jorram os royalties do petróleo, mas a miséria resiste

Para onde vão os royalties? - O "milagre" de Macaé - Epicentro de um surto de crescimento movido a petróleo, a cidade fluminense é exemplo de como o afluxo de recursos está longe de garantir avanços sociais. (págs. 10 a 18)

Choque necessário - Entrevista - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, dá a receita para transformar um país: "É impossível evitar os confrontos". (págs. 24 a 29)

Sina de cobrador - Presidenciais - O PMDB, "partido-ônibus", fala em candidatura própria, mas não descarta seguir a reboque de outra legenda. (págs. 30 a 32)

Forças ocultas - HD do Opportunity - Pressão inexplicável retarda o envio de informações ao Supremo pela CPI. (pág. 34)

A balança em desequilíbrio - Comércio Exterior - Importar mais traria o câmbio a níveis realistas, sem custo fiscal. (págs. 36 e 37)

A França está louca? - Entrevista - Perplexa diante das exigências globais, a nação tenta se proteger do mundo, dispara o historiador Jacques Julliard. (págs. 38 a 40)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- Blogs - Sua empresa está nua - Os blogs podem ser uma ameaça ou uma grande oportunidade para seus negócios

- Especial - Por que o crescimento econômico é a única solução para o problema da pobreza

Opção pelo improviso - Avesso à privatização, o governo petista abandonou as rodovias. Agora, em ano eleitoral, corre para tapar buracos. (págs. 28 a 30)

A diferença que a boa estrada faz - O norte de Santa Catarina vive dias de glória, enquanto o sul fica para trás. Culpa da rodovia. (págs. 30 a 32)

O apagão do gás - Após ser estimulados a usar gás natural, os empresários estão numa armadilha - pode haver racionamento nos próximos anos. (págs. 33 e 34)

Como governar sem corromper - Os escândalos de corrupção expõem as frágeis condições de gestão do país e mostram a urgência da reforma política. (págs. 38 e 39)

J.R. Guzzo - Qual o Lula que estará valendo na campanha? - O presidente que prega a responsabilidade na economia é o mesmo que ataca a elite e nega existir corrupção no governo. Em quem acreditar? (págs. 40 e 41)

A lei que tirou a Parmalat do sufoco - À espera da aprovação da Justiça, o acordo entre empresa e credores, viabilizado pela nova Lei de Falências, é um avanço para o país. (págs. 48 a 50)

Um país maduro - Na campanha presidencial chilena, nenhum candidato propôs mudanças na economia. Esse consenso explica o sucesso do Chile. (págs. 70 e 71)

Crescimento, a solução para a miséria - Nunca se fez tanto para combater a pobreza no mundo. Mas o que mais tem dado resultado mesmo é o capitalismo. (págs. 92 a 95)

7 Perguntas - Mohamed El-Erian - "O Brasil ainda está barato" - Maior credor externo do país acredita que investir em títulos brasileiros continua sendo um excelente negócio. (pág. 114)

ETES