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18/03/2007
JORNAL DO BRASIL - Os mistérios do novo ministério - Com a convocação de Carlos Lupi para a Previdência social e a montagem de um time sem brilho, Lula quer provar ao país que grandes técnicos não precisam de craques para ganhar o jogo. (pág. 1 e Sete Dias, pág. A6) - As quedas sucessivas na taxa básica de juros aqueceram o setor imobiliário, que voltou a atrair investidores conservadores, dispostos a abrir mão de rentabilidade e, principalmente, liquidez altas em troca de um ativo de baixo risco. (pág. 1 e Caderno de Economia, pág. E3) FOLHA DE SÃO PAULO - TVs públicas no Brasil já gastam R$ 544 milhões - Os orçamentos das 26 maiores televisões subvencionadas pelo setor público no país somaram R$ 544,14 milhões no ano passado, segundo um levantamento feito pela "Folha". Pelo menos 80% desse valor foi custeado com verbas de Executivo, Legislativo e Judiciário. A proliferação de TVs públicas é estimulada pela Lei da TV a Cabo, de 1995, que obriga as concessionárias a reservarem cinco canais para uso dos três Poderes, de uma TV comunitária e de uma universitária. Em 12 anos, surgiram 58 canais legislativos, 70 emissoras comunitárias, mantidas por ONGs, e 52 canais universitários, parte deles estatal. Nem a Agência Nacional de Telecomunicações nem o Ministério das Comunicações sabem quantificar o gasto estatal total no setor. O ministro Hélio Costa (Comunicações) defende a criação de nova TV estatal, com transmissão em rede nacional, ligada ao Executivo. Segundo Costa, o projeto custaria R$ 250 milhões em quatro anos. (pág. 1 e Brasil) - Três ex-empregados do deputado Odílio Balbinotti (PMDB-PR), indicado para o Ministério da Agricultura, dizem que não sabiam que eram devedores solidários do empréstimo de R$ 2,6 milhões feito pelo parlamentar, que é empresário. Vigia, motorista e agricultor, que estão entre os 14 tomadores do empréstimo, negam ter autorizado o negócio. O filho do deputado diz que eles foram "parceiros" e que a dívida foi quitada em 2004. (págs. 1 e A14) - Resoluções da Susep (Superintendência de Seguros Privados, vinculada ao Ministério da Fazenda) favorecem grandes bancos no mercado de seguros, informa Fernando Canzian. As novas regras obrigam as seguradoras a um aumento de capital que pode superar os 100% em três anos. A Susep diz tentar reforçar a solvência das empresas. Seguradoras menores afirmam que o prazo é exíguo e que acabarão engolidas pelas maiores, administradas por bancos. (págs. 1 e B1) O ESTADO DE SÃO PAULO - Gasto do governo triplica em 20 anos e trava crescimento - As despesas correntes do governo se multiplicaram por três em 20 anos. Em 1986, estes gastos consumiam 10,3% do Produto Interno Bruto do País. No ano passado já representavam 30,2% do PIB. As contas foram feitas pelo economista Alexandre Marinis, da Mosaico Economia Política, num estudo que mostra o porte do Estado brasileiro como o principal entrave ao crescimento econômico. Marinis obteve dados do tamanho do Estado de 27 países emergentes em 2002 e constatou que o Brasil aparece em sexto lugar. Perde para Israel e Arábia Saudita, mas é 56% maior que o da China e do Chile. O estudo também revela que, em 215 países analisados no período de 1971 a 2005, há uma relação direta entre Estado possante e desempenho esquálido. A média de crescimento nos países onde os Estados gastam até 10% do PIB foi de 4,7%. Naqueles onde o tamanho do Estado equivale a 30% do PIB a média de expansão ficou em apenas 2,4%. "Com um aumento tão expressivo no tamanho do governo brasileiro, a desaceleração da economia que se seguiu não deveria surpreender ninguém", diz Marinis. (págs. 1 e B1 a B3) - Pelo menos 2 ex-senadores e 24 ex-deputados que não se reelegeram pediram aposentadoria nos últimos três meses. Atualmente, a Câmara gasta cerca de R$ 4,5 milhões mensais com 634 ex-deputados e 498 pensionistas. (págs. 1 e A4) - Para preservar a Amazônia, o Brasil depende de dinheiro estrangeiro. Alemanha, EUA, Japão e Holanda investem juntos por ano R$ 108,9 milhões. Os 9 Estados da região aplicaram R$ 96,4 milhões em 2005. (págs. 1 e A24) - Ethevaldo Siqueira: proposta de TV estatal é absurda - "além de inoportuna, a proposta é desnecessária e lesiva aos cofres públicos". (págs. 1 e B14) O GLOBO - Família de menor infrator vai receber bolsa no Rio - A Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos vai lançar um projeto de auxílio financeiro para as famílias dos 1.800 menores infratores sob responsabilidade do Estado no Rio. A secretaria, comandada por Benedita da Silva,começa esta semana a entrevistar cônjuges, pais ou mães dos meninos para incluí-los no Bolsa Família, o programa do governo federal que transfere de R$ 15 a R$ 90 por mês aos mais pobres. Segundo a coordenadora do projeto, Nelma de Azeredo, poderão ser beneficiadas mesmo as famílias de menores punidos por assassinatos. "O atendimento à família tem de ser igual para todos: se o menor matou, feriu ou roubou, isso foge à esfera da Assistência Social", disse. O programa aposta que a reconstrução dos laços familiares ajudará a recuperação dos menores. (págs. 1 e 18) - Levantamento do STF mostra que o tribunal jamais condenou um político. Em dez anos, só 20 processos contra políticos foram concluídos, mas em 13 os crimes já haviam prescrito. Na atual legislatura, 63 deputados respondem a ações por crime eleitoral. (págs. 1, 3 e 4) - O Estado do Rio receberá, nos próximos quatro anos, investimentos de US$ 20 bilhões (R$ 41,8 bilhões), o maior volume previsto para toda a América Latina. (págs. 1 e 30) GAZETA MERCANTIL - Usiminas, US$ 5 bi em novos investimentos - A Usiminas anunciou ontem um novo plano de investimento de US$ 5,3 bilhões para o período 2007-2015. O objetivo da empresa, conforme antecipou este jornal na edição desta quinta-feira, é ampliar em cerca de 50% sua capacidade instalada de produção de 9,5 milhões de toneladas de aço ao ano, para 14,5 milhões de toneladas. "Queremos continuar líderes absolutos no mercado brasileiro de aços planos e ser um jogador de porte internacional em placas e laminados", disse o presidente da Usiminas, Rinaldo Soares. Outros projetos em andamento, de US$ 3,1 bilhões, fazem o volume de aportes de 2005 a 2015 atingir US$ 8,4 bilhões. Mais do que um investimento maior, o novo plano da Usiminas estabelece uma posição mais pró-ativa, garantindo a realização de algumas obras mesmo sem parceiros, condição inicialmente considerada essencial para os aportes vultosos. "A companhia mostra que ganhou novo impulso investidor", disse o analista Ricardo Ferraz, da Brascan Corretora. O mercado reagiu bem ao anúncio. As ações ON da Usiminas fecharam a R$ 106,50, alta de 1,42%, enquanto o Ibovespa caiu 0,02%. O comunicado de que a siderúrgica vai aderir ao Nível 1 da Bovespa e pretende lançar ADRs de ações ordinárias na Bolsa de Nova York, além de querer listar ações ON na Latibex, o mercado de valores latino-americanos, na Espanha, ajudaram a elevar o valor dos papéis. (págs. 1 e C-5) - A concentração de ministérios que passaram para o comando do PT e PMDB azedou o humor de legendas menores da coligação de apoio ao governo Lula. Lideranças do PSB e PTB ficaram irritadas ontem com a hegemonia dos dois partidos na Esplanada e disseram que isso pode causar "fissuras" na base aliada. (págs. 1 e A-9) - Márcio A. L. Cypriano - O agronegócio merece um PAC exclusivo, pelo potencial de gerar riqueza. (págs. 1 e A-3) - A Secretaria de Direito Econômico recomendou a aprovação da compra da Gamecorp pela Telemar. A concessionária pagou R$ 2,5 milhões por 35% da produtora, que tem como sócio o filho do presidente Lula. (págs. 1 e A-12) - A Receita Federal arrecadou no mês passado R$ 30,6 bilhões, nova marca para fevereiro. Em termos reais, o montante é 7,7% maior do que o anotado no mesmo mês de 2006. No primeiro bimestre, a arrecadação somou R$ 69,2 bilhões, alta real de 9,4% sobre igual período de 2006. (págs. 1 e A-4) - Para driblar o encarecimento do frete, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) planeja ter seus próprios navios de grande porte. Fábio Barbosa, diretor-executivo de finanças, disse que a companhia vai definir se encomendará as embarcações no Brasil ou no exterior. "Vai depender da competitividade", frisou. O frete representa até 50% do valor do minério de ferro. Para cada tonelada da matéria-prima vendida por US$ 80, cerca de US$ 40 reflete este custo. "É um processo no qual temos de interferir", disse Barbosa. Compradores de minério da Vale gastaram no ano passado cerca de US$ 3 bilhões com despesas de transporte. A Vale do Rio Doce, depois de comprar a canadense Inco, tornou-se a segunda maior mineradora do mundo. (págs. 1 e C-3) - O sucesso da adesão das empresas brasileiras à boa conduta corporativa sobre o mercado de capitais já está chamando a atenção de outros países. Duas companhias pioneiras do setor, a CCR e a Suzano, foram nesta semana contar suas experiências no México, país que lançou recentemente um pacote para tentar alavancar a listagem de novas empresas em bolsa. "Nosso modelo de governança é tipo exportação", diz Massami Uyeda, diretor da CCR. (págs. 1 e B-4) - As principais bolsas de valores seguiram em recuperação ontem. O índice Dow Jones subiu 0,22%. A Bovespa, muito volátil, foi exceção e fechou praticamente estável, com recuo de 0,02%. A melhora também atingiu o risco de emergentes, que caiu. O do Brasil recuou 1,03%, a 192 pontos. (págs. 1 e B-1) - O Paraguai vem recebendo uma fatia maior que o Brasil dos recursos gerados pela usina binacional Itaipu. Só em 2006, o fluxo financeiro da usina para o país vizinho somou US$ 520 milhões. Ao Brasil, foram pagos US$ 430 milhões. As vantagens não param por aí: a Ande (sócia da Eletrobrás na Itaipu) pagou em média, US$ 19,2 pelo MWh gerado na usina, enquanto a brasileira desembolsou US$ 31,95. (págs. 1 e C-2) - A Argentina manteve o ritmo de crescimento vigoroso pelo quarto ano seguido, só superado por Cuba e Venezuela na América Latina. Os dados oficiais do PIB mostraram ontem que o país cresceu 8,5% no ano passado. Analistas projetam expansão de 7,7% para 2007. (págs. 1 e A-13) CORREIO BRAZILIENSE - Sob pressão, deputado desiste de ministério - Novas denúncias, além do processo no STF por falsidade ideológica, levaram o peemedebista Odílio Balbinotti (PR) a recusar, na tarde de ontem, o convite para assumir a pasta da Agricultura. Partido quer, agora, que Lula escolha um novo nome a partir de lista com outros cinco parlamentares. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 4) - A metamorfose de Lula e seu governo em quatro anos. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2) - Viúvas do INSS lutam na Justiça há 44 anos - Grupo de advogados e suas esposas tenta, desde 1963, a incorporação como procuradores federais. De lá para cá, sete já morreram. (págs. 1, 21 e 23) VALOR ECONÔMICO - Estados divergem sobre emenda dos precatórios - A proposta em discussão para mudar a forma de pagamento dos precatórios, dívidas públicas originadas de ações judiciais, não deverá ter adesão unânime de Estados e prefeituras. Para o Município de São Paulo, o projeto é vantajoso porque permitiria regularizar a quitação dos créditos, com oportunidade de dilatar o prazo de pagamento em até 45 anos, segundo cálculos solicitados pela OAB. A capital paulista não seria a única a ganhar. O mesmo levantamento mostra que o Espírito Santo pagaria os credores de precatórios em 140 anos. Para o Estado de São Paulo, a proposta também é vantajosa porque propiciaria redução de R$ 400 milhões anuais na despesa com precatórios. Em Pernambuco, porém, que tem estoque pequeno de débitos, o projeto é inócuo e, no Rio Grande do Sul, é considerado financeiramente inviável. A alteração nos precatórios faz parte das negociações entre os Estados e a União para aprovação de uma reforma tributária. Atualmente, a quitação obedece à ordem cronológica e precisa ser prevista no Orçamento seguinte assim que a ação judicial que deu origem ao débito chega ao fim. O projeto de emenda constitucional do senador Renan Calheiros, base da discussão entre União e governos estaduais, acaba com a ordem cronológica e possibilita aos Estados destinarem um mínimo equivalente a 3% da despesa primária líquida do ano anterior para os pagamentos. No caso dos municípios, o percentual cai para 1,5%. Do valor total, 70% devem ser pagos em leilão, de acordo com o maior deságio, e o restante pela ordem crescente de valor. O projeto prevê que o novo regime será opcional. Apesar de apoiar a proposta, a governadora gaúcha, Yeda Crusius, diz que o "cobertor curto" do Orçamento do Estado não permitirá uma nova vinculação de recursos que poderá significar corte em outras áreas. A mesma preocupação existe no governo catarinense. O projeto deve ser alvo de polêmica. A OAB em São Paulo diz que a proposta é inconstitucional e irá estimular a quebra de contratos por Estados e municípios. Principais credoras de precatórios, as construtoras já estão preocupadas com o impacto que a mudança teria nas dívidas a receber, o que trouxe de volta a demanda pela classificação de risco de crédito das administrações públicas. (págs. 1, A3 e C1) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu criar mais um ministério, o 35° de seu governo: a Secretaria Nacional dos Portos. Para comandar o novo órgão, vai convidar Pedro Brito, atual ministro da Integração Nacional e um velho aliado do deputado Ciro Gomes (CE). O presidente definiu também que Walfrido Mares Guia será mesmo o novo ministro das Relações Institucionais e que a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy assumirá a Pasta do Turismo. A conclusão da reforma ministerial, que ficou para o fim da próxima semana, depende agora da definição de quem substituirá Luiz Fernando Furlan no Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Mesmo sob investigação do Supremo Tribunal Federal (STF), o deputado federal Odílio Balbinotti (PMDB-PR) foi confirmado ontem pelo Palácio do Planalto na Agricultura. O governo informou que continua a recolher "mais informações" sobre as acusações de falsidade ideológica que pesam contra o deputado. A posse está marcada para a próxima quinta-feira. (págs. 1, A8 e A9) - Claudia Safatle: Lula poderia ser mais ambicioso com meta de inflação. (págs. 1 e A2) - Márcio Garcia: BC está só na tarefa de manter inflação sob controle. (págs. 1 e A19) - A Petrobras deve exportar neste ano cerca de sete vezes mais álcool combustível do que o total embarcado em 2006, prevê Sillas Oliva Filho, gerente de comércio de álcool e oxigenados da empresa. Será a primeira vez que a estatal embarcará álcool anidro para os Estados Unidos, que cobra uma tarifa de importação de US$ 0,14 por litro, além de taxa ad valorem de 2,5%. "O embarque de álcool para os EUA será ainda em pequenos volumes. Estamos testando o mercado", disse Oliva. Outros dois importadores de destaque serão Nigéria e Venezuela. Grandes exportadores de petróleo, os dois países querem implementar um programa de mistura de álcool à gasolina em seus mercados. A Petrobras vai investir US$ 750 milhões na construção de alcoodutos ligando as regiões produtoras até Paulínia (SP). (págs. 1 e B15) - A Vale do Rio Doce planeja voltar à navegação de longo curso com navios de grande porte. A empresa ainda não definiu se voltará sozinha ou associada a clientes, diz Fábio Barbosa, diretor-executivo de finanças. A mineradora também retornará à cabotagem com navios próprios e pediu empréstimo de US$ 350 milhões ao Fundo de Marinha Mercante (FMM) para construir cinco embarcações para a Log-In, sua nova subsidiária. A companhia pretende, segundo Barbosa, apropriar-se de parte do que considera "ganhos excessivos e artificiais" no mercado de frete de minérios e minerais e repassá-los à clientela. Ao importar 70 milhões de toneladas de minério de ferro em 2006, a China gastou US$ 3 bilhões com frete. (págs. 1 e B9) - Usiminas anuncia aumento de 75% no plano de investimentos de longo prazo, até 2015, que passou a ser de US$ 8,4 bilhões. (págs. 1 e B9) - A venda de 50,02% das ações da Usina Vale do Rosário trouxe mais fortunas para Ribeirão Preto (SP), que já vive uma euforia com o boom do açúcar e álcool. No fim de fevereiro, 72 pessoas embolsaram R$ 850 milhões com a venda de seus papéis - cerca de 70% deles moram na cidade. Até o fim do mês, outros acionistas podem vender seus papéis, o que elevaria a operação a R$ 1,35 bilhão - cerca de duas vezes o Orçamento de Ribeirão. O negócio já agita a economia local. A construtora Habiarte Barc antecipou de julho para abril o lançamento de um prédio de alto padrão na avenida João Fiusa, "point" de novos-ricos da cidade. Nas concessionárias de luxo, aumentou a fila para comprar carros importados. A operação da Vale do Rosário, que tornou milionárias várias pessoas físicas que tinham uma vida normal, deve ser usada pelo Bradesco como exemplo de como seu banco de investimentos quer operar. A instituição financiou R$ 1,35 bilhão em dois dias, amarrou operações de mercado de capitais para permitir o pagamento do empréstimo e ainda conseguiu que parte dos acionistas investisse os recursos em seu private banking. A Vale do Rosário espera que em 60 dias esteja pronta sua fusão com a Usina Santa Elisa, criando a segunda maior empresa de açúcar e álcool do país. (págs. 1 e A16) - Os mercados não se impressionaram com alta dos preços no atacado nos EUA. Dow Jones fecha em ligeira alta de 0,22% e o Ibovespa, praticamente estável: menos 0,02%. (págs. 1, C2 e D1) - Percentual de crianças brasileiras entre 10 e 14 anos de idade obrigadas a trabalhar aumentou de 6,6% em 2000 para 10,3% em 2005. (págs. 1 e A4) - Etanol muda o jogo dos preços e dos subsídios na agricultura dos EUA. (págs. 1 e B16) - Preços recordes do chumbo levam a Argentina Bolland a investir na antiga mina de Boquira (BA), que pertencia à Plumbum Mineração. (págs. 1 e B1) REVISTAS VEJA TÍTULO DE CAPA - Comer certo * O que fazia mal agora faz bem * Por que as dietas falham A ciência da nutrição faz trinta anos e responde com certeza a essas e muitas outras dúvidas sobre alimentos, saúde e beleza Ponto de Vista - Stephen Kanitz - A tese de Dilma - "A ministra comprou uma briga e tanto e precisará de todo o apoio dos que querem ver o custo da renda fixa cair, obrigando os investidores a virar empreendedores e a assumir o risco da renda variável". (pág. 22) "Eu sou capitalista" - Agora consultor, José Dirceu fatura 150.000 reais por mês e prepara a volta à política. Seu sonho: a Presidência da República. (págs. 52 a 54) Praga na lavoura - O PMDB chega à Esplanada, mas o ministro da Agricultura da legenda pode não germinar. (págs. 56 e 57) Enfim, um bom pacote - O governo lança pacote de 8 bilhões de reais com boas idéias para melhorar o ensino no país. (pág. 58) Previdência - A pensão viking - Com um sistema que lembra uma poupança, a Suécia equilibra seu déficit previdenciário e se torna um raro exemplo de sucesso. (pág. 82) Negócios - Um retrato dos que movem a economia - Pesquisa da "Exame" mostra os hábitos dos executivos brasileiros e revela sua preocupação com o aperfeiçoamento. (pág. 86) Com a faca e o queijo - Nas democracias, o governo faz a imprensa critica. O governo brasileiro quer fazer e ele mesmo se auto-avaliar. (págs. 88 e 89) Diogo Mainardi - Minha pastinha implacável - "Lula ofereceu um cargo a Franklin Martins. Se tudo se confirmar, Franklin Martins terá o poder inédito em nossa história de fornecer a notícia e de pagar por ela". (pág. 93) ÉPOCA TÍTULO DE CAPA - Jaques Wagner pode ser o sucessor de Lula? "Palocci, é você!" - Em seu novo livro, o ex-ministro da Fazenda conta como foi escolhido por Lula e se tornou um símbolo da estabilidade. (págs. 14 e 15) Tanto tempo para isso? - Poucos presidentes tiveram tanta tranqüilidade para montar um ministério. Mesmo assim, depois de quatro meses e meio, Lula não conseguiu formar um time de primeira. (págs. 38 a 40) Paulo Guedes - "É clara a mudança nas políticas monetárias dos mais importantes bancos centrais do mundo: Fed (Estados Unidos), ECB (Europa), Boj (Japão) e agora o PBC (China). Está em curso um esforço de esfriamento mundial. Mas seus efeitos sobre a economia estão apenas começando. Como um raio numa tempestade distante, a luz do relâmpago chega antes do som do trovão. Os preços de ações nas bolsas internacionais caíram com a velocidade da luz, em antecipação ao desaquecimento econômico já encomendado pela gradual remoção da liquidez global". (pág. 41) O sucessor de Lula? - Por que Jaques Wagner, o governador da Bahia, começa a despontar na corrida para a sucessão de 2010. (capa e págs. 42 a 45) Eduardo Plarr - "Uma das perguntas mais intrigantes da cena política brasileira contemporânea é a seguinte: por que ninguém gosta de Fernando Henrique Cardoso? Que os adversários lhe atirem dardos, está bem. É do jogo. A campanha de Lula em 2006 foi baseada numa comparação que transformava a gestão de FHC num catálogo de fracassos, em oposição às supostas conquistas formidáveis de seus primeiros quatro anos. Isso se entende. Mas que os próprios aliados o venham sistematicamente evitando é uma esquisitice brasileira". (pág. 50) Entrevista - Richard Vietor - O Brasil precisa definir sua vocação - Com a crescente disputa entre os países por mercado, é fundamental ter uma estratégia de desenvolvimento. (págs. 51 e 52) Ecologia ajuda a competir? - O caso da Petrobras mostra como a preocupação ambiental se tornou estratégica para empresas que querem conquistar o mercado global. (págs. 58 a 60) A chance de vencer o atraso no ensino - Como os computadores - e a internet - podem tirar as escolas do passado e trazer os professores para a era digital doa alunos. (págs. 100 a 104) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - A volta dos católicos - O que está por trás da ressurreição do catolicismo no Brasil, que ganha força a partir da escolha de Frei Galvão como santo, da volta em massa dos jovens às igrejas e da chegada do papa Bento XVI ao País Entrevista - Maria de Fátima Marinho de Souza - "Planos de saúde não salvam" - Pesquisadora surpreende ao provar que ter um plano de saúde não aumenta a expectativa de vida do brasileiro. (págs. 6 a 11) Odílio, o encrencado - Prestes a assumir o Ministério da Agricultura, o escolhido de Lula tem as mais escabrosas histórias em processos no Supremo Tribunal Federal. (págs. 28 a 32) O lucro das CPIs - Investigações parlamentares atrapalham o Executivo, mas rendem muito dinheiro para os cofres públicos. (págs. 34 e 35) O governo precisa de uma TV? - O Brasil já gasta R$ 500 milhões em 219 emissoras públicas. Mas Lula quer criar uma nova rede estatal. (págs. 38 a 40) O novo ninho do mensalão? - PFL denuncia esquema no Ministério dos Transportes para atrair deputados para a base do governo no Congresso. (pág. 42) A despedida de Márcio Thomaz Bastos - Qual será a força do Ministério da Justiça sem o criminalista que de forma polêmica socorreu várias vezes o governo Lula: a resposta está com Tarso Genro. (págs. 50 e 51) Palavra a palavra - Comportamento - Após 17 anos de discussões, o acordo que unifica a forma de escrever o português, a língua de Camões, está pronto para entrar em vigor. Na fala, continuaremos com o nosso sotaque e os portugueses com o deles - e isso é bom. (págs. 64 e 65) Por uma gota - Metade do planeta ficará totalmente sem água dentro de 20 anos - e o Brasil estará nesse deserto se nada for feito. (págs. 82 a 84) Segredos de Palocci - Ex-ministro Antônio Palocci lança livro, relata bastidores do governo e conta como e por que caiu. (págs. 86 a 90) DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - Walfrido, o homem forte de Lula Entrevista - José Luiz Gandini - "Dólar fraco não garante a venda de importados" - O presidente da Abeiva admite que o dólar fraco ajudou a aquecer as vendas de importados, mas critica o governo por manter imposto de 35% sobre veículos produzidos fora da América Latina. (págs. 18 a 20) Mantega, o cobrador - Ministro da Fazenda monta plano para cercar devedores e aumentar recursos nos cofres da União. (págs. 26 a 28) O homem forte do presidente - O empresário Walfrido dos Mares Guia, dono de um dos maiores grupos educacionais do País, tornou-se o braço direito do presidente Lula e virou peça-chave da reforma ministerial. Com poder e idéias, ele conseguirá influir na aceleração do crescimento? (capa e págs. 30 a 33) TV Lula - Governo estuda gastar R$ 250 milhões para criar uma estatal, mas ninguém sabe explicar por que isso é necessário. (págs. 34 e 35) Um médico na Fazenda - Ex-ministro Antônio Palocci lança livro sobre seu período no governo e defende-se do caso Francenildo. (pág. 36) Ciro leva aço ao Ceará - Depois de comprar briga com a Petrobras, deputado Ciro Gomes garante a siderúrgica do Pecém. (pág. 38) Agora o petróleo também é deles - Companhias estrangeiras começam a produzir o óleo no Brasil sem a participação da Petrobras. (págs. 64 e 65) A esfinge da telefonia - Quem é o misterioso egípcio Naguib Sawiris, que pretende comprar a Brasil Telecom a dar fim ao maior conflito societário do País. (págs. 66 e 67) Novas peças no jogo do etanol - Estrelas da economia criam empresa para disputar setor. (pág. 74) Visto de entrada - Projeto propõe anistia fiscal a investidores que desejam repatriar recursos aplicados em outros países. (págs. 90 e 91) Artigo - Leonardo Attuch - Quem levará o álcool de Cuba? - Publicamente, Hugo Chávez condena o etanol, mas costura um acordo com Fidel Castro, que vem sendo estimulado por José Dirceu. (pág. 94) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - Nordeste - grotões no acaso - O aumento da renda, a urbanização e o acesso à tecnologia criam áreas de prosperidade e mudam o cenário social e econômico da região - Lista de Furnas - Detalhes da perícia que apontou a autenticidade do documento O anti-Bush, ao vivo. (págs. 6 a 8) Sextante - Antonio Delfim Netto - A triste lição italiana - "Como no Brasil, a economia da Itália está esclerosada pelo corporativismo generalizado". (pág. 10) Democratização? Como? - Na mesa, o projeto da tevê estatal. As tradições do poder à brasileira não permitem grandes esperanças. (pág. 20) O nordeste, enfim, acorda - Desenvolvimento - Os sonhos e as conquistas de uma região que começa a florescer. (capa e págs. 26 a 40) Mudança de estilo - Reforma ministerial - Na Justiça, sai Bastos, o discreto, e entra Genro, o debatedor. (págs. 46 e 47) Sem truques ou montagem - Investigação - Detalhes da perícia reforçam a autenticidade da Lista de Furnas. (capa e págs. 48 a 50) A energia do Brasil - Entrevista - O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, fala dos planos da companhia de liderar o setor na América Latina. (págs. 52 a 54) Senhores do caos aéreo - Aviação - Empresas que não voam mantém instalações ociosas nos aeroportos do país. (págs. 60 e 61) NAIS

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