11/03/2007

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Lula só pensa naquilo: 2010

- A articulação do presidente lula para a sua própria sucessão, em 2010, já tem codinome e plano B: ganhou o apelido de Projeto Pernambuco porque, como ocorreu na eleição para governador deste Estado, Lula lançaria dois candidatos à presidência, que se uniriam num eventual segundo turno. Helena Chagas conta, de Brasília, que a sucessão de Lula tem estado na pauta de quase todas as conversas políticas, no Alvorada e no Palácio do Planalto. E paira como uma sombra nas negociações sobre a reforma ministerial. (País, págs. 1 e A5)

- George Bush chega à Colômbia sob pressão da oposição em sua própria casa. Os democratas repudiam acordos com um país em que 800 líderes sindicais foram assassinados nos últimos seis anos. (págs. 1 e 25)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Brasil começa a colher amanhã maior safra de cana da história

- Começa amanhã a maior safra de cana que o Brasil já colheu. A Usina Lins, uma das novas produtoras de álcool do País, dá a largada no interior de São Paulo. Será uma safra de recordes. A previsão é de que a receita na temporada 2007/2008 alcance R$ 40,6 bilhões, quase R$ 3 bilhões mais que na anterior. (...) (págs. 1, B6 e B7)

- A representante dos Estados Unidos para o Comércio, Susan Schwab, foi enfática ontem, em São Paulo, ao afirmar que o seu país não fará "ajustes" na oferta de cortes de subsídios aos agricultores, antes de os demais parceiros da Organização Mundial do Comércio (OMC) abrirem suas 'cartas" sobre a abertura dos mercados agrícolas. Para ela, há "risco real" de a Rodada Doha fracassar pela falta de um acordo "equilibrado" sobre os subsídios agrícolas. (págs. 1 e A4)

- Estrangeiros já têm 38,8% da Petrobras. Concentração deixa empresa mais vulnerável ao cenário externo. (págs. 1 e B1)

- São dois Brasis diferentes vivendo na Bolívia. Um é pobre, sem nenhuma assistência social. O outro comanda fazendas produtivas e junta uma riqueza que não conheceu na terra natal. Ambos estão sob a ameaça da febre nacionalista do presidente Evo Morales e seus planos de reforma agrária, informa Fausto Macedo, de Cobija, na Bolívia. Cerca de mil famílias de brasileiros trabalham numa faixa de 50 quilômetros a partir da divisa com o Acre, área onde está proibida a posse de estrangeiros. Patrulhas policiais e milícias paralelas apertam o cerco sobre os 'invasores". (págs. 1, A20 e A21)

- Lula faz exames de rotina no Incor. Depois dos testes, ele e Marisa visitaram o senador ACM, que está na UTI. (págs. 1 e A13)

- O mal que os outros enfrentam - Lula entendeu que um dos segredos do sucesso eleitoral é a inflação baixa. (págs. 1 e Celso Ming, pág. B2)

- Um estranho no ninho - Jarbas Vasconcelos: governo angariou antipatia e desconfiança no PMDB. (págs. 1 e Dora Kramer, pág. A8)

O GLOBO

- Ensino médio do Rio é pior que de SP e Minas

- Um levantamento inédito feito por um instituto privado, com base em dados oficiais, revela que o ensino médio (o antigo Segundo Grau) do Estado do Rio está pior do que o dos vizinhos São Paulo e Minas Gerais. No Rio, os alunos deixam o ensino fundamental atrasados, repetem muito de ano e acabam abandonando a escola. O atraso escolar de jovens de 15 a 17 anos (faixa etária adequada para o ensino médio) no estado já chega a 61,5%, contra 38,5% em São Paulo e 29,2% em Minas, informa Paula Autran. Já a taxa de repetência no Rio se mantém constante, em 22%, enquanto em São Paulo caiu de 28% para 14,5% e em Minas, de 20,4% para 18,7%. Dois terços das escolas do ensino médio são estaduais. "É a falência do ensino. E sem educação não há futuro possível. Estes jovens hoje não têm qualquer perspectiva que não seja o pagode ou o futebol", diz o economista André Urani, que trabalhou no estudo. (págs. 1 e19)

- Com o objetivo de economizar R$ 11,3 bilhões, o governo convocará, a partir de julho, 2,6 milhões de aposentados por invalidez para fazerem exames médicos. A Previdência constatou que 40 mil ditos inválidos trabalham com carteira assinada. (págs. 1 e 35)

- Ao fazer um balanço da visita do presidente dos EUA, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse acreditar que logo haverá avanços na negociação para reduzir o subsídio que beneficia agricultores americanos. (págs. 1 e 3)

- Com a chegada da luz ao campo, brasileiros estão migrando das cidades para áreas rurais. Além disso, pesquisa nacional mostra que 23,5% das pessoas beneficiadas já teriam saído do campo se não tivessem energia. (págs. 1, 33 e 34)

- A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) está preocupada com a possibilidade de os Jogos Pan-Americanos ou a visita do Papa Bento XVI ao Brasil, este ano, serem alvo de atentados terroristas perpetrados por radicais islâmicos, relata o repórter Chico Otávio. O temor aumentou devido a uma das mais importantes investigações de combate ao terrorismo já realizadas pela PF, que tem como alvo um lutador de jiu-jítsu belga convertido ao Islã. O suspeito estaria tentando criar no Brasil células da rede al-Qaeda e recrutando adeptos entre brasileiros. (págs. 1 e 42)

- Uma unidade militar brasileira está sendo treinada para travar uma guerra não-convencional, que inclui seqüestro de inimigos e ataques a bases terroristas. (págs. 1 e 43)

GAZETA MERCANTIL

- Lula aceita na OMC corte flexível de apoio

- No encontro de hoje com o presidente americano George W. Bush, o presidente Lula vai anunciar que os países do G-20, do qual o Brasil faz parte, aceitam que as tarifas protecionistas para agricultura sejam flexibilizadas em função do tamanho e da condição econômica de cada um. Ou seja, os cortes dos subsídios serão mais expressivos para os países mais pobres. Lula acredita que a proposta poderá ser levada à Organização Mundial do Comércio (OMC) em até quatro semanas. Ontem, o presidente disse que o protecionismo é "nefasto". "o que nós queremos é que os EUA possam diminuir os subsídios, tão importantes para os agricultores americanos, mas tão nefastos ao livre comércio que nós apregoamos".

Não é de hoje que a agropecuária brasileira é vista como uma ameaça aos produtores americanos. Numa tentativa de neutralizar a concorrência exercida pelos produtos daqui, os EUA criaram barreiras alfandegárias e não tarifárias, como ocorre com a carne bovina "in natura" brasileira. Para o etanol, a competitividade brasileira é compensada por meio de uma sobretaxa de US$ 0,54 por galão.

Sobre o etanol, interessa ao Brasil e aos EUA manter parceria para troca de tecnologia na fabricação do álcool a partir de celulose. Bush dirá a Lula que o governo americano já disponibilizou US$ 1 bilhão para essa pesquisa nos EUA. Bush chegou ontem ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às 20h05 e às 20h20 saiu com a comitiva dividida em 41 carros. Com ele estavam mias de 50 pessoas, incluindo a secretária de Estado, Condoleezza Rice, e o assessor de assuntos de Segurança Nacional, Stephen Hadky. (págs. 1, A-6, A-7 e A-8)

- Diante da dificuldade de se recuperar R$ 400 bilhões devidos à União, o governo quer aprovar projeto de lei que lhe garanta o direito de executar devedores de tributos sem autorização prévia da Justiça. A idéia é conceder ao Fisco poder para, por exemplo, penhorar conta corrente de pessoas físicas e o faturamento de empresas para fazer o acerto de contas. As duas medidas são adotadas depois de tentativas fracassadas de acordo e de recebimento dos débitos. (págs. 1 Continua na página A-11)

- O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) deverá divulgar na próxima semana o parecer final a respeito dos valores da compensação que os municípios brasileiros poderão cobrar sobre a exploração de minérios. (págs. 1 e Página A-5)

- Gabriel de Salles - É preciso explicar por que Cuba cresceu 12,5% e o Brasil apenas 2,9%. (págs. 1 e A-3)

- Por não prestar atenção nos custos da conta, clientes usam mal os serviços e ajudam a engordar a receita dos bancos. Segundo pesquisa, a participação das tarifas no faturamento das instituições subiu de 9% para 14% entre 2002 e 2006. (págs. 1 Gazetainveste - página B-3)

- Um pedido de prisão do deputado Paulo Maluf (PP-SP) foi feito ontem pela Justiça norte-americana devido ao indiciamento do político brasileiro pelo suposto envolvimento num esquema de desvio de dinheiro público. O senador ACM foi internado em UTI. (págs. 1 e A-10)

- A Secretaria de Direito Econômico (SDE) abriu ontem processo para investigar oito empresas por formação de cartel nos segmentos de cimento e concreto. Juntas são responsáveis por 90% do mercado. A suspeita é de que o cartel tenha funcionado nos últimos 20 anos. (págs. 1 e A-11)

- Carlos H. Brito Cruz - O sucesso do etanol vem do esforço da pesquisa brasileira. (págs. 1 e A-3)

- Roberto Rodrigues - Já é hora de haver clareza sobre quem é contra e a favor do mercosul. (págs. 1 e A-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- Serviço público paga 4 vezes mais que empresas privadas

- Título de maior renda per capita do país dado à capital se sustenta apenas nos ganhos dos servidores públicos. No Distrito Federal, contratados pela iniciativa privada ganharam R$ 844, em média, no ano passado. O valor é inferior aos salários pagos em cidades como São Paulo e Porto Alegre. Desemprego, falta de organização sindical e fraco desenvolvimento da economia local são apontados como causas para a situação desfavorável dos trabalhadores brasilienses. (págs. 1 e 21)

- Durante visita ao Uruguai, Bush afirma que os Estados Unidos estão prontos para reduzir os subsídios agrícolas. Presidente defende o acesso de produtos americanos ao mercado internacional. Sinalização é positiva para Rodada de Doha. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 18)

- Crescimento desordenado, baixo investimento em saúde, educação e segurança. Motivos diferentes colocam pequenos municípios ao lado de grandes cidades no ranking dos locais mais violentos do Brasil. (págs. 1, 12 e 13)

- Cerca de 3 mil alunos, com idades superior a 18 anos, estão matriculados na rede pública, entre a primeira e oitava série. Repetência e abandono da escola são os principais motivos da distorção. (págs. 1, 27 e 28)

- Servidores graduados também conseguem brechas para nomear parentes. Proposta que proíbe contratações nos três poderes aguarda sugestões de parlamentares, e deve ser apreciada até o final do mês. (págs. 1, 2 e 3)

- O mau humor e as explosões de ira causadas pela crise deflagrada em 2005 ficaram para trás. Para colaboradores, Lula vive o seu melhor momento no poder. (págs. 1 e 6)

VALOR ECONÔMICO

- Lojas pequenas e médias entram na mira do Wal-Mart

- O Walt-Mart, maior varejista do mundo, gastou US$ 1 bilhão para fazer duas grandes aquisições no Brasil. Em 2004, comprou o Bom Preço e em 2005, o Sonae. Além disso, construiu 14 novas lojas no país e passou a brigar pelo segundo lugar no ranking brasileiro com o Carrefour. Mas, para disputar a liderança com o Pão de Açúcar, a empresa precisa continuar a crescer. "As grandes aquisições já ocorreram", afirma Vicente Trius, presidente no Brasil da varejista americana, que agora começa a cobiçar cadeias de supermercados regionais e não dispensa nem mesmo as redes pequenas. "Não descartamos a hipótese de adquirir uma rede de dez lojas apenas", diz o executivo.

O balanço do Wal-Mart no Brasil só será divulgado em abril. Estima-se, porém, que as vendas em lojas comparáveis tenham crescido 7% em 2006, o que levaria o faturamento do grupo para R$ 12,5 bilhões, muito próximo do já divulgado pelo Carrefour, de R$ 12,6 bilhões. O líder Pão de Açúcar fechou o ano com vendas R$ 16,5 bilhões. Portanto, para chegar à liderança, o Wal-Mart teria de comprar no mínimo quatro ou cinco redes de médio porte, com vendas entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão. Fazem parte deste grupo Zaffari, no Rio Grande do Sul, o Epa e o Bretãs, em Minas Gerais, o Angeloni, em Santa Catarina, o Sonda, na Grande São Paulo, e o Savegnago, uma das maiores redes do interior paulista.

Mas longe de temer as gigantes do setor, muitos destes varejistas regionais provaram ser duros competidores. Com 12 lojas, o Sonda pretende abrir 6 unidades e faturar R$ 1 bilhão ainda neste ano. Em vez de ser alvo de aquisições, a família Sonda pensa até mesmo em comprar concorrentes menores. "Teremos notícias em breve", diz Roberto Moreno, diretor financeiro da rede. Uma das lições aprendidas pelo Wal-Mart em aquisições recentes foi a de que nem sempre se deve "enterrar" as marcas das lojas adquiridas. Por isso, Trius não vê grande desafio na aquisição e incorporação de pequenas redes. Tudo depende, diz ele, de como a integração é feita. As bandeiras Bompreço, no Nordeste, e Mercadorama e Nacional, no Sul, foram mantidas com sucesso. (págs. 1, B1 e B4)

- Cláudia Safatle - Com ou sem apoio da CUT, governo enviará projeto de lei de greve do funcionalismo. (págs. 1 e A2)

- Após dez anos de investigações, a Secretaria de Direito Econômico abriu processo pro formação de cartel contra oito empresas de cimento, duas entidades do setor e quatro executivos. (págs. 1 e B7)

- Indústria brasileira está dividida sobre acordos setoriais na OMC. (págs. 1 e A4)

- Maria C. Fernandes - Condição de trabalho nas usinas está longe do aceitável para produto que pode projetar o país. (págs. 1 e A7)

- Pequenos agricultores apostam o cultivo do girassol para fabricação de biodiesel. Segundo a Conab, produção deve crescer 28,2% este ano. (págs. 1 e B12)

- Superada a fase de enxugamento e depois de voltar a captar para acabar com o problema de funding, o Banco Rural deve entrar em um momento de reestruturação societária. Kátia Rabello, principal acionista e presidente da instituição, em sua primeira entrevista desde que o Rural foi envolvido na crise política de 2005, diz que pretende manter o controle sobre os dois principais focos do negócio - crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) e financiamento a pequenas e médias empresas. Mas há outros ativos que podem ser negociados, como duas seguradoras, três marcas (além do Rural, o Banco Simples e o Rural Mais) e uma carteira de R$ 300 milhões de créditos em liquidação. Na área não financeira há, entre outros, duas construtoras e uma mineradora de nióbio.

"A carteira de CL (crédito em liquidação) já está em negociação e sua venda deve sair em no máximo um mês. E estamos monetizando um ativo não financeiro de R$ 200 milhões. Esse é o valor de venda do ativo, à vista", diz.

A fase de reestruturação, iniciada em agosto de 2005, reduziu o número de funcionários de 2,35 mil para 550, cortou as despesas anuais de R$ 480 milhões para R$ 140 milhões e baixou o número de agências de 85 para 21. (págs. 1 e C1)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Casa própria: Crédito farto e ofertas atraentes abrem caminho para a classe média realizar seu maior sonho

Entrevista: Jim O'Neill - O Brasil está no jogo - O criador do termo Bric diz que, apesar do baixo crescimento, o país ainda está no rumo certo para se tornar potência mundial. (págs. 11, 14 e 15)

Eles vibram, nós pagamos - Imposto-símbolo do atraso brasileiro, a CPMF vai ganhando vidas novas em todos os governos: é o tributo vampiro. (págs. 46 a 49)

Big brother Planalto - Em meio a complôs e brigas que lembram o reality show, Lula dá início à montagem do ministério de seu segundo mandato. (págs. 50 e 51)

A ordem é cortar - Os primeiros sessenta dias do governador Arruda no DF são um furacão de eficiência. Se continuar assim, ele fará uma revolução. (págs. 52 e 53)

Made in Paraguai - A Funai tenta demarcar área de Santa Catarina para índios paraguaios, enquanto os do Brasil morrem de fome. (págs. 56 a 58)

Privilégio da toga - Processo trabalhista contra ministro do STF tramitou em segredo de Justiça. (págs. 58 e 59)

Uma luta nada sublime - Roberto Jefferson, que denunciou o mensalão, briga para reaver o mandato de deputado. (pág. 59)

Como bons amigos - Estabilidade econômica e normalidade democrática tornam Lula o interlocutor de Bush na América Latina. (págs. 64 e 65)

Não é mais um sonho impossível - Com o maior volume de recursos desde a década de 70, os financiamentos imobiliários abrem caminho para a casa própria para mais de 1 milhão de brasileiros. (págs. 66 a 73)

Um choque de legalidade - O economista Hernando de Soto diz que não se resolverá o déficit habitacional sem enfrentar a questão da propriedade. (pág. 74 e 75)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Terroristas islâmicos estão escondidos no Brasil? - Época investigou as controvertidas acusações do governo americano

- A importância da pré-escola para as crianças

Os terroristas estão aqui? Época foi investigar quem são os homens que os EUA acusam de financiar o terrorismo na fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina. (págs. 26 a 35)

Os novos companheiros - A visita de Bush ao Brasil deu mais uma prova da distância que existe hoje entre o presidente Lula e o antiamericanismo do PT. (págs. 36 a 38)

Votos a R$ 100? - A Polícia Federal acusa governador e senador eleitos em Rondônia de comprar quase mil eleitores. (págs. 42 e 43)

Entrevista/Bruno Quick Lourenço: A favor dos empreendedores - Para o executivo do Sebrae, a Lei Geral da Micro e da Pequena Empresa representa uma revolução nos negócios. (págs. 46 e 47)

As metas vão pegar? - O governo planeja instituir a meritocracia no ensino público. Agora, a idéia precisa resistir à pressão política. (pág. 51)

Quanto menor, melhor - Novos estudos mostram que as crianças que vão para a escola antes dos 6 anos se desenvolvem mais. É uma lição que o Brasil ainda tem de aprender. (págs. 52 a 55)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Amor na internet

* Cresce cada vez mais o número de pessoas que buscam sua cara-metade no mundo virtual. Algumas encontram o amor. Outras, a morte.

- Exclusivo: Baixaria política no Maranhão

Entrevista/Cristovam Buarque: "Precisamos incluir os excluídos" - O pacote da educação é insuficiente e esquece dos 82% de jovens que não terminam o segundo grau, critica o senador. (págs. 7, 10 e 11)

O novo PMDB - Ação do governo tira Jobim da disputa partidária e garante a vitória de Temer, que terá mais facilidade para unir os peemedebistas em torno de lula. (págs. 28 a 30)

A rebelião os nanicos - Pequenos partidos se unem para fiscalizar as contas de gigantes como PMDB e PSDB. (pág. 33)

Lula monta seu time - O presidente começa a apresentar o novo governo, com poucas novidades, mas com perfil diferente. (págs. 34 e 35)

Baixaria no Maranhão - Inconformados com a derrota de Roseana, aliados de José Sarney procuram relacionar Jackson Lago a irregularidades do governo anterior. (págs. 36 e 37)

Um serviço nada secreto e trapalhão - Arapongas da Abin brigam em praça pública. Todos querem a mesma coisa: manter-se no poder nos próximos quatro anos. (pág. 38 e 39)

Pacote da educação - Governo discute no Congresso 20 medidas para melhorar a qualidade do ensino básico. (pág. 39)

A gastança do Pan - O orçamento disparou. Os empregados pararam. Obras atrasam e os jogos chegam em meio à crise. (pág. 64)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- De vendedor de frutas a dono de montadora - O empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade começou do nada, tornou-se médico, comprou concessionárias e agora inaugura uma fábrica de R$ 300 milhões para produzir carros em Goiás. Como ele foi tão longe?

- Cerveja: Brasileiros dominam o mundo

Sérgio Werlang: "O tremor na China não fará mal ao Brasil" - O diretor do Itaú, que implantou o regime de metas de inflação no Brasil, diz que o susto nas bolsas terá pouco impacto na economia real, mas defende um corte mais agressivo da taxa de juros. (págs. 18 a 20)

Muito barulho por nada - Com o maior esquema de segurança que o Brasil já viu, George W. Bush reúne-se com Lula e oferece pouco. (págs. 24 e 26)

O presidente que ninguém viu - Ofuscado pela presença de George W. Bush, o líder alemão Horst Köhler veio ao Brasil e sua presença mal foi notada. (pág. 27)

Eles querem repartir, mas não falam em reduzir - Governadores se reúnem em Brasília, discutem reforma tributária, mas não há nada que melhore a vida do contribuinte. (págs. 28 e 29)

Submarino nuclear volta a tona - A nomeação do novo comandante da Marinha ressuscita um antigo projeto de US$ 9 bilhões. (págs. 30 a 32)

CARTA CAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Plim, plim VS trim, trim - A disputa entre as empresas de telefonia e as emissoras de tevê instala-se no Congresso. E mais: um retrato dos parlamentares associados a meios de comunicação

- Mercado global: da euforia à ameaça de crise

- Especial: a nova cara dos imigrantes que desembarcam no País

A saga recomeça - Imigração - Novas levas de estrangeiros já alteram a paisagem cultural e econômica do Brasil. A lei, a burocracia e a mídia custam a levá-los em consideração, mas em 2006 já totalizavam pelo menos 830 mil cadastrados e 300 mil a 400 mil sem documentos. (págs. 10 a 17)

Sextante - Antonio Delfim Netto - O PAC e os cartéis - Em todo processo de concorrência, só existem cartas marcadas com a complacência do poder público. (pág. 23)

O ringue está pronto - Telecomunicações - O Congresso Nacional vai definir o vencedor do embate que coloca, em cantos opostos, as tevês e as teles. (págs. 26 a 30)

O poder que emana da tela - Conflito - No Parlamento, donos de meios de comunicação legislam sobre o setor. (págs. 31 a 33)

No olho do furacão - Mercado financeiro - Crescem as incertezas sobre o futuro da economia mundial e os emergentes voltam a ser a bola da vez. (págs. 34 e 35)

Com a força do povo - Entrevista - O brasilianista Monclaire fala do peso do voto popular em Lula. (págs. 38 a 40)

Jogo pesado no tanque - Energia - Bush quer diminuir a dependência do petróleo com o etanol brasileiro. (págs. 46 a 48)

EXAME

TÍTULO DE CAPA

- Preparado para o risco? A atual turbulência nas bolsas serve como um poderoso aviso: a economia global continua exuberante, mas cada vez mais repleta de armadilhas.

Um mundo viciado em risco - A atual turbulência nas bolas mundiais serve como um poderoso alerta: vivemos numa economia exuberante na qual correr risco faz cada vez mais parte do jogo. (págs. 18 a 24)

Onde mora o perigo - A China preocupa. Mas, hoje, é com a economia americana que os investidores estão assustados para valer. (págs. 25 a 27)

A China e seus esqueletos - A tentativa do governo de frear a economia e a queda na bolsa de Xangai deixam à mostra as fragilidades do modelo de desenvolvimento chinês. (págs. 28 a 30)

Atalho para os Estados Unidos - O governo foge dos acordos bilaterais. A saída das empresas é aproveitar tratados de países da América Central. (págs. 34 a 37)

Por que as greves perderam a força - A estabilidade econômica e a competição global mudaram a pauta das negociações entre patrões e empregados. Bom para todo mundo. (págs. 38 e 39)

A platéia continua a esperar - Entra ano e sai ano e nada de começar o espetáculo do crescimento prometido pelo presidente Lula. (págs. 40 e 41)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.