25/02/2007

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Gazeta Mercantil
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Estado de Minas
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Brasil presenteia 500 índios com 4 milhões de ha

- Um contingente de 500 índios acaba de ser contemplado com uma nova reserva, em Roraima, de quase 4 milhões de hectares. É mais ou menos o tamanho da Holanda, país habitado por 16 milhões de pessoas. O novo território, que elevará a área indígena para 52% do território do Estado, é fruto da luta de um grupo de padres italianos. (pág. 1 e País, págs. A2, A3, A4 e A6)

- A 2ª Vara da Infância e da Juventude expediu 5 mil mandados de busca e apreensão contra menores infratores. Desse total, 2 mil deveriam estar em regime fechado e mil em regime semi-aberto. Hoje, o Estado tem apenas 700 adolescentes internados no sistema. A taxa de reincidência no crime é de 50%. (pág. 1 e Cidades, págs. A15 e A16)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Benefícios sociais afastam trabalhador de emprego formal

- Fazendas no NE não conseguem encontrar quem aceite trabalhar com carteira por medo de perder Bolsa Família. (pág. 1 e Dinheiro)

- A Câmara dos Deputados gastou R$ 5,9 milhões para reembolsar 488 deputados federais por supostos gastos de trabalho em janeiro, mês de férias no Congresso. Cada parlamentar recebeu em média R$ 12 mil para despesas diversas - que incluíam até a "compra de reportagem". A média subiu para R$ 13 mil entre os deputados não-reeleitos e para R$ 13,5 mil entre os acusados de envolvimento nos escândalos recentes. (pág. 1 e Brasil)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Bush planeja lançar a Opep do etanol no Brasil

- Presidente americano quer acordos para criar um mercado hemisférico de álcool. (págs. 1, A4 e A5)

- A renda real das famílias brasileiras subiu 4,5% ao ano entre 1987 e 2003, muito mais do que o 1,5% anual apontado pelo instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A polêmica informação está em um recente estudo de dois economistas brasileiros, Irineu de Carvalho Filho e Marcos Chamon, que trabalham no Fundo Monetário Internacional. Eles se basearam num complexo cálculo que leva em conta o gasto com comida, mas admitem que o resultado pode não ser preciso. (págs. 1 e B1)

- A reforma ministerial prevista para a segunda quinzena de março não deve atingir nem um terço dos 34 ministros. O presidente Lula tem afirmado que o governo "está dando certo" com menos estrelas e mais técnicos. (págs. 1 e A6)

O GLOBO

- Contribuinte isento em 96 paga agora 27,5% de IR

- Como a correção da tabela do Imposto de Renda não acompanhou a inflação, o brasileiro que ganhava oito salários mínimos e estava isento de IR em 1996 hoje é taxado na alíquota máxima de 27,5%. Estudo da consultoria Ernst & Young mostra ainda que o peso do imposto é até 60% maior, para a classe média, do que há dez anos. "É um confisco disfarçado", diz o professor do Ibmec Gilberto Braga.

Mesmo com o reajuste anual de 4,5% prometido pelo governo na tabela, levará 23 anos para o peso do tributo voltar ao nível de 1996. A Receita, a partir de quinta-feira, recebe a declaração do IR 2007. E, a partir de hoje, "O Globo" publica a coluna "Seu Impsto de Renda". (págs. 1 e 29 a 31)

- Militares da reserva do Brasil estão sendo contratados ilegalmente por agenciadores para integrar exércitos privados que atuam em países em guerra, como o Iraque. O italiano Giovani Spinelli foi preso pela PF após levar ex-soldados para treinamento no campo de instruções do Exército em Gericinó, no Rio. (págs. 1 e 3)

GAZETA MERCANTIL

- Montadoras sofrem para atender vendas recorde

- O consumidor brasileiro nunca comprou tanto carro. O mercado se mantêm aquecido mesmo em fevereiro, mês tradicionalmente enfraquecido pelo Carnaval e menor número de dias úteis. Nos primeiros 15 dias do mês, o comércio de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus novos cresceu 28% sobre igual período de 2006. Foram 91,7 mil unidades, ante 71,6 mil de 2006. Se o ritmo persistir, a indústria vai superar o resultado de janeiro, de 152 mil veículos comercializados.

"Está um negócio de louco", diz o presidente da Associação Brasileira dos Concessionários Fiat (Abracaf), Edmo Pinheiro. "Se a Fiat tivesse condições de faturar hoje todas as nossas vendas, a produção de março estaria praticamente garantida", afirma. Por conta da demanda, os estoques dos 420 pontos de revenda Fiat caíram de 20 para 10 dias. Modelos como Palio e Idea levam até 40 dias para a entrega. "Até dois meses atrás, tínhamos carros para pronta entrega; isto está cada vez mais difícil." O presidente da Associação Brasileira de Concessionárias Chevrolet (Abrac), Pedro Selene, diz que metade da produção de março já está vendida. Ele diz que a GM aumentará a produção de 32 mil para 40 mil unidades em março para tentar atender à demanda, principalmente em modelos em que já existe ágio, como o Prisma.

Sócio-proprietário da Green Automóveis, revenda da bandeira Volkswagen, Mauro Saddi diz, no entanto, que a forte concorrência impede a adoção generalizada do sobrepreço. "Alguns modelos, como importados e populares recém-lançados, podem sofrer algum ágio. Mas essa não é a regra geral do mercado", assegura. (págs. 1 e C-3)

- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem a Política Nacional de Desenvolvimento Regional, com previsão de R$ 11 bilhões em recursos para os fundos de financiamento regionais nos próximos quatro anos, além de incentivos fiscais para Norte e Nordeste. (págs. 1 e A-5)

- A cena externa bastante favorável aos emergentes segue promovendo sucessivos recordes de baixa no risco-Brasil, medido pelo JP Morgan. Ontem, no fechamento do mercado local, o indicador recuava 1,67%, a 176 pontos-base, nova mínima histórica para o País. (págs. 1 e B-1)

- A Caixa Econômica Federal (CEF) tem autorização legal para garantir um retorno mínimo para quem investir recursos do FGTS no fundo de infra-estrutura previsto no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). (págs. 1 e A-5)

- As excelentes perspectivas para o crédito imobiliário no Brasil já começam a atrair novos participantes a este mercado. O Citibank, afastado desde 2000, voltou em janeiro a oferecer o produto. Também em janeiro, o Banco do Brasil começou a operar, em parceria com a Poupex. BNP Paribas e GE Money confirmaram que estão de olho no segmento. Panamericano e BMG querem usar sua experiência em consignado para atrair as classes C e D. E o Votorantim vai dar crédito a construtoras. Mas, apesar do forte crescimento em 2006, o saldo de crédito imobiliário, de R$ 35,7 bilhões, ainda é só 2% do PIB. (págs. 1 e B-1)

- Márcio Cypriano - O sistema bancário brasileiro mostrou mais uma vez por que é sólido. (págs. 1 e A-3)

- Em dia agitado, a Telefónica disse apoiar mudança no estatuto da Portugal Telecom, o que daria à Sonaecom controle da operadora, se comprar 50% mais uma de suas ações. A reunião que pode aprovar a mudança será em 2 de março. (págs. 1 e C-1)

- O Carnaval carioca foi responsável pela contratação de 300 mil trabalhadores. Trata-se do total de empregados que promoveram a festa no Rio durante três meses antes da folia, segundo levantamento inédito do Sebrae-RJ, que será divulgado em março. Costureiras, músicos, vendedores ambulantes, artesãos, entre as tantas profissões que garantem desfiles e blocos, equivalem a mais de 10% da força de trabalho da região metropolitana do Rio.

Os empregos resultam de negócios que movimentaram cerca de R$ 1,5 bilhão no Carnaval, segundo o estudo. Das centenas de milhares de vagas temporárias, 60 mil são de postos permanentes.

Com a folia do Momo, o Rio de Janeiro conseguiu ser a única região pesquisada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a registrar estabilidade no nível de emprego em janeiro. No País, o desemprego cresceu em janeiro, chegando a 9,3% da População Economicamente Ativa (PEA). (págs. 1 e A-4)

CORREIO BRAZILIENSE

- Descaso no HUB amplia drama de vítimas do câncer

- Enquanto modernos aparelhos estão encaixotados há dois anos em um galpão, pacientes como Marcos Yuri, de 8 anos precisam sair de Brasília em busca de tratamento. A doença registra no DF um dos maiores índices de mortalidade do país. (págs. 1 e 25)

- Estados mais pobres lutam por recursos do PAC - Parlamentares do Centro-Oeste, Norte e Nordeste tentam mudar o Programa de Aceleração do Crescimento. Meta é destinar até 75% das verbas para as três regiões. (págs. 1, 2 e 3)

- Funcionários públicos que tinham contratos temporários e aqueles demitidos após acordo vão à Justiça para serem reintegrados ao Estado. (págs. 1 e 23)

VALOR ECONÔMICO

- SEC pune dois 'insiders' do caso Sadia-Perdigão

- A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais americano, anunciou ontem a punição do ex-diretor financeiro da Sadia Luiz Gonzaga Murat Júnior e do ex-funcionário do banco ABN AMRO Real Alexandre Ponzio de Azevedo por "insider trading" com ações da Perdigão no período da oferta hostil de compra feita pela Sadia. Ambos compraram recibos de ações da Perdigão nos EUA usando informação privilegiada da oferta.

Eles fizeram acordo com a SEC. Murat pagará US$ 364.432,12 em multas e foi proibido de atuar em companhias abertas por cinco anos. Ponzio de Azevedo pagará US$ 135.380,45 e não pode atuar no mercado financeiro por três anos.

Essas operações também deram origem à abertura de processo administrativo pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A investigação estende-se a outras operações com ações da Perdigão no mercado local e a autarquia já recebeu confissão de negociação irregular de um terceiro participante do mercado, cujo nome mantém em sigilo. Embora também exista no Brasil a figura do Termo de Compromisso, semelhante ao acordo feito com a SEC, não há proposta nesse sentido. No Brasil, o uso de informações privilegiadas no mercado é crime.

Em 10 de outubro, o Valor, tendo apurado a notícia da investigação da SEC e do envolvimento de seu diretor financeiro, procurou a Sadia. A empresa negou que Murat, homem forte da empresa, estivesse envolvido e justificou seu afastamento por questões pessoais. Mas a confissão de Murat feita ao conselho de administração da companhia rapidamente espalhou-se no mercado.

O termo de acusação no processo da SEC descreve em detalhes a conduta ilegal de Murat, que começou a comprar ações ainda durante as reuniões da Sadia com bancos de investimento para discutir a oferta de compra da Perdigão. A reunião, na qual foi sugerida a oferta, ocorreu em 7 de abril, e no mesmo dia Murat comprou 5.100 recibos de ações da Perdigão no mercado americano, por US$ 354.363. Continou comprando e vendeu quando a oferta foi retirada, com lucro de US$ 180,4 mil. Azevedo, desligado pelo Banco ABN AMRO Real, lucrou US$ 67.1675. (págs. 1 e A6)

- Presidente Lula propõe fundo de R$ 11 bi para obras regionais. (págs. 1 e A2)

- A resistência dos EUA em aliviar as barreiras comerciais que blindam sua indústria de etanol ameaça reduzir significativamente o alcance das iniciativas conjuntas que Brasília e Washington planejam adotar em torno do uso do álcool como combustível. Mas, paralelamente e em ritmo frenético, a iniciativa privada dos dois países trabalha numa aliança que, incluídos aportes em curso em ambos os mercados e o potencial de outros países das Américas e do Caribe, poderão resultar em investimentos de US$ 100 bilhões nos próximos cinco anos.

A idéia de criação de mecanismos de cooperação entre os dois governos ganhou impulso nas últimas semanas. "Mas quem espera maior abertura do mercado americano no curto prazo com essas discussões ..... ficará desapontado", disse Brian Dean, diretor-executivo da Comissão Interamericana do Etanol. Participam dessa comissão o ex-governador da Flórida Jeb Bush, irmão de George W. Bush, e Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura do Brasil.

Segundo Rodrigues, a união de forças privadas do Brasil e EUA visa fomentar a produção em países com pouca tradição no segmento. Nas Américas, o potencial chega a 200 bilhões de litros.

A visita de Bush ao Brasil, marcada para o início de março, deve resultar em um acordo que incluirá o etanol na lista de bens e serviços ambientais prevista no mandato negociador da Rodada Doha da OMC. Os presidentes devem assinar um memorando na área de etanol que reafirmará o compromisso de ambos com a abertura de mercados para o biocombustível, o estímulo à pesquisa científica e a criação de normas técnicas internacionais para o comércio do produto. (págs. 1 e B12)

- Alta sazonal do desemprego em janeiro já era esperada pelo IBGE. Renda dos trabalhadores ocupados cresceu 4,7% frente ao mesmo mês de 2006. (págs. 1 e A5)

- Naércio Menezes Filho: contra criminalidade, governos deveriam dar bolsa para jovens permanecerem na escola. (págs. 1 e A17)

- Ricardo Balthazar: momento político é inoportuno para retomar Doha. (págs. 1 e A2)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Frei Galvão - Um santo 100% nacional

Entrevista: Fábio Feldmann - Falta fazer a lição de casa - O ambientalista diz que ser país em desenvolvimento não serve mais de desculpa para o Brasil descuidar do próprio ambiente. (págs. 11 a 13)

À procura de uma vitrine na Esplanada - No imbróglio da reforma ministerial, há também a turma dos que sonham suceder a Lula na Presidência. (págs. 50 e 51)

Vergonha nacional - Processos contra políticos acusados de desviar recursos podem ser anulados. (págs. 52 e 53)

O bolero da inflação - Chávez e Kirchner, os campeões de inflação na América Latina, apelam para confiscos, tabelamentos e indicadores manipulados. (págs. 56 e 57)

Como o calor vai afetar o Brasil - Estudo inédito prevê o impacto do aquecimento global no país até o fim deste século. (págs. 84 e 85)

André Petry - Sexo, não. Câncer, sim - "É um desvio típico do fundamentalismo religioso lá e cá: eles não se contentam em viver segundo seus dogmas. Precisam que a humanidade inteira também o faça". (pág. 87)

Educação - Bye, bye, Brasil - Depois de financiar projetos sociais por 45 anos, a Usaid se prepara para deixar o país. (pág. 91)

A lição do Piauí - A escola campeã no ranking do MEC segue uma cartilha que deu certo em outros países: investe nos professores. (págs. 92 a 94)

Diogo Mainardi - Ia ser drástico, mas ia ser legal - "Trinta por cento da cocaína que passa pelo Brasil vem da Bolívia. Nós acabamos de dar um monte de dinheiro aos bolivianos: 100 milhões de dólares ao ano. O que Lula acha de exigir uma contrapartida de Evo Morales, condicionando a esmola da Petrobras à luta contra os produtores de droga?" (pág. 113)

Roberto Pompeu de Toledo - O humor lúgubre que domina o país - "A retomada do projeto de um trem veloz entre Rio e São Paulo é uma boa notícia, mas... dá para levar a sério?" (pág. 122)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- Exclusivo: O diário amoroso de Carlos Lamarca, o capitão da guerrilha do Brasil

Entrevista - Paulo Salim Maluf - "Lula malufou" - Agora como deputado, o velho político diz que o presidente está à sua direita e promete brigar com o Ministério Público. (págs. 7 a 11)

O poder do MST - Mudança de cálculo para definir se as fazendas são produtivas abre nova guerra entre os sem-terra e os ruralistas. (págs. 28 a 30)

Por que Lula espera tanto - Como de costume, o presidente demora demais para definir sua equipe, enquanto petistas e aliados se movimentam com os olhares voltados para o Orçamento e para a eleição de 2010. (págs. 32 e 33)

Um entrave chamado Ibama - Órgão virou o ano com dívida de R$ 44 milhões, telefones cortados e contas abertas nos Estados. (pág. 34)

Exclusivo - O guerrilheiro apaixonado - As cartas escritas pelo capitão Carlos Lamarca à sua amada Iara Iavelberg dias antes das trágicas mortes de ambos, em 1971, revelam o lado passional do revolucionário implacável. Nos textos, demonstrações de afeto, ciúme e a amarga constatação do quanto a distância da companheira o torturava. (Capa e págs. 36 a 41)

O bom futuro da Amazônia - Começa uma "onda verde" para garantir o desenvolvimento da região sem agredir a floresta. (págs. 74 e 75)

ÉPOCA

TÍTULO DE CAPA

- O primeiro santo brasileiro - A vida, a obra e os milagres de Frei Galvão, o religioso que o Papa Bento XVI vai canonizar em sua visita ao Brasil.

Brasil - Política externa - Não influímos mais nada? - Com o avanço de Chávez, a liderança brasileira na América Latina foi posta em xeque. Agora, Lula se tornou a esperança de Bush para deter a influência da Venezuela. (págs. 38 e 39)

Brasil - Ministério - Todos os homens do presidente - Esse é o título que gostaríamos de dar para um artigo sobre a reforma ministerial. Mas o presidente Lula não está colaborando. (págs. 40 e 41)

Nossa Política - Fernando Abrucio - A difícil arte de fazer um bom ministério - "Pena que a escolha das prioridades e ações conjuntas esteja em segundo plano no debate sobre o novo ministério". (pág. 42)

Brasil - Maranhão - Quem grampeou o governador? - A polícia encontrou um equipamento de escuta ilegal no gabinete de Jackson Lago. Seus assessores acusam o grupo ligado a José Sarney. (págs. 44 e 45)

Para onde vão nossos diamantes - Por que o Brasil deixa a maior jazida de diamantes do país, na terra dos índios cintas-largas, entregue aos contrabandistas? (págs. 46 a 50)

Nossa economia - Gustavo H. B. Franco - A lógica de Kafka - "Lula, como tantos presidentes, obedece à máxima kafkiana de nomear opostos para a economia." (pág. 51)

Entrevista - Leôncio Martins Rodrigues - Não dá mais para ignorar os pobres - Eles estão obrigando partidos como PSDB ou PFL a mudar de cara, afirma o cientista político. (págs. 54 a 56)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Eles têm a chave da sua casa...

... e de seu escritório, de hotéis, hospitais, etc. Conheça os homens que, com sofisticada engenharia financeira, estão à frente dos maiores projetos imobiliários do País.

Entevista - Antônio Carlos Rego Gil - "Sem reduzir tributos não se cria tecnologia" - Presidente da CPM, uma das maiores empreas de software do Brasil, diz que falta apenas uma melhor política fiscal para o Brasil competir com a Índia no mercado de serviços de tecnologia. (págs. 14 a 16)

Lula remonta as peças do BC - Henrique Meirelles está confirmado no comando. Mas os diretores terão de passar pelo crivo presidencial. É uma guinada e tanto na política econômica. (págs. 20 a 22)

O monstro voltou - A inflação ressurge na Venezuela e na Argentina. E os planos de controle de preços também parecem coisa do passado. (pág. 23)

O plano para queimar Gerdau - Jorge Gerdau estava a um passo do Desenvolvimento, mas uma explosão na Açominas pode minar suas chances. (págs. 24 e 25)

O cerco aos cartéis - Depois de várias operações contra a ação dos oligopólios, falta definir quem comandará a Secretaria de Direito Econômico no segundo mandato. (págs. 26 e 27)

O samurai da aviação - A nomeação do brigadeiro Juniti Saito para a Aeronáutica esvaziou um novo apagão aéreo. Quem é esse nissei que chegou ao topo da hierarquia militar? (págs. 28 e 29)

Nossa Caixa precisa de São Paulo - As armas do novo presidente do banco paulista para manter as contas do funcionalismo. (págs. 76 e 77)

Artigo - Octávio Costa - E se Lula fosse carnavalesco? - "Até agora, o presidente só definiu o enredo, que se chama PAC. Mas não colocou o bloco na rua e sua escola empaca no quesito evolução". (pág. 78)

CARTA CAPITAL

TÍTULO DE CAPA

- Quem tem medo da política externa?

* As acusações de antiamericanismo ainda ecoam no Itamaraty

* Celso Amorim: "Sou de esquerda"

* Afonso Arinos: "A diplomacia de FHC não foi altiva"

Sextante - Antonio Delfim Netto - O PAC e a dívida - "O plano é uma aposta no poder indutor do governo de acender o "espírito animal" do empresariado". (pág. 19)

A idéia da independência - Diplomacia - Por que a política externa brasileira ainda provoca reações iradas de certos setores, dentro e fora do Itamaraty. (Capa e págs. 20 a 23)

Contra a submissão - Entrevista - Para Celso Amorim, os críticos confundem autonomia com ideologização. (Capa e págs. 24 a 26)

Diplomacia autônoma - Entrevista - O ex-deputado Afonso Arinos traduz o que é ter posição independente. (Capa e págs. 27 a 29)

A volta dos jesuítas - Paraguai - A eleição de Assunção pode vir a ser mais importante para o futuro do Brasil e do Mercosul que a de Washington. (págs. 36 e 37)

Ouvidos abastecidos - Marketing - A Petrobras foge da publicidade tradicional com o patrocínio de um festival de música na América Latina. (págs. 40 e 41)

EXAME

TÍTULO DE CAPA

- Onde investir 2007 - As ações que vão brilhar na bolsa. As carteiras mais indicadas para cada perfil de investidor. Os IPOs mais promissores. As oportunidades do mercado imobiliário. Quando a renda fixa vale a pena.

O Congresso quer as reformas - Pesquisa exclusiva feita por "Exame" com 533 deputados federais e senadores comprovou que, pelo menos no Parlamento, há espaço para aprovar as mudanças estruturais de que o país precisa. (págs. 52 a 55)

O verde que amadureceu - Com pouco mais de um mês como secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, o ex-ecoxiita Carlos Minc já aprovou mais de 100 projetos de empresas. (págs. 56 a 58)

Dá para cortar os juros em 3 pontos de uma vez? - Sim. Com a simples definição de um mandato para o presidente do Banco Central, cairia o risco de a inflação escapar de controle - e o custo do dinheiro seria menor. (págs. 60 e 61)

O biodiesel virou negócio - A escalada de investimentos para atender à mistura de 2% no diesel em 2008 sugere um fenômeno semelhante ao do etanol. (págs. 68 a 70)

Vida Real - J. R. Guzzo - O que a teoria não explica - "Ninguém consegue dizer por que tudo o que deveria dar errado na economia está dando certo." (págs. 72 e 73)

Sete Perguntas para Clifford Sobel - "O Brasil pode fazer muito mais" - Segundo o embaixador americano no país, o governo precisa adotar uma política comercial mais pragmática e olhar além do Mercosul. (pág. 138)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.