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30/07/2006
JORNAL DO BRASIL - Máfia policial protege esquema de caça-níqueis. (pág. 1 e Cidades, págs. A14 e A15) - Dom Eusébio - O presidente usa uma capa impermeável. (pág. 1 e País, pág. A3) - Propaganda - Sem outdoor, candidato paga R$ 3 mil por vaga em muro. (pág. 1 e Economia, págs. A25 e A26) - Cortes na Varig - Aposentados buscam saída para manter pensões. (pág. 1 e Economia, pág. A29) FOLHA DE SÃO PAULO - Emprego barato é o que mais aumenta no país - A contratação de analfabetos e de empregados que completaram até a 4ª série do ensino fundamental vem crescendo a uma velocidade muito maior que a de trabalhadores mais instruídos. Segundo cálculos do economista Marcio Pochmann, especialista em trabalho da Unicamp, de cada dez empregos criados hoje no país, nove pagam até dois salários mínimos. Já entre os trabalhadores mais instruídos, o ritmo das demissões é maior que o das contratações. O Nordeste puxa para cima a média nacional de contratação de analfabetos. Aumentou 36,4% a admissão de pessoas sem nenhum estudo na região nos últimos 12 meses. Já a diminuição no ritmo de contratações dos mais escolarizados ocorre em todas as regiões. O economista Sergio Vale, da MB Associados, alerta para os riscos de um "nivelamento por baixo" do mercado de trabalho no Brasil. "Todos os países do mundo cresceram com trabalho qualificado e uma classe média relevante. Estamos no caminho oposto", diz. (págs. 1 e B1) - Os congressistas acusados nos escândalos do mensalão e da máfia dos "sanguessugas" tiveram evolução patrimonial maior na gestão Lula do que no segundo governo FHC. De 98 a 2002, o patrimônio de 34 mensaleiros e "sanguessugas" cresceu em média 28,6%; depois , 137%. Excluindo Vadão Gomes (PP-SP), cujos bens cresceram muito acima da média, a alta foi de 15% sob FHC e de 31,7% sob Lula. (págs. 1 e A4) - Documentos da Controladoria Geral da União apontam fraude nas licitações para a compra de licitações para a compra de ambulâncias a partir de emendas dos deputados Aroldo Cedraz (PFL-BA), Arolde de Oliveira (PFL-RJ), João Almeida (PSDB-BA) e Márcio Reinaldo de Moreira (PP-MG), que não são investigados pela CPI dos Sanguessugas. Os citados vêem "uso político" das informações e negam envolvimento. (págs. 1 e A8) O ESTADO DE SÃO PAULO - Saulo: SP pediu ajuda contra PCC e não recebeu - São Paulo pediu ao governo federal tropas do Exército, 200 homens da Força Nacional de Segurança, empréstimo de equipamentos da Polícia Federal e ainda R$ 740 milhões para projetos como a interligação de dados sobre criminosos. Nada foi fornecido, segundo disse o secretário estadual da Segurança, Saulo Abreu, em entrevista a Sergio Pompeu e Marcelo Godoy. "O Márcio (Thomaz Bastos, ministro da Justiça) recebeu o papel (com os pedidos) e ficou quieto", diz o secretário. Quando falou, foi para dizer que o governo estava pronto a prestar "solidariedade", segundo Saulo. "Solidariedade é campanha do agasalho", protesta o secretário. Do governo federal, ressalva, a exceção poderá ser o Exército, que deverá assinar acordo para emprestar helicópteros e ceder fotos de satélites para o mapeamento de alvos no combate ao PCC. Avesso a entrevistas, Saulo concordou com uma hora de conversa, mas falou durante cinco. (págs. 1 e C1) - Dos 90 parlamentares notificados pela CPI dos Sanguessugas, 40% dos que apresentaram dados completos de bens em 2002 e 2006 dobraram de patrimônio nos quatro anos, segundo levantamento feito pelo Estado nas declarações à Justiça Eleitoral. O deputado Irapuan Teixeira (PP-SP) aumentou seu espólio em 2.371%. (págs. 1 e A4) - A equipe econômica estuda a criação de uma linha de crédito para microempresas, nos moldes do crédito consignado, que ajuda na popularidade do presidente Lula. A proposta foi antecipada ao Estado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. Essa é uma das principais medidas que passaram a ser prioridade na pauta da equipe econômica, informam Fabio Graner e Adriana Fernandes: achar formas de ampliar e baratear o crédito para pessoas e empresas. (págs. 1, B1 e B3) O GLOBO - Economia informal de R$ 248 bi desafia o país - O Brasil é cada vez mais o país do jeitinho. A economia informal assumiu uma dimensão que desafia os gestores públicos e, segundo o IBGE, gera riquezas equivalentes a um PIB de R$ 248 bilhões, superior ao de países como Egito e Colômbia. O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel calcula que 60% da força de trabalho pertencem a essa economia das sombras, com empregados sem garantias e impostos sonegados. Os candidatos a presidente apresentam propostas para enfrentar o problema. (págs. 1 e 3 a 12) - O programa de governo montado para a reeleição do presidente Lula prevê a extensão do Fome Zero para a classe média. Segundo coordenadores da campanha petista, a proposta é criar instrumentos para baratear os alimentos, como a redução de impostos e o incentivo a feiras e mercados. (págs. 1 e 19) - O hábito de guardar muito dinheiro em casa é comum no mundo político, a julgar pelas declarações enviadas este ano à Justiça Eleitoral. Candidatos a governador, senador e deputado declaram ter até R$ 2 milhões em espécie guardados. (págs. 1 e 22) GAZETA MERCANTIL - Rentabilidade de S.A. bate ganho financeiro - A rentabilidade no primeiro trimestre do patrimônio de um universo de 120 companhias abertas, cujo faturamento R$ 191 bilhões) representava 37,04% do PIB no mesmo período, superou ganhos com aplicações financeiras. Segundo a pesquisa da Técnica Consultoria, exclusiva para este jornal, os recursos investidos nessas empresas obtiveram rentabilidade média de 4,78%. Se um investidor tivesse colocado os mesmos recursos no CDI (referencial de aplicações de renda fixa), seu ganho teria sido de 3,9%. Olhando individualmente as companhias pesquisadas, a comparação dos ganhos entre investimento produtivo e financeiro cresce em importância. Nessa pesquisa onze empresas apresentaram ganho patrimonial superior a 10% no trimestre. As líderes em rentabilidade foram Natura (13,45%), Banco do Brasil (12,66%), Ipiranga (12,05%) e Tractebel (11,24%) - todas companhias que integram o Novo Mercado da Bovespa. Entre os setores, os campeões do ranking de rentabilidades foram instituições financeiras (8,93%), seguidas por petróleo e Petroquímica (7,16%), e Mineração (7,10%). No primeiro trimestre houve uma ligeira redução da rentabilidade patrimonial em relação ao mesmo período de 2005, tendência que, segundo Harold Thau, coordenador do estudo, deve se repetir no segundo trimestre, cujos balanços começam a ser divulgados. (pág. 1 e B-1) - Oficialmente, maio marca o início da colheita da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul, a maior região produtora do Brasil. E como tradicionalmente o corte da cana de encerrar em novembro, as usinas de açúcar e álcool praticamente trabalham apenas seis meses. No resto do ano, as indústrias permanecem ociosas, até começar a safra seguinte. Essa foi a rotina no campo e nas usinas desde a criação do Proálcool em 1975. De dois anos para cá, porém, com o uso de novas variedades altamente precoces conhecidas como RB (República Brasil), a história começa a mudar, a ponto de se projetar para os próximos cinco anos um alongamento da safra de seis para dez meses nas maiores regiões produtores. Será o fim da entressafra da cana e dos problemas de abastecimento do mercado local com álcool combustível. - A alta nos preços da nafta e a impossibilidade de promover ajustes necessários devido à forte concorrência do mercado reduziram o lucro líquido ajustado da Companhia Petroquímica do Sul (Copesul) em 17% para R$ 305,5 milhões, no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período do ano anterior. (pág. 1 e C4) - O ritmo de corte de juro pode diminuir, indicou a ata do Copom. Isso reforça a expectativa de redução de 0,25 ponto na Selic daqui para frente. Também ontem, o Tesouro anunciou uma troca de dívida externa, para alongar prazos. (pág. 1 e B-1) - O presidente Lula afirmou ontem que a Previdência deve passar por reformas somente a cada 15 ou 20 anos. Para ele, o rombo nas contas do INSS deve ser coberto pelo Tesouro Nacional. (pág. 1 e A-8) - O chanceler mexicano Luis Ernesto Derbez defendeu a retomada das negociações da Alça, caso a Rodada Doha fracasse definitivamente. Derbez espera por novidade durante a visita ao Rio da representante dos EUA, Susan Schwab, a partir de hoje. (pág. 1 A-11) - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) votará no dia 16 de agosto seu novo regimento interno. Com 241 artigos, o texto foi redigido a fim de dar mais transparência e uniformidade às ações do órgão. Ao colocar procedimentos, prazos e recursos no papel, o Cadê também busca diminuir os prazos dos julgamentos. (pág. 1 e A-10) - Em 2007, o Brasil dará os primeiros passos para o uso de veículos movidos a células de hidrogênio. Um teste será o ônibus desenvolvido com tecnologia brasileira pela UFRJ. E em São Paulo entrará em operação experimental o ônibus do programa do Ministério de Minas e Energia, coordenado pela EMTU. (pág. 1) - A distribuidora de combustíveis Alesat prepara-se para lançar suas ações na Bovespa. Resultado da fusão da mineira ALE com a SAT, do Rio Grande do Norte, o grupo é o sexto maior do segmento no País, com faturamento de R$ 4,3 bilhões em 2005. Buscar recursos no mercado e apostar no biodiesel são as suas estratégias para subir no ranking. "Pretendemos dobrar de tamanho até 2010", diz o presidente do conselho de administração da Alesat, Sérgio Cavalieri. (pág. 1 e B-3) - A proximidade das eleições e o ritmo lento da economia contribuíram para a alta do desemprego, que subiu para 10,4% em junho, segundo o IBGE. A criação de empregos formais também recuou, e no semestre ficou 4,4% menor diante do mesmo período de 2005. (pág. 1 e A-4) - Nova linha de crédito do BNDES ao setor automotivo amplia de 30% para 55% o financiamento de operações de exportações em um período de 12 meses. Também reduz o juro de 4,5% para 3,8% ao ano para montadoras que mantiveram o quadro de pessoal. (pág. 1 e C-5) - Na contramão do setor de ferrovias e das expectativas do mercado, a MRS Logística não vai abrir seu capital. "Estamos capitalizados e os acionistas não optaram por esta medida", disse a este jornal o presidente da empresa, Júlio Fontana. A MRS Logística investirá US$ 1 bilhão nos próximos cinco anos (R$ 650 milhões em 2006). A empresa vai melhorar a malha rodante e a tecnologia. (pág. 1 e C-5) CORREIO BRAZILIENSE - Verba pública faz a festa dos deputados em campanha - Parlamentares que tentam a reeleição imprimem panfletos e até fretam aviões com dinheiro do contribuinte. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3) - A capital dos candidatos - Favoritos ao Planalto mantêm relação próxima com Brasília. E todos têm um local preferido na cidade. (págs. 1, 6 e 7) - A superoferta de produtos agrícolas nos últimos cinco meses foi fundamental para derrubar a inflação e melhorar a qualidade de vida da população carente. Só que agora, com colheita menor e crise financeira do setor, o resultado será o inverso, segundo prevêem os especialistas: alimentos mais caros e pressão inflacionária. (págs. 1, 23 e 25) VALOR ECONÔMICO - BNDES amplia apoio à exportação de veículos - O governo ampliou o apoio às exportações do setor automotivo. Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o BNDES anunciou ontem o aumento das vantagens na linha de financiamento às exportações de veículos criada em novembro do ano passado. O banco elevou o limite do empréstimo de 30% para 55% do valor a ser exportado pelas montadoras e reduziu o spread cobrado de 4,5% para 3,8%. Para ter acesso a esse segundo benefício, contudo, a montadora precisa manter - ou aumentar - seu nível de emprego em relação ao ano anterior. Além do spread, 80% do empréstimo paga Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e os 20% restantes estão indexados à variação de uma cesta de moedas. Para estes 20%, não há redução de spread. No ano passado, essa linha do BNDES movimentou US$ 853 milhões, sendo que a Volkswagen recebeu o maior volume de recursos (US$ 303 milhões), seguida pela Ford (US$ 250 milhões), GM (US$ 200 milhões) e Fiat (US$ 100 milhões). Com as novas regras, o presidente do BNDES, Demian Fiocca, acredita que serão financiados US$ 1,5 bilhão. A Volkswagen, a maior exportadora do setor, não estará habilitada ao juro menor se mantiver o plano de demissões programado para acontecer a partir da próxima semana. A montadora está prestes a iniciar um programa de enxugamento que prevê a eliminação de 5 mil a 6 mil postos de trabalho até 2008. A primeira fase deve começar na fábrica de Taubaté (SP) na próxima semana, com a eliminação de 160 vagas. Também a General Motors eliminou 900 vagas na fábrica de São José dos Campos (SP), que a partir da próxima semana passa a funcionar com apenas um turno de trabalho. Mas a empresa pretende compensar estes cortes em outra fábrica e assim manteria o nível de emprego e o direito ao juro menor. (pág. 1 e A3) - Os ataques israelenses ao Líbano mudaram a vida de empresas brasileiras instaladas naquele país. Elas estão cancelando o envio de mercadorias e revêem projeções de venda. A Marisol, que está no Líbano desde 1990 e tem seis lojas em Beirute, teve uma de suas unidades danificada e suspendeu a remessa de peças de inverno. A Hering, com oito lojas franqueadas, estima perder metade do faturamento do ano no país. O frigorífico Independência, que exporta US$ 4,8 milhões/ano para o Líbano, suspendeu o envio de contêineres de carne (pág. 1 e A9) - Em resposta à insistente proposta do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, de criação de um "Banco do Sul" para investimentos no continente, o governo brasileiro negocia com os vizinhos o fortalecimento de um banco regional já existente, com um capital de US$ 5 bilhões e aportes de US$ 2,5 bilhões em projetos de integração de infra-estrutura sul-americana em 2005. É a Corporação Andina de Fomento (CAF), que o Brasil vai propor como candidato ao "Banco do Sul" na próxima reunião da Comunidade Sul-Americana de Nações (pág. A2) - As usinas de açúcar e álcool podem frear seus investimentos em co-geração de energia a partir do bagaço de cana por conta de mudanças, no leilão realizado em junho, dos critérios de preço para a energia gerada pelas térmicas. O setor já investiu R$ 3,8 bilhões em co-geração e negocia 1,1 mil MW. O montante de investimentos pode ser oito vezes maior em razão do potencial de geração. O Grupo Cosan fez aporte de R$ 250 milhões em duas usinas, mas decidiu adiar outros seis projetos por causa dessas mudanças. (pág. 1) - O Banco Central criará um departamento de segurança com atividades de inteligência, uma controladoria e uma ouvidoria, para encaminhar queixas do público contra as atividades do próprio BC. (pág. C2) - Ao sinalizar ontem a intenção de diminuir o ritmo de corte da taxa Selic, o BC provocou alta dos juros negociados no mercado futuro e interrompeu o declínio das taxas das LTNS no leilão do Tesouro. (pág. 1 e C2) - A Usiminas concluiu estudos para montar novo laminador de tiras a quente na Cosipa. O projeto terá investimento de US$ 600 milhões e faz parte de um plano de modernidade das instalações. (pág. 1 e B13) REVISTAS VEJA TÍTULO DE CAPA - 12 MANEIRAS DE IMPEDIR QUE OS POLÍTICOS ROUBEM TANTO Entrevista/Eliana Cardoso - A maldição do petróleo - A economista explica por que muitos países ricos em recursos minerais se afundam na corrupção e não conseguem criar instituições democráticas sólidas. (págs. 11 a 15) Ponto de Vista - Stephen Kanitz - Lula e os aposentados. (pág. 24) 12 ações para caçar os corruptos - A sucessão de escândalos revela o espantoso grau que a corrupção atingiu entre os parlamentares - e leva a uma indagação central: o que fazer para superar essa chaga? (Capa e págs. 42 a 50) 54000 votos por dia - É o que Alckmin precisa conquistar até o dia 1° de outubro para chegar ao segundo turno. Nos últimos quarenta dias, o tucano ganhou uma média diária de 170 000 eleitores. (págs. 52 e 53) Mais que um santinho eletrônico - A guerra eleitoral já começou na internet. E em alta temperatura. (págs. 54 e 55) Tem índio na Suíça? - O presidente da Funai torra dinheiro público em viagens internacionais. Sua aldeia preferida lá fora é Genebra. (pág. 56) Lixo na rota do Pan - Poluição da Baía da Guanabara vai prejudicar competições náuticas nos jogos do Rio-2007. (págs. 72 a 74) O real virou turista - Barrada por décadas, a moeda brasileira vai ser aceita nas compras nos free shops dos aeroportos do país. (págs. 98 e 99) Um golpe contra a globalização - O mundo perde com o fracasso melancólico da Rodada de Doha de negociações comerciais da OMC. (págs. 100 e 101) ÉPOCA TÍTULO DE CAPA - Blogs - Como eles estão mudando a vida de todos nós - O impacto crescente dos diários da internet na política, nos negócios, na carreira e nos relacionamentos pessoais. Mais: a lista dos blogueiros mais quentes do Brasil e do mundo Uma oportunidade para os políticos - O escândalo das sanguessugas pode ser visto como um passo rumo a uma sociedade mais madura, vigilante e menos tolerante com os corruptos. (págs. 28 a 30) Anatomia de uma fraude - Tudo o que você precisa saber sobre o esquema da máfia das ambulâncias, que pode envolver quase um quinto do Congresso Nacional. (págs. 32 e 33) Conexão evangélica? - Deputados da Universal são acusados de ter participado da criação da máfia das sanguessugas. (pág. 34) O deputado de 673 votos - Ele apresenta o currículo acadêmico mais vistoso do Congresso Nacional. Mas a única certeza sobre o professor Irapuan Teixeira é a suspeita de envolvimento na máfia dos sanguessugas. (págs. 38 a 40) Quem é o piloto? - Os cheques vêm do sócio chinês. As decisões também. Não basta recuperar a Varig. Os compradores têm de provar que ela não está sob controle estrangeiro. (págs. 48 a 50) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - EXCLUSIVO - R$ 254 MILHÕES SOB SUSPEITA - Antes de esgotar os recursos jurídicos, Telebrás faz acordo que deixa milionário amigo do ministro Hélio Costa, das Comunicações Entrevista/Viviane Senna - Futuro exterminado - Presidente do Instituto Ayrton Senna faz diagnóstico assustador da educação e mostra como enfrentar o problema. (págs. 7 a 11) Acordo sob suspeita - Presidente e advogado da Telebrás protestam contra acordo que obrigou a empresa a pagar R$ 253,9 milhões a amigo do ministro das Comunicações, Hélio Costa. (Capa e págs. 28 a 32) Candidatos a postos - Apesar da expectativa de campanhas mais baratas, presidenciáveis montam QGs sofisticados - e caros - para comandar a caça ao voto. (págs. 33 e 34) Sanguessuga - Operação empurra - Governo e oposição jogam uns para os outros a paternidade e a responsabilidade pela manutenção da máfia das ambulâncias. (págs. 36 a 38) Rivais no mesmo palanque - Eleição na terra natal de Lula opõe dois aliados do Palácio do Planalto. Acusações contra o petista Humberto Costa podem abrir o caminho para Eduardo Campos (PSB). (págs. 40 a 42) Polícia bandida - PF corta a própria carne e expõe corrupção na cúpula da segurança no Rio de Janeiro. (págs. 44 a 46) DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - BOMBRIL - O DONO VOLTOU - Depois de 20 anos de brigas na Justiça, o empresário Ronaldo Sampaio Ferreira reassume o controle da empresa fundada por seu pai e planeja recuperar o prestígio de uma das marcas mais valiosas do País O custo de uma campanha - Apesar do escândalo do caixa dois, candidatos sinalizam que a disputa eleitoral de 2006 poderá ser tão cara quanto as anteriores. (págs. 24 a 26) Pacote cambial - será que funciona? - Não resta dúvida de que o pacote cambial anunciado na quarta-feira 26 ficou aquém do que esperavam os empresários. Mas, diante das divergências no governo, foi o pacote possível. Abriu-se um fosso entre os temores do Ministério da Fazenda quanto à perda de receita e as propostas do Ministério do Desenvolvimento para valorizar o dólar e desonerar os exportadores. (...) (págs. 28 e 29) TAM + GOL = 88% - Crise na Varig criou um duopólio que já se reflete em alta de preços e deterioração dos serviços. (págs. 32 e 33) Diplomacia - À sombra de um fracasso - Fiasco da Rodada Doha aborta a mais ousada iniciativa comercial do País. Como o chanceler Celso Amorim poderá sair da encruzilhada? (págs. 34 e 35) O homem do H-Bio - Quem é o pesquisador da Petrobras que descobriu a fórmula do combustível do futuro: o biodiesel vegetal barato. (págs. 64 e 65) Artigo - Joaquim Castanheira - Viramos nanicos - As empresas brasileiras estão pequenas para encarar o jogo da economia global. (pág. 87) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - QUEM É HELOÍSA HELENA - Um partido socialista, uma formação cristã, um discurso moralista... Até onde a combinação desses fatores pode levar a candidata do PSOL? - ELEIÇÕES 2006 - AS PROPOSTAS PARA DESATAR O NÓ DA PREVIDÊNCIA - ESPECIAL - COMÉRCIO EXTERIOR - O Brasil diversifica a pauta, abre novos mercados, mas sofre com o câmbio A Previdência em xeque - Eleições 2006 - O governo aposta na melhoria da gestão. Os tucanos insistem no discurso das reformas. E o PSOL propõe retomar o Orçamento da Seguridade Social. (Capa e págs. 8 a 14) A escalada de HH - Eleições 2006 - Com um discurso moralista, a candidata do PSOL acumula apoios, mas seu potencial na disputa ainda é incerto. (Capa e págs. 22 a 26) Um tiro no próprio pé - CPI dos Sanguessugas - A oposição tenta envolver o governo, mas alcança Serra. (págs. 28 a 31) Para exportar mais - Câmbio - O governo permite que 30% da receita das vendas das empresas fique no exterior. (pág. 35) Um desfecho sem vencedores - OMC - A intransigência dos Estados Unidos leva à suspensão da Rodada de Doha. (pág. 40) Especial Comércio Exterior - Fôlego para crescer - O Brasil diversificou a pauta de produtos exportados, abriu novos mercados e melhorou a competitividade. O real valorizado pode comprometer a mudança. (Capa e págs. 41 a 52) Economia apenas genérica - Uma medicina de qualidade e mais barata para a população ainda é muito mal aproveitada no Brasil. (pág. 69) EXAME TÍTULOS DE CAPA - 800 MILHÕES DE NOVOS CONSUMIDORES - É o tamanho do mercado criado por Brasil, Rússia, Índia e China - os chamados Bric. Seu crescimento abre oportunidades sem precedentes no mundo dos negócios - OS BASTIDORES DE SADIA E PERDIGÃO. POR QUE O MAIOR NEGÓCIO DO ANO NÃO SAIU 800 milhões de novos consumidores - A ascensão de Brasil, Rússia, Índia e China - o chamado Bric - vai incorporar ao mercado um contingente de pessoas que mudará o rumo da economia mundial. (Capa e págs. 20 a 25) A solução está aqui dentro - Estudo mostra que, embora ainda estejam longe das melhores práticas mundiais, alguns estados brasileiros começam a superar a praga da burocracia. (págs. 38 e 39) 10 razões para enterrar o Mercosul - Com show de demagogia, bravatas antiamericanas e nenhum resultado prático, reunião de Córdoba provou que o bloco é cada vez mais obra de ficção. (págs. 42 a 46) Um projeto para a indústria? - É o que os economistas do PT recomendaram durante anos a fio, antes de chegar ao governo. Mas onde estaria hoje a tão falada "política industrial", justamente quando mais se precisa dela? (Opinião/J. R. Guzzo, págs. 48 e 49) Por que o negócio do ano não saiu - Os motivos por trás do fracasso da oferta da Sadia pela Perdigão - um marco nos negócios brasileiros. (Capa e págs. 92 a 97) 7 perguntas/Heloísa Helena - "Vou mudar tudo" - Candidata promete cortar as taxas de juro pela metade só na base da conversa - e da ternura - com o Banco Central. (pág. 114)

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