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17/01/2007
JORNAL DO BRASIL - Boas-vindas à Força Nacional - Se a tropa da Força Nacional de Segurança precisava de mais algum sinal de que sua presença no Rio pode ser útil, este veio ontem: traficantes da Mangueira desafiaram a ação da PM, que tentava cumprir mandados de prisão, queimando dois ônibus e um carro e ocupando com barricadas trechos de ruas de São Cristóvão. Cerca de 20 bandidos encapuzados e armados de fuzis foram mobilizados na ação dos traficantes do Comando Vermelho. No outro lado da cidade, na Zona Oeste, a Força Nacional se apresentava para o governador e treinava com tiros de festim. (pág. 1 e Cidade, págs. A10, A11 e A12) - Apesar de o juro médio dos empréstimos ser de 53% ao ano para a pessoa física, 32% dos R$ 715 bilhões tomados entre janeiro e novembro de 2006 tiveram taxa de 3%. (pág. 1 e Economia, pág. A26) FOLHA DE SÃO PAULO - Bombeiros retiram 2° corpo da cratera - O drama do resgate das vítimas da cratera aberta nas obras do metrô Pinheiros continuou ontem -cinco dias após o acidente. O corpo localizado na segunda-feira foi identificado ainda no buraco, por volta das 15h: Valéria Marmit, 37, divorciada e três filhos. Presa a uma viga de ferro entre a van e os escombros, ela só foi retirada às 20h30. Na segunda-feira, já havia sido resgatado o corpo de Abigail de Azevedo, 75. Outras cinco pessoas seguem desaparecidas -as famílias já não têm mais esperanças. Enquanto as buscas prosseguem, as causas do acidente continuam sem explicação. Apesar de o Consórcio Via Amarela ser o executor das obras, o Estado e o Metrô não estão isentos de responsabilidade em uma possível falha técnica, segundo o Ministério Público, a Defensoria Pública e advogados. (...) (pág. 1) - Em sua primeira manifestação pública depois do anúncio de que a Venezuela pretende reestatizar e nacionalizar empresas, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse ontem que "não se arrepende de jeito nenhum" pela inclusão da Venezuela no Mercosul, pois o regime do presidente Hugo Chávez "funciona muito bem para o Brasil". (...) (pág. 1) - O fundo de R$ 5 bilhões para investimentos em infra-estrutura que será criado com recursos do FGTS colocará em risco o patrimônio dos trabalhadores. Incluído entre as medidas do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), o fundo assumirá o risco dos investimentos realizados, de acordo com a última versão da medida provisória em elaboração no governo. (...) (pág. 1) - O chamado "Grupo dos 30", que reúne parlamentares de vários partidos com atuação independente de suas bancadas, lançou ontem a candidatura de Gustavo Fruet (PSDB-PR) à presidência da Câmara.
A candidatura contraria a decisão anterior de parte da bancada do PSDB. Na semana passada, o líder da bancada, Jutahy Júnior (BA), declarou apoio ao petista Arlindo Chinaglia (SP). O outro candidato é o atual presidente da Casa, Aldo Rebelo (PC do B-SP). A eleição será no dia 1º de fevereiro. (...) (pág. 1) - O mesmo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) contratado para apontar as causas do maior acidente da história do Metrô já teve participação na linha 4, situação que motivou alguns questionamentos de profissionais sobre eventuais conflitos de interesse que possam interferir no laudo. (...) (pág. 1) O ESTADO DE SÃO PAULO - Mais um corpo é retirado dos escombros do metrô - Os bombeiros resgataram ontem à noite o corpo de mais uma vítima do desmoronamento nas obras da Estação Pinheiros do metrô. É o da advogada Valéria Alves Marmit, de 37 anos, que já havia sido avistado na segunda-feira. O estado do corpo, muito mutilado, retardou o resgate. Valéria viajava de volta para casa no microônibus que foi tragado quando o solo da Rua Capri afundou. Cães farejadores indicaram a localização de outro corpo; como está longe do microônibus, calcula-se que seja do motorista Francisco Sabino Torres, de 44 anos, que trabalhava há um ano e meio na obra; a instabilidade dos escombros impediu a aproximação. Os parentes dos outros desaparecidos admitiram ontem ter perdido as esperanças de encontrar algum sobrevivente. As buscas haviam sido suspensas de madrugada por 3 ou 4 dias, mas foram retomadas às 11 horas. Segundo os bombeiros e o Consórcio Via Amarela, responsável pelas obras, foi injetado concreto para impedir novos deslizamentos, o que permitiu o reinício do trabalho. (págs. 1, C1 e C3 a C6) - Destruídos no desabamento, o poço e parte do túnel da Estação Pinheiros custaram cerca de 23 milhões, de acordo com o contrato entre o Consórcio Via Amarela e o Metrô. O poço de 30 metros, agora coberto por terra, foi a parte mais cara: custou R$ 6,7 milhões. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) vai chamar técnicos do exterior para acompanhar a investigação. (págs. 1 e C6) - Após seis horas de reunião com a equipe econômica, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou pequenos ajustes e aprovou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o programa, que será anunciado segunda-feira, terá mais de 50 medidas para aumentar os investimentos públicos, seu foco central. (págs. 1 e B1) - Deputados que defendem uma terceira opção para disputar a presidência da Câmara indicaram Gustavo Fruet (PSDB-PR) para concorrer contra Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP). (págs. 1, A4 e A5) - O mercado imobiliário vai continuar aquecido em 2007, na avaliação da Caixa Econômica Federal, que espera financiar imóveis para pelo menos 500 mil famílias. No ano passado a instituição emprestou R$ 13,8 bilhões com esse fim, 51% mais do que em 2005. A avaliação também é de crescimento nos outros bancos, onde o financiamento imobiliário aumentou 95,5% em 2006. (págs. 1 e B3) - Artigo - Evaristo Eduardo de Miranda: Brasil é um dos países que mais mantêm florestas. (págs. 1 e A2) - A Venezuela assumirá, sem negociar, o comando das operações de petrolíferas estrangeiras no Rio Orinoco, para cortar a produção. As exportações serão reduzidas para frear a queda do preço do petróleo. (págs. 1 e A11) O GLOBO - Tráfico desafia polícia com tiroteio e ataques a ônibus - Pela primeira vez desde o início do governo Sérgio Cabral, o tráfico reagiu ontem com violência a uma operação policial no Morro da Mangueira. Após a morte de três bandidos em confronto com cerca de cem policiais civis, houve protestos e pelo menos 25 criminosos armados de fuzis incendiaram dois ônibus e um carro de passeio, nos acessos à Mangueira, em São Cristóvão. O tiroteio levou a polícia a interditar ao tráfego as ruas São Luiz Gonzaga, Visconde de Niterói e Ana Néri. Houve pânico entre motoristas e pedestres. O comércio próximo à área do conflito fechou as portas. Traficantes da Mangueira são acusados de terem planejado uma série de atentados ocorridos no Rio - que resultaram em 19 mortos - no fim do ano passado. (págs. 1 e 12) - Embora a medida provisória editada pelo governo federal dê autonomia de ação à Força Nacional, o secretário nacional de Segurança Pública, Luiz Fernando Corrêa, disse ontem que o comando ficará com as autoridades estaduais: "O controle operacional será do estado". Ontem de manhã, pouco antes do ataque do tráfico na Mangueira, o governador Sérgio Cabral passou em revista as tropas federais que começam a atuar esta semana. (págs. 1 e 13) - Os investimentos em habitação atingiram R$ 20,3 bilhões em 2006, um crescimento de 48% sobre o ano anterior. No caso do financiamento de bancos com recursos da poupança, o número de imóveis chegou a 115 mil, o maior desde 1988. (págs. 1 e 23) - Três dias antes do desabamento no metrô de São Paulo, as empreiteiras responsáveis pela obra constataram o risco, reforçaram paredes do túnel e elaboraram um plano de evacuação dos operários - aplicado no momento do acidente. Mas não avisaram as autoridades para evacuar a área ao redor. O segundo corpo foi resgatado e cinco estão desaparecidos. (págs. 1, 8, 9 e Elio Gaspari) GAZETA MERCANTIL - Argentina fez melhor a lição, diz Ibre/FGV - Por que o Brasil não cresce como a Argentina? Para responder à pergunta que intriga a muitos analistas econômicos, economistas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) chegaram à conclusão de que a diferença entre as duas maiores economias da América do Sul está nos detalhes, mais precisamente nas reformas microeconômicas levadas a cabo pelo vizinho, mais profundas e abrangentes do que as brasileiras. Os avanços nas áreas fiscal, previdenciária e trabalhista são, na avaliação do Ibre/FGV, responsáveis por boa parte do atual crescimento argentino - superior a 8,5% nos últimos quatro anos, bem acima da média brasileira de 2,6% no mesmo período, a despeito do "bom comportamento macroeconômico" de Brasília. (...) (págs. 1 e A-8) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), a ser divulgado segunda-feira, vai desonerar todo o setor produtivo. O governo arquivou a proposta de aliviar o fardo tributário para setores específicos da economia. (págs. 1 e A-8) - A Holanda anunciou ontem um programa para a promoção parcerias entre empresas holandesas e brasileiras, com a previsão de financiamentos de 2 bilhões de euros por ano, prioritariamente para projetos voltados para ações sociais no Norte e Nordeste. O acordo assinado ontem pelo ministro das Relações Exteriores holandês, Bernard Bot, e Brasília tem dois anos de vigência. Para o chanceler brasileiro, Celso Amorim, o acordo deverá ampliar os investimentos holandeses no País, em média US$ 3,2 bilhões nos últimos cinco anos. São principalmente grandes grupos, como Shell , Philips, ABN Amro e Unilever. A Holanda é o segundo país que mais investe no País, só atrás dos EUA. (págs. 1 e A-8) - Executivos do setor de energia, que ainda festejam os resultados em 2006, estão temerosos pelo desenvolvimento do setor nos próximos anos por culpa dos entraves no licenciamento ambiental. Diante disso, demandam do governo e dos órgãos de defesa do meio-ambiente uma rápida definição sobre a liberação das usinas do Complexo Madeira e de Belo Monte, no Pará. "Elas são cruciais para o equilíbrio da oferta com demanda de energia a partir de 2011", alerta Flávio Neiva, presidente da Associação Brasileira das Geradoras de Energia Elétrica (Abrage). No balanço da energia em 2006, o setor contabilizou volume de investimentos aprovados de R$ 11,8 bilhões e a entrada em operação de usinas como Peixe Angical (T0), Aymorés (MG) e Irapê (MG), e a aprovação de dois planos estratégicos para o setor. (págs. 1 e C-2) - O nível de emprego na indústria de transformação paulista recuou 0,26% em 2006, um saldo negativo de cinco mil vagas em relação a 2005, segundo a Fiesp. Já na análise nacional, o setor apresentou recuo de vendas e de horas trabalhadas em novembro, mas a CNI está otimista sobre os primeiros meses de 2007. (págs. 1 e A-4) - Os bancos devem liberar em 2007 R$ 11 bilhões em crédito imobiliário, segundo a Abecip. A poupança financiou em 2006 R$ 9,5 bilhões em imóveis. Considerando os R$ 6,8 bilhões em operações com recursos do FGTS, o total sobe a R$ 16,3 bilhões - o maior dos últimos 20 anos. (págs. 1 e B-1) - O Brasil está em 70º lugar, entre 157 países, no Índice Global de Liberalização Econômica, divulgado ontem pela The Heritage Foundation. Pelo 13º ano seguido, Hong Kong ficou em primeiro lugar. Na AL, O Chile vem em 11º lugar e a Venezuela no 144º posto. (págs. 1 e A-12) CORREIO BRAZILIENSE - Um crime a cada 4 minutos no DF - Em 2006, 14 das 26 modalidades de delito registraram aumento de ocorrências. Roubo a postos de gasolina e tráfico de drogas desafiam a polícia brasiliense. (págs. 1 e 25) - Guerra no Rio... - Enquanto 300 homens da Força Nacional de Segurança desfilavam para as autoridades cariocas, um tiroteio no Morro da Mangueira terminou com três jovens mortos e dois ônibus incendiados. (págs. 1 e 11) - ...E guerra em Bagdá - Em um dia sangrento, dois atentados deixam mais de 100 mortos no Iraque. Segundo relatório divulgado pela ONU, 34 mil civis iraquianos morreram no país ao longo do ano passado. (págs. 1 e 20) - Ex-presidente que foi eleito pelo baixo clero e depois renunciou ao cargo sob acusação de extorsão, Severino Cavalcanti descarta surpresas e prevê vitória fácil de Arlindo Chinaglia (PT-SP). "O Chinaglia já ganhou", profetiza. Ontem, mesmo sem apoio formal do seu partido, o tucano Gustavo Fruet (PR) lançou-se como candidato da terceira via. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2, 3 e 4) - Só no ano passado, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) destinou R$ 7,3 bilhões em empréstimos aos trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos por mês (R$ 1.750). População de baixa renda já consome 85% de toda a verba do Fundo destinada ao financiamento habitacional. (págs. 1 e 14) VALOR ECONÔMICO - Argentina trava medidas de apoio a Paraguai e Uruguai - A Argentina resiste à idéia brasileira de adotar no Mercosul regras para facilitar as exportações do Uruguai e do Paraguai dentro do bloco comercial. As duas principais medidas - redução do conteúdo nacional para bens do Uruguai e Paraguai e eliminação do imposto de importação cobrado de produtos estrangeiros que entrem no Mercosul via esses sócios menores - deveriam ser anunciadas na reunião de cúpula do Mercosul, amanhã e depois, no Rio. Mas, nos dois primeiros dias de reuniões técnicas, preparatórias para o encontro, ficou claro que a Argentina está preocupada com a pressa do Brasil em anunciar as mudanças. Os argentinos não são contrários à idéia, mas querem discutir melhor o assunto. "Há elementos nessas ações que nos preocupam e que podem estar em contradição com o objetivo do Mercosul de aumentar a integração produtiva entre seus membros", disse ontem ao Valor Alfredo Chiaradia, secretário de Relações Econômicas Internacionais do Ministério de Relações Exteriores da Argentina. Ele teme que produtos importados de terceiros países sejam apenas montados no Uruguai e Paraguai e reexportados para os outros países do bloco sem pagar imposto. Um diplomata reconheceu que as medidas teriam maior impacto na Argentina do que no Brasil. O objetivo do Brasil com as propostas é reduzir a insatisfação do Uruguai e Paraguai com os resultados do bloco. A idéia é diminuir o que os diplomatas chamam de "assimetrias" do bloco, ou seja, as desvantagens dos dois sócios menores na relação com Brasil e Argentina. O Equador não formalizou ao Mercosul pedido de adesão como sócio pleno do bloco, segundo fontes ouvidas pelo Valor. O novo presidente do Equador, Rafael Correa, que manifestou essa disposição durante a campanha eleitoral, participará do encontro de amanhã. (págs. 1 e A14) - Idéias - Cláudio Couto: apoio da oposição ao PT na Câmara busca atingir o governo. (págs. 1 e A9) -A desoneração tributária do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) foi reduzida para R$ 6 bilhões, distribuídos em dois anos. O mecanismo será o de alívio tributário do PIS e da Cofins para edificações e investimentos pesados em infra-estrutura, para incentivar a expansão do setor elétrico e de portos, entre outros. Enquanto finaliza o PAC, o governo está concluindo os cálculos para um pesado contingenciamento - que pode atingir R$ 17 bilhões - do orçamento de 2007. Há dificuldade para fechar as contas em razão do pródigo aumento de despesas correntes do ano passado. (págs. 1 e A3) - O ano de 2007 tem tudo para marcar grande mudança estrutural no mercado de telefonia celular no país. Segundo estimativas de grandes fabricantes, foram vendidos no ano passado cerca de 25 milhões de terminais - 14 milhões para novos usuários e 10 milhões de trocas de aparelho. A proporção deve se inverter. A expectativa agora é de que o mercado doméstico absorva os mesmos 25 milhões, mas com as trocas assumindo a liderança em relação às vendas. O mercado de telefonia móvel terminou o ano passado próximo da marca de 100 milhões de aparelhos habilitados, mas demonstrou o menor crescimento desde 1999. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou 99,918 milhões de celulares em operação no fim de dezembro. (págs. 1 e B3) - Os governos do Paraná e Santa Catarina abriram disputa judicial contra empresas de venda porta-a-porta em relação às reais margens de valor agregado sobre as quais incidirá o ICMS. (págs. 1 e A2) - O preço do petróleo voltou a despencar no mercado internacional. Em Nova York, o tipo WTI para fevereiro recuou ao nível de 19 meses atrás durante o pregão e encerrou o dia a US$ 51,21. (págs. 1 e B7) - Fábio Giambiagi: superação da crise fiscal passa por mudança cultural. (págs. 1 e A13) ESTADO DE MINAS - Chuva volta a matar em MG - As chuvas que castigam Minas Gerais nas últimas semanas mataram mais duas pessoas, ontem, aumentando para 23 o número de mortes no estado desde o início do período chuvoso, em outubro. Um barranco desmoronou sobre o barraco onde viviam Otávio Gomes da Cunha, de 67 anos, e Lenici Conde da Cunha, de 59, que foram soterrados em Além Paraíba, na Zona da Mata. A região é uma das mais atingidas pela chuva. Mas também preocupa a situação do Sul de Minas. Já decretaram situação de emergência 98 municípios. O número de desabrigados chega a 6.759 e o de desalojados, a 16.307. As estradas também foram bastante atingidas e 24, entre federais e estaduais ficaram total ou parcialmente interditadas. Na madrugada de ontem, a passagem pela BR-262, em Pará de Minas, região Central, foi destruída. Um desvio foi feito por Pitangui. Uma barreira caiu no km 816 da BR-116, em Além Paraíba e interrompeu o trânsito no local. (pág. 1) - No dia em que 300 homens da Força Nacional de Segurança se apresentaram para serviço e bateram continência peara o governador Sérgio Cabral, com desfile da tropa e de viaturas, a violência voltou a assustar o Rio. Tiroteio entre policiais e traficantes, no Morro da Mangueira, terminou com três suspeitos mortos e três carros e dois ônibus incendiados. Hoje, o reforço federal segue para as divisas com Minas, São Paulo e Espírito Santo, para ajudar a reprimir o tráfico de drogas, armas e cargas roubadas. (págs. 1 e 8) - Tucano entra na disputa pelo comando da Câmara. (pág. 1) OUTROS JORNAIS ZERO HORA (RS) - Pacote do Planalto prevê socorro a calçadistas - Empresários prejudicados pelo câmbio, em setores como calçados, móveis e têxteis, receberam uma notícia alentadora: na segunda-feira, será anunciado um conjunto de medidas com incentivos fiscais para compensar as perdas dos exportadores. O pacote também deverá aumentar os gastos em infra-estrutura. Segundo o ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, o governo pretendia ir mais longe no corte de impostos, mas o reajuste do salário mínimo ficou acima do esperado. (págs. 1 e 16) - Porto Alegre tenta trazer Fórum Social de volta. (págs. 1 e 12) JORNAL DO COMMERCIO (PE) - Eduardo só garante pagamento da folha - Governador diz que recebeu Estado com R$ 255,1 milhões de déficit, anuncia redução de 20% em custeio e paralisação de novos investimentos, mas assegura salários. Jarbas e Mendonça acusam uso de má-fé e manipulação. (págs. 1, 3 e 4) - Previdência vai cortar benefício de 147 mil aposentados. (pág. 1)

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Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.
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