04/02/2007

Jornal do Brasil
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O Estado de São Paulo
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Anarc - Em vez de proteger os usuários, Agência Nacional de Aviação Civil contribui para anarquia do setor

- No dia em que morreram 154 pessoas na queda de um avião da Gol, a diretoria da Anac se reuniu para distribuir cargos em comissão, marcar um concurso de admissão de funcionários, assinar convênios para estágios e enviar representantes a um encontro em Paris. A atitude simboliza o distanciamento da Anac do sofrimento dos passageiros. A agência é um caro reduto burocrático, como conta o editor de Política em Brasília, Robson Barenho. Tem seis superintendências, 44 gerências, cinco assessorias e oito gerências regionais e acaba de lançar edital para contratar 584 novos funcionários. (pág. 1 e País, págs. A2, A3 e A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Importação reduz crescimento do país

- Parte significativa do PIB (Produto Interno Bruto) "vaza" para fora do país. Em vez de crescer estimados 2,8% em 2006, o Brasil poderia atingir até 4,5% se a crescente demanda interna não fosse atendida tão fortemente pelas importações.

O volume de compras de produtos de fora aumentou 16% em 2006. Apesar de o ritmo de alta das importações superar o das exportações, o real continua se valorizando, em vez de essa diferença encarecer o dólar e inibir as compras externas.

Isso não ocorreu e não deve mudar porque as exportações que mais crescem são de commodities e produtos básicos valorizados e porque, com o maior juro real do mundo, o país atrai dólares de investidores.

A área têxtil está entre as mais afetadas pelas importações e revela como o PIB do setor "vaza". No ano passado, a produção caiu 5%.

A venda no varejo, porém, subiu 7%. "Exportamos algodão como commodity a um bom preço e importamos roupa pronta da China em valores irrisórios", afirma Rafael Cervone, presidente do Sinditêxtil. (pág. 1 e Dinheiro)

- O baixo crescimento econômico do Brasil fez com que o país reduzisse a pobreza em ritmo menos intenso que Argentina e Venezuela, que atravessaram turbulências recentes, informam Antônio Góis e Bruno Lima.

Dados da Cepal mostram que, de 2001 a 2005, a população abaixo da linha de pobreza passou de 34,1% para 32,8% no Brasil. Na Argentina ela caiu de 45,4% para 26% de 2002 a 2005 e, na Venezuela, diminuiu de 48,6% para 37,1%. (págs. 1 e A14)

- O arquivo do extinto Serviço Nacional de Informações, sob guarda da União, sofreu uma "limpeza" na qual foram suprimidos documentos que deveriam constar de acervos federais.

A Abin afirma que o acervo do SNI foi para o Arquivo Nacional, mas este assegura que não recebeu cópias de vários papéis. "A hipótese mais provável é a de destruição", diz a Abin. (págs. 1, A12 e A13)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Tesouro banca 87% da aposentadoria do servidor

- Levantamento realizado pelo "Estado" nos gastos do governo federal mostra que o recolhimento previdenciário do funcionalismo cobre apenas 12,8% das despesas com aposentadorias e pensões da União. O recolhimento já foi menor - a reforma da Previdência de 2003 fez os inativos passarem a contribuir -, mas continua muito aquém do necessário para equilibrar as contas da Previdência pública. No ano passado, a União forneceu R$ 7,1 bilhões a título de contribuição patronal e R$ 35,1 bilhões para cobrir o rombo final - o que significa que 87,2% das despesas previdenciárias com o funcionalismo federal são providenciadas por recursos públicos. É muito mais do que no setor privado - no caso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Tesouro cobriu no ano passado 25,4% das despesas. Para cada R$ 1 pago pelos servidores, o governo precisa desembolsar R$ 6,81 para fechar as contas. A situação é ainda mais grave no caso dos militares, que não foram envolvidos na reforma previdenciária de 2003. A contribuição deles cobre apenas 8,4% do gasto com aposentadorias e pensões. No serviço público, as maiores aposentadorias se encontram no Judiciário, no Ministério Público Federal e no Legislativo, mas o déficit nessas áreas é menor porque a proporção de aposentados em relação aos servidores ativos é pequena. (págs. 1 e B1)

- A proposta de criação de uma organização das Nações Unidas para o meio Ambiente já recebeu a adesão de 46 países. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da França, Jacques Chirac, no encerramento da conferência internacional "Cidadãos da terra". EUA, China e Índia resistem a idéia. (pág. 1 e 28)

- Legislatura começa com os mesmos vícios - Luta pelo aumento do salário, conchavos. É a Câmara renovada em 47%. (págs. 1 e A4)

O GLOBO

- Receita multa por sonegação o presidente reeleito da Alerj

- Reeleito para o terceiro mandato como presidente da Assembléia Legislativa do Rio, o deputado Jorge Pacciani (PMDB) terá de pagar à Receita R$ 1,5 milhão em impostos e multas por fraude na declaração de bens nos exercícios fiscais de 2000 a 2003, revela o repórter Chico Otávio. Outros três deputados estaduais empossados quinta-feira e quatro ex-deputados também foram multados em R$ 2,9 milhões pela Receita,que encaminhou o processo à Procuradoria Regional da República para possíveis ações criminais. A punição foi decorrente da série de reportagens do Globo "Homens de bens da Alerj", que mostrou a evolução patrimonial de 113 deputados. Júlio Gomes, advogado de Picciani, reclamou de pressões do Ministério Público para prejudicar seu cliente. (págs. 1 e 17)

- Para dar mais garantias ao trabalhador, o governo quer que o fundo de investimento de infra-estrutura aplique recursos do FGTS em obras nas quais empresas como Petrobras, Vale do Rio Doce e Eletrobrás serão parceiras. (págs. 1 e 35)

- Às margens da Bacia do Juruá, na Amazônia acreana, os índios da nação arara, cujas terras demarcadas foram homologadas há três anos, misturam tecnologia e tradição na luta para preservar sua cultura. A tribo quase foi extinta na época dos seringais. (págs. 1 e 14)

CORREIO BRAZILIENSE

- A nova elite do Congresso

- Articuladores da eleição de Arlindo Chinaglia à Presidência da Câmara e com origens bem diferentes, deputados como José Múcio (PTB-PE), Cândido Vacarezza (PT-SP) e Júlio Delgado (PSB-MG) entram na lista dos parlamentares mais influentes do Poder Legislativo. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3)

- O país sob a ameaça da dengue - Secretário Nacional de Vigilância em Saúde, Fabiano Pimenta, alerta que epidemia pode agravar-se entre março e abril por causa das fortes chuvas e atingir outras regiões além do Centro-Oeste. Só no Mato Grosso do Sul, estado que concentra a maioria dos casos, a doença já matou três pessoas e infectou mais de 14 mil em apenas 30 dias. (págs. 1 e 13)

- Fraude contra os aposentados - Pouco rigor dos bancos facilita a vida de estelionatários que fazem empréstimos em nome de pensionistas do INSS. (págs. 1 e 21)

- No interior de Minas, a pequena Perdizes é o exemplo de como os desmandos políticos podem arrasar um município. Segundo a CGU, 70% das cidades fiscalizadas no país apresentam alguma irregularidade. (págs. 1 e 6 a 8)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- "Nem na ditadura" - Embaixador denuncia doutrinação no Itamaraty

Entrevista: Roberto Abdenur - Nem na ditadura - O diplomata diz que a política externa do governo Lula é contaminada pelo antiamericanismo e pela orientação ideológica. (capa e págs. 11 a 15)

A nova cara velha do Parlamento - Com os métodos e os adesistas de sempre na oposição, o governo consegue eleger os presidentes da Câmara e do Senado. (págs. 60 e 61)

Será que ele pode? - Genro quer ser ministro da Justiça. Antes, precisa mostrar que defenderá as garantias constitucionais - entre elas, a liberdade de imprensa. (pág. 62)

À beira dos abismos - O governo quer separar os diferentes rombos da Previdência e entregar ao Tesouro o déficit produzido por "doações" a aposentados que nunca contribuíram. O problema fica do mesmo tamanho - mas bem mais explícito. (págs. 66 e 67)

Poderes de ditador para Hugo Chávez - Ditadura em Caracas acelera a inexorável marcha de certos países vizinhos rumo à irrelevância mundial. (págs. 70 e 71)

Diogo Mainardi - Dioguildo que se dane - "Se Luiz Gushiken de fato quisesse que a Polícia Federal investigasse minhas atividades secretas, qual o sentido de me alertar publicamente por meio de um garoto de recados?" (pág. 131)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- O Mundo vai acabar? - O mais importante relatório sobre o aquecimento global mostra que a situação é pior do que imaginávamos

- Eleição na Câmara: o que muda no governo Lula com a vitória de Chinaglia

O que muda com ele - A vitória de Chinaglia mostra que a influência do PT no segundo mandato de Lula vai ser bem maior do que se imaginava. (capa e págs. 38 a 41)

As lições de Mr. Brown - O provável futuro primeiro-ministro do Reino Unido virou o guru dos "desenvolvimentistas" brasileiros. E agora vai ajudá-los a implementar o PAC. (págs. 42 e 43)

Esqueça o PIB - E os juros, a inflação, o câmbio... Hoje, os indicadores mais relevantes para avaliar as nações levam em conta a qualidade de vida, o conhecimento e a competitividade. (págs. 44 e 45)

Entrevista: Alfredo Valladão - O novo tratado de Tordesilhas - A América Latina já foi repartida entre Portugal e Espanha. A divisão agora é entre quem dá certo e quem patina. (págs. 48 e 49)

Seu País - Paulo Guedes - As velhas idéias e os novos conflitos - O PAC parte do animismo conceitual de que o governo vai destravar o país, quando a verdadeira trava é sua hipertrofia. (pág. 50)

Que Mundo será este? - O maior encontro de cientistas sobre mudanças climáticas chegou a uma conclusão: o planeta ficará irreconhecível nas próximas décadas. (capa e págs. 92 a 97)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Collor volta a Brasília - O que significa no atual cenário político o retorno do ex-presidente Fernando Collor à capital do poder. Ele assume como senador em um Congresso que absolveu diversos mensaleiros e sanguessugas, e promete fidelidade canina a Lula, seu ex-rival nas urnas

E mais: Cláudio Vieira, ex-secretário particular de Collor, faz bombásticas revelações sobre os fatos que levaram ao impeachment

- Clima - Relatório de cientistas coloca o Mundo em alerta máximo

Collor volta a Brasília - Exclusivo - Com planos de ser candidato a presidente em 2010, "elle" entra para o Senado despertando temores e reverências. (capa e págs. 30 a 37)

Assombrações colloridas - Ex-secretário particular de Fernando Collor, o advogado CláudioVieira revela que PC Farias levou US$ 20 milhões para o túmulo. (capa e págs. 38 e 39)

O desafio de Chinaglia - Novo presidente da Câmara terá de recompor a base de apoio ao governo, cumprir acordos feitos com a oposição e, ainda, zelar pelos interesses do presidente Lula. Tudo isso num momento de forte descrédito dos parlamentares. É possível cumprir a missão? (págs. 40 a 42)

"Devolvam os restos do meu filho" - O pedido da italiana Helena pode levar militares brasileiros à Corte de Haia. (págs. 48 e 49)

Chegou a era do degelo - Relatório bombástico da ONU mostra que a temperatura global subirá 3 graus Celsius e arrasará pelo menos um terço do planeta - cerca de 10% das espécies serão extintas. (capa e págs. 74 a 78)

A Amazônia será um deserto - Se o aquecimento global continuar, a temperatura da região aumentará dez graus. (capa e pág. 79)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- O bilionário dos portos - Conheça Richard Klein, que se intitula o "Senhor Contêiner" e é dono do grupo Multiterminais. Ele acaba de atrair o financista Armínio Fraga como sócio, num investimento de R$ 125 milhões por 25% da empresa. O que esse ambicioso empresário tem de especial?

Entrevista: José Alexandre Scheinkman - "Se o país crescer, não será por causa do PAC" - Para o professor de economia da Universidade Princeton, o bom momento da economia mundial e as ações adotadas por Lula em seu primeiro mandato assegurarão o bom desempenho do País. (págs. 16 a 18)

O homem de US$ 100 bilhões - O presidente do BC, Henrique Meirelles, está perto de fazer o Brasil bater uma marca histórica em suas reservas. (págs. 24 a 26)

A mordida dos governadores - Eles têm reivindicações que somam R$ 15,5 bilhões. O Planalto irá ceder à pressão? (pág. 27)

Arlindo, o número 3 - Contra a vontade de Lula, o deputado Arlindo Chinaglia torna-se presidente da Câmara e o terceiro homem da República. O que isso muda? (págs. 28 e 29)

Um magnata no Poder - Aos 83 anos, Camilo Cola, o dono da Itapemirim, torna-se deputado federal. Com patrimônio de R$ 1 bilhão, o que mais ele deseja? (págs. 30 e 31)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- O jeito brasileiro de fazer política - A eleição de Arlindo Chinaglia para a presidência da Câmara expõe a profundidade das tradições do poder, sempre inclinado ao arreglo e à sua retórica

- A Justiça Militar investiga a participação do general Rui Monarca no recrutamento de mercenários

Política à brasileira - Congresso - Velhos hábitos afloram na disputa pela presidência da Câmara. (capa e págs. 22 a 27)

General na linha-de-tiro - Exército - Avançam as investigações sobre o recrutamento de mercenários no Brasil. (capa e págs. 31 e 32)

Com sabor de lucro - Agronegócio - O café brasileiro melhora de qualidade, atrai investidores estrangeiros e agrada ao consumidor exigente. (págs. 40 e 41)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.