30/01/2007

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JORNAL DO BRASIL

- ONGs sustentam a invasão da Amazônia

- Sob a bandeira do ambientalismo, ONGs internacionais estão servindo de instrumento político de governos e empresas estrangeiras interessados na desnacionalização da Amazônia. Além de agir livremente na região, sem qualquer controle do governo, ONGs como a Greenpeace, WWF, Amigos da Terra e Survival Internacional movem campanhas contra a soberania do Brasil sobre a Amazônia no exterior. (pág. 1 e País, págs. A2, A3 e A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Estados querem R$ 13 bi para apoiar plano de Lula

- Doze governadores definiram ontem uma lista de reivindicações que podem custar, no mínimo, R$ 13 bilhões por ano ao governo em troca do apoio para aprovar medidas do PAC e a prorrogação da CPMF e da DRU (que permite ao governo gastar livremente 20% do Orçamento). Os governadores querem ficar com R$ 9,75 bilhões da receita da CPMF (equivalente a 30% da receita do chamado imposto do cheque), R$ 1,3 bilhão da Cide (contribuição sobre o consumo de combustíveis destinada a obras em estradas) e R$ 2 bilhões com o resgate de garantias dadas pelos Estados à União. (...) (pág.1)

- Em clima tenso, o último debate antes da eleição para a presidência da Câmara foi marcado pela troca de farpas entre os candidatos, abriu uma polêmica sobre a anistia ao ex-ministro José Dirceu e terminou com um duro ataque do atual presidente da Casa, Aldo Rebelo (PC do B-SP), à "concentração de poder" nas mãos do PT. (...) (pág. 1)

- O gerente de construção da linha 4 do metrô, Marco Antonio Buoncompagno, nega ter participado de um esquema ilegal de contratações públicas em parceria com uma empreiteira do Consórcio Via Amarela, que hoje ele fiscaliza. (...) (pág. 1)

- A Justiça Federal determinou ontem a volta do juiz aposentado Nicolau dos Santos Neto, 78, à prisão domiciliar. Ele está preso na carceragem da Polícia Federal desde a última quarta-feira, dia 24. A decisão, em caráter liminar, foi dada pela juíza federal Suzana Camargo, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que acolheu pedido de habeas corpus da defesa. (...) (pág. 1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Governadores querem mais R$ 15,5 bi para apoiar PAC

- Um grupo de 12 governadores definiu ontem parte das reivindicações que levarão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em troca de apoio ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No total serão de 12 a 15 exigências; se forem atendidas, representarão R$ 15,5 bilhões a mais nas receitas estaduais. O valor é 26 vezes maior do que os Estados e municípios perderão com as desonerações tributárias concedidas pela Receita Federal em 2007. Os governadores querem, entre outros itens, maior participação na arrecadação da União, alongamento da dívida e uma fatia da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira - 20% para os Estados e 10% para os municípios. "Sabemos que nem toda a lista será atendida", comentou o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB). Os pedidos já foram levados ontem ao conhecimento do ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro. (págs. 1 e A4)

- Em palestra na sede do Banco da Inglaterra, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, defendeu ontem o PAC, mas analistas reunidos ali demonstraram dúvidas. O plano chegou a ser chamado por um deles de "salada geral", por não explicar como a economia do País vai crescer os anunciados 5% ao ano. (págs. 1 e B4)

- Notas e Informações - O presidente Lula parece ter excelente conhecimento intuitivo da importância das aparências. A regra agora é a do PAC, como já foi a do Primeiro Emprego e a do espetáculo do crescimento. (pág. 1 e A3)

- Debate realizado ontem entre os três candidatos à presidência da Câmara agravou a crise na base governista, expondo a fratura entre o PT de Arlindo Chinaglia e o PC do B de Aldo Rebelo. Aldo chegou a dizer que uma vitória do petista seria negativa para a democracia. Chinaglia se defendeu, dizendo que sua candidatura era mais ampla do que o PT. O petista também se exaltou ao negar que esteja promovendo a anistia do ex-deputado José Dirceu, cassado no ano passado. Insinuação a esse respeito havia sido feita por Gustavo Fruet (PSDB-PR), o terceiro candidato à presidência da Câmara. (págs. 1 e A4)

- Frase - Aldo Rebelo (PC do B-SP) Candidato à Câmara - "Não creio que se deva dar ainda mais poder a um único partido. Não julga bom nem para a democracia, nem para o País, nem para o próprio PT a concentração de tanto poder em suas mãos". (pág. 1)

- O saldo do crédito bancário cresceu 20,7% em 2006 e atingiu 34,3% do PIB - em valores absolutos, o volume foi de R$ 732,835 bilhões em dezembro. O porcentual é o maior desde abril de 1996 (34,4% do PIB). (págs. 1 e B3)

O GLOBO

- Tesouro assumirá R$ 18 bi do rombo da Previdência

- Três dias após reafirmar em Davos, na Suíça, que o déficit da Previdência é política social, o presidente Lula decidiu editar uma medida provisória que irá transferir para o Tesouro cerca de R$ 18 bilhões em despesas. Com isso, o rombo do INSS deve cair para R$ 24 bilhões no regime de aposentadoria de empregados da iniciativa privada. Na prática, o que muda é que o Tesouro assumirá gastos com subsídios a aposentadorias de trabalhadores rurais, domésticos, pequenas empresas e até clubes de futebol. Hoje, as contribuições nesses casos não são proporcionais aos pagamentos de benefícios das categorias, causando déficit.

- Um grupo de 12 governadores fechou ontem, em Brasília, uma agenda paralela ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), para ser negociada com o governo federal. Entre as reivindicações, está a de que a União abra mão de 30% da arrecadação da CPMF em favor de estados e municípios, o que daria atualmente R$ 9,6 bilhões, a valores de 2006. A idéia foi do tucano José Serra (São Paulo), representado pelo governador de Minas, Aécio Neves. (págs. 1 e 19 a 21)

- A decisão do governo de transferir para o Tesouro subsídios que elevam o déficit da Previdência foi elogiada por especialistas em contas públicas porque a medida aumenta a transparência. Mas eles sugerem medidas adicionais, como a fixação da idade mínima para aposentadoria. (págs. 1, 19 e editorial "Jogo de palavras")

- No debate na TV Câmara, o deputado Aldo Rebelo, integrante da base governista, se uniu ao tucano Gustavo Fruet, candidato da oposição, para atacar o petista Arlindo Chinaglia, mostrando que a briga pelo comando da Casa deixará seqüelas entre os aliados. (págs. 1 e 3)

- Apesar de ter garantido, na semana passada, que a área da Educação não seria afetada pelo corte orçamentário, o governador Sérgio Cabral reduziu em R$ 87 milhões a verba do setor. As universidades também sofreram cortes. A Uerj perdeu R$ 25,1 milhões. A redução de gastos não atingiu órgãos ocupados por aliados políticos. (págs. 1 e 16)

GAZETA MERCANTIL

- Argentina troca produto do Brasil pelo chinês

- A competitividade da China está fazendo o Brasil perder, de maneira vertiginosa, participação nas importações de produtos manufaturados pela Argentina, seu maior parceiro comercial e um dos principais no mundo. De acordo com estudo da consultoria argentina abeceb.com, um exemplo claro pode ser observado no setor de informática, mais precisamente no grupo que engloba impressoras e semicondutores de luz, usados em telas de aparelhos celulares. Em 2003, do total das importações argentinas desses produtos, o Brasil tinha uma participação de 73% enquanto a China, de 14%. No ano passado, os chineses respondiam por 90% e os brasileiros, por nada.

A AOC Brasil, subsidiária do grupo chinês TPV, fabricava monitores em Manaus (AM) com o objetivo de exportar ao Mercosul. No início de 2006, a empresa reavaliou seus planos e, diante da contínua valorização do real frente ao dólar, além dos custos de logística e mão-de-obra aqui, viu que havia ficado bem mais barato trazer os produtos prontos diretamente da China para vender aos países do bloco. Hoje a fábrica local só produz para atender ao mercado doméstico. "Temos tudo preparado para exportar, mas, por enquanto, é melhor trazer de lá para vender à Argentina e ao Uruguai", afirma o diretor- geral da unidade, Cao Gang, ressaltando que todos os componentes para a produção vêm da China e no Brasil é feita apenas a montagem.

Para o economista-chefe da RC Consultores, Marcel Pereira, a China continuará modificando a dinâmica do comércio mundial com o baixo custo de seus produtos e, conseqüentemente, o aumento de suas exportações. (págs. 1 e A-5)

- Maior participação no bolo tributário federal e renegociação das dívidas com a União serão as principais reivindicações de governos estaduais apresentadas ao presidente Lula na reunião marcada para 6 de março. A partilha da CPMF e o aumento do repasse da Cide são os eixos da pauta comum elaborada ontem em Brasília. (págs. 1 e A-8)

- Depois de recomendar na semana passada "punição exemplar" para fornecedores de gases industriais e hospitalares acusados de formação de cartel, a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça quer fechar ainda mais o cerco à combinação de preços e à divisão de mercados. Mais de 300 processos por cartel estão em curso. Só neste mês a SDE firmou dois acordos de leniência, que prevêem redução de pena para infratores que se apresentam espontaneamente e denunciam os parceiros de crime. No ano passado foram seis acordos. Em 2005, quando o instrumento começou a ser usado, só um.

A expectativa da titular da SDE, Mariana Tavares, é que o número de condenações também cresça. Segundo levantamento feito pelo Cade a pedido deste jornal, de 2000 até o ano passado foram 70 condenações por cartel. Na década passada, nenhuma empresa foi punida. Porém, nos últimos dois anos caiu o número de condenações por cartel. Foram seis punições em 2006, contra dez em 2005 e 16 em 2004. (págs. 1 e A-12)

- O saldo das operações de crédito cresceram 20,7% em 2006, atingindo R$ 732,8 bilhões, o equivalente a 34,3% do PIB. Para 2007, as previsões são de uma desaceleração do ritmo de aumento: a Austin Rating prevê que a taxa deve cair a 13,3%. Os economistas do Bradesco estimam 18,1%. (págs. 1 e B-1)

- As reservas internacionais do Brasil chegaram, pela primeira vez na história, a US$ 90,03 bilhões. Este mês, graças às compras quase diárias de dólares pelo BC, as reservas do País foram engordadas em US$ 4,19 bilhões. Hoje, entram mais US$ 500 milhões captados na semana passada. (págs. 1 e B-3)

- Luiz Guilherme Piva - O PAC é a heresia bem-vinda frente às amarras que a teoria nos legou. (págs. 1 e A-3)

- A biopirataria na Amazônia é a base de um mercado que movimenta US$ 100 milhões por ano nas indústrias química, farmacêutica e cosmética. E o Brasil não vê um único centavo proveniente desses recursos. (págs. 1 e A-6)

- A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) está avaliando os ativos da colombiana Acerías Paz del Río, que deve ser leiloada até março. Segundo a imprensa local, a Votorantim também estaria interessada. (págs. 1 e C-5)

- A violência e os problemas de infra-estrutura no Brasil preocupam os investidores, mas não têm impedido novos projetos no País, afirma Manoel Fernando do Espírito Santo, da rede de hotéis Tivoli, que comprou o EcoResort& Thalasso Spa, na Praia do Forte (BA). (págs. 1 e C-8)

- A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 2,33 bilhões até a quarta semana do mês, resultado de US$ 9,64 bilhões em exportações e US$ 7,31 bilhões em importações. Na comparação com janeiro (mês cheio) de 2006, o saldo positivo é 17,48% menor. (págs. 1 e A-5)

- Pela primeira vez em 37 anos de vida, a Embraer terá terceiro turno. A meta é saltar de 130 unidades em 2006 para 165 ou 170 jatos neste ano. O início das operações está programado para junho. Serão admitidos 800 funcionários, além das 3 mil vagas previstas para preenchimento ao longo deste ano. "Estamos recebendo uma média de mil currículos diários", disse o diretor de recursos humanos, Carmine Sarao Neto. A empresa fechará 2007 com 23 mil empregados. (págs. 1 e C-3)

CORREIO BRAZILIENSE

- Governadores cobram fatia no bolo da CPMF

- Reunidos em Brasília, os governadores José Roberto Arruda e Aécio Neves, além de 10 chefes de Executivos estaduais, definiram a primeira reivindicação em resposta ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC): o repasse aos estados de 20% dos R$ 32 bilhões arrecadados com a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Os governadores também querem elevar de 29% para 46% a participação de estados e municípios na arrecadação de outro tributo, a Cide. Paralelamente, Arruda e os colegas do Centro-Oeste vão pleitear mais R$ 5 bilhões para obras de desenvolvimento no Entorno. (págs. 1, 6 e 7)

- Racha na Câmara - Debate para presidência expõe divisão da base governista. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. 2 e 3)

- Pressão por cargos - PT vai a Lula pedir ministérios da Saúde e das Cidades. (págs. 1 e 4)

- Assessoria laranja - Após denúncia, Marquezelli afasta chefe de gabinete. (págs. 1 e 5)

- Indignação - Declaração de Gabeira revolta brasilienses. (págs. 1 e 26)

- Áreas públicas - Força-tarefa vai combater invasões e punir grileiros. (págs. 1 e 27)

- Impulsionado pelas operações com desconto em folha, volume de empréstimos atingiu em dezembro R$ 732,8 bilhões, o equivalente a 34,3% do PIB. Demanda por crédito cresce nove vezes mais rápido que a economia. (págs. 1 e 13)

VALOR ECONÔMICO

- Demanda aquecida puxa os investimentos de autopeças

- Em busca de fôlego para acompanhar um crescimento de vendas de carros que surpreendeu a própria indústria automobilística, os fornecedores de autopeças também precisaram acelerar o ritmo de produção e boa parte prepara expansões industriais.

O parque industrial de componentes para veículos receberá este ano R$ 1,350 bilhão em investimentos. Não é muito mais do que no ano passado. Mas desta vez os recursos estão sendo canalizados em obras de ampliação e compra de máquinas. É o caso de grupos como ZF, TRW e ElringKlinger.

Empresas como essas colocam em prática projetos para ampliar os volumes de produção. Todas estão voltadas a satisfazer o entusiasmo de uma indústria que somente na primeira quinzena do mês viu o volume de licenciamentos de carros de passeio crescer 38,78% na comparação com o mesmo período do ano passado.

A queda dos juros e o aumento dos prazos de financiamento continuam sendo as únicas explicações que os executivos do setor conseguem encontrar para justificar a corrida dos brasileiros às concessionárias. Uma onda que fez a produção diária de veículos subir de 10 mil para 11 mil e a quantidade dos estoques baixar de 150 mil para 120 mil, o nível mais baixo dos dois últimos anos.

A indústria de autopeças opera hoje com ociosidade baixa, de 14%, em média. Há linhas que já estão no gargalo e fábricas que funcionam 24 horas por dia. Em muitos casos, há uma sensação de alívio de saber que a valorização do real impediu que as exportações seguissem o mesmo curso do mercado interno. (págs. 1 e B9)

- Sob pressão para cortar seus subsídios agrícolas, o governo americano passou a exigir que também o Brasil faça um corte nas subvenções aos produtores nas negociações por um acordo na Rodada Doha. O Valor apurou que, em Davos, a delegação dos EUA cobrou essa atitude justamente quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazia discurso pedindo o fim dos subsídios nos países ricos.

A demanda americana pode até ser tomada como piada de mau gosto no agronegócio brasileiro, mas reflete o persistente desconforto com o desempenho muito favorável das exportações brasileiras de commodities. Estudo recente das OCDE confirmou que houve aumento nos subsídios no Brasil, mas que "ainda estão muito abaixo" da média oferecida pelas nações ricas e do que o país pode conceder pelo atual acordo agrícola da OMC. (págs. 1 e A7)

- Idéias - Delfim Netto: importante no PAC não é a lista de obras, mas o inconformismo com o crescimento medíocre. (págs. 1 e A2)

- Crédito bancário cresceu 20,7% e atingiu 34,3% do PIB no ano passado. (págs. 1 e C2)

- Embraer e Suzano Papel e Celulose abrem hoje o período de reserva de ações para suas ofertas secundárias. Em ambos os casos, o investimento mínimo no varejo é de R$ 3 mil. (págs. 1 e D2)

- Grandes empresas como Sadia, Nestlé, Petrobras e Ambev iniciam o ano à procura de novas agências de publicidade. (págs. 1 e B8)

- O investidor que, animado com a alta da bolsa, procurar uma agência para aplicar em um fundo de ações corre o sério risco de sair com um investimento totalmente diferente. A reportagem do Valor visitou algumas agências dos principais bancos de varejo passando-se por um aplicador com R$ 50 mil para investir por mais de dois anos e de preferência em fundos de ações. Mas os gerentes mostraram desconhecer esses fundos e preferiram oferecer carteiras de previdência privada - PGBL ou VGBL -, mesmo para um prazo tão curto, e CDBs.

Alguns mostraram desconhecimento não só de fundos de ações, mas de outras carteiras, cometendo erros grosseiros como apontar que o risco de aplicar em um fundo da Vale do Rio Doce é a privatização da empresa - o que já ocorreu há quase dez anos. (págs. 1 e D1)

ESTADO DE MINAS

- Governadores exigem mais R$ 10,5 bi do pacote

- Governadores de 12 estados brasileiros, de todas as regiões do país, reunidos ontem, em Brasília, chegaram a uma contraproposta para apresentar ao governo federal na negociações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Eles querem 20% da arrecadação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o que corresponde a R$ 7 bilhões ao ano, e 46% de participação na Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) - R$ 3,5 bilhões anuais. Hoje, a receita desses dois tributos fica apenas com a União. Os governadores querem ainda que o governo federal injete mais recursos no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e regra fixa para o ressarcimento de perdas com a Lei Kandir, que desonera exportações. "Se não houver flexibilização nas nossas condições para investir, esse esforço do governo federal será muito tímido", afirmou o governador Aécio Neves. (págs. 1 e 3)

- Aldo e Chinaglia polarizam o debate na disputa pela Câmara. (págs. 1 e 4)

- O juro ao consumidor caiu mais do que a taxa básica (Selic) em 2006. A taxa média da pessoa física baixou de 59,3% para 52,1% (7,2 pontos) em um ano, enquanto a Selic teve queda de 4,75 pontos, de 18% para 13,25%. (págs. 1 e 12)

- As reservas cambiais brasileiras superaram pela primeira vez US$ 90 bilhões. O aumento se deveu principalmente às compras de dólares pelo Banco Central e à captação de recursos no exterior, pelo Tesouro Nacional. (págs. 1 e 17)

OUTROS JORNAIS

JORNAL DO COMMERCIO (PE)

- Campanha enfrenta vandalismo na folia

- Órgãos oficiais se articulam com líderes comunitários para diminuir a depredação de ônibus e trens durante o Carnaval. Anac terá operação para evitar caos nos aeroportos no período. (pág. 1 e Cidades, págs. 1 e 2)

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), a Sinopse - Resumo dos Jornais está disponível somente no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.