07/02/2007

Jornal do Brasil
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O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
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JORNAL DO BRASIL

- Bispos cobram redução salarial para os políticos

- Em documento enviado ao Congresso, assinado por 23 bispos, a CNBB cobra dos políticos o respeito á ética e a redução salarial. Diz que "a fidelidade partidária parece ceder lugar ao aluguel de siglas" e afirma que "um gesto exemplar para o início dos vossos mandatos seria rever os valores dos próprios salários e o que custaria financeiramente para a sociedade". (pág. 1 e País, pág. A4)

- O Ministério da Saúde vai instalar, nas escolas públicas do país, máquinas de distribuição gratuita de camisinhas. A medida tem amparo em pesquisas feitas com estudantes. (pág. 1 e País, pág. A7)

- A Anac informou que 10 mil passageiros deixarão de ser atendidos em Congonhas por causa da proibição de vôos em aviões Fokker e dois tipos de Boeing. No carnaval, a situação será pior. (pág. 1 e País, págs. A2 e A3)

- A estréia de Clodovil como deputado no Congresso foi tumultuada. Irritado por ter o som do microfone cortado, o apresentador discutiu com o presidente, Arlindo Chinaglia. (pág. 1 e País, pág. A5)

- O coordenador do treinamento ministrado pelo Bope aos homens da Força Nacional de Segurança acredita apenas parte deles poderá entrar em ação nas favelas. Os outros estão fora de forma. (pág. 1 e Cidade, pág. A10)

FOLHA DE SÃO PAULO

- EUA quer parceria estratégica no etanol

- A pesquisa e o desenvolvimento de biocombustíveis podem ser o "eixo simbólico" de uma parceria "nova e mais forte" entre Brasil e Estados Unidos com o objetivo de ampliar o mercado global para o etanol e reduzir a dependência do petróleo, afirmou ontem o subsecretário de Estado americano para Assuntos Políticos, Nicholas Burns. A redução dessa dependência é "um passo adiante estratégico", disse Burns em São Paulo, a primeira escala de uma visita de três dias ao Brasil que o leva hoje a Brasília. (...) (pág. 1)

- Derrotado na disputa pela reeleição à presidência da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PC do B-SP) diz que o governo Lula vai precisar do bloco que o apoiou (PSB, PC do B, PDT, PAN e PMN) para "assegurar a governabilidade" e classifica de "método condenável" as promessas de cargos em troca do apoio a seu adversário Arlindo Chinaglia (PT-SP), segundo diz ter ouvido de aliados. (...) (pág. 1)

- Pelo menos 10 mil passageiros e aproximadamente 40% dos vôos do aeroporto de Congonhas (zona sul de SP) serão afetados diariamente com a decisão da Justiça Federal que impede, a partir da 0h de amanhã, o pouso e decolagem de Boeings 737-700 e 737-800 e de Fokkers-100 no local. A Agência Nacional de Aviação Civil e a Infraero, estatal que administra os aeroportos, recorreram ontem da interdição parcial da pista principal de pouso de Congonhas (zona sul de SP). (...) (pág. 1)

- O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PFL), pediu ontem desculpas e admitiu que "cometeu excessos" ao expulsar com empurrão e chamar de "vagabundo" um morador que protestava, anteontem, em uma unidade de saúde. (...) (pág. 1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Lula vai segurar verbas do orçamento, mas livra o PAC

- Parte dos recursos do Orçamento da União para este ano "certamente" serão bloqueados, informou ontem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas as verbas para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão garantidas, disse. Segundo Lula, apesar da criação do comitê gestor do PAC - composto por representantes dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e da Casa Civil -, ele vai assegurar pessoalmente que o programa saia do papel. Para isso, planeja intensificar suas viagens pelo País para fiscalizar o andamento dos projetos. "O porco só engorda se o olho do dono estiver olhando. Senão não engorda". Lula reclamou da burocracia e disse que, se for preciso, se empenhará pessoalmente para superar obstáculos que as obras possam encontrar, como a demora de licenças ambientais, dificuldades na área de transporte e até restrições do Ministério da Fazenda. Ele também afirmou que, se o problema for a aprovação do programa no Congresso, o governo procurará o diálogo com os líderes partidários. "Não queríamos fazer do PAC um pacote de intenções". (págs. 1, A4 e A5)

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez ontem enfática defesa do crescimento da demanda na economia brasileira, em crítica indireta às considerações do Banco Central - na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária, em que a queda dos juros foi freada, o aumento de demanda é citado 18 vezes. "O Brasil tem que ter medo é da diminuição da demanda", disse Lula em discurso no Rio. (págs. 1 e B1)

- A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff - ex-guerrilheira que atuava com o codinome Estela -, vai receber do governo do Rio indenização por ter sido presa e torturada pelo regime militar entre 1970 e 1972. A compensação financeira foi aprovada em dezembro pela Comissão Especial de Reparação da então Secretaria Estadual de Direitos Humanos. A reparação econômica tem valor único de R$ 20 mil. (págs. 1 e A7)

- Notas e Informações - Ninguém tem mais autoridade do que o embaixador Roberto Abdenur para denunciar a degradação dos padrões éticos e profissionais do Itamaraty ocorrida nos últimos anos. (págs. 1 e A3)

- Com fartura de dólares no mercado, os operadores de câmbio estão testando se há um piso-limite de cotação da moeda americana para o Banco Central (BC). "A redução do ritmo de queda dos juros determinada pelo Copom animou o pessoal do câmbio, que está testando a autoridade monetária", disse Ilan Goldfajn, ex-diretor do BC e sócio da financeira Ciano. Henrique Meirelles, presidente do BC, afirmou que a manobra não terá efeito: "Os juros são estabelecidos em função da inflação não do câmbio". (págs. 1 e B3)

- Análise - Celso Ming: ainda que o BC usasse os juros para valorizar o dólar, a manobra provavelmente não daria certo. Há mais razões entre o céu e a terra do que as que determinam a vã hipótese de que juros mais baixos inverteriam a tendência atual do câmbio. (págs. 1 e B2)

- A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) calcula que pelo menos 10 mil usuários do Aeroporto de Congonhas serão prejudicados por dia, com a decisão da Justiça Federal de proibir três tipos de avião - Fokker 100, Boeing 737-700 e 737-800 - de operar na pista principal a partir de amanhã. Os vôos proibidos representam 42% do movimento do aeroporto. A Anac e a Infraero entraram com recurso. (págs. 1 e C1)

- Numa tentativa de apagar a má impressão que deixou o prefeito paulistano, Gilberto Kassab (PFL), pediu desculpas por "excessos" que cometeu ao expulsar, aos gritos e empurrões, o autônomo Kaiser Paiva da Silva de um posto de saúde. Mas voltou a dizer que ficou indignado com o protesto do autônomo em "local inadequado". Ontem, em visita a uma escola, Kassab estava protegido por 15 guardas civis. (págs. 1 e C3)

O GLOBO

- Milícia fecha favela com portão para barrar tráfico

- A milícia que ocupou a Vila Joaniza, na Ilha do Governador, impôs novas regras aos moradores. Por ordem do grupo, um portão foi instalado num dos principais acessos à favela, fechando o local a veículos. A medida foi tomada para impedir que aquela via seja usada por traficantes que ameaçam retomar o controle da favela. Também foram instalados dois portões em outros pontos, para pedestres. Milicianos fecharam vielas com entulho e, anteontem, determinaram o fechamento do comércio às 18h. Há um ano, a Subsecretaria de Inteligência já tinha informações de que o inspetor Félix dos Santos Tostes seria chefe da milícia de Rio das Pedras, como noticiou O Globo. O policial negou a acusação e disse: "Eu apenas cuido da comunidade". O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que policiais envolvidos com o crime poderão ser expulsos antes mesmo da condenação na Justiça. (págs. 1, 15, 16 e editorial "Expurgo geral")

- O governo da China, o segundo maior emissor de gases do aquecimento global, anunciou ontem que vai reduzir seus lançamentos até 2011. Em 2009, a China será o maior emissor de CO² do planeta, ultrapassando os EUA. Mas a China responsabilizou os países ricos pelas mudanças climáticas. As declarações de Pequim aconteceram no mesmo dia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que quer articular um movimento das nações em desenvolvimento para cobrar dois países ricos ações concretas contra o aquecimento global. (págs. 1 e 34)

- Piorou o desempenho dos estudantes brasileiros em duas avaliações que o MEC divulgará hoje. A queda de rendimento foi mais grave no ensino médio: os alunos tiraram notas mais baixas que em anos anteriores, tanto no Saeb quanto no Enem. Mas os alunos da 8ª série do ensino fundamental também mostraram queda de aprendizagem, principalmente em matemática. Só os da 4ª série melhoraram. No ranking dos estados, o Rio ficou em 4° na prova objetiva do Enem e em 5° na redação. (págs. 1, 9 e 10)

- O Banco Central tentou mais uma vez e não conseguiu impedir a queda da cotação do dólar, que fechou ontem em R$ 2,086, em baixa de 0,38%. As apostas dos bancos de que o dólar continuará caindo dobraram este mês na BM&F. (págs. 1, 27 e editorial "Câmbio realista")

- O TSE mudou ontem a distribuição do fundo partidário e favoreceu pequenos partidos, até os que nunca elegeram deputado. Perdem as grandes siglas, como PT, PMDB e PSDB. O PCO, por exemplo, que hoje recebe R$ 1 mil por mês, passará a ganhar R$ 146 mil. (págs. 1 e 5)

- A Anac e a Infraero tentam na Justiça liberar o Aeroporto de Congonhas, em SP, para pouso e decolagem de aeronaves Fokker-100 e Boeings 737-700 e 737-800. A proibição, devido às más condições da pista, foi ordenada pela 22ª Vara Federal e vale a partir de amanhã, atingindo Gol, OceanAir e TAM. Por dia, 10 mil passageiros passam pelo terminal, em vôos com conexão para quase todo o país. (págs. 1 e 25)

GAZETA MERCANTIL

- Risco-País bate recorde e fecha em 180 pontos

- A mais recente onda de otimismo em favor dos emergentes, deflagrada após a reunião do Fed e reforçada por dados que sinalizam pouso suave da economia norte-americana, segue rendendo bons frutos ao Brasil. Os fundamentos da economia, com reservas elevadas e um ambiente macroeconômico estável, além dos altos juros internos, ajudam a alimentar o apetite do investidor estrangeiro por ativos brasileiros.

Ontem, os papéis da dívida externa ganharam valor. O risco-País, sobretaxa paga pelos bônus do Brasil em relação à rentabilidade dos papéis dos EUA - caiu a 180 pontos, sua mínima histórica. A Bovespa bateu em 45.486 pontos, novo recorde, mas fechou com alta de 0,14%, a 45.352 pontos. O dólar recuou 0,48%, a R$ 2,086, a menor cotação desde maio de 2006. A pressão de baixa no câmbio é tanta que analistas crêem que o dólar pode bater nos R$ 2. (págs. 1, B-1 e B-3)

- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem, após reunião com o presidente Lula e o presidente do BC, Henrique Meirelles, que a política cambial não muda. Afirmou que preferia um real mais desvalorizado, mas que o patamar atual é passageiro e que na média recente, a cotação tem sido de R$ 2,15 a R$ 2,30. (págs. 1 e A-4)

- O presidente Lula da Silva pediu ontem para o País não ter medo do aumento da demanda, sob o risco de a economia não crescer. Para ele, destravar a economia significa uma "lógica econômica diferente, com menos tensão do que tivemos no primeiro mandato". (págs. 1 e A-7)

- Um acordo firmado entre líderes de partidos pode garantir a aprovação hoje, na Câmara, da primeira medida do PAC. É o projeto de lei que cria a Super-Receita - e unifica a cobrança de tributos federais e da contribuição previdenciária ao INSS -, que será colocado em votação final. (págs. 1 e A-7)

- Todas as estimativas para a inflação oficial deste ano, medida pelo IPCA, apontam para um novo resultado abaixo da meta do governo de 4,5%. As expectativas para 2007 estão, hoje, entre 4% e 4,4%. Em 2006 ficou em 3,14%. Na avaliação de economistas ouvidos por este jornal, dois anos seguidos de inflação abaixo da meta dão condições ao governo para rever a meta para baixo, em linha com as economias mais estáveis do mundo.

"Assim que a inflação emplacar mais um ano abaixo da meta, será a oportunidade do Conselho Monetário Nacional (CMN) reduzi-la mais adiante para 4% e, no devido tempo, para 3,5%, até chegar a 2%", diz Heron do Carmo, ex-coordenador do IPC-Fipe e membro do Conselho Federal de Economia (Cofecon) por São Paulo, acrescentando, que o governo poderia adotar uma banda de variação entre 1% e 3,5%. (págs. 1 e A-5)

- Anac e Infraero tentam hoje anular decisão judicial que proíbe pousos e decolagens de Fokker 100 e Boeing 737-700 e 737-800 em Congonhas, a partir de amanhã. Se a interdição prevalecer, o governo deve propor aviões com menos passageiros e redirecionamento de parte do tráfego. A Anac teme novo caos no Carnaval. A OceanAir diz que pode parar suas atividades. (págs. 1 e A-6)

- O Brasil quer aproveitar a escassez de energia na Argentina para avançar nas negociações com o país vizinho para o aumento da produção e de entrega de energia pela usina de Itaipu. O pleito brasileiro, feito há um ano e ignorado pelos argentinos na época em que não havia o problema de falta de energia no país, é de que em épocas de grande vazão do rio Paraná a hidrelétrica opere com sua capacidade plena, ou seja, gerando simultaneamente 14 mil megawatts em suas 20 turbinas. Para isso, seria preciso colocar em operação mais duas turbinas, o que acrescentaria em 1,4 megawatts a capacidade da usina, hoje em 12,6 mil MW, disse a este jornal o diretor brasileiro da usina, Jorge Miguel Samek. (págs. 1 e C-2)

- A água já custa o dobro para o produtor rural do entorno da bacia do Rio Paraíba do Sul. Até 2005, correspondia a 2,5% do cobrado de outros setores, como o industrial. Este ano foi reajustado para 5%. Uma propriedade de 20 hectares, que pagava R$ 30 ao ano pelo uso da água, passou a contribuir com R$ 65.

A CNA protestou contra a decisão, uma vez que os aumentos oneram a produção irrigada nessas regiões e pode inviabilizar a atividade.

O presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado, contesta e garante que tanto a cobrança quanto o valor são definidos pelas partes envolvidas. "Não é um tributo, mas o equivalente a uma taxa de condomínio, estabelecida por quem usa", diz Machado. A preocupação dos produtores é com a disseminação dessa cobrança, já que está prevista a implantação em outras bacias, como a do Rio São Francisco, onde a demanda da agropecuária pelo uso da água é maior: chega a 73%. Na bacia do Rio Paraíba do Sul, fica em 24%. (págs. 1 e C-7)

- Yves Gandra - Excesso de regulamentações, caos tributário e insegurança jurídica impedem crescimento do País. (págs. 1 e A-8)

CORREIO BRAZILIENSE

- Piora o ensino no País

- Estudantes brasileiros tiveram média inferior à do ano passado nas provas do Enem. Correio antecipa resultado do exame, que será divulgado hoje pelo MEC. Brasília cai cinco posições no ranking. (págs. 1 e 11)

- Diante da pressão, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), decidiu postergar a discussão sobre o aumento salarial dos deputados para R$ 24,5 mil, mas não estipulou uma data para colocar o assunto em pauta. Além disso, ameaçou cortar o ponto dos parlamentares que faltarem às sessões. (págs. 1, 3 e 4)

- Proibição de aeronaves Fokker-100 e Boeing 737/700 e 737/800 pousarem em Congonhas, adotada pela Justiça em razão das fortes chuvas em São Paulo, pode provocar efeito dominó e afetar a vida de 10 mil passageiros. Anac e Infraero vão recorrer da medida, que entra em vigor á meia-noite de hoje. (págs. 1 e 13)

- Presentinhos - TCU investiga brindes oficiais. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2)

- Pais e alunos são favoráveis à distribuição de preservativos no colégio, segundo pesquisa. (págs. 1 e 12)

VALOR ECONÔMICO

- Grandes fundos de pensão têm superávit de R$ 40 bi

- Após quatro anos de ganhos, o superávit atuarial somado dos dez maiores fundos de pensão de previdência complementar fechada já supera os R$ 40 bilhões. O montante retrata o volume de recursos que os fundos têm de sobra em relação aos compromissos que precisam ser pagos no futuro (as aposentadorias). Isso já representa pouco mais de 10% do patrimônio total dos fundos, estimado em R$ 374 bilhões no fim de 2006, segundo a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp).

A rentabilidade de dez dos maiores fundos do país, ouvidos pelo Valor, variou entre 18% e 24% em 2006, índice bem superior ao da variação da meta atuarial de 8,98% no ano (INPC mais 6%).

Repetir essa performance, no entanto, não será tarefa fácil com a taxa básica de juro cada vez menor e a tendência de que o juro real fique mais reduzido em 2007. Para tentar driblar isso, os fundos aproveitam a situação confortável que têm hoje para ir ás compras de ações e debêntures, além de planejar outros investimentos, como projetos de infra-estrutura, fundos de recebíveis e fundos de private equity (que compram participações no capital de empresas).

Fundações como Funcef, Petros e Valia, por exemplo, aproveitaram o início do ano para comprar ações no mercado ou em ofertas primárias (IPOs). A Funcesp, maior fundo privado do país, planeja investir pesado em fundos imobiliários e ações de construtoras e incorporadoras. A Sabesprev vai aplicar R$ 50 milhões em um fundo de investimento formado apenas por papéis de crédito privado.

Nem sempre, porém, os tempos foram de bonança para os fundos de pensão. Num passado relativamente recente, ainda no início da década, muitos sofriam com déficits em função de investimentos malsucedidos e da temporada de baixa pela qual passou a bolsa local. Por isso, há os que já começaram a aproveitar as sobras de recursos e consumiram alguns bilhões do superávit para atualizar premissas que determinam o quanto eles precisam ter para honrar os pagamentos das aposentadorias no futuro. Essas medidas têm como objetivo evitar que eles voltem a ter os problemas enfrentados no passado. (págs. 1 e C8)

- Cristiano Romero: Lula enfrenta problemas antes de escolher ministério. (págs. 1 e A2)

- David Kupfer: PAC é positivo porque se volta para a economia real. (págs. 1 e A15)

- A Câmara aprovou o fim do recolhimento da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) na importação de software. O texto segue agora à sanção presidencial. (págs. 1 e A2)

- Com cem novas usinas em construção, ao custo de R$ 10 bilhões, produção de álcool no Brasil deve crescer quase 50% até 2012. (págs. 1 e B12)

ESTADO DE MINAS

- Assaltantes de bancos voltam a aterrorizar MG

- Um mês depois da série de seis roubos em dois dias no interior de Minas, uma nova onda de assaltos a bancos levou terror, ontem, aos moradores de três cidades: São Romão, no Norte, Riachinho, no Noroeste, e Iturama, no Triângulo.

Em todas elas, o alvo dos assaltantes, fortemente armados e fazendo reféns, foram agências do Banco do Brasil. No cerco policial, foram presos dois suspeitos, um policial civil da ativa e outro expulso da corporação. Eles estavam numa caminhonete roubada, com placas de São Paulo, interceptada perto de Arinos, no Noroeste. Os valores roubados não foram divulgados, mas, em dois dos ataques, teria sido levado mais de R$ 1 milhão. A Polícia Federal colabora nas investigações. Há suspeitas de que as ações tenham sido articuladas e contado com uma base de apoio em Brasília. (págs. 1, 21 e 22)

- Crescimento - Lula garante que o plano não terá corte de verba. (págs. 1, 4 e 6)

- Em reunião com os líderes partidários, ontem, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), recuou da promessa de campanha e decidiu que proposta de reajuste salarial dos parlamentares não entrará na pauta de votações das próximas semanas. Ele afirmou que cortará o dia de quem faltar às sessões deliberativas da Casa. (págs. 1 e 3)

- Estradas - Aécio quer solução por emenda no Congresso. (págs. 1 e 8)

- Mercado - Juro alto e risco baixo fazem dólar despencar. (págs. 1 e 13)

- Opinião - Anistia a mensaleiros seria maléfica ao País. (págs. 1 e 10)

OUTROS JORNAIS

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Tumulto em prévia derruba dois oficiais

- Violência no desfile do Balança Rolha , domingo, em Boa Viagem, provocou baixas na PM. O subdiretor-geral de operações da corporação perdeu o posto. E o comandante do 19° Batalhão, responsável pela segurança do evento, foi transferido para funções burocráticas. (págs. 1, 3 e 4)

- Governo avalia proposta para uso do FGTS em ações. (pág. 1 e Economia, pág. 1)

- Gilberto Gil abre a primeira edição da Feira de Música. (pág. 1)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.