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11/02/2007
JORNAL DO BRASIL - Correios: nem o servidor que levou propina foi preso - Quatro funcionários demitidos, três deputados cassados, um inquérito concluído e nenhum processo aberto é o saldo da CPI dos Correios. A comissão impressionou por meses o país com as mais graves denúncias contra parlamentares e autoridades do governo. (pág. 1 e País, págs. A2, A3 e A4) - A Força Nacional de Segurança, enviada ao Rio em meados de janeiro para combater a criminalidade, mostrou que não está preparada para atuar nas áreas de conflito, principalmente em favelas. Além disso, parte dos soldados está fora de forma. (pág. 1 e Cidade, pág. A18) FOLHA DE SÃO PAULO - Empresas aéreas concentram vôos em menos cidades - A cobertura por tráfego aéreo nas cidades brasileiras sofreu considerável redução desde 1999, informam Maeli Prado e Janaína Lage. Mais de 40 aeroportos deixaram de ser servidos por vôos regulares, e a busca das empresas pelas rotas mais rentáveis provocou alta concentração no setor. Hoje, dos 138 aeroportos servidos por tráfego aéreo regular, 15 concentram 73% os vôos, segundo estudo inédito realizado pelo Nectar (Núcleo de Estudos em Competição e Regulação do Transporte Aéreo), do Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Em 1999, concentravam 67% dos vôos. As companhias aéreas defendem investimentos do governo e incentivos fiscais para estimular a criação de "hubs" - centros de distribuição de vôos - secundários. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) criou um grupo de estudo sobre medidas de estímulo à aviação regional. (pág. 1 e Dinheiro) - Na abertura de encontro do Diretório Nacional do PT, em Salvador, correntes à esquerda do partido repudiaram o discurso do presidente Lula na noite anterior, em que pediu que o PT parasse de "dar tiro no pé'. Foi lançado manifesto pelo fim do Campo Majoritário, do qual Lula faz parte. (págs. 1 e A4) - O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a valorização do real vem do fato de que o país "é uma máquina de gerar dólares": "Nós estamos pagando em parte o preço do nosso sucesso". Ele disse que o país cresce de forma segura: "É uma temeridade certos países crescendo a 7%, 8%, 9%". (págs. 1 e B8) O ESTADO DE SÃO PAULO - Projeto nuclear prevê uma nova usina a cada três anos - O governo está avaliando um programa de energia nuclear que prevê, além da conclusão de Angra 3, uma nova usina a cada três anos, até que a tecnologia responda por 5% da geração brasileira de eletricidade. O projeto é de construção de 4 a 6 usinas, a partir da próxima década e até 2030, em duas centrais nucleares de porte semelhante à de Angra dos Reis, informa Nicola Pamplona. Uma delas ficaria junto ao Rio São Francisco. A viabilidade do projeto depende da retomada das obras de Angra 3. Técnicos do setor acreditam que, após os alertas sobre o aquecimento global, a tecnologia ganha espaço ante alternativas como petróleo e carvão. Segundo o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Odair Gonçalves, o projeto detalha soluções para problemas polêmicos, como o destino dos rejeitos radioativos - principal crítica de grupos ambientalistas - e fontes de recursos para o desenvolvimento das tecnologias necessárias. "O tema é polêmico", admite Gonçalves. "Mas precisa ser aprovado ainda neste governo, já que leva tempo para construir usinas." (págs. 1, B1 e B4) - Quase dois anos depois de ser homologada pelo presidente Lula, a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, ainda não saiu do papel. Produtores no Estado colhem 160 mil toneladas de arroz por ano, índice semelhante ao do Sul do Brasil, e reivindicam 100 mil hectares das terras destinadas aos índios. (pág. 1 e A14) O GLOBO - Voto em áreas de milícias ajudou a eleger policiais - Um levantamento em 35 áreas dominadas por milícias, realizado por Elenilce Bottari e Sérgio Ramalho, revela a enorme influência política que esses grupos paramilitares exercem sobre os moradores: 80% dessas comunidades tiveram pelo menos um policial, um bombeiro ou um militar reformado entre seus candidatos mais votados. De nove candidatos da área de segurança pública que fizeram campanha para deputado nessas regiões, cinco se elegeram. Entre eles, autoridades como o ex-secretário de Segurança Pública Marcelo Itagiba e o delegado Álvaro Lins, ex-chefe de Polícia Civil. (págs. 1, 22 e 23) * Pena de morte em debate - Especialistas em segurança e familiares de vítimas da violência debatem a intolerância, manifestada em cartas defendendo milícias e pena e morte, com atrocidades como a que vitimou o menino João Hélio. (págs. 1 e 19) - Os partidos da base aliada estão em guerra pelos ministérios do segundo governo Lula. O PMDB não quer abrir mão de cargos e usa o tamanho da bancada na Câmara para pressionar o presidente. O PT, por sua vez, recusa-se a perder ministérios. Entre os candidatos a ministro, vale tudo: de abaixo-assinado pedindo apoio até corte de cabelo para melhorar a aparência. (págs. 1 e 3) - Estudo feito por economistas do FMI mostra que a renda familiar no país cresce 4,5% ao ano desde 1987, informa Míriam Leitão. A revelação derruba medição tradicional que apontava crescimento de apenas 1,5% ao ano no período. Faltam projetos de estados e prefeituras para usar 90% dos R$ 51,1 bilhões destinados no pacote do governo a habitação e saneamento. (págs. 1, 33 e 34) GAZETA MERCANTIL - Vinda de Bush reforça Lula como líder anti-Chávez - A visita oficial do presidente norte-americano George W. Bush ao Brasil nos dias 8 e 9 de março, como parte de uma viagem a outros quatro países latino-americanos, reforça a posição da Casa Branca favorável ao protagonismo do presidente Lula na região, em contraposição ao papel de liderança entre vizinhos que busca ter o venezuelano Hugo Chávez, ácido crítico da política de Washington. Na última reunião do Mercosul, em janeiro, no Rio, ambos duelaram ainda que educadamente pela liderança do discurso regional. A viagem de Bush incluirá ainda México, Colômbia, Uruguai e Guatemala, economias que ou já têm, ou estão buscando maior aproximação com Washington. O tour pela América Latina ocorre num momento de enfraquecimento da popularidade do presidente norte-americano (em torno de 33%). Além disso, persistem divergências comerciais entre os parceiros do Mercosul e o presidente dos Estados Unidos. (págs. 1 e A-6) - Eleito nesta semana presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP) quer fazer do colegiado um "mecanismo de controle democrático" do Banco Central (BC). Crítico da atuação da autoridade monetária, que teria contribuído para frear o crescimento da economia, Mercadante proporá que a diretoria do BC participe a cada três meses de audiência pública na CAE para discutir câmbio e juro. Além disso, defenderá que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC volte a realizar reuniões mensais, a fim de ter mais chances de corrigir eventuais erros na fixação da taxa básica de juros da economia, a Selic, hoje fixada em 13% ao ano. (...) (págs. 1 e A-8) - A Universidade Anhembi Morumbi, o Centro Universitário São Camilo e a Unip foram autorizadas, pelo Ministério da Educação, a lançar seus cursos de Medicina, a mais prestigiada graduação da área de saúde e um dos cursos mais caros e rentáveis do segmento. As mensalidades ficarão ao redor de R$ 3 mil. (págs. 1 e C-8) -O primeiro registro conhecido do vocábulo "frevo" surge na imprensa pernambucana no dia 9 de fevereiro de 1907, há exatamente 100 anos. Para celebrar o famoso ritmo, hoje, o ministro da Cultura Gilberto Gil deve anunciar no Recife o registro do frevo como "patrimônio cultural imaterial". Também hoje será apresentado o projeto de criação do Paço do Frevo. Com previsão de ser inaugurada em 18 meses, a instituição terá a missão de valorizar e divulgar a manifestação. (págs. 1 e 2) CORREIO BRAZILIENSE - Partidos enfrentam crise de identidade - Com a reeleição do presidente Lula e a vitória de Arlindo Chinaglia na Câmara, as principais legendas partidárias estão fechadas para balanço. Para se adequar à nova realidade na Esplanada, os partidos tentam encontrar uma identidade política. No PT, o forte discurso de Lula na noite de sexta-feira tinha a finalidade de encerrar as brigas internas, mas acirrou ainda mais a disputa entre as tendências. Ainda no lado governista, os dois grupos que dividem o PMDB tentam a melhor aproximação para garantir mais ministérios. Pela oposição, o PSDB decidiu adotar o estilo petista e fará um congresso nacional que defina teses programáticas e um candidato para 2010. E o PFL, agora denominado Partido Democrata, lançou concurso para nova logomarca e procura renovar os seus quadros com os filhos de caciques pefelistas. (págs. 1 e 2 a 5) - Itamaraty - Embaixador Abdenur: diplomata não é robô - Removido da embaixada em Washington, Roberto Abdenur antecipou aposentadoria por não ver mais clima para continuar no Itamaraty. Em entrevista ao "Correio", ele diz que diplomatas têm direito a emitir opiniões. Abdenur e o chanceler Celso Amorim serão convocados pelo Senado para audiência pública no próximo dia 27. (págs. 1 e 19) VALOR ECONÔMICO - Corrida à bolsa traz ofertas de R$ 11,5 bi no 1° trimestre - Este início de 2007 já surpreende pela quantidade de ofertas públicas de ações realizadas e a caminho, mesmo depois de três anos seguidos de um mercado aquecido. O Valor levantou o nome de 11 companhias que se preparam para pedir à CVM o registro de suas ofertas iniciais. O setor imobiliário vem com força mais uma vez, com nomes como Agra, Inpar, EZ Tec, Triunfo e BR Malls - esta última do setor de shoppings, que conta com a GP Investimentos em seu capital. Depois da grande receptividade que encontrou a Iguatemi Empresa de Shopping Center, a expectativa é que outras do segmento acelerem seus planos. A empresa de tecnologia Bematec, a operadora portuária Wilson, Sons, o banco Cruzeiro do Sul, o frigorífico Mercosul, a rede de lavanderias industriais Atmosfera e a Louis Dreyfus (agronegócio) encorpam a lista. Contas feitas por bancos de investimento indicam que entre 50 e 60 companhias já contrataram assessores financeiros para vir a mercado. Nada garante que todos os negócios sairão, mas, se as previsões otimistas se confirmarem, haverá novo avanço sobre 2006, quando foram realizadas 42 ofertas, das quais 26 eram de estreantes na bolsa. As seis empresas que realizaram oferta nestes primeiros 40 dias do ano levantaram R$ 5 bilhões. As outras oito que já se encontram em análise pela CVM pretendem emitir cerca de R$ 6,5 bilhões em ações, elevando o valor do primeiro trimestre a R$ 11,5 bilhões. São elas: Even Construtora, Banco Pine, JBS (Friboi), GVT, Gafisa, COM, Suzano Papel e Celulose, JHFS Participações e Anhangüera Educacional. A sucroalcooleira São Martinho fechou ontem o preço de suas ações em R$ 20. O tamanho das empresas deve ficar em linha com as menores que vieram para a bolsa no ano passado, segundo analistas. O porte médio deve ser menor, já que em 2006 algumas companhias maiores puxaram a média para cima. O alvo são empresas com lajida (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ao redor de R$ 50 milhões. Para o superintendente da CVM Carlos Alberto Rebello, as empresas correm contra o tempo para apresentar a oferta antes das "concorrentes". "Obedecemos à ordem de chegada, ou seja, a tendência é que a primeira a chegar na CVM seja a primeira a sair". Págs. 1 e B1) - Luciano Coutinho: ajustes nas políticas fiscal e cambial são necessários para o sucesso do PAC. (págs. 1 e A15) - A trégua cambial que já dura dois dias poderá ser rompida a qualquer momento. Ontem o dólar subiu 0,04%, para R$ 2,0940. O mercado promete voltar a "testar" o Banco Central assim que refluírem as pressões políticas que ameaçam a permanência de Henrique Meirelles na presidência do BC. O forte movimento de queda do dólar desencadeado no dia 1° não é um "ataque especulativo" clássico, que só pode acontecer em países de câmbio fixo e artificial apreciação da moeda. Os analistas dizem que se trata de um "teste ao BC", cujo objetivo é forçá-lo a vender novos contratos de swaps cambiais reversos, títulos que pagam a taxa Selic. Paulo Leme, da Goldman Sachs, diz que o câmbio está fora de lugar, dados os fundamentos. As contas externas estão mais robustas, com elevados superávits, e os indicadores de vulnerabilidade externa são muito favoráveis. O câmbio só não desliza, por exemplo, para R$ 1,80, porque o BC vem comprando muitos dólares. Em janeiro, ele adquiriu US$ 5,2 bilhões. (págs. 1, C1 e C2) - Cassiana Fernandez e Caio Megale: previsão de commodities em alta e câmbio apreciado. (págs. 1 e A14) - Participação de países emergentes, entre eles o Brasil, em reuniões do G-9 implicaria compromissos sobre patentes, investimentos e clima. (págs. 1 e A4) - A indústria paulista cresceu 3,2% em 2006, acima dos 2,8% da média nacional, segundo o IBGE. Goiás (2,4%), Rio de Janeiro (1,9%) e Santa Catarina (0,2%) cresceram abaixo da média. (págs. 1 e A6) - Reversão de provisões para PIS/Cofins permitiu à Braskem encerrar 2006 com lucro de R$ 84 milhões, fortemente concentrado n o 4° trimestre. (págs. 1 e B6) - Secretário do Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, descarta autorização para construção de usina termelétrica em Itaguaí. (págs. 1 e A9) - Maiores colheitas de soja e milho elevaram a previsão do governo para a safra 2006/07, que deve ser a maior de todos os tempos. (págs. 1 e B12) REVISTAS VEJA TÍTULO DE CAPA - Arrastado por quatro bairros do Rio de Janeiro, morto, destroçado por bandidos e mais uma vez... ... NÃO VAMOS FAZER NADA? Entrevista: Alain Belda - É hora de agir - brasileiro presidente da Alcoa diz que as empresas precisam ajudar a combater o aquecimento global. (págs. 11 a 15) Sem limites para a barbárie - O suplício público de um menino de 6 anos no Rio mostra que o Brasil está na sala de emergência de uma tragédia social em que o bandido decide quem vive e quem morre. (págs. 46 a 51) Em crise de identidade - Depois de ajudarem o PT a ganhar o comando da Câmara, os tucanos não sabem qual rumo seguir. (págs. 52 e 53) Sururu no Itamaraty - Está suspensa a leitura engajada. Já a política externa... (pág. 54) André Petry - Cova clandestina - "Dentro do PT, na cúpula do partido e entre os seus principais líderes, fica proibido chamar corrupção de corrupção, mensalão de mensalão, valerioduto de valerioduto". (pág. 55) Escola pública, gestão particular - Uma parceria que melhorou o ensino público em 190 cidades brasileiras. (págs. 94 e 95) Wanderley, o amigo do rei - Entre cortes e penteados, o cabeleireiro de São Paulo atingiu o ápice do prestígio: entrou na intimidade do presidente Lula. (págs. 100 a 102) Diogo Mainardi - Heil, Hommer! - "Charles Murray diz que ninguém descobriu uma maneira para aumentar o QI das pessoas. O que Homer Simpson e eu podemos garantir é que há uma maneira para diminuí-lo. O Brasil é a melhor prova disso". (pág. 109) ÉPOCA TÍTULOS DE CAPA - Zé Dirceu: ele vai conseguir voltar? - Biocombustíveis: o Brasil será a nova potência energética? Reprovado! - Os mais novos números da educação mostram que não dá mais para esperar. É preciso ter o mesmo senso de urgência que houve para enfrentar a inflação. (págs. 38 a 40) Seu País - Fernando Abrucio - A agenda imatura do governo Lula - "Lula alçou o crescimento econômico ao topo das preocupações do segundo mandato. Não que o combate à desigualdade tenha sido abandonado. Esse tema será sempre a cara mais fiel do lulismo - e, por enquanto, com resultados satisfatórios. Mas as ações de inclusão social podem se tornar insuficientes como bússola política. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) criaria mais um eixo que, somado ao distributivismo dos primeiros quatro anos, evitaria a maldição da reeleição - aquela que leva o governante a ficar mais fraco ao longo do caminho. Mas as medidas propostas são insuficientes para criar uma nova agenda para a era Lula." (pág. 41) Ele consegue voltar? - Os inimigos de Dirceu partiram para o ataque. Querem evitar que ele mantenha sua influência no PT e no governo. (págs. 42 e 43) O Brasil vai se tornar a Arábia Saudita verde? - O país pode virar o maior fornecedor de álcool para um mundo que busca alternativas ao petróleo. Saberemos aproveitar a oportunidade? (págs. 44 a 48) Seu valor - Gustavo H.B. Franco - O problema do câmbio é o superávit - "O câmbio esteve parado, ou perto disso, um bom tempo. E poucos talvez tenham apreciado devidamente quanto essa queda na volatilidade era atípica, tendo em vista os fortes ventos (a favor) no cenário externo, as eleições e a mudança (sempre tem mudança, mesmo com reeleição) de governo. Essa estabilidade não foi obra do acaso. Uma estimativa recente revela que a intervenção do governo no mercado de câmbio, em suas várias modalidades, atingiu US$ 121 bilhões nos 24 meses terminados em dezembro." (pág. 50) O prefeito-bomba - Por dentro do universo de Gilberto Kassab, o prefeito de São Paulo que explodiu diante de um cidadão que protestava contra uma nova lei. (págs. 51 a 53) Brasil Economia - Essa nota faz falta? - As agências de classificação de risco ainda não aprovam o Brasil. Mas o dinheiro não pára de entrar. (pág. 57) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - Mentira, sexo e dinheiro - O drama de uma miss Brasil - A história de Taíza Thomsen, que ganhou o concurso em 2002, teve uma careira frustrada, viveu à custa de amantes e rompeu com a família quando os pais descobriram sua vida paralela como dançarina em boates de strip-tease. Entrevista - Cláudio Lembo - "O velho PFL acabou" - Ex-governador de São Paulo decreta o fim da legenda os coronéis, defende partido "pequeno-burguês" e ataca tucanos. (págs. 7 a 11) O discreto poder de Zé Dirceu - Depois de eleger o presidente da Câmara e ter sua anistia discutida abertamente, o ex-ministro mostra força nos bastidores da política, da diplomacia e no meio empresarial. (págs. 29 a 32) Lula e os judeus - Gestos em relação ao Holocausto fazem o presidente se aproximar da comunidade judaica. (págs. 36 e 37) De olho no Fundo - Partidos nanicos ganham mais verbas do Fundo Partidário, mas os grandes protestam. (pág. 37) Um prefeito louco demais - Ao avançar sobre manifestante, chamá-lo de "vagabundo" e justificar-se pela "indignação", Gilberto Kassab errou em tudo - e feio. (págs. 40 e 41) Ossadas do Araguaia - O sigilo militar sobre a guerrilha está com os dias contados. O STJ poderá obrigar o Exército a revelar onde enterrou os corpos dos guerrilheiros. (págs. 44 e 45) ISTOÉ DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - Exclusivo - O ousado plano da Assolan - Fabricante de esponjas de aço cria uma nova empresa, a Hipermarcas, compra a linha de adoçantes Finn e dá início a uma estratégia para se tornar a maior empresa nacional de bens de consumo, atuando em áreas de higiene e limpeza, alimentos e químicos. Seu modelo: a gigante americana Procter & Gamble. Sua meta; faturar R$ 2 bilhões em 2010. Entrevista - Gesner Oliveira - "Privatizar a Sabesp não está nos planos" - Gesner Oliveira, que assumiu o comando da maior estatal paulista, nega projeto para privatizá-la e diz que, com o novo marco regulatório, haverá investimentos bilionários no setor de saneamento. (págs. 18 a 20) Economia - O tropeço de Serra - Governador de São Paulo aumenta impostos, revê incentivos e assusta investidores. (págs. 26 a 28) Ministério - Marta, a estrela sobe - A ex-prefeita Marta Suplicy será peça-chave no segundo governo Lula e está muito perto da Educação. (págs. 30 e 31) I want you, Brazil - Os Estados Unidos agora vêem o Brasil como um parceiro prioritário e estratégico. Eles querem etanol barato e uma postura mais ativa do Itamaraty contra o chavismo. (págs. 32 e 33) De volta ao batente - Derrotados no voto, ex-parlamentares recomeçam a vida longe de mordomias e dos altos salários. (págs. 34 e 35) No rastro da Varig - Interesse de grupo chileno forte na empresa lança corrida de correntes nacionais pelas rotas de longo curso. (págs. 64 e 65) CARTA CAPITAL TÍTULO DE CAPA - PT x PT: O que está em jogo nesta disputa intestina Feridas abertas - PT vs. PT - Documento coordenado por Tarso Genro volta a pregar a refundação e antecipa a disputa intestina pelo controle do partido. (Capa e págs. 20 a 25) A escolha de Sofia - Câmbio - O desafio do presidente Lula é impor limites à especulação financeira. (págs. 26 e 27) Receitas dos Money docs - Câmbio II - Desde o século XIX, os doutores da grana são ligados aos interesses da banca. (págs. 28 e 29) EXAME TÍTULO DE CAPA - Gênios do mercado - Eles vivem no fio da navalha. Estão no centro de alguns dos maiores negócios do país. E fazem fortunas. Conheça a elite do mercado financeiro brasileiro. Gênios do mercado - Armínio Fraga é o mais rápido e globalizado. Luiz Stuhlberger é o mais consistente. Luiz Fernando Figueiredo, o mais rentável. Conheça as estrelas brasileiras dos fundos de hedge, elite do mercado financeiro. (Capa e págs. 22 a 30) A Espanha dá o exemplo - Reformas, reformas, reformas. Eis a lição - para o Brasil - do modelo que tirou o atraso da economia espanhola. (págs. 32 a 35) 26 anos. E ainda não está pronta - A demora na construção de uma eclusa no Pará é um exemplo da dificuldade de fazer obras públicas no Brasil. (págs. 36 e 37) Vida Real/J. R. Guzzo - Um show de marketing - O Programa de Aceleração do Crescimento não chega a ser um plano econômico. Trata-se, apenas, da expressão do que o governo gostaria que acontecesse. (págs. 38 e 39) E agora, Benjamin? - Ao fracassar na compra da Corus, a CSN pode ter perdido sua última chance de tornar-se uma empresa global. (págs. 56 e 57) Todo mundo quer esses velhinhos - Aposentados de prefeituras e estados formam mercado de 23 bilhões de reais. (págs. 85 e 86)

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Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.
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