14/01/2007

Jornal do Brasil
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JORNAL DO BRASIL

- Lula só vai nomear ministro quem tiver voto em plenário

- Pelo menos 30 políticos disputam os 11 ministérios que Lula vai preencher, mas o presidente, nas primeiras reuniões com os dez partidos de sua base, já avisou: só vai escolher aqueles que tiverem votos no plenário da Câmara. (pág. 1 e País, pág. A4)

- Metrô do Galeão à Barra, corredor viário com ônibus articulados, duplicação da Auto-Estrada. Além do atraso nas obras esportivas, os Jogos Pan-Americanos não trarão os principais benefícios em estrutura prometidos para a cidade. (pág. 1 e Esportes, pág. A19)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Equipes buscam soterrados no metrô

- No dia seguinte ao desastre nas obras da estação Pinheiros do metrô paulistano, equipes de resgate retomaram o trabalho de busca a pessoas soterradas. As autoridades confirmaram que uma van ficou presa na cratera aberta após o deslizamento na tarde de sexta. Ao menos três pessoas estão desaparecidas. Além do motorista e do cobrador da van, um caminhoneiro que trabalhava na obra não foi localizado. Segundo testemunhas, havia também dois passageiros na van quando ela foi sugada pelo buraco.

É remota a possibilidade de encontrar vítimas com vida, dizem os bombeiros. Engenheiros tentam estabilizar com estacas a grua de 50 toneladas que ameaça desabar. Só depois vão analisar se o melhor é desmontá-la ou derrubá-la. Foram resgatados dois carros vazios, que estavam em uma rua contígua à obra. Parte das 79 famílias que tiveram suas casas interditadas voltou ao local para verificar os estragos. (pág. 1 e Cotidiano)

- Documentos secretos da diplomacia americana só agora revelados mostram que o governo Richard Nixon (1969-74) sabia da tortura no Brasil em 1973-74. O embaixador dos EUA em Brasília, John Crimmins, sugeriu que Nixon não cortasse créditos ao Brasil como retaliação aos abusos. Isso poderia atrapalhar a estratégia de "influenciar a política brasileira" e a venda de armas ao país, argumentou. Telegramas revelam que americanos tinham fontes no aparelho de repressão brasileiro e sabiam do assassinato de dissidentes. Crimmins não quis falar de sua atuação como embaixador à época. A Embaixada dos EUA em Brasília não se manifestou. (págs. 1 e A10 a A13)

- O Banco do Brasil concedeu perdão de dívidas superior a R$ 1 bilhão a usineiros de cana-de-açúcar no governo Lula, um dos períodos mais lucrativos do setor. Em quatro casos, a redução chegou a R$ 400 milhões, informa Leonardo Cruz. Segundo o BB, a meta é recuperar o maior valor possível de crédito. Na média, os produtores têm pago só cerca de 5% do total da dívida com o banco. (págs. 1 e B1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Pressa na execução da obra pode ter causado acidente

- A pressa na execução das obras da Linha 4 do Metrô, que deverá começar a operar no ano que vem, pode ter sido o fator determinante do acidente na futura Estação Pinheiros, em São Paulo. O canteiro ruiu às 14h55 de anteontem, abrindo uma cratera de 80 metros de diâmetro. Segundo engenheiros, em áreas frágeis, como as próximas de rios, a escavação deve ser precedida de análise do solo metro a metro. O secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, disse que a responsabilidade não é do Estado. À beira do buraco, equipes de resgate e especialistas não conseguiram chegar a um acordo sobre a estratégia de atuação. Dois caminhões e dois carros foram retirados dos escombros, mas ainda há de 5 a 10 desaparecidos. (págs. 1, C1 e C3 a C5)

- Nos próximos três anos, as estradas federais precisarão de R$ 33 bilhões para ficar num estado entre razoável e bom, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada. O valor inclui a expansão, restauração e conservação de importantes rodovias, como o trecho nordestino da BR-101, a BR-040 em Minas e a BR-163 em Mato Grosso do Sul. "Se quiser eliminar todos os gargalos, o governo terá de dobrar esse montante", diz o presidente da entidade, Luiz Fernando Santos Reis. A cifra põe em xeque a decisão do governo de suspender a concessão de sete lotes de rodovias. A medida representará a perda de cerca de R$ 20 bilhões em investimentos privados. Em 2006, o Executivo empenhou apenas R$ 7,83 bilhões para atender a todos os setores de transportes. O País tem 1,75 milhões de quilômetros de estradas e só 196 mil são pavimentadas. (págs. 1, B1 e B3)

- O presidente boliviano, Evo Morales, anunciou que seu governo vai elaborar um projeto de lei para estabelecer a destituição pelo voto popular das autoridades "que não cumpram seus compromissos" e evitar, assim, conflitos como o de Cochabamba. Confrontos entre cocaleiros e partidários do governador já deixaram 2 mortos. (págs. 1 e A12)

- O presidente Hugo Chávez anunciou a chegada do socialismo à Venezuela, mas o consumismo continua forte em lojas de grife e restaurantes de Caracas. O preço do petróleo segue elevado e, nesta situação, é difícil prever o comportamento da classe média - a menos que o "socialismo ou morte" de Chávez impeça a economia de funcionar. (págs. 1 e A16)

O GLOBO

- Policiais do Rio terão de fazer declaração de bens

- Amparado por um regulamento interno, o novo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, exigirá dos policiais civis e militares a apresentação de uma declaração de bens e a constante atualização da evolução do patrimônio desses servidores públicos. Apesar de reconhecer que isso não acabará com a corrupção policial, Beltrame acha que a exigência será um sinal de que a Secretaria de Segurança vai combater com todas as armas a banda podre da polícia. Para dar o exemplo, o secretário já apresentou a sua declaração: uma casa financiada e um carro. "Como delegado da polícia Federal, apresento anualmente a evolução do meu patrimônio. Todos devem fazer o mesmo para manter a transparência", disse.

Segundo o secretário, o combate ao crime no Rio é mais difícil do que em qualquer outro lugar do país, mas ele acha que a violência pode diminuir se conseguir botar na rua os 5 mil PMs emprestados a outros órgãos, recuperar a frota da polícia - 65% dos carros estão quebrados - e reestruturar o serviço de inteligência. Beltrame aposta também num sistema de interceptação telefônica capaz de monitorar simultaneamente duas mil linhas telefônicas. Às véspera da chegada da Força Nacional de Segurança, repórteres do "Globo" constataram que é precária a fiscalização das divisas do estado onde a tropa atuará. (págs. 1 e 14 a 16)

- O Corpo de Bombeiros retomou na manhã de ontem as buscas pelos desaparecidos no desabamento do canteiro de obras do metrô de São Paulo. O primeiro laudo sobre as causas do acidente deverá sair na terça-feira. (págs. 1 e 14)

- Negando uma possível "despetização" do segundo governo Lula, o PT do Rio luta para abocanhar uma fatia maior dos seis mil cargos federais no estado, disputando espaço com os grupos de Sérgio Cabral e Francisco Dornelles. (págs. 1 e 3)

GAZETA MERCANTIL

- Economia resiste à instabilidade externa

- A instabilidade nos mercados internacionais de petróleo e de commodities metálicas e a tensão causada pelo anúncio de nacionalização de empresas na Venezuela provocaram impacto menor sobre a taxa de risco-país no câmbio do Brasil do que em outras nações emergentes. Nos primeiros dias de janeiro, o real teve desvalorização de 0,58% em relação ao dólar norte-americano. Foi uma queda menor do que a registrada por outras divisas, como o peso mexicano (1,9%), a lira turca 1,34%) e o rande sul-africano 5,5%) - e sem a volatilidade que pressionou estas moedas. Da mesma forma, a oscilação do risco-país, de 3,6% entre a máxima e a mínima, foi a menor desses quatro países.

Para economistas, desempenho deve-se ao maior vigor dos indicadores externos do Brasil. "O País está passando no teste", diz Alessandra Ribeiro, economista da consultoria Tendências. "Os bons fundamentos permitem que o câmbio atravesse o cenário atual praticamente incólume", afirma Álvaro Bandeira, diretor da corretora Ágora.

Ontem, após pressão na abertura, devido à inesperada alta de juros na Inglaterra, os ativos domésticos retomaram a valorização. O dólar caiu 0,19%, na terceira baixa consecutiva. As projeções para os contratos mais longos de juros futuros declinaram. A taxa de risco-Brasil recuou 1,5%, para 196 pontos. A Bovespa acompanhou a recuperação das bolsas americanas e fechou com alta de 0,79%. (págs. 1 e B-1)

- O governo prepara medidas para reduzir custos de transações no mercado imobiliário. A proposta deve sair em breve, mas não necessariamente no programa a ser anunciado pelo presidente Lula. A informação foi dada pelo secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Júlio Gomes de Almeida. (págs. 1 e A-8)

- O preço do petróleo teve nova queda ontem e ficou abaixo dos US$ 52 pela primeira vez desde maio de 2005. Em Nova York, o WTI fechou a US$ 51,88 e em Londres o Brent recuou para US$ 51,80. O recuo se deve à fraca demanda por óleo para aquecimento nos Estados Unidos. (págs. 1, A-14 e C-2)

- "Só o tráfico de drogas é mais lucrativo que rodovia", disse o subprocurador-geral da República, causando ácida reação do presidente da Abdib. (págs. 1 e A-8)

CORREIO BRAZILIENSE

- Brasília, a capital dos endividados

- Total de débitos contraídos, tanto por pessoas quanto por empresas, supera em 22% a soma das riquezas produzidas no DF. Endividamento é três vezes maior que a média brasileira. Estabilidade e renda alta estimulam bancos a oferecer empréstimos. (págs. 1, 21 e 23)

- DF lidera ranking de assaltos

- Pesquisa do Ministério da Justiça aponta Taguatinga, Ceilândia, Recanto das Emas, Santa Maria, Samambaia e Brasília entre as 12 cidades do país com maior número de crimes contra o patrimônio. Em Samambaia, motoristas e cobradores têm medo de ficar sozinhos nos ônibus. (págs. 1, 27 e 28)

- Boinas vermelhas chegam ao Rio

- Policiais da Força Nacional de Segurança Pública vão patrulhar 19 áreas nas divisas do estado, mas podem ser deslocados para reforçar segurança na reunião do Mercosul que começa na quinta-feira. (págs. 1 e 13)

VALOR ECONÔMICO

- Setor de TI troca executivos e enfrenta desafios no país

- Nos escritórios brasileiros de quatro das maiores empresas de tecnologia da informação - Microsoft, Hewlett-Packard (HP), Cisco e Symantec -, a sala do presidente tem novos inquilinos, alguns deles surpreendetemente jovens para o cargo. Com 33 anos de idade, Pedro Ripper tornou-se o novo comandante da Cisco, a maior empresa de equipamentos para redes do mundo. Na HP, a gigante de computadores e impressoras, assumiu Mário Anseloni, de 39 anos. Ambos já trabalham nas companhias, assim como Sérgio Basílio, de 51 anos, que vai dirigir a Symantec, de programas antivírus. A Microsoft preferiu trazer Michel Levy, de 52 anos, da operadora TIM.

Todas essas companhias são líderes em seus mercados, mas, a despeito do poder acumulado, enfrentam um vendaval de mudanças que está alterando profundamente seus modelos de negócio. Na HP, Anseloni terá de dirigir uma companhia que fabrica e venda de um simples cartucho de fitas até câmeras fotográficas e computadores de grande porte. "Em termos de gestão trata-se de uma empresa complexa", reconhece o executivo.

A Microsoft prepara o lançamento do Window Vista e do pacote Office, suas maiores fontes de renda, mas volta-se cada vez mais para áreas novas, como o videogame Xbox, que pretende transformar em um decodificador de TV, e o tocador de música digital Zune. É uma mudança e tanto para uma companhia que sempre se orgulhou de só fazer software.

A convergência entre telefonia e TV digital as regras na Cisco. A empresa gasta bilhões de dólares para adquirir tecnologias e garantir o papel de protagonista em um jogo de mercado pouco definido. Ironicamente, o desafio de Basílio, da Symanterc será enfrentar alguns de seus novos pares. A Microsoft e a Cisco avançam rapidamente sobre a área de segurança, o coração de seus negócios. (págs. 1 e B3)

- Uma mudança na forma de contabilização das vendas de querosene de aviação para aeronaves com destino ao exterior ajudou a Petrobrás a fechar 2006 com superávit de US$ 1,2 bilhão na balança de petróleo e derivados. Em 2005, a conta registrou déficit de US$ 787 milhões. Até então, a empresa considerava as vendas de combustível de aviação como feitas para o mercado interno. Agora, passou a contabiliza-las como exportação, procedimento adotado pela Secex. Com a mudança, a Petrobrás alavancou o saldo em 83,33%. Sem ela, seria positivo em US$ 200 milhões. (págs. 1 e A2)

- Luciano Coutinho: o lado ruim do atual bom cenário é o déficit americano financiado pelos asiáticos. (págs. 1 e A11)

- O Brasil transferiu liquidamente para o exterior US$ 31,7 bilhões a mais do que recebeu no ano passado, segundo a ONU, que analisou a tendência de países em desenvolvimento financiarem os ricos. (págs. 1 e C3)

- A Eletrosul, transmissora de energia do governo federal, com sede em Florianópolis, deu início a pesquisas com biodiesel em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul. (págs. 1 e B10)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Brasil: A revolução dos 100 milhões de celulares

Entrevista: Armínio Fraga - Viciados em Estado - O ex-presidente do Banco Central lamenta o retrocesso das reformas econômicas e diz que os brasileiros precisam independer dos governos. (págs. 1 a 15)

Eles prometem resistir - A melhor novidade da política brasileira é um grupo de deputados decididos a fazer da ética o foco de sua ação parlamentar. (págs. 42 e 43)

Contra a sociedade - Vale-tudo na eleição da Câmara tem aumento para deputados, promessa de cargos e loteamento dos ministérios. (págs. 44 e 45)

"O esquema está operante" - Deputados do PP e mensaleiros se assanham com a candidatura do petista Arlindo Chinaglia. (págs. 46 e 47)

Internacional - O velho que finge ser novo - O socialismo do século XXI anunciado por Chávez nada mais é que a volta do velho caudilhismo populista da América Latina. (págs. 80 a 82)

Diogo Mainardi - O Gandhi do Dormonid - "A partir de agora, meu lema é oposição REM. Os petistas roubaram? Sono neles! Os petistas compraram o Ceará? Apague a luz! Os petistas querem calar a imprensa? Cortina black-out! Ninguém me tira da cama. Quero hibernar até o fim do inverno petista. Sou o Zé Colméia do antilulismo". (pág. 99)

Roberto Pompeu de Toledo - Hugo Chávez e a morte - Ao inaugurar novo mandato, o presidente da Venezuela se oferece em holocausto. (pág. 106)

ÉPOCA

TÍTULO DE CAPA

- Socialismo ou morte: por dentro do fenômeno Chávez

O muso do verão - Com medidas enérgicas e parcerias com Lula, logo no início do mandato, Sérgio Cabral desperta o otimismo da população do Rio de Janeiro. (págs. 34 a 36)

Entrevista - Bernice van Bronkhorst - Os prefeitos têm de agir - Não bastam os governadores e o presidente. O combate à violência tem de começar nos municípios, diz especialista do Banco Mundial. (págs. 37 e 38)

Seu valor - Gustavo H.B. Franco - O charlatanismo nas aulas de economia. "É preciso fazer algo para socorrer as vítimas de atrocidades cometidas por professores". (pág. 39)

Entrevista - Brian Smith - O melhor lugar do mundo é aqui. O Brasil tem um mercado mais promissor que a China, a Índia e a Rússia, diz o presidente da Coca-Cola brasileira. (págs. 52 e 53)

Ditador pós-moderno? - A tênue fronteira que separa a democracia da ditadura na Venezuela de Hugo Chávez. (págs. 66 a 72)

Entrevista - Francisco Panizza - Ameaça ao Brasil? - Para especialista, Chávez não é a principal liderança do continente, mas representa riscos para o Mercosul. (pág. 73)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- Mediunidade infantil - Crianças que falam com espíritos - Crescem os relatos de meninos e meninas que conversam com os mortos. E atenção: isso pode ser mais do que simples fantasia.

Entrevista - Yeda Crusius - "Fui malvada na eleição e serei dura no governo" - A governadora do Rio Grande do Sul prevê sacrifícios para os gaúchos recuperarem empregos industriais e produção agrícola. (págs. 7 a 9)

Embolou o meio de campo - Disputa pelo comando da Câmara revela a briga interna do PT e dos aliados por mais espaço no governo. (págs. 22 a 24)

A oratória do lulismo - No linguajar simplório do presidente, muitas promessas e poucas realizações. (págs. 24 e 25)

Governador em xeque - Pedido de cassação do tucano Cássio Cunha Lima pode gerar nova eleição para o governo da Paraíba. (pág. 26)

Ação bilionária - STJ irá julgar processo de R$ 5 bilhões contra a Petrobras e advogado poderá ganhar mais que o cliente. (pág. 27)

Educação nota zero - Nas escolas públicas de todo o País, alunos não têm aulas e mesmo assim conseguem boletins com boas notas. (págs. 36 e 37)

Vitória da ciência - O Brasil muda regras de aprovação de pesquisa genética e milhares de vidas podem ser salvas. (págs. 60 e 61)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Governo: o poder de José Dirceu

A volta do poderoso Dirceu - Contra a vontade do presidente Lula, o ex-ministro José Dirceu age nos bastidores e está muito perto de dominar a Câmara dos Deputados. Isso significa manter cargos, ministérios e muito poder. (Capa e págs. 20 a 22)

O progresso vai esperar - Governo adia mais uma vez as concessões de estradas. A desculpa agora é o preço do pedágio. (pág. 23)

Yeda afia a sua tesoura - A primeira mulher a governar o Rio Grande do Sul tem um desafio de Hércules: fechar um rombo de R$ 2,3 bilhões. Ela conseguirá? (págs. 24 a 26)

Empresários no poder - Em diversos estados, homens e mulheres da produção assumem funções públicas. A missão: colocar os governos nos eixos. (págs. 28 e 29)

Artigo - Leonardo Attuch - Hugo Chávez faz bem ao Brasil. (pág. 78)

CARTA CAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Escândalo na rede - O controle é possível? Depois da exibição na praia, Daniela Cicarrelli provoca o bloqueio do acesso ao YouTube no Brasil e tumultua o mundo virtual. O episódio demonstra que a Justiça ainda não é capaz de lidar com os limites da internet.

- Entrevista - Sim, o Brasil é o país do futuro, garante Nicolelis.

Caiu na rede é peixe - Internet - A ameaça de bloqueio ao site YouTube no Brasil acende o debate: é possível e desejável controlar o mundo virtual? (Capa e págs. 20 a 25)

Vendedor de sonhos - Entrevista - Miguel Nicolelis, um dos maiores cientistas do mundo, consolida o Instituto Internacional de Neurociências de Natal. (Capa e págs. 26 a 31)

A Previdência não é culpada - Entrevista - A tributarista Misabel Derzi diz que o foco deveria ser o desvio de recursos. (págs. 32 e 33)

Chávez sem amarras - Venezuela - Caracas passa do discurso bolivariano ao socialista e traz de volta o desenvolvimento e os valores políticos. (págs. 36 a 38)

O idealismo e o poder - protagonista - Ex-líder estudantil e redator do polêmico projeto da Ancinav, Manoel Rangel assume a Agência Nacional de Cinema. (págs. 52 a 54)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.