18/02/2007

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JORNAL DO BRASIL

- Mais rigor com o menor

- A Câmara dos Deputados está disposta a aumentar o tempo de internação do menor infrator, que hoje é de no máximo três anos. Dos projetos que mudam o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), três propõem a elevação do tempo de reclusão para até 10 anos. (págs. 1, A2 e A3)

- Apesar de o PT ter adiado, a pedido do Planalto, a votação na CCJ do Senado da emenda que propõe a redução da maioridade penal, existe hoje na Câmara 29 propostas que tratam do tema. Em caso de crime hediondo, uma delas propõe cadeia aos 13 anos. (págs. 1 e A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Fitas revelam erros na queda de avião

- As 290 páginas com as transcrições das conversas dos pilotos do Legacy e dos controladores brasileiros, obtidas pela "Folha", mostram que uma sucessão de erros e mal-entendidos causaram a queda do Boeing da Gol, em 29 de setembro de 2006, provocando a morte de 154 pessoas.

As gravações confirmam que a torre de São José dos Campos, de onde decolou o jato, liberou o vôo citando 37 mil pés, sem detalhar as três altitudes do plano original. Esse foi o primeiro de uma série de erros.

Os pilotos norte-americanos Joe Lepore e Jan Paladino tiveram dificuldades com o jato, com o rádio, com o mapa aeronáutico e com o inglês dos controladores. O sistema anticolisão estava desligado.

Os controladores ignoravam que os dois aviões seguiam na mesma altitude. Quando Brasília chama Manaus para perguntar por que o Boeing não aparecia, a resposta foi: "Ué! Que Gol 1907 é esse?". (pág. 1 e Cotidiano)

- "O caso do menino João Hélio me faz rever posições que sempre defendi contra a pena de morte. A punição se justifica ora pela gravidade do crime, ora pela descrença de que o criminoso se possa recuperar. No caso, as duas razões comparecem. Os autores parecem irrecuperáveis, e seu crime é hediondo.

Quer isso dizer que defenderei a pena de morte, a prisão perpétua, a redução da maioridade penal? Não sei.

Não consigo, do horror que sinto, deduzir políticas públicas, embora isso fosse desejável." (Renato Janine Ribeiro, pág. 1 e Mais!)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- PIB do interior de SP já supera o do Chile

- O interior paulista é um "país". Seu Produto Interno Bruto, descontados os 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo, chegou a US$ 135,9 bilhões no ano passado, 12% maior que o PIB chileno. A participação do interior no PIB nacional cresceu 3,7 pontos porcentuais em apenas quatro anos. A região já representa praticamente metade da soma de todas as riquezas produzidas no Estado. "Se somarmos o PIB das regiões Norte e Centro-Oeste, mesmo assim não dá o do interior paulista", compara Miguel Matteo, chefe do Departamento de Estudos Econômicos da Fundação Sistema de Análise de Dados, órgão do governo paulista. Esses fatores fazem do interior um pólo de investimentos que atrai cada vez mais empresas da capital e de outros Estados, em busca de custos menores, espaço para crescer e de um sistema logístico que favoreça o escoamento da produção. Nos últimos 10 anos, a capital perdeu mais de 500 indústrias metalúrgicas, a maior parte delas para o interior. (págs. 1 e B4)

- Não há a menor garantia de que as iniciativas do governo federal pelos jovens sejam suficientes como opção à vida no crime. São 20 programas de 18 ministérios, com R$ 1 bilhão, este ano, para educação, lazer e esporte. Mas o governo não sabe quem tem sido atendido nem por quanto tempo, ou quais têm sido os efeitos. (págs. 1, A4 e A5)

- Se o governo desse à poupança dos trabalhadores a remuneração que reserva aos investidores do mercado financeiro, o FGTS teria ganhos acima da inflação 19,01 vezes maiores, desde o Plano Real. Comparações não deixam dúvidas: de 1994 a 2006, o fundo rendeu 22,2%; a poupança, 78,8%; e a Selic, 442,2%. (págs. 1, B1 e B3)

O GLOBO

- Faltam 3,4 mil vagas para deter menores infratores

- Em meio à discussão sobre a ampliação do tempo de internação dos menores infratores, o Brasil enfrenta um déficit de vagas no sistema. Segundo a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, faltam 3.396 vagas, o equivalente a 22% da população de menores internos no país. O resultado é a superlotação nas unidades, o que viola a lei. No Brasil, hoje, só 154 menores estão privados de liberdade por crimes cruéis, como o cometido contra o menino João Hélio Fernandes. "Mesmo assim, não temos instalações para atendimento especializado a esses assassinos cruéis ou mesmo sociopatas", diz Carmem. No Rio, o Estado não cumpriu acordo com o Ministério Público para construir quatro unidades. (págs. 1, 3 e 21)

- Alimentos básicos do brasileiro, o arroz e o feijão estão ameaçados pelo aquecimento global. Segundo estudo da Embrapa e da Unicamp, a produção de arroz no Brasil será reduzida em até 41%¨, para 7,08 milhões de toneladas. E a do feijão cairá até 23%. O café também será afetado. Para o diretor da Unicamp Hilton Silveira Pinto, o país terá de investir na produção de plantas mais fortes: "Caso contrário, o povo será obrigado a criar novos hábitos alimentares". (págs. 1 e 23)

GAZETA MERCANTIL

- 'Esquecidas' em disparada na Bovespa

- Empresas até recentemente esquecidas estão disparando na Bovespa. Estão entre elas ações que nunca tiveram ou que perderam liquidez no mercado, mas que vêm apresentado elevações constantes que superam de longe o Ibovespa de 25,8%. A Metalúrgica Haga, por exemplo, subiu 806% num único pregão e nos últimos seis meses já valorizou 528%. Valorizações mais surpreendentes foram registradas pela Casan, a companhia de saneamento de Santa Catarina (2.529,6%) e pela fabricante de brinquedos Estrela, que foi estrela de primeira linha na bolsa, antes de ser esquecida, e cujas ações subiram 1.251,4% no mesmo período.

Segundo corretores, vários motivos explicam o movimento. Dois deles são o preço muito baixo dos papéis, que compensa uma aposta arriscada, e a expectativa de aumento dos lucros, em geral, com a redução dos juros e, portanto, custo de capital. (págs. 1 e B-1)

- O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, anunciou ontem que o governo vai bloquear R$ 16,4 bilhões do Orçamento Geral da União deste ano. Os cortes vão atingir em cheio as emendas parlamentares que prevêem investimentos de diversos ministérios. E reduzirão também, por exemplo, as verbas para investimentos do Ministério da Justiça. Embora essa pasta concentre os recursos para segurança pública, o ministro Paulo Bernardo disse que o bloqueio não prejudicará os investimentos em segurança. "Vão recair sobre a compra de carros, móveis e outros." O corte dos recursos destinados pelo Congresso às emendas parlamentares será de R$ 10 bilhões. A exemplo do ano passado, o governo só deverá liberar algo em torno de R$ 4 bilhões para obras e serviços incluídos no orçamento pelos deputados e senadores, em favor de suas bases eleitorais. (...) (págs. 1 e A-6)

- O governo conseguiu desmontar ontem, no STF, um esqueleto de R$ 16 bilhões bloqueados no Orçamento da União deste ano. Os ministros decidiram que empresas não têm direito a crédito de IPI na compra de insumos tributados com alíquota zero. (págs. 1 e A-10)

- O ex-secretário de Segurança do Distrito Federal e professor de filosofia na Universidade de Brasília (UnB), Roberto Aguiar, acredita que a democracia brasileira está ameaçada pela delinqüência. Aguiar critica as saídas apontadas pelo Congresso e aponta respostas humanistas para o problema. (págs. 1 e A-8)

- A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 38,577 bilhões em janeiro, um crescimento real de 10,51% na comparação com igual período de 2006. É a melhor marca da história para o primeiro mês de cada ano. O desempenho foi influenciado de forma positiva por tributos relacionados às importações. (págs. 1 e A-4)

- As maiores petroquímicas do País vão ampliar investimentos este ano em expansão de produção e melhorias logísticas, apostando no aquecimento do mercado brasileiro e no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2007 acima dos 3,5% previstos em pesquisa do Banco Central feita com 100 instituições. A Ipiranga Petroquímica anunciou que triplicará os aportes, a R$ 60 milhões, na comparação com 2006. Já a Oxiteno sobe de R$ 179 milhões para R$ 414 milhões, enquanto a Suzano Petroquímica eleva de R$ 32 milhões para R$ 60 milhões.

A partir do esperado aumento da demanda, empresas e analistas estimam alta nos lucros, achatados pelos picos no preço do barril de petróleo. Os ganhos somados das principais petroquímicas do País caíram cerca de 70% em 2006, a R$ 1 bilhão. O spread de resinas como polipropileno abriu o ano 30% maior do que no início de 2006 e promete lucros maiores em 2007. Para cada ponto percentual de crescimento no PIB, cresce em 2 pontos a demanda por plástico. (págs. 1 e C-5)

- Mais que pelo reajuste no preço do gás comprado da Bolívia pela Petrobras, os preços serão pressionados por investimentos em infra-estrutura e importação de gás natural liqüefeito, mais caro que o do vizinho. Documento da Petrobras sobre novos contratos, obtido por este jornal, prevê indexação nos acordos para remunerar investimentos da estatal. E haverá desconto para quem usar combustíveis alternativos. (págs. 1 e C-5)

- Roberto Rodrigues - Certificação agrícola é prioridade. Se não criarmos nossa estrutura, vamos ter de engolir critérios importados .(págs. 1 e A-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- A república dos sindicalistas

- Depois de garantir postos-chave nos principais endereços da Esplanada dos Ministérios, estatais, fundos de pensão e bancos públicos, os sindicatos ampliam o seu poder no Congresso Nacional. Na Câmara, os 55 deputados de origem sindicalista representam uma bancada maior que a dos partidos trabalhistas juntos e se articulam para formar um bloco. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 a 4)

- Falta de assistência e acesso fácil a armas de fogo levam crianças e adolescentes a migrar cada vez mais cedo para ocorrências com uso de violência. Índice de reincidência nas unidades de internação da capital federal chega a 80%. (págs. 1 e 29)

VALOR ECONÔMICO

- Fundos de participação investem valor recorde

- As empresas brasileiras nunca foram tão cobiçadas pelos investidores financeiros. Os fundos de private equity (que compram participações em companhias) prometem investir valores recordes no país este ano. As carteiras locais e as várias estrangeiras que estão vindo para o Brasil devem fazer investimentos de US$ 1,5 bilhão este ano e mais US$ 2 bilhões em 2008. Há dois anos, as aplicações não ultrapassavam os US$ 300 milhões.

Este ano, em menos de dois meses, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou a criação de nove fundos de participação, que juntos devem captar R$ 2,5 bilhões - a metade do que o mercado captou em todo o ano de 2006. Há dois anos, eram feitos no Brasil em torno de 20 a 25 investimentos pelos fundos por ano. Agora, os especialistas falam em no mínimo cem inversões.

Os maiores fundos de private equity do mundo, como Advent, AAI, Darby e Carlyle estão reforçando as operações no país. O AAI criou uma carteira de US$ 200 milhões só para o Brasil. O Darby, que tem US$ 500 milhões reservados para o país, anunciou ontem que contratou um brasileiro, o executivo Fernando Gentil, para comandar as operações do fundo aqui.

Para os especialistas do setor, com a queda dos juros nos Estados Unidos os investidores institucionais passaram a aplicar recursos nos fundos de private equity, com perspectivas de ganhos elevados. O Brasil, com a economia estável e as promessas de crescimento mais acelerado, foi um dos escolhidos. "Há setores no país, como imóveis e varejo, com taxas de retorno projetado muito mais altas que em outros países emergentes", afirma Marcus Regueira, presidente da ABVCap, a associação dos fundos de private equity.

Com o objetivo de atrair mais recursos para o Brasil, a ABVCap começou no ano passado uma série de apresentações sobre o país para investidores em cidades como Nova York, Londres e São Francisco. Este ano, estão previstas mais seis apresentações.

Em tempos de liquidez em alta, dinheiro para investir não é problema. Os fundos têm US$ 150 bilhões para aplicar, segundo estimativas do setor. Hoje existem 2.700 firmas de private equity, que administram ativos avaliados em US$ 500 bilhões. (págs. 1, C1 e C10)

- A Petrobras vai pagar US$ 100 milhões a mais por ano pelo fornecimento do gás boliviano. Em acordo assinado ontem, em Brasília, ficou acertado que o preço do insumo não sofrerá aumento, mas a estatal concordou em pagar um valor adicional para compensar a Bolívia pelo alto teor energético do gás fornecido por seus campos.

Os cálculos são do governo de Evo Morales, mas em informações confusas, autoridades do Brasil e da Petrobras não confirmaram esse valor e preferiram falar em um aumento de 3% a 6% sobre o custo atual - que foi de R$ 1,260 bilhão em 2006. A Petrobras afirmou que não vai repassar o custo adicional aos contratos em vigor, mas avisou que novas negociações serão impactadas pelo acordo. Como muitas distribuidoras estaduais estão sem contrato ou com contratos a vencer com a estatal, analistas do setor de petróleo acreditam em reajustes no curto e médio prazos.

A decisão do governo - de interferir na negociação técnica e ceder às pressões de Morales - foi motivada pelas preocupações com a instabilidade política do país vizinho. (pág. 1, A3 e A4)

- Claudia Safatle: inflação baixa traz necessidade de rever alíquota da CPMF e remuneração da poupança. (págs. 1 e A2)

- Os juros intensificaram ontem o movimento de queda deflagrado há nove pregões no mercado futuro da BM&F. A projeção do CDI para a virada do ano caiu de 12,38% no dia 2 para 12,09% ontem. O mercado vê como cada vez mais concreta a possibilidade de o Copom do Banco Central voltar a cortar a Selic em 0,5 ponto em sua reunião de 7 de março, após a diminuição da velocidade de baixa para 0,25 ponto ocorrida em janeiro.

Há um vasto elenco de fatores sugerindo a necessidade de maior flexibilização monetária: a queda nas vendas reais do comércio comprova a ausência de demanda preocupante, a inflação perde gás mais rápido do que se previa, a liquidez continua abundante no mercado externo e as investigações do Banco Central para segurar o dólar se mostram malsucedidas. A possibilidade de mudanças na diretoria do BC ajuda a amplificar a que

- Arrecadação federal em janeiro foi recorde para o mês, com crescimento real de 10,51% frente a janeiro de 2006 e queda de 1,68% ante dezembro. (págs. 1 e A6)

- Há dez anos sem registro de aftosa no Estado, o governo paulista prepara relatório para tentar reabrir o mercado de carne europeu. (págs. 1 e B12)

- A Nossa Caixa, controlada pelo governo paulista, teve lucro líquido de R$ 453,4 milhões no ano passado, queda de 40,76% frente a 2005. (págs. 1 e C2)

- A Rússia quer entrar na Organização Mundial do Comércio (OMC) ainda este ano, mas sob condições que desagradam aos líderes agrícolas, como Brasil e Austrália. Moscou quer o direito de dar subsídios agrícolas de US$ 9 bilhões por ano à sua produção, quase 900% mais do que concede atualmente. Esse valor supera o pretendido pelos EUA, que aceitam limitar seus próprios subsídios em US$ 7,6 bilhões em um futuro acordo agrícola.

Também na contramão da reforma agrícola mundial, a Rússia insiste em poder dar subvenções à exportação, ajuda que os atuais membros da OMC combatem e já decidiram eliminar até 2013.

A Rússia é a última grande economia fora da OMC. Nas negociações para entrar na entidade, Moscou já conseguiu manter inclusive medidas comerciais consideradas ilegais na organização, como o sistema de bandas, que permite a imposição de tarifas nas importações de açúcar. Especula-se sobre uma nova configuração de poder na OMC caso Rússia, China e Índia atuem em conjunto. Isso poderia ser problemático para exportadores agrícolas, porque os três resistem à abertura desse setor. (págs. 1 e A15)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- O golpe do disque-seqüestro - O que funciona contra a extorsão pelo telefone

- Laudo do menino arrastado no Rio: roteiro de terror

- Impunidade, impunidade, impunidade... o único problema

Entrevista: Peter Singer - A ética do dia-a-dia - O filósofo australiano diz que quando pessoas normais cometem crimes bárbaros é sinal de que a sociedade perdeu o controle de si própria. (págs. 11 a 15)

Terror pelo telefone - O golpe do falso seqüestro, aplicado por bandidos de dentro dos presídios, se espalha pelo país. É mais uma prova de que o Brasil está de joelhos diante do crime. (capa e págs. 38 a 45)

A falsa questão da pobreza - Os assassinos de João Hélio têm família, educação e religião, mas acabaram no crime. (págs. 46 e 47)

Adianta fingir que não vê? - O "país-avestruz" deplora a violência abstrata e esquece o criminoso real. A "luta contra a violência" é o samba-enredo do crime. Bandido adora. Isso socializa a culpa. (págs. 48 e 49)

Mais uma marola em Brasília - Parlamentares reagem ao trucidamento do menino João Hélio. Mas atenção: a história mostra que, depois da crise, tudo vira espuma. (págs. 50 a 52)

Nem ele agüenta mais - A voracidade dos aliados por ministérios amarga o doce poder de escolha de Lula. (págs. 56 e 57)

Remendos subterrâneos - Laudo mostra risco de novo desabamento no metrô de São Paulo e governo paralisa obras. (pág. 58)

Vida após o petróleo - Principais empresas petrolíferas usam seus ganhos para investir em energias alternativas. (pág. 59)

Fantasia momesca - Anúncio de corte bilionário nos gastos do governo é igual a Carnaval: vem todo ano e sempre acaba em Cinzas. (págs. 60 e 61)

André Petry - Basta punir. Só punir - "O que funciona é a certeza da punição. Portanto, ninguém precisa levantar a bandeira da pena de morte, da cadeira elétrica, da prisão perpétua. Isso é coisa do botãozinho mental". (pág. 61)

Nada a ver com censura - As redes de televisão reclamam, mas as novas regras de classificação etária da programação são necessárias. (pág. 75)

Você pagou, mas não vai ter - TCU põe em xeque as contas de 52 projetos feitos com incentivo fiscal. A maioria jamais chegará às telas. (págs. 78 e 79)

Diogo Mainardi - E ainda fazem Carnaval? - "O que é isso? Tem gente sambando nas ruas do Rio? As mesmas ruas pelas quais arrastaram aquele menino de 6 anos? A primeira medida a ser tomada pelo poder público deveria ter sido cancelar o Carnaval, decretando luto oficial". (pág. 101)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- As lições da Colômbia para o Brasil

- Exclusivo: documentos mostram que Metrô sabia de risco no buraco um ano antes

As lições da Colômbia para o Brasil - Como um país com dilemas maiores que os nossos reduziu drasticamente os índices de criminalidade nas grandes cidades em pouco mais de uma década. (capa e págs. 22 a 30)

Ainda falta muito - Não basta aprovar lei no Congresso. Especialistas dizem o que é preciso fazer para impedir a ação de criminosos como os que mataram João Hélio, no Rio. (págs. 31 a 34)

"Fiz do luto a minha luta" - Cleyde Prado Maia, mãe de uma garota de 14 anos assassinada em 2003, no Rio, narra sua dificuldade em fazer um projeto contra a violência avançar no Congresso. (pág. 35)

Entrevista: Sérgio Mazina - "Cadeia não resolve" - A tese é polêmica. Mas essa é a opinião de um dos maiores especialistas brasileiros na área criminal. (págs. 36 e 37)

Só faltavam 3 dias - Ele matou às vésperas de fazer 18 anos. E recebe uma pena de somente um ano e oito meses de prisão. (pág. 38)

Nossa Política - Eduardo Plarr - Lula é um provinciano na era globalizada - "Um líder global tem de ousar, inovar e inspirar com idéias e ações capazes de cruzar fronteiras". (pág. 39)

Parou por quê? - Depois de dois anos de escândalos, o novo Congresso pode retomar a agenda do crescimento. Preparamos um roteiro de projetos importantes na fila de votação. (págs. 42 e 43)

Incompetência ou negligência? - Documentos revelam que empreiteiras sabiam de riscos na obra do Metrô um ano antes do desabamento. (capa e págs. 76 e 77)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Que Congresso é esse? - Eis o novo Parlamento: 74 envolvidos com a Justiça comum, 12 ex-mensaleiros e sanguessugas anistiados e uma numerosa bancada de novatos folclóricos. Será que eles estão prontos para acabar com os vícios dessa Casa ou o Brasil continuará refém de antigos problemas?

- Exclusivo: - O plano Delfim para o governo

- Violência Rio: onde está a Força Nacional?

Entrevista: Jarbas Vasconcelos - "Reforma política é a prioridade" - Com mais de 30 anos de política, senador diz que o Congresso chegou ao fundo do poço e não acredita no governo Lula. (págs. 7 a 11)

O Congresso busca um foco - Parlamentares começam seu trabalho com a Casa cheia. Muitos têm problemas com a Justiça, outros são folclóricos e grande parte é assistencialista. Eles saberão fazer as reformas que o Brasil precisa? (capa e págs. 29 a 33)

O plano Delfim - O amigo do presidente quer mais transparência no Banco Central e menos burocracia no BNDES. Se Lula chamar, Delfim tem a receita. (capa e págs. 36 a 38)

Guerra diplomática - Veto à compra de imóveis. Perseguição do Fisco americano a diplomatas brasileiros. Antiamericanismo no Itamaraty. Por que o Brasil e os Estados Unidos estão brigando por tão pouco e no que vai acabar tudo isso. (págs. 40 e 41)

Muito além do limite - Sucessão de crimes bárbaros no Rio põe em xeque a eficiência da Força Nacional de Segurança. (capa e págs. 44 e 45)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- O herói da Fiat - O executivo Sergio Marchionne tirou a Fiat do abismo, fez a montadora italiana lucrar us$ 1,5 bilhão e vem sendo apontado como o novo guru da indústria automobilística. Conheça seus planos para o Brasil e entenda por que ele se associou aos indianos para produzir carros cada vez mais baratos

O super-homem da Receita - Com a criação da Super-Receita, Jorge Rachid vira o burocrata mais forte do País, com uma máquina de R$ 520 bilhões. (págs. 21 e 22)

Um embaixador na linha de tiro - Samuel Pinheiro Guimarães, ideólogo do Itamaraty, só desperta críticas. Até quando ele dura? (pág. 23)

A bomba da Previdência - O rombo ameaça o orçamento, mas o governo apenas cria um fórum que irá empurrar o problema para os sucessores. (págs. 24 e 25)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Pan, que desperdício! - Os Jogos custarão dez vezes mais que o previsto. E nada sobrará para melhorar a infra-estrutura do Rio

- Atraso - Por que as tevês resistem à classificação indicativa

- Sem medo - Enquanto no Brasil há inércia, outros países conseguem, proteger as suas moedas

Ouro perdido - Pan-Americano - Com o custo aumentado em dez vezes, e sem trazer melhorias estruturais para a cidade, os Jogos do Rio são uma metáfora do Brasil que não sabe crescer. (capa e págs. 8 a 15)

Lula civilizatória - Televisão - O governo define as normas da classificação indicativa. Mas as emissoras querem virar o jogo no Supremo Tribunal. (capa e págs. 22 a 25)

Na boca do inferno - Metrô - Denúncia leva o governo paulista a interromper as obras da Linha 4. (págs. 26 e 27)

Outros caminhos - Câmbio - Países exportadores de commodities criam fundos de estabilização e protegem suas moedas contra a valorização. (capa e págs. 28 a 30)

NAIS

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.