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03/02/2008
JORNAL DO BRASIL - Começa a maior festa do planeta - A São Clemente dá a largada, às 21h, no primeiro dos dois dias de desfile do Grupo Especial. As seis escolas que desfilarão hoje na Sapucaí cumprirão ritual iniciado nos anos 30. Mas foi em 1963, com a montagem de arquibancadas na Avenida Presidente Vargas, que o desfile tomou forma de espetáculo. Tornou-se o maior show ao ar livre do mundo, mas quase esmagou a folia de rua, que havia feito a fama de alegria e espontaneidade do carnaval carioca. Os blocos reapareceram nos últimos anos e voltaram a arrastar multidões por todos os bairros. De maior show, o carnaval é agora a maior festa popular do planeta. E a melhor. (Caderno de Carnaval S2 e S3 e págs. 1) - O carnaval do Rio é exemplo do conceito de economia criativa, ao empregar 60 mil pessoas o ano inteiro - 40 mil atuam só nos meses próximos da festa, segundo o diretor superintendente do Sebrae-RJ, Sérgio Malta. O evento movimenta aproximadamente R$ 1,5 bilhão por ano e atrai 670 mil turistas. Malta tem, no serviço de apoio a pequenas e médias empresas, um orçamento de R$ 60 milhões para diversos projetos. (Economia E1 e E2 e pág. 1) - Os clubes de investimentos, que surgiram no Brasil em 1984, crescem a cada ano e diversificam-se: existem grupos só de mulheres, de uma única família, e de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT). Há um grupo que nasceu em 2006 com 30 mulheres e R$ 5 mil. Hoje tem um patrimônio de R$ 1,5 milhão. (economia E6 e pág. 1) FOLHA DE SÃO PAULO - Mapa da violência subestima total de assassinatos no país - O "Mapa da Violência" divulgado pelo governo federal subestima os assassinatos no país. Em 2006, houve mais homicídios do que os 46.653 apontados pelo estudo, não computados devido a uma falha no sistema dos Institutos Médicos Legais. Quando não conseguem definir se a causa da morte foi homicídio, acidente ou suicídio, os IMLs lançam no seu sistema como "intenção indeterminada" (caso não esclarecido). Esse dado nem sempre é atualizado depois das investigações policiais. (...) (Cotidiano e pág. 1) - Levantamento feito pela "Folha" mostra que os gastos com funcionalismo público crescem no governo Lula a uma taxa média anual de 4,5% acima da inflação. Isso acontece mesmo após o governo ter enviado ao Congresso, no lançamento do PAC, projeto de lei para limitar a expansão anual a 1,5% além do IPCA. Lula assumiu com R$ 75 bilhões de gasto com pessoal e atingiu R$ 125 bilhões no ano passado. (págs. 1 e B1) - Entre os mais de 20 Estados dos EUA que escolhem seus candidatos na terça-feira, pelo menos oito têm populações latinas expressivas. Segundo o Pew Hispanic Center, que faz levantamentos sobre a minoria que mais cresce no país, Hillary Clinton tem o apoio de 6 em cada 10 hispânicos. Mas começa a crescer a intenção de voto em Barack Obama, filho de imigrante. (págs. 1 e A14) - Orlando Silva anuncia devolução de R$ 30 mil gastos com cartão. (págs. 1 e A9) O ESTADO DE SÃO PAULO - Grandes empresas se valorizam até 1.300% - O Brasil entrou na era das megaempresas, com companhias em destaque no ranking mundial desafiando gigantes globais. De 2002 a 2008, o valor das dez maiores empresas de capital aberto do País valorizou-se 1.300%, segundo a consultoria Economática. Os próximos dias, algumas empresas brasileiras poderão passar para um patamar superior, com duas operações em andamento: a compra da anglo-suíça Xstrata pela Vale e a fusão da Oi com a Brasil Telecom (BrT). (...) (págs. 1 e S1) - As novas regras para controle do uso de cartões de crédito no governo ainda não fecham as brechas para "terceirização de gastos". Pelo menos 10 ministros declaram despesas usando o nome de assessores. (págs. 1 e A4) - Para analistas, a escolha de um candidato à presidência dos EUA entre os democratas Hillary Clinton e Barack Obaha pode se arrastar até abril. Entre os republicanos, a decisão deve sair nesta terça-feira. (págs. 1 e A12) O GLOBO - Brasil pode perder mais 21% de floresta até 2030 - A Amazônia pode perder até 21% de sua cobertura florestal até o fim de 2030, revela estudo de cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais e do Instituto de Pesquisa Ambientais da Amazônia. Pela projeção, o desmatamento no ritmo atual riscaria do mapa, em 23 anos, 670 mil quilômetros quadrados de floresta, área 15 vezes maior que o Estado do Rio. (...) (págs. 1, 3 e 4) - Em meio à crise os EUA, o Brasil está em melhor situação que China, Índia e Rússia. A opinião é do economista Jim O'Neill, criador dos Brics (sigla que resume o poder dos quatro principais países emergentes). Brasileiros que vivem na Flórida estão voltando para o Brasil. (pás. 1, 21 a 23) - O governo federal enviará ao Congresso projeto de emenda constitucional estendendo a outras instituições, como o Exército, poder de cartório para emitir certidões de nascimento. Em média, 400 mil bebês não são registrados no ano em que nascem. (págs. 1 e 11) - A terça-feira gorda dos EUA será nas urnas, com prévias em 24 dos 50 estados. Segundo pesquisas, Hillary e Obama chegarão à quarta-feira sem poder declarar vitória. Já o republicano Romney enfrentará com dinheiro o favoritismo de McCain. (págs. 1, 26 a 28) GAZETA MERCANTIL - Crise com EU derruba preço do boi no País - A possibilidade de sobrar carne bovina no mercado brasileiro com a suspensão das compras pela União Européia (UE) fez os preços do boi despencarem aqui desde a última terça-feira (29). Em alguns locais como a capital de Goiás, estado que tinha oito frigoríficos habilitados a vender ao bloco europeu, o recuo chegou a quase 14%, de R$ 73 para R$ 63 a arroba. Na maioria das praças, a desvalorização ficou em 5%. Por enquanto, não há previsão de mudança na postura da UE, afirma o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Carne (Abiec), Marcus Vinícius Pratini de Moraes. "Eles não querem mudar de posição", afirma. A desvalorização do boi é vista por analistas como pontual. Para Fabiano Tito Rosa, da Scot Consultoria, não há espaço para esse nível de recuo. "Mesmo sem a UE, que consumia 25% das exportações de carne, a oferta de boi ainda fica justa com a demanda no mercado nacional. A queda deve resistir apenas até a Semana Santa", diz. (págs. 1 e C6) - A ata da primeira reunião de 2008 do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, ocorrida semana passada, afirma que o crescimento do crédito e da massa salarial deve continuar impulsionando a atividade econômica e elevando os riscos inflacionários neste ano. E sinaliza que, se esse quadro continuar, pode elevar o juro. Na reunião, foi mantida a taxa Selic em 11,25% ao ano. Na ata divulgada ontem, o Copom afirma estar pronto para "adotar uma postura diferente, por meio do ajuste dos instrumentos de política monetária, caso venha a se consolidar um cenário divergente entre a inflação projetada e a trajetória das metas". A meta de inflação deste ano é de 4,5%. É a mesma de 2007, que quase foi atingida após ter subido durante o ano. Nos cinco anteriores, a taxa havia caído. A elevação em 2007 reforçou o conservadorismo do Copom, que em outubro interrompeu a trajetória de quase dois anos de queda da Selic. (págs. 1 e B3) - Há anos investindo milhões para formar especialistas em contabilidade internacional, agora as grandes firmas de auditoria apostam que a adesão das companhias brasileiras às International Financial Reporting Standards (IFRS) vai alavancar suas receitas no Brasil em 2008. O padrão será obrigatório para companhias listadas na Bovespa a partir de 2010. A aprovação da Lei 11.638, que obriga grandes empresas fechadas a submeter suas demonstrações financeiras a auditoria externa, também ajuda a pintar um cenário positivo para as firmas. "Acreditamos que só esta mudança poderá nos trazer de 60 a 90 clientes", estima Idésio Coelho, sócio da área de auditoria da Ernst & Young. A KPMG espera que temas ligados à contabilidade ajudem a elevar em 30% suas receitas com a área de auditoria no País este ano. A Deloitte prevê um aumento de 10% a 15% no volume de trabalho no período, mas diz-se preparada para a demanda que vier. "Estamos prontos", afirma José Roberto Carneiro, sócio da área de auditoria. "Contabilidade é a bola da vez", resume Fábio Cajazeira, sócio da área de mercado de capitais da PricewaterhouseCoopers. (págs. 1 e B2) - O mercado de computadores pessoais espera para 2008 o começo de uma consolidação, depois de dois anos de forte expansão incentivada por benefícios fiscais, fortalecimento do real e perda de participação das máquinas ilegais. "Apareceram novas empresas de uma hora para outra, e agora vai acontecer uma seleção natural", afirma o consultor da IT Data, Ivair Rodrigues. "Ou a empresa consegue novos investidores ou corre o risco de desaparecer." A saída é buscar aportes de fundos de investimentos para depois abrir o capital. A Syntax ampliou receita de R$ 38 milhões para R$ 56 milhões em 2007. Investiu R$ 1,5 milhão em uma nova fábrica e agora negocia com um fundo de investimentos e uma joint venture com empresa asiática. "Há uma demanda por capital muito alta no setor", diz o presidente da empresa, Cláudio Dias. (págs. 1 e C1) - Pressionado pela repercussão negativa de suspeitas de irregularidades, o governo federal anunciou ontem a proibição dos saques em dinheiro por meio de cartões corporativos. (págs. 1 e A7) - O Conselho Monetário Nacional (CMN) mudou a forma de correção da TR, usada na remuneração da caderneta de poupança. Em fevereiro, teria variação negativa. (págs. 1 e B1) - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou novas normas para empresas que usam moeda estrangeira. Variação cambial só será lançada quando realizada. (págs. 1 e B4) - O Paraná Banco investirá R$ 70 milhões para criar a primeira resseguradora local no Brasil. A empresa terá foco em garantia de contratos e no futuro pretende ampliar sua atuação para a América Latina. (págs. 1 e B2) - AUGUSTO NUNES - Depois de silenciosa investigação, o presidente Lula percebeu que não poderia culpar os suspeitos de sempre pelo desmatamento da Amazônia. À falta de nomes convenientes, inocentou todo mundo. (págs. 1 e A6) - PAULO SKAF - É preciso buscar desoneração, agilização e acabar com a guerra fiscal. A maioria dos tributos arrecadados vai para a União. Estados e municípios repartem o resto. (págs. 1 e A3 - Aliança Metalúrgica cresce no NE, diz Cláudio Lutzkat. (págs. 1 e C2) CORREIO BRAZILIENSE - Drogas sintéticas invadem Brasília - O consumo de entorpecentes no Distrito Federal mudou o perfil. As ações da Polícia contra o comércio de substâncias ilícitas em 2007 mostram a franca expansão das drogas sintéticas em comparação à maconha, cocaína e merla. Ecstasy e LSD tiveram apreensões recorde no ano passado, com aumento de até 20.000% na quantidade recolhida. Investigações apontam também que o tráfico responde por 17% dos homicídios cometidos no DF. (págs. 1, 31 e 32) - Na tentativa de ficar no cargo, o ministro do Esporte, Orlando Silva, ressarciu ontem aos cofres públicos os R$ 30 mil que gastou com o cartão corporativo. Lista de compras da Presidência é farta em carnes exóticas e bebidas. (Tema do Dia, págs. 1, 2 e 4) - Os bares e restaurantes do Distrito Federal estão proibidos de vender bebida alcoólica à beira da estrada. Tribunal Regional Federal derrubou liminar que permitia o comércio nas proximidades das rodovias. (págs. 1 e 11) VALOR ECONÔMICO - Fragilidade impede Anatel de avaliar a fusão das teles - A compra da Brasil Telecom (BrT) pela Oi (ex-Telemar) terá de passar pelo crivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que foi esvaziada ao longo do tempo. O órgão precisa de maioria simples para tomar qualquer tipo de deliberação, mas, das 12 vagas do conselho consultivo, só cinco estão ocupadas. Dois novos integrantes foram nomeados pela Presidência da República no segundo semestre de 2007, mas não foram empossados até agora. O conselho não se reúne há um ano, por falta de quórum. Pela Lei Geral de Telecomunicações (LGT), qualquer alteração no Plano Geral de Outorgas (PGO) ou no Plano Geral de Metas de Universalização deve passar pelo conselho consultivo, que não tem poder de veto. Seus pareceres podem referendar politicamente ou constranger o governo em caso de alteração do PGO - que precisa ser feita para que a criação da "supertele" nacional se concretize. A aquisição da BrT traz dúvidas e apreensões aos membros do conselho, formado por representantes da sociedade civil, do Executivo, Câmara, Senado e prestadoras de serviços. A advogada Flávia Lefèvre Guimarães, consultora da Pro Teste e representante dos consumidores no conselho, teme prejuízos à concorrência. Por isso, acredita ela, a mudança de regras precisa vir acompanhada de novos instrumentos, como a liberação das redes de infra-estrutura das operadoras de telefonia, ainda que seja necessário alterar os contratos de concessão. Por exemplo, isso permitiria à Telefônica oferecer serviços de telefonia fixa usando a rede da Oi, no Rio. "Na Europa, alguns países desagregaram a rede e tiveram uma queda significativa de preços", diz. A "supertele" será a segunda maior empresa nacional de capital privado, atrás apenas da Vale do Rio Doce, e a terceira maior companhia do país, considerando a estatal Petrobras. Terá receita líquida superior a R$ 27 bilhões e um valor de mercado de R$ 33 bilhões, a décima colocação entre as S.A. Em um primeiro momento, a nova empresa de telefonia será uma gigante com liquidez difusa - terá nove classes de ações em negociação, das quais seis compõem o Índice Bovespa. Somadas, equivalem a uma fatia de 5,8% no principal indicador da bolsa paulista - ainda distante dos 16% da Petrobras e dos 14% da Vale. (págs. 1 e B3) - O pacote de medidas adotado pelo governo para compensar as perdas decorrentes da extinção da CPMF trouxe embutido um aumento da carga tributária nos casos em que empresas convertem em investimentos empréstimos concedidos pelas matrizes no exterior. A elevação da carga veio por meio da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio. Até o ano passado, a conversão de dívida em capital da empresa estava sujeita a pagar 0,76% de CPMF. Muitas companhias conseguiam reduzir na Justiça essa taxa para 0,38%. O IOF sobre câmbio é cobrado três vezes na operação de empréstimo integralizado ao capital, o que totaliza uma carga tributária de 1,14%, cobrança que não tem como ser contestada na Justiça.(págs. 1 e A3) - O vice-presidente da General Electric, John Rice, levou ontem ao presidente Luis Inácio Lula da Silva informações sobre planos de expansão da produção de locomotivas de grande porte no país. A empresa contratou 300 empregados e vai fabricar, já neste ano, 30 máquinas. (págs. 1 e B6) - A estatal federal Valec, criada para a construção da Ferrovia Norte-Sul, vai se tornar uma poderosa concessionária responsável pela elaboração e execução dos futuros projetos ferroviários do país, inclusive o do trem- bala entre Rio de Janeiro e São Paulo. "Estamos criando uma rede integrada de ferrovias em bitola larga no país e quem cuidará da integração será a Valec", informou ao Valor o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Ainda neste mês será editada uma medida provisória para interligar as ferrovias hoje existentes e ampliar a área de ação da estatal. "A Valec é a empresa que vai cuidar do sistema ferroviário do país; vai contratar as ligações das ferrovias, definir editais, promover os leilões, fazer a avaliação de quanto valerá determinada concessão para 25 anos", resume o ministro, ao detalhar os planos do governo para criar uma rede nacional integrada de ferrovias e aumentar a competição entre as atuais operadoras. A Valec terá as concessões das futuras ferrovias, mas deve fazer "subconcessões" ao setor privado.(págs. 1 e B7) - A aliança entre PT e PMDB em 2010, como defende o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, precisa passar no teste das eleições municipais de 2008, segundo avaliação feita na cúpula pemedebista, para deixar de ser político-administrativa e se transformar em coligação eleitoral. O PMDB entende que alianças em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador, capitais dos maiores colégios eleitorais do país, devem sedimentar a aliança. Os pemedebistas acreditam que Lula e o PT estão atrasados nas articulações. Prova disso seria o acordo que o governador Aécio Neves (PSDB) e o prefeito Fernando Pimentel (PT) costuram para a eleição em Belo Horizonte (MG) - uma aliança com potencial para embaralhar as cartas de 2010, se concretizada, vendida praticamente como fato consumado, contra o qual começam a se posicionar o PMDB, o PT e o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social). Há problemas também em São Paulo, Rio e Salvador. (págs. 1 e A10) - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) autorizou a massa falida do Banco Santos a renegociar a dívida dos clientes que tomaram empréstimos e reverteram parte dos recursos para comprar debêntures de empresas ligadas ao grupo de Edemar Cid Ferreira. A renegociação prevê um abatimento de 75% sobre a parte "podre" da operação. De acordo como o administrador judicial do banco, R$ 693 milhões em dívidas de 203 podem ser renegociados nessas condições. Desde a decretação da falência da instituição, em 2005, foram recuperados R$ 250 milhões - de um passivo que ultrapassa R$ 2,7 bilhões. Como muitos credores questionam o valor de seus c´reditos, não houve distribuição até agora. (págs. 1 e E1) - A esperada recessão econômica dos EUA pode fazer com que as negociações entre mineradoras e usinas de aço para o aumento do preço do minério de ferro este ano se arrastem por mais um mês, segundo especialistas. Deve haver um reajuste - e bastante elevado - do minério por uma série de razões, uma delas a inexistência de estoques do produto. Estima-se um déficit entre oferta e demanda de 25 milhões de toneladas neste ano e no próximo. A expectativa dos analistas é que o aumento do preço fique entre 50% a 55%. (págs. 1 e B6) Ata conservadora da reunião do Copom em janeiro fez subir os juros futuros na BM&F. Alguns analistas acreditam que o BV poderá recorrer ao aumento dos depósitos compulsórios para conter o crédito e a inflação. - CPI aponta irregularidades na organização do carnaval carioca e propõe a reestatização do evento. (págs. 1 e EU& Fim de Semana) - Proposta de reforma do Código Brasileiro de Trânsito torna mais rigorosas as punições por excesso de velocidade, reduz o limite de tolerância ao consumo de álcool e proíbe o trânsito de motocicletas entre as faixas de rolamento. (págs. 1 e A3) - Aumento dos gastos dos turistas estrangeiros no Brasil proporcionou receita recorde de US$ 4,9 bilhões em 2007, apesar de o número de visitantes ter ficado estável em 5 milhões. (págs. 1 e A4) - Apesar da turbulência nos mercados financeiros internacionais, que provocou forte volatilidade nas últimas semanas, os preços das comodities agrícolas, sobretudo os grãos, saíram praticamente ilesos e até com valorização em janeiro. (págs. 1 e B11) - O estaleiro MacLaren Oil, situado em Ponta D'Areia (Niterói), vai investir US$ 70 milhões na construção de um dique seco de grandes proporções para atuar na construção e reparo de plataformas de petróleo. (págs. 1 e B7) - Armando Castelar: consumidor não ganha nada coe pode ter perda significativa com fusão da Oi e BrT. (págs. 1 e A11) - Claudia Safatle: do comportamento do câmbio dependerá ação do governo sobre a inflação e a balança comercial. (págs. 1 e A2) REVISTAS VEJA TÍTULOS DE CAPA - Assim é demais? - Saiba quando o exercício físico em excesso vira compulsão e prejudica a saúde - Governo - Continua a farra dos cartões corporativos - História - O anti-semitismo na diplomacia brasileira Entrevista: Marta Lagos - O termômetro latino - A diretora do Latinobarómetro diz que, depois da democracia, latino-americanos querem reformas econômicas e sociais. (págs. 1 e 13) A farra do cartão de crédito - Os cartões de crédito oficiais são usados até para abastecer a despensa dos palácios. (págs. 38 a 41) Vitória da ordem - O governo do Rio contém balbúrdia de oficiais da PM que causou crise na Segurança Pública. (pág. 43) Tecnologia - Era uma vez um laptop de 100 dólares - Preço alto do computador ameaça projeto que une educação e tecnologia. (págs. 54 e 55) História - Hipocrisia oficial - Novos documentos mostram que o anti-semitismo do governo Dutra era ainda pior do que se sabia. (págs. 72 e 73) A peste está sempre à espreita - A história do médico que venceu o cólera em Londres traz lições muito atuais de ciência e política urbana. (pág. 95) ÉPOCA TÍTULOS DE CAPA - Samba & Holocausto - O desfile da Viradouro gerou uma polêmica: um genocídio pode ser tema de Carnaval? - Como São Paulo conseguiu reduzir o número de assassinatos - Um novo tipo de diabetes intriga os médicos - A tecnologia que permite fazer compras pelo celular Para faraó nenhum botar defeito - Os prédios suntuosos erguidos pelo Judiciário em Brasília, ao custo de R$ 2,1 bilhões, são uma prova de como é possível cortar gastos no poder público. (págs. 24 e 25) Mordomia sem preço - TCU e CGU vão aumentar a fiscalização sobre os gastos de ministros com cartões de crédito. (pág. 27) Uma vitória sobre o crime - Como o Estado de São Paulo conseguiu reduzir em mais de 60% a taxa de homicídios nos últimos oito anos e quais as lições que o Brasil pode aprender com a estratégia paulista de combate à violência. (págs. 30 e 31) A revolta dos Barbonos - Como um grupo de oficiais da Polícia Militar do Rio provocou a maior crise vivida pelo projeto de Segurança Pública do governador Sérgio Cabral. (pág. 34) A confusão, em vez da clareza - O governo anuncia uma revisão dos índices de desmatamento na Amazônia. Por que os números ainda são tão imprecisos numa área tão importante? (págs. 40 e 41) A bancada do gelo - Era para ser mais uma bela viagem oficial. Até que a visita de deputados à Antártica se tornou uma fria. (pág. 42) Uma aliança contra Serra - Aécio Neves articula um acordo entre PT e PSDB na eleição à prefeitura de Belo Horizonte. Esse pode ser seu trunfo na disputa pela Presidência em 2010. (págs. 44 e 45) ISTOÉ TÍTULOS DE CAPA - A ciência do amor - Por que precisamos de um romance para sobreviver - Cartões corporativos - A nova ameaça que ronda o governo - Misteriosa conexão - A operação secreta de Hugo Chávez no Brasil Entrevista - Marcos Cesar Pontes - Setor espacial precisa da iniciativa privada - Astronauta brasileiro diz que não se aposentou, sente-se abandonado nos EUA e ainda espera ser aproveitado pelo governo. (págs. 6 a 10) Ameaça sobre o Planalto - Auditoria do TCU leva investigação sobre cartões corporativos ao gabinete do presidente e pode provocar CPI. (págs. 28 a 31) O contra-ataque petista - Ministros do partido reagem à estratégia de Lula de aliança com o PMDB, tentam barrar nomeações e colecionam brigas na Esplanada. (págs. 36 e 37) Requião fora do eixo - Governador do Paraná é acusado de se aliar a Hugo Chávez para apoiar candidato anti-Itaipu no Paraguai e constrange governo brasileiro. (págs. 38 e 39) Um prefeito contra uma cidade - Crescimento de favelas, ruas esburacadas e mal iluminadas e aumento do IPTU põem cariocas em pé de guerra com César Maia. (págs. 40 e 41) CARTA CAPITAL TÍTULOS DE CAPA - Salvador - A revolta da periferia - Parentes, vizinhos e amigos de quatro jovens negros executados pela polícia saem às ruas e inflamam o debate sobre o preconceito - Paraná - Requião, um governador que não teme conflitos A revolta da periferia - Racismo - A Bahia é agitada por protestos contra a execução de quatro jovens negros. (págs. 20 e 25) Requião não contemporiza - Paraná - O governador vive em conflito com a Justiça, a imprensa e o empresariado. (pás. 26 a 29) A conta da crise chegou - Finanças - O PIB americano perde o fôlego e o BC brasileiro avisa que o juro vai subir. (págs. 40 e 41) O minério é nosso? - Negócios - A vale tenta a maior compra de sua história, mas a União teme que os interesses de mercado prevaleçam sobre os do País. (págs. 46 e 47) ISTOÉ DINHEIRO TÍTULOS DE CAPA - Volks no topo do ranking - A montadora tira da Mercedes o posto histórico de maior fabricante de caminhões do País e, com investimentos de R$ 1 bilhão, dá a arrancada final para consolidar a liderança nas vendas de veículos comerciais - Mineração - Fantasma estatal volta a rondar a Vale Entrevista/John Rutledge -"O mercado não precisa de um xerife global" - O economista John Rutledge, ex-assessor do presidente Ronald Reagan, é um acadêmico de fina cepa liberal. Defende um Estado enxuto, prega a liberdade dos fluxos de capital e rejeita a idéia de um controle internacional sobre os mercados financeiros, como o investidor George Soros defendeu em Davos, na Suíça, na semana passada. "Talvez Soros queira ser esse xerife", disse ele à "Dinheiro". (...) (págs. 16 a 18) A Vale agora é estatal? - No momento em que a mineradora busca fechar o maior negócio de sua história, o governo dá sinais de que pode intervir na companhia, colocando em risco um modelo que, até agora, só deu bons resultados. (pág. 23) Cade, cadê você? - O governo determina que a BR pague o preço que for necessário para levar a Esso, o que pode concentrar em demasia o mercado nacional de combustíveis. (págs. 28 e 29) Porteira fechada - União Européia, liderada por pecuaristas irlandeses, se fecha á carne brasileira e mostra o seu lado mais protecionista. (págs. 32 e 33) O País adoece e a vacina desaparece - Surto de febre amarela expõe a fragilidade do sistema de saúde e a incapacidade do governo de atender á demanda em uma emergência. (págs. 36 e 37) O carrinho da discórdia - Farmácias e órgãos do governo vão à Justiça num embate que tenta pôr fim á abertura de drogarias em hipermercados. (págs. 62 e 63) A Volkswagen no topo do pódio - A montadora bate recordes de venda e se torna a maior fabricante de caminhões do País, depois de 50 anos de domínio da Mercedes-Benz. (págs. 57 a 59) S

ATENÇÃO
Prezado (a) Leitor (a),
A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.
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