28/01/2007

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
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JORNAL DO BRASIL

- Amazônia em perigo - A ocupação silenciosa

- Os invasores da Amazônia agem com discrição de monge. Avessos a barulhos, usam como armas as alianças com ONGs. Liderada pelos EUA, a frente de ocupação abrange nações européias e sul-americanas. A presença estrangeira assumiu dimensões alarmantes, adverte um relatório confidencial produzido por serviços de inteligência do governo federal. (pág. 1)

- Os turistas estrangeiros desembarcam no Rio inquietos com histórias de violência. No dia seguinte, já se declaram apaixonados pelo lugar. A pedido do "JB", alguns visitantes escreveram sobre a cidade. Os textos incluem emocionadas declarações de amor, em prosa e verso. (pág. 1, Cidades e pág. A14)

- Traficantes de Realengo e Magalhães Bastos estão usando menores de 14 anos, drogados e armados com fuzis, como escudos humanos contra as milícias. Moradores de algumas favelas agora exibem nas portas um triângulo verde em sinal de apoio aos milicianos. (pág. 1 e Cidades, págs. A15 e A16)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Indústria começa ano em ritmo lento

- As vendas da indústria estão mais baixas, e os estoques, mais altos do que o previsto para o mês. E não há planos para elevar o emprego no setor. Essa é a constatação de pesquisa inédita da Fiesp, entidade que reúne indústrias paulistas. Segundo o levantamento, batizado de Sensor, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) deve ter efeito apenas nos setores que forem beneficiados com os investimentos públicos e com a desoneração de impostos.

A pesquisa, criada em junho do ano passado, é o resultado de uma média de pontos estabelecidos para cinco quesitos (mercado, vendas, estoque, emprego e investimento) - 50 pontos equivalem à estabilização. A média dos cinco quesitos alcançou 47,8 pontos neste mês. Para a Fiesp, significa que a indústria registra desempenho pior do que o planejado, apesar de as medidas do PAC já estarem sendo debatidas desde o final do ano passado. (pág. 1 e B1)

- A eleição para presidente da Câmara deve ser decidida em segundo turno entre Arlindo Chinaglia (PT-SP) e Aldo Rebelo (PC do B-SP), indica enquete da "Folha" com 441 deputados eleitos. Dos entrevistados, 35,1% votariam em Chinaglia, 29,2% em Aldo, e 14,5% em Gustavo Fruet (PSDB-PR) - 21,2% dos deputados não revelaram o voto. Se não fosse Fruet, o petista teria boas chances de vencer no primeiro turno. (págs. 1, A4 e A6)

- O governo espera para o setor de infra-estrutura social e urbana, basicamente habitação, a maior contribuição do setor privado para o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). A estimativa é a de que R$ 42 bilhões sejam investidos em habitação por meio da caderneta de poupança em quatro anos. (pág. 1 e B3)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Se der certo, PAC trará risco de um novo apagão

- Se o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) der certo e a economia crescer a 5% ao ano, o País correrá o risco de enfrentar um novo apagão. É o que diz relatório confidencial elaborado pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, informam Lu Aiko Otta e Leonardo Goy. (pág. 1)

- Durante a Reunião de cúpula do Mercosul o presidente Lula, com o apoio do colega argentino Nestor Kirchner, advertiu o venezuelano Hugo Chávez dos perigos de seus ímpetos nacionalizantes. A referência à democracia feita por Lula no lançamento do PAC, dias depois, foi vista como um recado ao venezuelano. Lula vê Chávez como homem que facilmente cruza a fronteira entre o divertido e o inconveniente. (pág. 1)

- O senador Tasso Jereissati, presidente do PSDB, levará à Executiva do partido proposta para que os futuros candidatos presidenciais sejam escolhidos em prévias partidárias. "O PSDB deixou de ser um partido pequeno, que tinha decisões baseadas em poucas pessoas. Isso não funciona mais", disse, em entrevista ao "Estado". Aos "mesmos de sempre", ele avisa: não deixa a presidência do PSDB nem um dia antes do fim do seu mandato, em novembro. (págs. 1 e A8)

O GLOBO

- Dinheiro da habitação só dá para a metade dos projetos

- O pacote do crescimento (PAC) prevê a aplicação de R$ 4 bilhões a fundo perdido para urbanização de favelas e moradia das famílias mais pobres, mas esse dinheiro é suficiente para financiar apenas a metade dos projetos já mandados por estados e municípios. Estão na fila 5.500 projetos, dos quais 90 foram enviados pelo Rio. Favelas cariocas, como a Maré, estão entre os maiores beneficiados pelo programa. (págs. 1, 29 a 31)

- As despesas com extras dos deputados federais chegaram a R$ 81 milhões em 2006, dinheiro suficiente para pagar benefícios do Bolsa Família a 113 mil famílias por um ano. A verba para gastos extras, de R$ 180 mil, foi totalmente gasta por 74 deputados. A partir de abril, quando foi limitado o gasto com combustível, eles concentraram as despesas em consultorias. (págs. 1 e 3)

GAZETA MERCANTIL

- US$ 2,4 bilhões para produção de fertilizante

- Investimentos de US$ 2,4 bilhões da Petrobras, Galvani, Bunge, Mosaic e Fosfertil deverão aumentar em 30% a oferta nacional de fosfatados e nitrogenados para a fabricação de fertilizantes. O valor, estimado para ser aplicado nos próximos seis anos, poderá reduzir a necessidade de importação do País dessas matérias-primas e gerar uma economia na balança comercial brasileira de US$ 615 milhões até 2012.

O projeto de investimento prevê duas minas para exploração de fosfatados - uma localizada em Catalão (GO) e outra em Tapira (MG) -, cujos estudos de viabilidade já estão concluídos. A fábrica para produção de uréia e amônia será em outro estado do Centro-Oeste. O aumento da produção interna também vai contribuir para que as indústrias de insumos instaladas no País acompanhem o crescimento da agricultura, previsto em 30% nos próximos seis anos.

De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Matéria-Prima para Fertilizante (Sinprifert), Paulo César Mathias Tinoco, esse investimento é fundamental para que o setor não perca espaço para os concorrentes estrangeiros, "que detêm atualmente 58% do mercado de fertilizantes no Brasil". Essa participação, segundo ele, se deve em boa parte ao fato de o produto importado estar isento da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul, que varia de 4% a 6%. Caso essa isenção não seja revista, o projeto deve sair, mas poderá ser redimensionado, diz Tinoco. O presidente do Sinprifert afirma ainda que o setor tem "desvantagens porque pagamos o imposto interestadual, em média de 8%". (págs. 1 e C-7)

- O presidente Lula vai reunir presidentes dos partidos aliados, terça-feira, na tentativa de neutralizar reclamações de governadores sobre o Programa de Aceleração do Crescimento. Um dia antes, governadores vão debater PAC. O Planalto demonstra pouca disposição a mudanças. Em Davos, Suíça, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, evitou criticar a queda de 0,25 ponto da Selic. (págs. 1 e A-8)

- Opinião - Roberto Rodrigues - PAC e o agronegócio: benefícios indiretos e demandas não atendidas. (págs. 1 e A-3)

- A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) vão antecipar de agosto para maio próximo as eleições das duas entidades e lançar a candidatura única, pela situação, do presidente da federação, Paulo Skaf. Com isso se fortalecem para enfrentar uma possível candidatura de oposição encabeçada pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan. (págs. 1 e A-9)

- A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça recomendou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) a condenação, por formação de cartel, das cinco maiores fornecedoras de gases para indústrias e hospitais. A SDE defende punição "exemplar" para White Martins, Air Liquid, Air Products, AGA e Indústria Brasileira de Gases (IBG).

A SDE sugere ao Cade a aplicação da maior multa já imposta pelo órgão. Pela legislação, o Cade pode impor multa de até 30% do faturamento bruto anual das empresas no ano anterior ao da infração. A investigação começou em 2003. Considerando-se o faturamento daquele ano, de R$ 2,4 bilhões, a pena seria de R$ 720 milhões. O maior valor já aplicado foi de R$ 100 milhões. Investigadas desde 2003, as empresas são acusadas de dividir o mercado privado e o público. Além de combinar os preços, decidiam previamente quem venceria licitações para fornecer oxigênio a hospitais públicos. (págs. 1 e A-10)

- O superávit em transações correntes recuou 3,26% no ano passado, chegando a 13,528 bilhões. O aumento de 28,91% das remessas de lucros e dividendos para o exterior por multinacionais no País, para US$ 16,354 bilhões, foi determinante para o resultado. (págs. 1 e A-4)

- A Embraer negocia com a Japan Airlines (JAL) a venda de dez jatos no valor de US$ 330 milhões. A operadora informou que a encomenda de aeronaves poderá mudar, uma vez que o mercado japonês de aviação regional está crescendo. Os modelos pretendidos são os jatos das famílias 170 e 190. (págs. 1 e C-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- Viagem do medo nos ônibus do DF

- Entre 2005 e 2006, número de assaltos a coletivos aumentou em 19 das 29 regiões administrativas. Secretaria de Transportes estuda a instalação de equipamentos de monitoramento eletrônico na frota. (págs. 1, 25 e 26)

- No primeiro mandato do presidente Lula, o partido se dividia entre governistas e oposicionistas. Agora a batalha entre velhos e neogovernistas é por interlocução com o Planalto e espaço na Esplanada, mas contamina também a eleição para a Presidência da Câmara. (págs. 1 e 2)

VALOR ECONÔMICO

- Cade enterra 'esqueletos' de processos sem provas

- O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) resolveu limpar as gavetas. Responsável por condenações milionárias a empresas que combinam preços e dividem mercados, nas últimas semanas o órgão usou suas sessões de julgamento para encerrar inúmeras denúncias antigas de cartel, há anos sem solução, e que se relacionavam a setores de interesse público, como medicamentos, telefonia e combustíveis. Um suposto cartel entre administradoras de cartões de crédito, que começou a ser investigado em 1997, foi arquivado na semana passada. No setor de combustíveis, o Cade arquivou denúncias feitas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e por consumidores por causa de semelhanças entre os preços nos postos de gasolina em cidades do interior de Santa Catarina.

O mesmo fim teve a apuração sobre preços excessivos de remédios, requerida pela CPI dos Medicamentos da Câmara dos Deputados, em 2000. E ainda as denúncias contra promoções feitas por companhias telefônicas: foram arquivadas investigações pedidas pela Embratel e pela Telemar contra descontos concedidos aos clientes da Vivo que optavam pela Telefônica em suas ligações de longa distância.

Só na última sessão, o Cade arquivou seis casos de denúncia de cartel que começaram a ser analisados pelo governo antes de 2000. "São os nossos cadáveres insepultos", definiu a presidente do órgão, Elizaberth Farina. Os conselheiros do Cadê sempre tiveram receio em arquivar investigações sobre a formação de cartéis, porque temiam ser responsabilizados caso as denúncias se confirmassem no futuro. E pediam novas investigações à Secretaria do Direito Econômico. Agora, a ordem é arquivar "esqueletos" para concentrar esforços nos casos em que há provas consistentes. (págs. 1 e A2)

- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, tiveram de atenuar suas divergências em público ontem, por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Logo que chegou no elegante Hotel Belvedere, o presidente avisou que não falaria sobre juros, mas que Mantega e Meirelles iriam dar entrevista. O porta-voz da Presidência, André Singer, pegou o telefone, localizou os dois em hotéis diferentes e ambos deram entrevista de pé, no hall do hotel, enquanto executivos internacionais entravam e saíam sem entender nada.

Mantega atribuiu a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), de cortar em apenas 0,25 ponto a taxa Selic, a uma estratégia para prolongar as reduções dos juros ao longo do tempo, ou seja, "para que haja mais reduções". Já Meirelles disse que a decisão "aumentou a probabilidade" de flexibilização futura da política monetária. (págs. 1 e C2)

- Para governo, déficit da Previdência, de 2% do PIB, está estabilizado. (págs. 1 e A5)

- As remessas de lucros e dividendos pelas multinacionais superaram os pagamentos de juros da dívida externa pela primeira vez desde 1973, segundo dados do Banco Central. A saída de lucros e dividendos subiu 29% em 2006, chegando a US$ 16,354 bilhões. Tornaram-se o principal item da conta de serviços rendas do balanço de pagamentos, na frente dos juros - que caíram 16,5 no ano, para US$ 11,267 bilhões. Os números refletem uma mudança estrutural do passivo externo do país, com queda da dívida e aumento dos investimentos diretos. (págs. 1 e C1)

- Naércio Menezes Filho: só gastar mais não eleva a qualidade de ensino. (págs. 1 e A13)

- Ricardo Balthazar: EUA não querem abrir portas para o etanol do Brasil. (págs. 1 e A2)

- O novo presidente do México, Felipe Calderón, articula um ataque aos monopólios mexicanos. O país não é competitivo o suficiente, diz ele. Um alvo óbvio é a Telmex, operadora controlada pelo terceiro homem mais rico do mundo, Carlos Slim. Para Calderón, o custo da ligação telefônica é muito alto e é preciso reduzi-lo por meio de um ambiente de forte concorrência. "A forma para fazer isso é eliminar barreiras à entrada de qualquer um disposto a oferecer serviços mais baratos". Ele também quer mudar a Pemex, estatal que detém o monopólio petrolífero, e cita os exemplos da Petrobras e de empresas chinesas, que usam fontes alternativas de financiamento, como a venda de ações, sem privatização. (págs. 1 e A11)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Políticos - Pesquisa Ibope - O que os brasileiros pensam deles: "desonestos, insensíveis, mentirosos..."

Entrevista: Delfim Netto - "Esqueceram os índios" - O ex-ministro tem uma explicação para a vitória de populistas na América Latina: economista não entende nada de urna. (págs. 11 a 15)

"Desonestos, insensíveis e mentirosos" - Esses são alguns dos adjetivos que os brasileiros atribuem aos parlamentares, segundo pesquisa do Ibope encomendada por "Veja". O estudo mostra que, embora a maioria dos entrevistados considere o Congresso fundamental para a democracia, a imagem dos que hoje o habitam não poderia ser pior. (págs. 48 a 54)

Um caso de miséria construída - Destruído por sucessivas gestões ruinosas, Alagoas entra em colapso novamente. (pág. 56)

O governo dá sua cartada - Se bem executado, o pacote para turbinar o crescimento pode melhorar a eficiência do estado. Mas não a da economia. (págs. 58 a 60)

De olho em 2010 - O programa econômico do governo levanta até a hipótese absurda de um terceiro mandato para Lula. (pág. 61)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- O que está por trás da ascensão de Dilma

- 23 coisas que você deve saber para cuidar bem do seu dinheiro em 2007

Ela tem a força - Como Dilma Rousseff, comandante do Plano de Aceleração do Crescimento, se tornou a figura mais importante do segundo governo Lula. (págs. 26 a 31)

Entrevista - Roberto Romano - "Sem Lula, o PT vai se dissolver" - O partido só se une em torno do presidente e poderá rachar quando ele deixar o governo, diz o filósofo. (págs. 35 a 56)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- A nova ciência da menopausa - As últimas descobertas sobre essa delicada fase da mulher estão provocando uma reviravolta nos tratamentos e na maneira de encarar a vida na maturidade.

- Corrupção na Paraíba chega ao Senado

Davos entre o crescimento e o medo - Os ricos estão eufóricos: eles ficam cada vez mais ricos. E assustados: o terror e o clima ameaçam a festa. (págs. 26 a 28)

Chinaglia de cabeça feita - Candidato do PT faz as contas, afina discurso e já se vê na presidência da Câmara. (pág. 30)

As fraudes do novo senador - Escutas telefônicas, depoimentos e documentos levam Polícia Federal a apontar o tucano Cícero Lucena como chefe de uma quadrilha que roubou R$ 20,4 milhões da prefeitura de João Pessoa. Detalhe: em fevereiro, ele toma posse no Senado. (págs. 32 a 35)

Todo poder aos índios - Eles são menos de 1% da população brasileira, mas detêm 12,9% do território nacional. Organizados pela Igreja e com métodos do MST, os indígenas podem bloquear 200 projetos de crescimento do país. (págs. 36 a 38)

Será o motor da retomada? - Pacote é tímido e depende de aprovação no Congresso Nacional. Mas o governo acerta ao estimular a habitação. O tão esperado anúncio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na segunda-feira 22, em Brasília, teve pompa e circunstância. Mas faltou substância. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou investimentos de R$ 503,9 bilhões nos próximos quatro anos nos setores de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos. (págs. 68 a 71)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Febre dos PCs - As vendas de computadores explodiram no Brasil. Só no ano passado cresceram 47%, dezessete vezes mais do que todo o resto da economia. E um aviso: o fenômeno está só no começo. Descubra as razões dessa arrancada.

- Pacote Lula - O que você pode ganhar com o PAC do governo.

Entrevista - André Franco Montoro Filho - "É preciso dar um basta na sonegação". Presidente do ETCO condena a postura passiva da sociedade diante da pirataria e de outras práticas de concorrência desleal, que causam perdas de pelo menos R$ 10 bilhões por ano ao País. (págs. 16 a 18)

Aceleração do crescimento - Isso é o que o presidente Lula quer com o lançamento do PAC. Mas a reação de economistas e empresários foi cautelosa. Eles acreditam que a economia só ganhará fôlego com o corte nos gastos públicos e a redução da carga tributária. (págs. 22 a 25)

O mundo bem arrumado de Davos - Numa economia global a pleno vapor, o tradicional encontro suíço vê um mundo cor-de-rosa e exalta o futuro poder dos emergentes. (págs. 28 a 29)

Ainda mais computadores - Depois da explosão nas vendas de PCs domésticos, agora é a vez de as empresas se beneficiarem com as máquinas mais baratas. (págs. 30 a 33)

CARTA CAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Exclusivo - Brasileiros a serviço de Bush - Acusado na Itália de recrutar mercenários para a Guerra do Iraque, Giovanni Spinelli treinou militares da reserva para lutarem ao lado dos americanos.

- Contra o crescimento? O Banco Central mina o PAC

- Computadores - Os impostos caem e as vendas aumentam no Brasil

O futuro nos teclados - Os PCs invadem os lares brasileiros, enquanto a indústria da informática, embalada por benefícios fiscais, cresce e atrai investimentos. (págs. 10 a 15)

A velocidade da lesma - O segundo mandato de Lula começa com o anúncio de plano de crescimento. Como, se o Copom não solta o freio? (págs. 20 a 24)

Do Social à política? - A questão é se movimentos sociais em rede bastam para salvar a Terra. (págs. 26 a 28)

Mercenários made in Brasil - Depois de recrutarem na Itália, especialistas atuam entre nós... (págs. 34 a 39)

Um debate nuclear - No Brasil e no mundo, discute-se a conveniência de novas usinas. (págs. 44 a 45)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- Caça aos talentos - A competição pelos melhores cérebros atinge seu ápice. E a briga por profissionais que fazem a diferença hoje é global. As empresas brasileiras estão preparadas?

- Economia: o plano do presidente Lula para acelerar o crescimento econômico do país erra o alvo.

Uma oportunidade perdida - O Programa de Aceleração do Crescimento evitou as medidas que poderiam acelerar de fato o crescimento. (págs. 28 e 29)

Embaixadores do etanol - Eles levam na bagagem a tecnologia do álcool brasileiro. E trazem novos negócios para o país. (págs. 30 a 33)

Como desacelerar o crescimento - No discurso, o governo promete fazer o país crescer mais. Na prática - como se viu na suspensão de novas concessões de rodovias federais -, o que faz é pisar no freio. (págs. 42 a 43)

A nova ameaça chinesa - Empresas brasileiras sofrem mais um golpe das concorrentes chinesas desta vez na África. (págs. 54 a 56)

5 exemplos que merecem ser copiados - Eis um ponto de partida para governadores e prefeitos dispostos a fazer uma boa administração: inspirar-se nos raros modelos de gestão pública de qualidade. (págs. 88 a 93)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.