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28/02/2007
JORNAL DO BRASIL - Três vidas por R$ 2 mil - Társio Wilson Ramirez era tratado como um filho pelo casal francês Christian Doupes e Delphine Duyére, que conhecia há uma década. Era amigo, ainda, do também francês Jerôme Faure. Ontem de manhã, matou os três a facadas no prédio em que moravam na Ronald de Carvalho, em Copacabana. Pagou R$ 2 mil peara que dois outros criminosos o ajudassem. Társio era coordenador de um projeto de dança da ONG dirigida pelo casal, Terr'Ativa, da qual havia roubado R$ 80 mil. (pág. 1 e Cidade, págs. A10 a A13) - O primeiro dia de reparos em uma pista do Aeroporto de Congonhas sinaliza a confusão: 129 pousos e decolagens transferidos e horas de atrasos, com reflexos até no Aeroporto Santos Dumont. (pág. 1) - Deu a louca no mundo - Governo chinês ameaça intervir no mercado financeiro. E as bolsas de valores caem no mundo inteiro: 6,6% no Brasil, 3,1% nos EUA e 2,9% na Alemanha. (pág. 1 e Economia, pág. A17) FOLHA DE SÃO PAULO - China derruba Bolsas no mundo - Os mercados de todo o mundo registraram quedas expressivas depois que a Bolsa de Xangai (China) desabou 8,84%. O efeito dominó atingiu a Ásia, a Europa, os EUA e os emergentes. A Bovespa caiu 6, 63%, e o risco-país subiu 12%, para 204 pontos. Em Nova York, o Dow Jones recuou 3,29%. As quedas foram as maiores desde a semana dos ataques de 11 de setembro de 2001. (pág. 1) - O Ministério do Desenvolvimento Social recebe hoje apenas 70% dos dados sobre freqüência escolar dos beneficiados com o Bolsa Família, o que equivale a 11,4 milhões de crianças. A União ignora se 4,9 milhões de alunos cumprem as exigências do programa.
Segundo dados divulgados pelo próprio ministério, o governo federal é informado precariamente pela maior parte dos municípios brasileiros sobre a freqüência escolar e o cumprimento das exigências de saúde dos beneficiados pelo Bolsa Família -duas contrapartidas impostas pelo programa para manter os repasses. (...) (pág. 1) - Vinicius Torres Freire: Ano do porco ou ano do cão? - (...) Mas o que detonou o pânico na China? Além do contágio chinês, há motivos que podem induzir investidores globais a adotar atitudes ainda mais defensivas e fugir do risco? Aliás, lembre-se: fuga do risco significa também fuga do Brasil. Há motivos para novas quedas nos mercados? Em tese, sim. A Bolsa chinesa é instável, nova e está contaminada por especulação primitiva e negociatas. (...) (pág. 1) - A elevação no nível dos mares decorrente do aquecimento global poderá deslocar, até o final deste século, até 42 milhões de pessoas que habitam cidades litorâneas no Brasil. Por conta do calor, casos de doenças como febre amarela, malária e dengue devem aumentar. A Amazônia pode esquentar até 8C, com vastas porções de floresta cedendo lugar a uma vegetação semelhante ao cerrado. (...) (pág. 1) - Entre 1994 e 2004, o Rio de Janeiro perdeu a posição de liderança no ranking nacional de taxa de homicídios, cedendo o posto para Pernambuco, que registrou taxa de 50,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes. O Espírito Santo se manteve no segundo lugar, seguido do Rio de Janeiro. São Paulo, 10º colocado, ficaria à frente se fosse considerado o número absoluto de homicídios -em 2004, foram 11.216 registrados pelo Sistema de Informações de Mortalidade, base de dados usados no estudo Mapa da Violência. (...) (pág. 1) O ESTADO DE SÃO PAULO - China derruba mercados mundiais - A Bolsa de Xangai despencou ontem quase 9%, maior queda em uma década, e arrastou o mercado acionário mundial. O impacto foi especialmente forte na Bolsa de São Paulo, que caiu 6,63%. E Nova York, a baixa foi de 3,24%, a maior em cinco anos, e a Nasdaq recuou 3,86%. Houve quedas fortes também na Europa, na Ásia e no restante da América Latina. Segundo analistas, dois fatores determinaram o movimento. O primeiro é o receio de que a economia chinesa se desacelere - nos últimos seis anos, o PIB do país se expandiu a 10% ao ano e foi o principal motor da economia mundial; na próxima semana a Assembléia Popular Nacional chinesa se reúne e teme-se por suas decisões econômicas. O segundo fator é o medo de que haja uma bolha no mercado acionário chinês - o Índice Xangai Composto teve 130% de alta no ano passado. A colunista Sonia Racy informa que os mercados reagiram ainda á decisão chinesa de investigar atividades ilegais com ações e à divulgação de que a economia americana está enfraquecendo. Títulos e moedas de países emergentes também se desvalorizaram. (págs. 1, B1, B3 e B4 e Coluna 'Direto da Fonte', pág. B2) - Notas e Informações - Por mais enfáticas que sejam as declarações de Lula de solidariedade com o Uruguai, o presidente Vázquez sabe que seu país não figura entre as prioridades da política externa brasileira. (págs. 1 e A3) - O ex-embaixador Roberto Abdenur reforçou ontem suas críticas contra a política externa brasileira, em audiência pública na Comissão de Política Exterior e Defesa Nacional do Senado. Para ele, o Brasil teve oportunidade de concluir a Alça e o modelo político de Hugo Chávez fará da Venezuela uma "ditadura". (págs. 1 e A4) - O Senado aprovou, por aclamação, a Medida Provisória 327, que permite a venda de algodão transgênico ilegalmente plantado no País e torna menos rígidas as regras para aprovação comercial de organismos geneticamente modificados. O texto vai agora para sanção do presidente Lula,a que pode vetar as mudanças. (págs. 1 e A15) - O governador de São Paulo, José Serra, apóia a proposta do governo federal de tributação do ICMS no destino - onde o produto é consumido e não mais no local de produção. "Teríamos uma diminuição, quase o desaparecimento, da guerra fiscal", disse. A mudança será discutida em reunião do presidente com os governadores. (págs. 1 e A5) - Artigo - Milton Lourenço: O Estado brasileiro não sabe direcionar o que arrecada. (págs. 1 e B2) - A Fundação Zerbini, que administra o Incor, acatou exigências do governador José Serra e vai se livrar de R$ 120 milhões de sua dívida de R$ 245 milhões. O governo do Estado assumirá esse débito em troca de mudanças na fundação, como um rigoroso ajuste administrativo que significará o corte de 70% dos funcionários. (págs. 1 e A14) O GLOBO - Número de homicídios cresce mais no interior - Um estudo divulgado ontem mostra que a violência urbana, depois de atingir índices explosivos nas capitais e regiões metropolitanas do Brasil, está agora se espalhando rapidamente pelo interior do país. O Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros revela que, entre 1999 e 2004, as taxas de homicídios cresceram 5,4% por ano nas cidades do interior, contra 0,8% nas áreas metropolitanas. Em 2004, os 556 municípios com as mais altas taxas de homicídios registraram 81,9% das mortes de jovens entre 15 e 24 anos, e 96,6% dos assassinatos ao se levar em conta a população como um todo. O Estado do Rio tem 42 cidades nesta relação de 556, sendo que, proporcionalmente ao número de habitantes, Itaguaí é a quarta, e Macaé a quinta cidade do país com mais jovens assassinados. O Estado do Rio tem ainda 49 cidades entre as 556 com mais homicídios por armas de fogo. (págs. 1 e 3 a 8) - Um corredor de campos de mais de 600 mil quilômetros quadrados dividirá a Amazônia ao meio até o fim do século, se o atual ritmo de aquecimento do planeta for mantido e parte da floresta secar. A previsão está no mais dramático estudo sobre mudanças climáticas no Brasil, apresentado ontem pelo Ministério do Meio Ambiente. Cientistas prevêem uma elevação de até 40 centímetros no nível do mar. O Rio foi considerado uma das cidades mais vulneráveis. (págs. 1 e 28) GAZETA MERCANTIL - Bolsa chinesa abala mercados pelo mundo - Dez anos após a crise asiática, uma nova onda de aversão ao risco deixou os negócios globais temerosos. Desta vez, o movimento começou no mercado acionário chinês, que ontem caiu quase 9%. A depreciação das bolsas da China, associada ao temor de recessão nos EUA, teve efeito devastador. Nenhum mercado foi poupado. O Dow Jones caiu 3,29%, 416,02 pontos, um dos maiores recuos de sua história. A Bovespa atingiu a pior queda desde setembro de 2001 e fechou com recuo de 6,63%. As moedas de países emergentes e os títulos da dívida externa perderam valor. O dólar subiu 1,73%, a R$ 2,118 e o risco-Brasil, 10,43%, a 201 pontos-base. A queda nas bolsas chinesas começou após a criação de uma força-tarefa para combater condutas ilegais no mercado acionário. Temerosos, os investidores decidiram reajustar suas posições, realizando lucros. "É preciso lembrar, para entender que aconteceu, que as bolsas mundo todo estão em suas máximas históricas e qualquer desconfiança é boa para uma realização", disse Roberto Padovani, estrategista de Investimento Senior para América Latina do banco WestLB. O efeito dominó foi sentido nas commodities agrícolas. O maior impacto foi no preço do milho, que caiu 3,4%, seguido por trigo (-2,5%) e soja (- 2%). Ontem à noite (horário do Brasil), o Xangai Composite abriu em baixa de 1,34%. Às 22h55 a baixa era de 0,07%, segundo a Reuters. (págs. 1, B-1 e C-8) - A taxa básica de juros da economia, a Selic, fixada em 13% ao ano, foi o tema central do duelo verbal travado ontem, no Senado, entre os presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa , senador Aloizio Mercadante (PTSP). Sentados lado a lado, trocaram farpas e ironias. Meirelles desferiu o ataque inicial. Ironizou integrantes da chamada ala desenvolvimentista do governo. Por sua vez, o senador petista chegou a sugerir que a autoridade monetária perseguia uma meta de inflação secreta, inferior à aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). (págs. 1, A-4 e A-5) - O aumento de 14,3% na arrecadação sustentou a forte elevação do superávit primário de janeiro do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), para R$ 11,764 bilhões. Uma alteração no calendário de pagamentos de precatórios diminuiu as despesas em 2,8%. (págs. 1 e A-4) - Cerca de vinte entidades empresariais decidiram ontem, em São Paulo, pedir ao governo mudanças no PAC que expressem um envolvimento maior do setor produtivo nos investimentos. Do contrário, não acreditam que o plano vai gerar um crescimento sustentado no longo prazo. (págs. 1 e A-9) - O crescimento de 45% do lucro do Banco do Brasil em 2006, para R$ 6 bilhões, ajudou a compensar a queda dos lucros do Bradesco, Itaú e Unibanco. A soma dos ganhos de 31 bancos, segundo a Austin Rating, ficou em R$ 22,7 bilhões, 1,6% acima dos de 2005. (págs. 1 e B-7) - O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) desacelerou em fevereiro e fechou com alta de 0,27%, quase a metade da taxa apurada em janeiro, de 0,50%. O atípico aumento dos preços da soja impediu uma desaceleração maior do índice neste mês. (págs. 1 e A-7) - A Embraer assinou contrato com a M1 Travel para a venda de até 10 aviões à companhia suíça Flybaboo. O negócio pode superar os US$ 335 milhões, segundo informou a companhia brasileira. As entregas dos modelos 190 estão previstas para 2008. (págs. 1 e C-3) - A diferença de preço entre o barril do petróleo importado e o exportado pelo Brasil atingiu o valor médio recorde de US$ 17,29 em 2006, um acréscimo de 21% sobre a defasagem registrada em 2005, de US$ 14,30, e o dobro do valor médio dos últimos sete anos, de US$ 8,62. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, o barril vendido ao exterior alcançou US$ 51,32 em média no ano passado, enquanto o do óleo adquirido no mercado internacional atingiu US$ 68,61. O aumento dos gastos com a compra de óleo importado e o preço baixo obtido com o óleo nacional explicam, em grande parte, o déficit de US$ 740 milhões na balança comercial do setor de 2006, incluindo os derivados, ano em que a Petrobras anunciou a conquista da auto-suficiência produtiva. (págs. 1 e C-2) CORREIO BRAZILIENSE - O alerta vermelho - A bolsa de Xangai sofreu ontem o maior tombo dos últimos 10 anos. A forte queda de 8,8%, provocada por rumores de que o governo chinês pretende restringir empréstimos bancários e investimentos estrangeiros no país, teve repercussão imediata. O que se viu a seguir foram os pregões desabando mundo afora. Nos EUA, o índice Dow Jones registrou a maior perda dos últimos três anos, enquanto a Europa contabilizou a mais expressiva desvalorização desde 2003. A Argentina amargou um baque de 7,49%. No Brasil, a Bovespa despencou 6,63% - o pior resultado desde que afundou 9,17% em 13 de setembro de 2001, em conseqüência dos ataques terroristas ocorridos dois dias antes em Nova York. Em audiência no Senado, o presidente do BC, Henrique Meirelles, reagiu com uma advertência. "É um aviso de que não podemos basear a política econômica em dados de euforia momentânea", disse. O ministro da Fazenda minimizou. Para ele, a crise é passageira. "Vamos chamar de turbulência", afirmou Guido Mantega, lembrando que o mercado acionário chinês teve alta de 160% no ano passado. "É normal que tenha correções", ponderou. A opinião dele coincide com a de vários especialistas. Mas as primeiras bolsas a abrir depois da tormenta de ontem na China começaram o dia operando em forte baixa: Sidney (-3,46%) e Tóquio (-3,71%). (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 20 e 21) - "É um aviso de que não podemos basear a política econômica em dados de euforia momentânea". (Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, pág. 1) - "São oscilações normais no mercado financeiro. A expectativa dos analistas é de que será uma crise passageira. É alguma correção, não vejo problema de longo prazo". (Guido Mantega, ministro da Fazenda, pág. 1) - O então deputado federal José Janene (PP-PR), acusado de receber mensalão, não trabalhou entre outubro de 2005 e dezembro de 2006. Estava de licença médica. Mesmo assim, embolsou R$ 138,5 mil da Câmara. (págs. 1 e 2) VALOR ECONÔMICO - China provoca tensão nos mercados e fuga do risco - As fortes quedas sofridas ontem pelas bolsas de valores mundiais, as maiores desde os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001, refletem o desmonte de operações em mercados de alto risco. Os investidores bancavam essas operações tomando dinheiro barato, graças às baixas taxas de juros internacionais. O gatilho que disparou o movimento de aversão ao risco e de reversão dessas posições "alavancadas" foi o tombo de 9,2% sofrido pela bolsa de Xangai, na China. Um ajuste nas proporções de ontem surpreendeu e entre os analistas ouvidos pelo Valor nem o mais otimista se arriscou a dizer que a correção acabou. Para eles, o mercado ainda vai levar semanas para se recuperar. O índice Dow Jones, da Bolsa de Valores de Nova York, chegou a cair 546 pontos, a maior desvalorização desde setembro de 2001 e cerca de US$ 600 bilhões deixaram o mercado acionário dos EUA. No fechamento, o Dow Jones caiu 3,29%. Em um tradicional movimento de fuga para a qualidade, os títulos do Tesouro americano tiveram alta recorde nos preços e queda nos juros. A Bolsa de Valores de São Paulo teve queda de 6,63%, a maior desde setembro de 2001. Dirigentes de bancos de investimento acreditam em impacto no mercado de emissões de ações no país. O dólar subiu 1,72%, para R$ 2,12, ajudado por intervenção de compra pesada feita pelo Banco Central, destinada a punir estrangeiros "vencidos" em dólar futuro. O risco-Brasil saltou 9,34%, para 199 pontos. A lira turca e o rand da África do Sul também tiveram fortes altas. O estresse começou na China, em meio a rumores de que o governo seria mais rigoroso em relação às regras de alavancagem no mercado de ações. O aumento nos depósitos compulsórios chineses provocou outro susto, pois pode significar crescimento menor no país. O tombo na bolsa de Xangai foi o maior em uma década, 9,2%. O aumento nos prêmios de risco no mercado imobiliário americano e os temores de crescimento menor nos EUA contribuíram para ampliar a tensão. (págs. 1, A12, C1, C2, C3, D1 e D2) - Cristiano Romero: turbulência nos mercados pode se estender por período mais longo que o desejável. (págs. 1 e A2) - Rosângela Bittar: o presidente Lula está sem capacidade de decisão. (págs. 1 e A9) - Cláudio Dedecca: é hora de discutir agenda para mudar Previdência. (págs. 1 e A14) - O governo prepara projeto para cobrar Cide nos cigarros. A receita iria para campanhas contra o tabagismo e substituição de lavouras de fumo. (págs. 1 e B24) - O Banco do Brasil obteve lucro líquido de R$ 6,044 bilhões no ano passado, o melhor resultado da história da instituição. (págs. 1 e C12) - Arrecadação do ICMS indica que crise agrícola já foi superada. (págs. 1 e A3) - A Suzano Petroquímica já definiu seu plano de investimentos entre 2008 e 2012, apostando que a demanda por polipropileno continuará crescendo três pontos acima do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Entre 1994 e 2006, a procura pela resina - usada em pára-choques de carros, fraldas descartáveis, brinquedos, potes de sorvetes etc. - aumentou 8,6% ao ano. A empresa petroquímica controlada pela família Feffer prevê investir US$ 371 milhões na modernização e expansão de uma fábrica na Bahia, em Camaçari, além da construção de uma nova unidade fabril no Paraná, em local ainda não definido. Os investimentos aumentarão em cerca de 40% a capacidade de produção da empresa. Isso significará 3,5 vezes a capacidade instalada que a Suzano tinha em 2002. A Brasken e a Ipiranga também têm projetos de investimentos na produção de mais polipropileno no país até o início da próxima década. Uma superoferta da resina não consta das previsões da Suzano. "Dependerá do crescimento da economia, mas estamos confiantes de que o PIB crescerá 3,5% a 4% ao ano", diz o co-presidente da Suzano Petroquímica, João Nogueira Batista. (págs. 1 e B8) - Vale fecha acordo e devolve área de Serra Pelada a garimpeiros. A extração de ouro deve ser retomada em cerca de dois anos, industrialmente. (págs. 1 e B10) - A Embraer fechou a venda de cinco aviões EMB 190 à MI Travel, com opção para mais cinco EMB 195. O contrato pode chegar a US$ 330 milhões. (págs. 1 e B14) - Com as aquisições de dólares no mercado feitas ontem, as reservas internacionais brasileiras já superam US$ 100 bilhões. Formalmente, a barreira deve ser quebrada hoje, com a liquidação - feita sempre com dois dias de atraso - das compras de dólares realizares pelo Banco Central na sexta-feira. Na segunda-feira, o BC acumulava US$ 99,7 bilhões em reservas. O Banco Central indica que ainda não deu por encerrado o programa de fortalecimento de reservas. A idéia é que o acúmulo de reservas fez o país melhorar bastante seus indicadores de vulnerabilidade externa, mas o Brasil continua atrás de outras economias emergentes, em especial daquelas que atingiram o grau de investimento. O economista Caio Megale, da Mauá Investimentos, atualizou um estudo feito pelo Banco Central em 2006 para analisar a conveniência de manter o crescimento de reservas. "Já avançamos bastante e são pequenos os ganhos que podemos ter nessa área com o acúmulo de reservas", afirma. (págs. 1 e A16) OUTROS JORNAIS JORNAL DO COMMERCIO (PE) - Estado suspende projeto e jovens voltam às ruas - Estação Futuro fecha as portas e deixa sem assistência quase 2 mil jovens em situação de risco. Com isso, muitos estão voltando às ruas e às drogas. Governo promete retornar o programa. O projeto Emprego Jovem, de ações integradas, também está parado. (pág. 1 e Cidades, págs. 1 e 2) - Lula participa de inauguração em nova visita a Suape. (pág. 1) - Receita espera mais de 23 milhões de declarações este ano. (pág. 1) - João Paulo renuncia a parte do aumento - Prefeito, vice e secretários terão reajuste de 20% e não mais de 46,35%. João Paulo garante que a decisão foi do governo e não do seu partido, o PT. (págs. 1 e 3)

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Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.
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