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21/01/2007
JORNAL DO BRASIL - Invasores de casas no Rio têm apoio externo. (pág. 1 e Cidade, págs. A14 e A15) - A queda da taxa oficial de juros tornou a caderneta de poupança novamente atrativa para investidores de perfil conservador. Os fundos de renda fixa e os CDBs estão perdendo aplicações para a poupança porque cobram altas taxas de administração e não são isentos de IR. (pág. 1 e Caderno de Economia) FOLHA DE SÃO PAULO - Metrô optou por método mais arriscado - O Metrô de São Paulo adotou a técnica de construção mais arriscada no trecho da linha 4 onde ocorreu o desabamento que matou seis pessoas. A opinião é dos geólogos Kenzo Hori, que fez o levantamento geológico da linha 4 para a empresa, e Adalberto Aurélio Azevedo, autor de tese sobre a área. Segundo eles, o "tatuzão" deveria ter sido usado ali, pois se trata de uma várzea, com areia e argila mole. (.l..) (pág. 1 e Cotidiano) - O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a ser divulgado amanhã pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é mais tímido na área fiscal do que esperava a equipe econômica, informam Valdo Cruz e Sheila d'Amorim. A avaliação é de assessores do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Foi o "possível" para pelo menos conter o crescimento dos gastos públicos, segundo ao assessores. O objetivo inicial dos ministérios da Fazenda e do Planejamento era "estabelecer metas mais ambiciosas" para controlar despesas - o que contrariava as demandas do presidente Lula. (...) (págs. 1 e B1) - Dos três candidatos à presidência da Câmara, só Arlindo Chinaglia (PT-SP) não critica o reajuste de 91% dos salários dos parlamentares. Tanto Aldo Rebelo (PC do B-SP), que antes defendia esse percentual, como Gustavo Fruet (PSDB-PR) querem a reposição da inflação. Só Fruet propõe o fim do subsídio de R$ 15 mil. No restante, eles se aproximam: todos defendem o fim do voto secreto na Câmara, o financiamento público de campanhas e a fidelidade partidária. (págs. 1 e A6) O ESTADO DE SÃO PAULO - Pacote do crescimento divide equipe de Lula - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia amanhã o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com a pretensão de conferir uma nova feição a seu segundo mandato. A equipe de governo se dividiu na elaboração das medidas e os mercados ficaram céticos sobre a chance de o pacote destravar a economia. O PAC dará menos ênfase a alguns dos pilares do primeiro mandato, a chamada "era Palocci". (...) (págs. 1, B1, B3 e B4) - A entrada do deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) na disputa pela presidência da Câmara obrigou os outros dois candidatos - Aldo Rebelo (PC do B-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), ambos da base governista - a abandonar o discurso corporativista. Aldo e Chinaglia vinham brigando entre si sem levar em conta a opinião pública, preocupados apenas em agradar aos deputados. (págs. 1, A4 e A8) - Evo Morales completa um ano na presidência da Bolívia criando menos de um terço dos 100 mil empregos prometidos. Mas os camponeses continuam simpáticos a ele, relata o enviado especial Leonencio Nossa. (págs. 1 e A14) O GLOBO - Tráfico aluga armas pesadas para fortalecer quadrilhas - Traficantes do Rio estão alugando armas pesadas para quadrilhas com menor poder de fogo. Um fuzil, que custa no mercado negro R$ 35 mil, sai por apenas R$ 2 mil e pode ser pago com parte do dinheiro arrecadado em assaltos ou com o lucro da venda de drogas em pontos tomados de grupos rivais. O novo negócio, descoberto em escutas feitas pela Secretaria de Segurança com autorização da Justiça, dificulta o rastreamento dos arsenais e as investigações da polícia. Segundo delegados, as armas são alugadas até para facções rivais com o objetivo de ajudá-las a combater a ação das milícias nas favelas. Preocupado, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, acionou a Subsecretária de Inteligência para investigar o aluguel de armas. (págs. 1 e 14) - O pacote para acelerar o crescimento da economia, que será anunciado amanhã pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, prevê investimentos de pelo menos R$ 300 bilhões até 2010. Os recursos virão do corte de despesas e da redução de superávit do setor público. (...) (págs. 1 e 29) - O PT e seus aliados no segundo governo do presidente Lula disputam o comando de 700 cargos da administração federal que, juntos, controlam verbas de R$ 76 bilhões - R$ 27 bilhões nos ministérios e R$ 49 bilhões nas estatais. Só para os ministérios há 51 candidatos, 16 a mais que o número de pastas existentes. Entre as áreas mais cobiçadas estão Saúde e Transportes. (págs. 1 e 3) CORREIO BRAZILIENSE - Por que os jovens do DF morrem tão cedo - Brasília supera São Paulo e já é o 4º lugar no ranking de mortes na faixa de 15 a 24 anos. Para especialistas, culpa é da falta de controle nas academias, do culto às armas de fogo e do novo fenômeno de trocar ameaças pelo Orkut. (págs. 1, 25 e 26) - A Caixa Econômica Federal e a Empresa Brasileira de Gestão de Ativos se utilizam de decreto criado há 40 anos pelo governo militar para, sem recorrer à Justiça, tomar bens de mutuários inadimplentes. Em 2006 foram leiloados 37 mil imóveis. Ministério Público investiga execuções extrajudiciais. (págs. 1, 19 e 21) - Com um bloco, mais politizado e dividido, governo brasileiro deixa de lado a retórica e costura acordos bilaterais para tentar promover a integração regional. Venezuela, Bolívia e Paraguai foram os alvos dessa estratégia durante a Cúpula do Mercosul, realizada semana passada no Rio de Janeiro. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 16) REVISTAS VEJA TÍTULOS DE CAPA - Humanos & caninos - Uma história de amor - A ciência explica por que essa parceria de 12.000 anos dá tão certo - TSE apura se houve crime em falha de urnas eletrônicas - Exclusivo - Os diálogos da caixa-preta do Legacy O encanto da urna se quebrou? - O TSE quer saber se a manipulação de voto eletrônico em Alagoas foi criminosa. (págs. 48 a 50) A terceira via tem rosto - Movimento de defesa da ética no Parlamento indica o tucano Fruet à presidência da Câmara. (págs. 52 a 53) "Cara, você está com o TCAS ligado?" - Conversas de pilotos do Legacy gravadas na caixa-preta são documento impressionante. (págs. 54 e 55) Lula cercado de populistas - Reunião do Mercosul mostra que o Brasil tem agenda mais moderna que os vizinhos. (págs. 56 a 61) As lições da tragédia - Tão importante quanto achar os culpados pelo desmoronamento no metrô de São Paulo é entender como evitar a repetição de um desastre que não é inédito. (págs. 62 a 64) Uma revolução no domínio da luz - Novas células solares abrem caminho para a era da energia farta, barata e renovável. (págs. 66 e 67) ÉPOCA TÍTULOS DE CAPA - Felicidade - Como a filosofia pode nos ajudar a viver melhor - De quem é a culpa? Só uma conjunção de vários erros explica o desabamento no Metrô de São Paulo - Adoção gay - O retrato de um novo tipo de família no Brasil De quem é a culpa? - A tragédia em São Paulo foi provocada por uma soma de erros. Eis os principais pontos sob investigação. (págs. 35 a 39) Entrevista: Fernando Henrique Cardoso - "O PSDB precisa ter coragem" - Essa é a receita para os tucanos atravessarem os próximos quatro anos de governo Lula, diz FHC. (págs. 44 a 46) Uma família brasileira - Casais gays lutam pelo direito de adotar filhos. A história de Theodora é símbolo dessa batalha. (págs. 80 a 87) ISTOÉ TÍTULO DE CAPA - Brasil de alto risco - Desabamentos, inundações, tiros. Como os brasileiros estão vivendo nesta selva FHC - O senhor oposição - Sem mandato ou verbas, ex-presidente resgata sua liderança e conduz o PSDB contra o governo na briga da Câmara. (págs. 34 a 36) Uma tragédia brasileira - Ninguém está seguro no Brasil - Desabamentos repentinos, inundações de lama, ônibus incendiados e tiros por todos os lados. Com o poder público em colapso, até quando os brasileiros vão sobreviver nesta selva? (págs. 42 a 47) A solução armada no Rio - Força de Segurança desembarca no Estado para reprimir violência. Sem as divergências políticas que levaram ao fracasso as tentativas anteriores de combater o crime organizado, a união das polícias estaduais e federal dá aos cariocas a esperança de viver num território sem domínio do tráfico. (págs. 48 a 51) DINHEIRO TÍTULO DE CAPA - As empresas do futuro - Ossos sintéticos, software de mapeamento genético e até uma membrana que regenera a pele - conheça as tecnologias e os empresários que, utilizando a inovação como matéria-prima, estão criando os negócios que darão o que falar amanhã Entrevista: Dom DiMarco - "O Brasil tem como vencer Índia e China" - Presidência da Ford América do Sul comemora o desempenho da subsidiária brasileira e, após anunciar investimento de R$ 2,2 bilhões, diz que o País tem plenas condições de concorrer globalmente. (págs. 18 a 20) As empreiteiras e o buraco - Tragédia coloca construtoras diante do maior desafio: como administrar os estragos na sua imagem de excelência técnica. (págs. 26 a 29) O instável equilíbrio do Mercosul - Há muito mais controvérsias do que unidade num bloco comercial que vem perdendo identidade, mas ainda é a grande aposta diplomática do governo Lula. (págs. 30 e 31) Dilma em primeiro plano - A ministra da Casa Civil ganha espaço. Já baixou o superávit, cancelou licitações de estradas e chamou para si o PAC. Ela vai mandar também na Fazenda? (págs. 32 e 33) Empresas do futuro - Ossos sintéticos, softwares de mapeamento de genoma e até membranas regeneradoras de pele. Eis o admirável mundo dos novos negócios. (págs. 61 a 64) O ministro das multidões - A visão de Orlando Silva, dos Esportes, sobre os Jogos, que reunirão cinco mil atletas e 500 mil turistas no Rio. (págs. 65 e 66) CARTACAPITAL TÍTULOS DE CAPA - São Paulo no buraco - A cratera no Metrô é um símbolo da metrópole que exalta o individualismo, pisoteia o bem comum e avança célere rumo à autodestruição - Petróleo: Do Iraque à Venezuela, a guerra pela energia redefine o poder global Partir bem cuidado - Alternativa - No Brasil, a tendência é a Medicina Paliativa tornar-se área de atuação médica. Isso aumentaria a oferta desse tipo de serviço. (págs. 15 a 17) Autofagia à paulista - Tragédia - A cratera do Metrô é o símbolo do impulso autodestrutivo de São Paulo. (págs. 29 a 36) Freud explica. Explica? - Congresso - A eleição do presidente da Câmara virou um caso de esquizofrenia política. (pág. 37) Amantes da terra proibida - Garimpo - A vida sofrida dos brasileiros que buscam um novo Eldorado na Venezuela. (págs. 38 a 40) O império dos barris - Petróleo - Washington sobe a aposta e a ditadura da energia ameaça o mundo. (págs. 42 a 44) De olho no futuro - Finanças - Com o aumento da longevidade, os brasileiros buscam planos de previdência complementar para a aposentadoria. (págs. 46 e 47) O poder em disputa - Trabalho - Sindicato da Micro e Pequena Indústria briga com a Fiesp na Justiça. (págs. 50 e 51) IS

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