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04/03/2007
JORNAL DO BRASIL - Milícia tem 1,4 milhão de soldados no Brasil - O sotaque pode variar: mateiros, jagunços, seguranças, polícia comunitária, pistoleiros. Mas o conceito é o mesmo: são formas de milícias privadas, que reúnem um exército de 1,4 milhão de homens, quase três vezes mais que as forças policiais oficiais. O número de milicianos clandestinos é ainda maior. (págs. 1 e País, pág. A2) - O Ministério Público do Rio prepara um golpe final contra a máfia dos caça-níqueis no Rio, a partir desta semana. Para isso, pede que os juízes não concedam liminares aos operadores e que a polícia reprima de fato o jogo ilegal. As liminares não têm valor, mas muitos policiais as aceitam. (pág. 1 e Cidade, págs. A14, A15 e A16) FOLHA DE SÃO PAULO - Brasil e EUA vão usar álcool como moeda de troca - A questão do álcool combustível deverá servir de moeda de troca para os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e George W. Bush no encontro que terão na próxima sexta, em São Paulo. Lula espera apoio para a definição de regulação internacional sobre uso e distribuição de álcool e para a padronização do produto, necessária para torná-lo "commodity", cotado em Bolsa. Os EUA são decisivos para bancar a propagação de usinas de álcool no país - têm capital e vêem no Brasil um parceiro estratégico para substituir 20% dos combustíveis consumidos internamente por biocombustíveis. A questão é crucial para a Casa Branca, sobretudo por suas relações difíceis com a Venezuela e com países do Oriente Médio, importantes produtores de petróleo. Os EUA também apostam na aproximação com o Brasil para tentar neutralizar a influência do venezuelano Hugo Chávez no continente. Bush pretende cobrar de Lula uma posição mais dura em relação a Chávez. Em troca, acenará com o arrefecimento dos ataques que seu escritório de comércio exterior faz ao Mercosul. (pág. 1 e Brasil) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem em Georgetown (Guiana) que "há abusos em greves" e defendeu proposta de lei que proíba o direito a paralisações de alguns setores do funcionalismo público. "Há abusos em greves, não só no setor público. Agora cada um de nós paga um preço pelos exageros que cometemos", afirmou. (págs. 1 e A9) - O economista Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor do Banco Central, diz que "não há nenhuma mudança relevante na economia mundial que aponte para uma crise" após a turbulência da semana passada. Para ele, o Brasil vive um de seus melhores momentos, mas falta dinamismo à economia por conta da elevada carga tributária. (págs. 1 e B3) O ESTADO DE SÃO PAULO - Brasil terá uma nova usina de álcool por mês até 2012 - O Brasil vai ganhar em média uma usina de álcool e açúcar por mês nos próximos seis anos. As 336 unidades atuais devem chegar a 409 até o final da safra 2012/2013. Para erguer tudo isto, investidores brasileiros e estrangeiros, com tradição ou não no setor, vão aplicar US$ 14,6 bilhões.Há ainda 189 consultas em andamento, tanto para construção como para ampliação de usinas. "Nem todas essas consultas vão evoluir para um projeto concreto, mas a quantidade de sondagens dá bem a dimensão do interesse", diz José Luiz Olivério, vice-presidente de operações da Dedini S.A., que detém 50% das vendas de equipamento para usinas. Para Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e membro da Comissão Hemisférica de Bioenergia, este será o século da segurança energética, "e o Brasil tem de estar preparado para isso". Cerca de 40 países de todos os continentes já adotaram ou estão em fase de adotar a mistura de etanol à gasolina, em porcentual que varia de 2% a 10%. No Brasil ele é de 25%. (págs. 1, A4, A8 e Caderno Aliás) - Apresentada em 2003 pelo presidente Lula ao presidente americano, George W. Bush, a proposta de cooperação na área de biocombustíveis ficou adormecida em alguma gaveta da Casa Branca. Agora, virou cavalo de batalha. Lula e Bush assinam sexta-feira acordo sobre esse tema, no que está sendo tratado como renovação das relações entre os dois países. A parceria permitirá ao Brasil criar nos EUA um mercado consumidor permanente de biocombustível e derrubar gradualmente as tarifas nesse protegidíssimo setor. (págs. 1 e A8) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu ontem a proibição de greves nos setores essenciais do serviço público. Na Guiana, onde participou de encontro do Grupo do Rio, Lula disse que no Brasil há abusos desse tipo de protesto e afirmou que só um governo de ex-sindicalistas tem autoridade para estabelecer limites. O governo enviará ao Congresso projeto que proíbe paralisações no setor público. (págs. 1 e A9) O GLOBO - Contrabando e tráfico na fronteira financiam terror - Uma investigação iniciada 48 horas após os atentados do 11 de Setembro pelos EUA para desvendar a origem das finanças de terroristas revelou uma operação de lavagem de US$ 100 milhões para o grupo xiita libanês Herzbollah na região entre Brasil, Paraguai e Argentina, conhecida como tríplice fronteira. O caso é apenas um dos mais de 50 em que se investiga o financiamento de grupos terroristas como Hamas e al-Qaeda por ativistas estabelecidos na região. A origem do dinheiro está em negócios ilícitos de pirataria, contrabando e tráfico de drogas. Os inquéritos em diferentes países, entre eles o Brasil, são realizados sob orientação de órgãos de informação americanos e já levaram a várias prisões, como revela José Casado, com a colaboração de José Meirelles Passos, nas primeiras reportagens de uma série sobre a tríplice fronteira e o terror, que começa a ser publicada hoje. (págs. 1 e 36 a 39) - A demora do presidente Lula para fazer a reforma ministerial e a incerteza da permanência está levando ministros a reduzir o ritmo das atividades e a adiar a tomada de decisões, prejudicando o desempenho do governo. (págs. 1, 3 e 4) - Dois anos após a intervenção, os hospitais Souza Aguiar e Miguel Couto, que voltaram à administração municipal, mantêm antigos problemas. Já as unidades que permaneceram sob responsabilidade da União tiveram melhoras. (págs. 1 e 25) GAZETA MERCANTIL - Lula usa distribuição de renda para justificar PIB - Um dia depois do anúncio de crescimento de 2,9% da economia em 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou ontem, durante café da manhã no Palácio do Planalto com jornalistas, que, ao contrário de períodos anteriores de grande expansão econômica, como na ditadura militar, hoje a riqueza produzida é distribuída. "Estamos cuidando de crescer com distribuição de renda. Não tanto quanto eu queria, mas sem mágicas". Enfatizou que na ditadura a economia cresceu em média 10%, "mas sem distribuição". O presidente disse que os ministros Guido Mantega (Fazenda) e Paulo Bernardo (Planejamento) e Henrique Meirelles (Banco Central) não deixarão seus cargos com a reforma ministerial, pois estão "blindados pelo sucesso". Isso não vale para outros escalões. À noite, o Banco Central anunciou a saída do diretor de Política Econômica, Afonso Bevilaqua, alvo de pressões políticas por ser considerado muito conservador nas decisões sobre o juro básico. Lula e Mantega adentraram a noite reunidos no Planalto. O tema do encontro não foi divulgado até o fechamento desta edição. A expectativa era de que em seguida Mantega jantaria com o presidente do BNDES, Demian Fiocca. Lula avisou que não dará guarida aos petistas que sonham com seu terceiro mandato. "Seria brincar com a democracia. Não aceito". Acrescentou que pretende eleger "um companheiro" para seu sucessor em 2010. (págs. 1, A-9 e A-10) - Paulo Skaf - O País precisa acompanhar de perto as propostas do PAC. (págs. 1 e A-3) - Klaus Kleber - O filho legítimo do Brasilino acha burrice deter a globalização. (págs. 1 e A-3) - O resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, na próxima semana, é um dos mais previsíveis na opinião do mercado financeiro. Novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, hoje em 13% ao ano, é dado como certo - independentemente de mudanças na diretoria do BC. A forma cautelosa e conservadora como o BC conduz a política monetária deve prevalecer sobre a ausência de pressões inflacionárias. Se confirmada, esta será a décima quarta redução consecutiva na Selic e a segunda de 0,25 ponto. A expectativa para o IPCA no ano está em 3,91%, abaixo do centro da meta de 4,5%. (págs. 1 e B-1) - Com juros que variam de 2,25% a 3,99% ao mês, os bancos começaram ontem a antecipar a restituição do Imposto de Renda. O empréstimo varia de 70% a 100% do valor a ser devolvido pelo Leão. Especialistas dizem que utilizar esta linha de crédito só vale a pena para quem pretende quitar dívidas com taxas maiores e recomendam atenção redobrada para não cair na malha fina, pois o banco debitará o dinheiro na conta do mesmo jeito no fim do contrato. (págs. 1 e B-3) - A Vale do Rio Doce e a Previ (fundo de pensão dos empregados do Banco do Brasil) vão vender as ações que possuem na Usiminas por meio de oferta pública. A operação faz parte da reestruturação societária da siderúrgica, que permitiu a entrada da mineradora no bloco de controle da empresa, em novembro do ano passado. Não foi informado o lote que será ofertado. Segundo comunicado enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o pedido será protocolado nos próximos dias. O banco de investimento Merril Lynch teria sido contratado para coordenar a oferta, que terá esforço de colocação também no exterior. Juntas, Vale e Previ detêm 27,2% das ações ordinárias da siderúrgica mineira que não fazem parte do bloco de controle. Ontem, na Bovespa, ação ordinária da Usiminas fechou com valorização de 0,09%, cotada a R$110,00. No acumulado em 2007, o papel teve ganhos de 15,5%. Ontem, a ação PNA da Vale registrou depreciação de 1,93%, avaliada em R$ 61,25. (pág. 1) - O mercado financeiro global segue pressionado pelo desempenho das bolsas asiáticas. O Índice Xangai Composite caiu 2,91% e o Ibovespa recuou 0,86%. No câmbio, o BC reduziu as compras e o dólar caiu discretamente a R$ 2,119. (págs. 1 e B-1) CORREIO BRAZILIENSE - Novos deputados, velho nepotismo - A Câmara foi renovada em mais de 50%. No entanto, pelo menos 51 parlamentares empregam 61 parentes. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3) - Viagem de Bush ao Brasil e quatro países latinos provoca estragos no Mercosul. Na Guiana, líderes tentam salvar Grupo do Rio, em encontro esvaziado pela ausência de Chávez, Kirchner, Morales e Correa. (págs. 1, 14 e 15) VALOR ECONÔMICO - Siderurgia se une contra subsídio a usina do Ceará - As siderúrgicas brasileiras se uniram contra a proposta de fornecimento de gás a preço subsidiado pela Petrobrás ao projeto da usina da Ceará Steel, a ser erguida no Ceará. Em documento enviado ao presidente da República e ao ministro das Minas e Energia, o IBS, entidade que representa os fabricantes de aço no país, afirmou que vê com "com preocupação" as negociações dos sócios da Ceará Steel com a estatal, exigindo um preço abaixo do praticado no mercado. Os donos da Ceará Steel - Danieli, Dongkuk e Vale do Rio Doce - alegam que o projeto só é viável se o gás custar no máximo US$ 3,70 por milhão de BTU. Hoje, cerca de 50% do gás consumido no país é importado da Bolívia, chegando a São Paulo em torno de US$ 6. A Petrobras, se firmar o acordo com subsídio, no prazo de 20 anos pode ter um prejuízo de US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão, segundo dados obtidos pelo Valor. "Há poucas justificativas para um fornecimento subsidiado de grandes volumes em benefício de apenas uma empresa de capital estrangeiro", diz trecho do documento do IBS. O vice-presidente executivo do instituto, Marco Pólo de Melo Lopes, disse que outra preocupação do setor é que o subsídio ao gás poderá afetar toda a exportação de aço do país, pois representaria descumprimento às regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e seria alvo de ações anti-subsídios. Em 2006, o Brasil exportou 12,5 milhões de toneladas, que correspondem a uma receita de US$ 6,9 bilhões. Caso a Petrobras firme o acordo com o gás a preço subsidiado, o setor deverá reivindicar o mesmo benefício para outras instalações que poderiam fabricar produtos mais nobres, como aços longos ao carbono e aços especiais. "Tais projetos, entretanto, não foram implantados exatamente pela questão da disponibilidade e preços do gás", afirma o documento. Segundo o IBS, as placas de aço da Ceará Steel, a serem exportadas, "estarão competindo com produto similar de várias outras empresas já em operação" no país, como CSN, Usiminas, Cosipa, Gerdau-Açominas e Arcelor-CST. A Ceará Steel, orçada em US$ 750 milhões, deverá produzir 1,5 milhão de toneladas por ano. Para operar, necessitará de 1,2 milhão de metros cúbicos de gás por dia, 40% do consumo dos atuais produtores de aço no Brasil. (págs. 1 e B1) - Marina Silva, ministra do Meio Ambiente, cobra veto presidencial em MP sobre transgênicos e pode até deixar o governo. (págs. 1 e B12) - Representantes do G-20, o grupo dos países mais industrializados, reúnem-se hoje e amanhã no Rio para debater a crise do Fundo Monetário Internacional (FMI) e propor mudanças em sua forma de agir. O grupo, liderado pelos Estados Unidos, maior acionista do Fundo, quer que a instituição mude os critérios de "surveillance" (monitoramento_ dos países-membros. A idéia é que a instituição passe a fazer advertências e recomendações públicas sobre a política cambial das economias, forçando-as, na prática, a mudar seus procedimentos. A redefinição das cotas (e, portanto, do poder de voto) também estará em discussão. Os americanos têm interesse no assunto porque acreditam que a China mantém o câmbio artificialmente desvalorizado, provocando desequilíbrios globais. "Estamos chegando a um ponto de inflexão. A discussão (sobre mudanças na atuação do Fundo) era puxada pelos países menores. Agora, os grandes é que têm interesse", disse o diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, Paulo Vieira da Cunha. (págs. 1 e C5) - Armando Castelar: gastos elevados com Previdência Social limitam recursos para saúde e educação. (págs. 1 e A13) - O BC confirmou que Afonso Bevilaqua irá deixar a instituição. Visto como grande defensor da política monetária restritiva, vinha sendo duramente criticado dentro e fora do governo. (págs. 1 e C3) - Turbulência nos mercados não interrompeu emissões. Consórcio de hidrelétrica de Chapecó, por exemplo, coloca R$ 120 milhões em notas promissórias. (págs. 1 e C4) - Com intervenções de compra muito pesadas no mercado à vista de câmbio, o Banco Central impôs pesados prejuízos aos investidores estrangeiros "vendidos" no mercado futuro de dólar. Apenas anteontem, dia de vencimento do contrato mais curto negociado na BM&F, o BC comprou US$ 1,45 bilhão e não deixou que a moeda caísse à vista, condição necessária para o "vendido" ter lucro no futuro. Só nos 18 dias úteis de fevereiro, as reservas cambiais do país cresceram US$ 9,985 bilhões. Como resultado da vigorosa atuação do BC e das incertezas internacionais, os estrangeiros reduziram drasticamente suas posições "vendidas" em dólar futuro. Elas caíram 54,97%. Os mercados em geral persistiram voláteis ontem. (págs. 1, C1 e C2) - A política externa dos Estados Unidos para a América Latina foi criticada ontem por parlamentares democratas e republicanos. Às vésperas da viagem que o presidente americano George W. Bush fará à região, os parlamentares disseram que o corte de US$ 70 milhões no orçamento para a assistência aos países latino-americanos este ano envia a "mensagem errada aos nossos amigos no Hemisfério". "Não temos prestado atenção suficiente à região", disse o republicano Dan Burton. Para ele, os Estados Unidos deveriam ter acompanhado mais de perto as eleições na região no ano passado, financiando grupos de oposição afinados com Washington. (págs. 1 e A11) REVISTAS VEJA TÍTULO DE CAPA - Etanol - Por que o Brasil pode ser o líder mundial da energia limpa Só o que cresce é o Estado - Desde a Constituição de 1988, os gastos públicos aumentam e travam a economia. A conta vem na forma de mini-PIBs. (págs. 52 a 56) Cirurgia de risco - Políticos só falam na reforma, mas é pura ânsia fisiológica: o governo segue funcionando normalmente. (pág. 58) Loteria ou lavanderia? - Relatório mostra que 75 pessoas, em sete anos, ganharam 4.300 vezes na loteria. A suspeita: lavagem de dinheiro. (págs. 60 e 61) Ô forrozinho caro - Prefeita faz festa de 2 milhões de reais e é acusada de superfaturar cachês de artistas. (pág. 61) O nosso é real. O de Bush é blablablá - As promessas brasileiras do combustível limpo são concretas, mas estamos a anos-luz de nos tornarmos a Arábia Saudita do etanol. (capa e págs. 64 a 68) Contágio? Não, só um alerta - O espirro chinês não causou pneumonia nos mercados mundiais, mas despertou uma força que hibernava havia anos: a volatilidade. (págs. 70 e 71) André Petry - Sem trava na língua - "Na tradição brasileira, os políticos ocultam opiniões polêmicas para não perder voto. Por isso, é um alento ouvir um governador dizer claramente que defende a legalização do aborto e das drogas". (pág. 89) ÉPOCA TÍTULOS DE CAPA - Lula e o PIBinho - Cadê o espetáculo do crescimento? - Turbulência chinesa - O que esperar daqui para a frente Cadê o espetáculo? - Em vez de show de crescimento prometido por Lula, mais uma vez o país tem de se contentar com um PIBinho... (capa e págs. 38 a 41) Como a crise da China afeta o Brasil - Se as previsões de desaceleração na economia dos EUA e da própria China se confirmarem, o crescimento brasileiro será ainda menor. (capa e págs. 42 a 45) Nossa economia - Paulo Guedes - O Brasil e o tombo das bolsas - "O Brasil não precisa correr, mas devagar, quase parando, não vai poder ficar". (pág. 46) Uma chance para o Brasil - George Bush diz querer diminuir a importância do petróleo no mundo. A liderança no álcool dá ao Brasil uma oportunidade promissora de aproveitar essa onda. (págs. 48 e 49) Ressaca do Ano-Novo - A Prefeitura de Fortaleza pode enfrentar uma CPI por suspeita de superfaturamento na festa de Reveillon da cidade. (pág. 51) Os caminhos da devastação - O primeiro mapa das estradas clandestinas na Amazônia revela uma rede duas vezes e meia maior que a oficial. Tudo em terras públicas. (págs. 52 a 55) ISTOÉ TÍTULOS DE CAPA - O que Bush quer do Brasil - Ele quer tudo e não vai dar nada em troca. O presidente americano vem a São Paulo no momento em que os dois países nunca estiveram tão distantes comercialmente. Seu alvo maior: o etanol brasileiro. Vai levar? - Exclusivo: O PT busca o parlamentarismo para se perpetuar no poder O que Bush quer do Brasil? - Ele quer nossa tecnologia de combustíveis alternativos, pede mais soldados brasileiros no Haiti e planeja enviar mais empresas para cá. Mas não oferece nada em troca. (capa e págs. 28 a 32) Os bons conselhos de Bush-pai - O presidente George Walker Bush costuma evocar o pai George Bush, a quem se refere publicamente por dad, quando tem questões importantes a tratar. Quando decidiu invadir o Iraque, explicou que pretendia terminar o serviço iniciado por dad - Bush-pai entrou em guerra com Saddan Hussein em 1990, mas ficou no meio do caminho. Quando anunciou que daria prioridade às negociações da Área de Livre Comércio das Américas, por exemplo, explicou que faria isso porque a ALCA foi uma idéia de dad. Contudo, no tema mais relevante para o planeta, a questão do aquecimento global, Bush-filho tem ignorado solenemente as idéias de dad. Não se sabe se os dois já conversaram sobre o assunto, nem em que termos. O que se sabe é que em sua passagem pelo poder, Bush-pai demonstrava em publico alguma preocupação ecológica. (...) (págs. 34 e 35) O plano do PT - Partido já discute às claras uma estratégia de eternizar Lula no poder pela adoção do parlamentarismo. (capa e págs. 38 a 40) A loira inteligente - A deputada Manuela D'Ávila, campeã de votos no Rio Grande do Sul, quer ser reconhecida por suas idéias e seus projetos e não pela beleza. (págs. 42 e 43) Não basta a polícia - Senado quer mais tempo para discutir a maioridade penal e estudo aponta que a violência só diminuiu onde houve ações integradas e educação. (pág. 47) Inferno vermelho - Bolsa de Xangai despenca quase 9% e provoca um terremoto nas finanças mundiais. Até que ponto vai a exuberância da China? (págs. 66 e 67) DINHEIRO TÍTULOS DE CAPA - 29% de crescimento do PIB - Mais uma vez derrotamos o Haiti - Telefonia: As novas armas da Telefônica no Brasil Entrevista: Rubens Ricupero - "O etanol é só a ponta do iceberg" - Embaixador aponta uma oportunidade histórica, que vai além da venda de álcool. Trata-se de eliminar o desmatamento, conquistar liderança global e até lucrar com a preservação da Amazônia. (págs. 20 a 22) O passo lento do crescimento - Resultado do PIB brasileiro decepciona mais uma vez, deixa o País à margem da expansão global e escancara os efeitos danosos de uma política econômica que privilegia a cautela e inibe investimentos em produção. (capa e págs. 28 a 31) Bush à procura de um amigo - George W. Bush vem ao Brasil em busca de dois objetivos: etanol barato e um aliado contra a influência chavista nas Américas. (págs. 32 a 34) A ameaça que vem da China - Bolsas desabam no Oriente, espalham pânico pelo mundo e o contágio dessa vez pode ser muito mais perigoso. (págs. 37 e 38) O porta-aviões da Telefônica - O novo presidente, Antônio Carlos Valente, tem em mãos um arsenal de R$ 15 bilhões para investir, pode comprar Vivo ou TIM e decolou seu plano na TV por assinatura. Aonde ele quer chegar? (capa e págs. 44 a 47) O governo entra mais uma vez em campo - O presidente Lula libera mais R$ 100 milhões extras para as obras do Pan-americano do Rio, o mais caro da história. (pág. 50) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - Ladrões à solta - Julgamento no Supremo e projeto de lei no Congresso pretendem extinguir 10 mil ações por improbidade administrativa no Brasil - Cassino global - Os fundos especulativos derrubam as bolsas - Dupla dinâmica - Argentina e Venezuela crescem unidas Sem rédeas nem juízo - Finanças - Fundos especulativos geram pânico nos mercados mundiais, derrubam as bolsas de valores e infernizam os emergentes, em mais um capítulo da jogatina global. (capa e págs. 8 a 13) A salvação do crime - Jurisprudência - Julgamento no Supremo pretende extinguir 10 mil ações por improbidade. Maluf, Pitta e companhia agradecem. (capa e págs. 18 a 23) Dividir e barganhar - Coalizão - A força política do PMDB está justamente em aparentar desagregação. (págs. 24 a 26) Sextante - Antonio Delfim Netto - A trindade maléfica - "Três defeitos sempre acompanharam o capitalismo: a extrema pobreza, a desigualdade na distribuição de renda e a instabilidade dos ciclos econômicos". (pág. 27) Vidas paralelas - América Latina - Kirchner e Chávez têm em comum alguns problemas e soluções. (capa e págs. 30 a 32) Guerra, paz e micos - Livros - Estudioso discute o papel das Forças Armadas na "manutenção da ordem" nacional. Para o autor, o praça foi transformado em uma versão atualizada do capitão-do-mato. (pág. 56) NAIS

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