07/01/2007

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JORNAL DO BRASIL

- Entrevista: Cabral: "Estado está cheio de gambiarras"

- O governador avisou que devido às armadilhas encontradas, obras, só em 2008. Insistiu na tese dos cofres vazios, mas garantiu hospitais recuperados. A estratégia de segurança está nas mãos dos secretários. ?"Sou só um gestor". (pág. 1 e País, págs, A2, A3 e A4)

- Vinte e três suplentes de deputados assumem mandato no recesso e vão ganhar muito bem do erário para não trabalhar. Quatro parlamentares do Rio estão na farra. (págs. 1 e A11)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Desinteresse afasta mais estudante que pressão de trabalhar

- A falta de atratividade da escola foi o fator que mais levou estudantes de 15 a 17 anos a não ir às aulas em 2005, diz pesquisa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais.

A falta de vontade de estudar leva à evasão em 40,4% dos casos, à frente da necessidade de trabalhar (17,1%).

De acordo com a pesquisa do Inep, 75% dos estudantes não completaram o ensino fundamental, mas 68% chegaram ao menos à 5ª série.

Outra conclusão é que ter filho reduz a probabilidade de a jovem estudar. Entre as que vão à escola, só 1,6% das alunas são mães, ante 28,8% entre as que não estudam.

Para especialistas, o sistema de ensino brasileiro é pouco atraente, com disciplinas desconectadas do cotidiano dos jovens e professores desmotivados.

O presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, aponta a repetência como fator de desinteresse dos adolescentes pela escola. (págs. 1 e C1)

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer investir efetivamente R$ 20 bilhões do Orçamento da União em 2007, informam Valdo Cruz e Kennedy Alencar. O aumento em relação a 2006 seria de mais de 30%.

A maioria desses recursos será destinada às obras do Plano de Aceleração do Crescimento, com o qual o presidente promete "destravar" a economia e levar o PIB a crescer ao menos 4% neste ano. A equipe de Lula prepara uma relação de 50 a 60 obras prioritárias em infra-estrutura para receber recursos. (págs. 1 e B1)

- Militares e especialistas criticam a Força Nacional de Segurança Pública, chamada a participar do combate à criminalidade no Rio.

A principal crítica se dirige ao caráter provisório da Força Nacional, formada por policiais dos Estados que são convocados apenas em situações de emergência.

Para o coronel reformado da Polícia Militar José Vicente da silva Filho, ex-titular da Secretaria Nacional de Segurança Pública, a força terá um efeito puramente cenográfico no Rio. "É como passar mercúrio cromo em fratura exposta", diz. (págs. 1 e C6)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Serra pede mais policiais federais para São Paulo

- O governador José Serra criou um plano de metas para a segurança pública em São Paulo que prevê o aumento do efetivo da Polícia Federal, a cooperação das Forças Armadas e maior agilidade na liberação de recursos dos fundos Penitenciário e de Segurança. Batizado de "decálogo", os dez itens do plano se baseiam em três conceitos: prevenção, inteligência e integração. Entre as metas estabelecidas, a integração das Polícias Civil e Militar (segundo item), a criação do Gabinete de Segurança do Sudeste (quarto), a modernização na legislação penal (oitavo) e reformas na pasta da Segurança (nono). O governador diz ser essencial fortalecer o combate ao que ele considera raiz e essência do crime organizado: os tráficos de armas e drogas e o contrabando, informam Carlos Marchi e Mariangela Hamu. O secretário Ronaldo Marzagão garante que se o crime organizado tivesse ordenado ataques como os de 2006, as polícias abortariam as ações. "O governo não será surpreendido", diz. De início, a secretaria pretende criar um sistema de comunicação digital da PM impenetrável pelos bandidos. "A força será substituída pela inteligência", ressalta Marzagão. (págs. 1, C1 e C3)

- Um funcionário terceirizado chega a custar duas vezes mais que um servidor público, como é o caso de contratos do INSS na área de informática. A Controladoria-Geral da União concluiu que empresas que fornecem esse tipo de mão-de-obra são beneficiadas "excessivamente", o que prejudica a qualidade do serviço prestado. Nos próximos dias, o Ministério do Planejamento publica norma para novos contratos. (págs. 1 e A4)

- A rápida escalada do preço do álcool combustível nas últimas semanas tornou evidente a falta de uma política para o setor. Todo início de ano o problema se repete: o produto sobe para o consumidor, o governo cobra explicações e começa o jogo de empurra. Medidas concretas são poucas e nenhuma capaz de evitar a elevada flutuação dos preços. Os usineiros pedem a criação de um estoque regulador. (págs. 1 e B1)

O GLOBO

- Setor de petróleo receberá R$ 183 bi

- O setor de petróleo brasileiro receberá, entre este ano e 2010, investimentos de R$ 183,6 bilhões (cerca de US$ 85 bilhões). Segundo o BNDES, 25% desse total serão destinados a projetos de empresas privadas estrangeiras e nacionais, nos quais não há participação da Petrobras. Boa parte dos recursos será aplicada no Estado do Rio. Somente a Chevron, a quarta maior petrolífera do mundo, vai investir US$ 3 bilhões. (págs. 1 e 29)

- As aposentadorias pagas em 21 estados garantem a ex-governadores, inclusive a alguns que ocuparam o cargo por apenas alguns meses, renda de até R$ 22,1 mil pelo resto da vida. Dos políticos que acabaram de deixar o cargo, 13 têm direito a requerer o benefício. Além disso, há os que fizeram aprovar na Assembléia outras mordomias, como assessores e carro oficial, caso do ex-governador de Sergipe João Alves Filho (PFL). A Câmara já tem mais aposentados do que deputados na ativa: 627 a 513. (págs. 1, 3 e 4)

GAZETA MERCANTIL

- Déficit de US$ 2,2 bi adia auto-suficiência

- Em 2006, ano em que a Petrobras anunciou festivamente a conquista da auto-suficiência na produção de petróleo, o Brasil registrou mais um déficit na balança comercial do óleo bruto de US$ 2,193 bilhões, com exportações totais de US$ 6,894 bilhões e importações de US$ 9,087 bilhões. Segundo o consultor Humberto Guimarães, o saldo negativo na conta petróleo deve-se à falta de refinarias no País capazes de processar todo o óleo pesado extraído no País. "Mesmo com a independência, o Brasil continua tendo que exportar petróleo barato (pesado) e importar petróleo caro (todo tipo leve, de melhor qualidade)", diz, Guimarães, que admite auto-suficiência nominal, mas não financeira. Na conta do consultor, entre 1999 e 2006 (até outubro), as exportações de óleo bruto somaram US$ 17 bilhões e as importações, US$ 40 bilhões, déficit de US$ 23 bi.

A Petrobras anunciou investimentos de US$ 3,7 bilhões, até 2011, em projetos para elevar a capacidade de processamento de óleo pesado, o tipo predominante no País. Outros US$ 2,7 bilhões serão aplicados na ampliação de refinarias e na construção de duas novas unidades. (págs. 1 e C-2)

- A Petrobras reabriu ontem oferta para troca de títulos externos no valor de US$ 500 milhões. Pretende alongar o prazo de vencimento para 2016. (pág. 1)

- Produtores agrícolas do Mercosul pagam menos por tratores feitos no Brasil. Em alguns países, como no Uruguai, a redução nas máquinas chega a 26%. A menor carga tributária nesses países é a principal justificativa.

A diferença impacta no custo de produção, dando maior competitividade aos agricultores dos países vizinhos. Segundo levantamento da Cogo Consultoria Agroeconômica, o arroz é o produto mais prejudicado. A depreciação das máquinas respondem 5,7% do custo. (págs. 1 e B-12)

- A Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) deve apresentar em breve à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um projeto que prevê maior agilidade na concessão de registro para determinadas ofertas públicas. É uma versão da regra 144-A, que nos EUA permite às empresas vender papéis apenas para os grandes investidores e os institucionais (os " qualificados", no jargão do mercado). Para isso, a Anbid quer a extensão do "registro de prateleira", opção hoje restrita às debêntures. "Queremos ampliar o leque para outros tipos de papéis", diz o vice-presidente, Luiz Fernando Resende. (págs. 1 e B-1)

- O volume financeiro de negócios da Bovespa cresceu 49,3% em 2006, em relação a 2005, atingindo R$ 598,9 bilhões, o maior da história. Os estrangeiros tiveram a maior participação no ranking dos principais investidores, com uma fatia de 35,5% do total. (págs. 1 e B-1)

- O PAC é sinal bem-vindo ao setor privado. Se os investimentos públicos aumentarem, os privados também virão. É a volta dos planos de desenvolvimento, após anos de programas de controle de preços e monetário. (págs. 1 e A-2)

- O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) será divulgado no próximo dia 22, junto com a lista de obras prioritárias. Com o PAC, o governo planeja atacar em três frentes: investimentos, desoneração de impostos e choque de gestão. (págs. 1 A-4)

CORREIO BRAZILIENSE

- Rica, mas sem emprego e cercada de violência

- Brasília, capital com maior renda per capita do país, é vítima de uma taxa de desemprego que a aproxima das regiões mais pobres do Brasil. A razão para ostentar um percentual de 19% da população economicamente ativa sem trabalho - São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte nem chegam a 15% - pode ser encontrada na vizinhança. Estima-se que 115 mil trabalhadores do entorno estejam à procura de uma vaga no mercado do Distrito Federal, o que agrava a situação local. Mas essa não é a única pressão exercida pelos municípios vizinhos. Levantamento da Secretaria Nacional de Segurança Pública aponta que Luziânia, Águas Lindas e Valparaíso, todas em Goiás, estão entre as cidades brasileiras com o maior número de assassinatos, tentativas de homicídio e estupros. Os índices são superiores aos de diversas áreas da baixada fluminense, no Rio de Janeiro. (págs. 1, 21, 25 e 26)

- Coalizão política é ameaçada pela insistência de Aldo Rebelo e Arlindo Chinaglia em manter candidaturas à presidência da Câmara. Falta de acordo pode passar a idéia de que o presidente não tem controle sobre a base. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3)

- Onde estão as notas de 100? - Das 130 milhões de cédulas impressas em 1994, quando foi lançado o Real, apenas 27 milhões estão em circulação. O restante encontra-se encalhado no Banco Central. O valor ainda é alto para os brasileiros. (págs. 1 e 19)

VALOR ECONÔMICO

- Bancos de investimentos reagem ao avanço externo

- Após os aportes de capital bilionários dos bancos de investimento estrangeiros no país, os nacionais vão contra-atacar. Itaú BBA, Unibanco, Bradesco, Safra e Banco do Brasil investem pesado em planos de expansão. Planejam contratar um exército de analistas, pessoal da área de vendas, relacionamento com os clientes, negócios, estruturação e originação de operações de mercado de capitais e fusões e aquisições. Serão mais de cem pessoas somente em 2007. Vão também investir em marketing para reforçar a imagem de ágil banco de investimento, reduzindo a associação de sua marca apenas com banco de varejo ou de crédito.

"Há um trem passado agora e ou você entra ou perde a oportunidade para sempre", diz Jean-Marc Etlin, vice-presidente responsável pelo banco de investimento do Itaú BBA, hoje o líder entre os nacionais. Grandes gestores de recursos, os maiores nacionais têm mantido a liderança no mercado de renda fixa - debêntures, notas promissórias e fundos de investimento em direito creditório (FIDCs). Mas, nas debêntures, o bolo de comissões pagas aos bancos de investimento caiu cerca de 15% em 2006 em relação a 2005, apesar do crescimento de emissões.

O grande filão é o mercado de renda variável, que teve crescimento de 150% no bolo total de comissões aos bancos de investimento em 2006. Mas, nesse mercado, a liderança é dos estrangeiros. Para 2007, os nacionais poderão ganhar espaço devido ao seu relacionamento comercial com as pequenas e médias empresas brasileiras, que serão as principais a realizar emissão iniciais de ações daqui para frente. Com a queda nos juros básicos, os investidores locais deverão ter uma participação maior em renda variável e a rede de distribuidores dos bancos locais também será mais útil. (págs. 1 e C1)

- A Petrobras estuda a ampliação do Gasoduto Brasil-Bolívia para atender as necessidades do mercado brasileiro de gás em 2009 ou 2010. O presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, disse ao Valor que, "do ponto de vista dos investimentos já realizados na Bolívia, a rentabilidade da Petrobrás é adequada". O investimento futuro será analisado à parte.

Gerir um imenso portfólio de investimentos é o maior desafio da Petrobrás - R$ 47 bilhões em 2007 e R$ 218 bilhões em cinco anos. "Isso significa um relacionamento com milhares de fornecedores, cronogramas diferenciados, projetos complexos em um momento em que o mercado mundial está extremamente aquecido", afirma Gabrielli. Ele diz que a Petrobrás vai assumir riscos. "Fazer gasodutos e investir na produção de gás mesmo sem a Lei do Gás. E mais do que isso, tem toda a parte de estradas, portos, ferrovias e saneamento, um conjunto de investimentos com grande impacto e efeito multiplicador". (págs. 1 e A10)

- A massa real de salários aumentou 14,6% nos últimos três anos, colocando em circulação R$ 77,7 bilhões a mais na economia. O consumo tem se beneficiado bastante desse crescimento da renda acima da inflação, mas o mesmo não se pode dizer na produção.

Alguns setores que fabricam bens de consumo semi e não-duráveis têm visto sua produção encolher. É o caso dos segmentos de couro e calçados, que sofrem com a concorrência dos produtos importados, propiciada pelo dólar barato. O desempenho dos bens duráveis (como veículos e produtos de informática) tem sido melhor, mas em grande parte por conta de outros fatores, como a maior oferta de crédito e as isenções tributárias. Para 2007, a expectativa é de um crescimento de mais 4,5% da massa salarial. (págs. 1 e A3)

- O governo do Rio busca meios de pagar, a partir de segunda, a folha salarial de R$ 725,4 milhões. Dos R$ 634 milhões deixados pela ex-governadora Rosinha Matheus, R$ 270,8 milhões não poderão ser usados. (págs. 1 e A2)

- A autoridade antitruste da Colômbia impediu a Gerdau de fazer oferta de compra pela estatal Acerias Paz del Rio, segunda maior siderúrgica do país, sob alegação de que a fusão restringiria a competição. (págs. 1 e B5)

- A Cisco, maior fabricante mundial de equipamentos de informática para redes, comprou a IronPort Systems por US$ 830 milhões. Com isso, incorporará novos produtos de segurança a seu catálogo. (págs. 1 e B2)

- O BNDES, credor de dívida de R$ 560 milhões no processo de falência da Chapecó, processa o grupo Macri por descumprimento de contrato de crédito para compra da empresa. (págs. 1 e B6)

- Empresas aéreas serão obrigadas a ter planos de contingência. (págs. 1 e A3)

- A Assembléia Legislativa paulista promulgou lei que prevê incentivos fiscais aos produtores de orgânicos, que deverão ser regulamentados pelo Executivo em 180 dias. (págs. 1 e B9)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Crime - As raízes, a impunidade, as soluções

Devagar, quase parando... - O segundo mandato do presidente Lula começa sem equipe ministerial e em ritmo de férias. (págs. 36 a 38)

O indulto dos aloprados - O PT anuncia o seu novo presidente: é o mesmo do caso do dossiê fajuto. (págs. 38 e 39)

O Brasil que não pune... - Ao contrário do que muitos pensam, existem mais criminosos que nunca foram presos do que presos que poderiam ser soltos. (págs. 46 e 47)

...e o Brasil que pune mal - A pretexto de "ressocializar" os presos, benefícios da Lei Penal alimentam a criminalidade. (págs. 48 e 49)

Roberto Pompeu de Toledo - Vem aí o PAC - É assim que opera o governo Lula: antes de mais nada, chama o publicitário. (pág. 114)

ÉPOCA

TÍTULO DE CAPA

- Como a violência e a insegurança afetam a mente e a rotina de todos nós

Essa pegou - Após seis anos, a Lei de Responsabilidade Fiscal dá resultados: governadores cortam gastos e buscam modos de administrar melhor. (págs. 28 a 30)

Como conviver com juros baixos? - Com a queda das taxas, o Brsil poderá finalmente abandonar a cultura inflacionária em favor de um ambiente empreendedor. (págs. 32 a 34)

O Brasil que prospera - Como a parceria entre o governo e as empresas privadas transformou a cidade de Hortolândia, em São Paulo, num dos maiores pólos tecnológicos do país. (págs. 46 a 48)

Deu branco! - Como a parceria entre universidade e empresa privada gerou uma tinta branca de padrão mundial. (pág. 49)

Dá para construir e preservar? - Rodoanel de São Paulo esquenta a polêmica sobre o que importa mais: infra-estrutura ou meio ambiente. (págs. 58 e 59)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- Os 100 brasileiros mais influentes

Entrevista: Jorge Viana - A segunda chance do PT - Nome forte para ser coordenador político de Lula, ex-governador diz que partido deve pagar dívidas com a sociedade. (pág. 7 a 11)

O Brasil contra o crime - Atentados no Rio de Janeiro provocam uma inédita união de governadores com o governo federal para a guerra contra a violência. (págs. 28 a 30)

O novo rumo de Lula - Segunda posse enfatiza crescimento em lugar de apenas assistencialismo. (págs. 34 a 36)

A festa da posse - Na companhia de poucas autoridades e de alguns artistas, Lula reúne 10 mil pessoas ao assumir o segundo mandato. (Gente, págs. 62 e 63)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Posse: Lula vai pagar as promessas?

Entrevista: Luiz Fernando Figueiredo - "O mundo nunca esteve tão bem" - Ex-diretor do BC, hoje no comando da Mauá, diz que cenário global é excelente para investimentos e, com o juros em queda no Brasil, recomenda a compra de ativos reais, como ações e imóveis. (págs. 16 a 18)

Hora de pagar promessas - Lula promete acelerar o crescimento econômico, mas sai de férias. Enquanto isso, os governadores já pensam em grandes obras - de olho em 2010. (capa e págs. 24 a 27)

Jogo da polêmica - Receita Federal promete recolher um brinquedo da Estrela em que o suborno é a grande jogada. (pág. 31)

Artigo - Leonardo Attuch - O roubo que nunca existiu - Os ingleses levaram a borracha para a Ásia, mas o Brasil lucrou mais do que perdeu no saldo final do que chamam de biopirataria. (pág. 45)

CARTACAPITAL

TÍTULO DE CAPA

- Destravar. Essa moeda pega? - Lula reafirma, na posse, o desejo de incentivar o crescimento, mas os obstáculos são enormes. A começar pela deficiente geração de energia

As travas do crescimento - Economia - Expansão da economia esbarra, sobretudo, na deficiência do setor elétrico. (capa e págs. 22 a 31)

Sextante - Antonio Delfim Netto - O peso dos impostos - Quanto maior a carga tributária em relação ao PIB, menores são as taxas de crescimento. (pág. 34)

Liberdade de dizer - Idéias - Por que o comentário de Clodovil sobre o Holocausto constitui crime de racismo? (pág. 44)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.