22/01/2007

Jornal do Brasil
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JORNAL DO BRASIL

- Empresa de ônibus era forçada a subornar PMs. (pág. 1 e Cidade, pág. A8)

- O ministro Tarso Genro, coordenador político de Lula, disse que a coalizão governista está fundada no pacote de aceleração do crescimento que será anunciado hoje. Parte da base aliada teme que a disputa pela Mesa da Câmara dificulte muito a aprovação das medidas previstas no pacote. (pág. 1, País, págs. A3 e A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Lula quer vender ações de bancos para financiar PAC

- O conjunto de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), que será anunciado hoje, terá prioridade nos gastos federais, mas o governo sabe que não dispõe de dinheiro suficiente para tocar todos os projetos. Para suprir essa deficiência de caixa, a equipe de Lula já busca fontes alternativas de recursos, que inclui venda de ativos. (pág. 1)

- O Instituto de Pesquisas Tecnológicas descarta fatalidade no desabamento da futura estação Pinheiros da linha 4-amarela do metrô de São Paulo. Segundo o presidente do IPT, Vahan Agopyan, um "somatório de erros" causou o acidente. Seis pessoas morreram na cratera no dia 12. Uma pessoa continua desaparecida. As buscas continuam, mas há dúvidas se ela estaria sob os escombros. "Está claro que houve erros. Nós tivemos um acidente. Algumas coisas saíram erradas, sem dúvida", disse Agopyan. (pág. 1)

- Rodovias federais de 12 Estados que foram alvos do programa emergencial tapa-buracos do governo, lançado no início do ano passado, voltaram a apresentar buracos nos mesmos trechos onde foi investido dinheiro para tampá-los. Conforme levantamento feito pela reportagem com base em dados do próprio Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes), nas rodovias federais há buracos em 4.355,8 km para os quais foram previstos investimentos de R$ 76.866.071,93. (pág. 1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Petrobras vai bancar 40% dos investimentos do pacote

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pacote que inclui uma extensa lista de investimentos com recursos do Orçamento da União e das empresas estatais. A expectativa do governo é que o setor privado acompanhe o esforço oficial para "destravar" o crescimento econômico do País. O PAC custará perto de R$ 300 bilhões nos quatro anos do segundo mandato de Lula. "Mas pode ser até um pouco mais: não vou revelar o valor", disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que apresentou ontem os detalhes das medidas para o presidente Lula, no Palácio da Alvorada.

Do total, R$ 120 milhões ficarão a cargo da Petrobrás, que teve seu orçamento reforçado no fim da semana passada para melhorar o pacote. "Sem as estatais não se faz nada", admitiu um técnico que trabalhou ontem na finalização do PAC. As propostas para dinamizar a economia serão anunciadas por Lula ao Conselho Político e aos governadores a partir das 9 horas, antes da cerimônia oficial de lançamento. (pág. 1 e B1)

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai aproveitar a presença dos governadores no Palácio do Planalto, hoje, durante a divulgação do PAC, para pedir apoio à aprovação das reformas tributária e política ainda neste ano. O encontro será de apenas 40 minutos e não haverá tempo para o assunto ser aprofundado. Os governadores temem não poder expor suas idéias sobre o tema. (pág. 1 e A4)

- Após vários anos de crescimento dos empréstimos das pessoas físicas, o financiamento às empresas, principalmente pequenas e médias, volta a ser um dos motores do aumento do crédito no Brasil. No ano passado, o total do crédito de R$ 570 bilhões subiu para R$ 697 bilhões e a participação das empresas nessa expansão foi para 50%, ou R$ 59,6 bilhões. (pág. 1 e B5)

O GLOBO

- Lula admite que fez o pacote que era possível

- O governo anuncia hoje o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com uma previsão de investimentos para 2010 em torno de R$ 500 bilhões. Para isso, os recursos virão de redução do superávit primário onde 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB) e de contenção de gastos correntes, com limite para a expansão da folha de pagamento do funcionalismo. Ainda assim, o presidente lula teria dito a interlocutores próximos que o pacote de medidas foi o "possível". O alívio de impostos, por exemplo, ficou abaixo do esperado. Durante as negociações para a confecção do PAC, os técnicos chegaram a trabalhar com a possibilidade de desoneração de R$ 12 bilhões, mas a cifra será bem menor.

Ontem à noite, Lula e seus ministros estiveram reunidos discutindo as últimas medidas do programa e hoje o anúncio será feito a governadores e empresários. A redução da dívida pública em relação ao PIB é um ponto que deve agradar aos analistas financeiros. Economistas ouvidos pelo "Globo" dizem que a carga tributária elevada e o baixo nível de investimentos têm condenado o Brasil ao crescimento. (págs. 1, 15 e 15)

- Nos dois primeiros dias de operação, a Força Nacional ainda não chegou a drogas ou armas nas divisas do estado. A maior apreensão foi de equipamentos de informática. Enquanto isso, na Rio-Petrópolis, um ônibus interestadual foi assaltado, e os bandidos ameaçaram incendiar o veículo. (págs. 1 e 11)

- Após denúncia de possível fraude com urnas eletrônicas na eleição para governador em Alagoas, o TSE encomendou à Unicamp uma perícia técnica para esclarecer o caso. Segundo o tribunal, não existe risco de que tenha havido interferência no resultado. (págs. 1 e 5)

GAZETA MERCANTIL

- Multimercado e ações, as vedetes para 2007

- O investidor brasileiro está mudando. O bom desempenho da Bolsa de Valores no ano passado - completando um período de quatro anos consecutivos de alta -, a queda na taxa de juros e a baixa rentabilidade dos produtos de menor risco estimulam o investidor a diversificar. Para os especialistas, os fundos multimercados e a renda variável estão se consolidando como o destino preferido para os recursos que fogem de aplicações menos lucrativas. (...) (págs. 1 e B-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- Lula e seu pacote: É tudo ou nada

- Após quatro anos de baixo crescimento econômico, o presidente Lula divulga hoje com toda pompa o tão aguardado Programa de Aceleração do Crescimento, um conjunto de medidas para fortalecer a economia durante seu segundo mandato. Na tentativa de fazer com que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça pelo menos 5% ao ano até 2010, o pacote prevê investimentos de R$ 505 bilhões - grande parte feita pela União e por empresas estatais - e medidas para estimular o setor privado. Se o governo está otimista, o mesmo não se pode dizer dos economistas e analistas de mercado. Para eles, dificilmente o PAC será capaz de imprimir um ritmo mais forte à economia do Brasil. (págs. 1, 9 e 10)

- Auditoria do Tribunal de Contas da União revela que o governo federal destina verbas a entidades sem condições de executar os projetos aprovados. De 28 parcerias analisadas, que resultou no repasse indevido de R$ 82 milhões, o equivalente a 54,5 do total. (págs. 1, 2 e 3)

VALOR ECONÔMICO

- Europeus e EUA perto de acordo que reabriria Doha

- Negociadores comerciais dos Estados Unidos e da União Européia (UE) estão na iminência de um acordo agrícola que pode destravar o impasse nas negociações de comércio global. O avanço foi obtido após uma reunião de autoridades de alto nível que terminou no fim de semana e após constantes contatos em nível ministerial entre Washington e Bruxelas (Sede da UE), ás vésperas das reuniões paralelas ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, que acontecem nesta semana, segundo fontes próximas às negociações.

O esboço proposto para um acordo entre os dois maiores blocos comerciais do mundo inclui concessões politicamente explosivas, que já estão causando divisões na Europa e alarmando o poderoso lobby agrícola americano. Existem muitas dúvidas sobre se os negociadores conseguirão o apoio político necessário para obter um avanço significativo na Rodada Doha de abertura comercial. (...) (págs. 1 e A9)

ATENÇÃO

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