06/01/2008

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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Boicote ao IPTU

- Na Fonte da Saudade, moradores contrataram advogado e entrarão na Justiça contra a prefeitura na quinta-feira. Argumentam que o município está aplicando mal o imposto. Outras associações também já discutem o boicote. No Leblon, a decisão será tomada esta semana. O pai de João Hélio, o menino arrastado por bandidos em janeiro passado, apóia o boicote, assim como a mãe de Gabriela Prado. "É um meio de pressionar as autoridades", diz Cleyde Prado. (págs. 1 e A15)

- Rico no Brasil é aquele que faz parte de uma família com renda média mensal de R$ 3.875, segundo parâmetro adotado pelo IBGE. Assim, 10% da população brasileira integram esse universo, enquanto 40% vivem com até R$ 758,25. Duas famílias, apresentadas como endinheiradas, contam como vivem. Mas, para a corretora Merril Lynch, ricos de fato são os que têm mais de US$ 1 milhão em investimentos - 0,06% dos brasileiros. (pág. 1 e Economia, págs. E4 e E5)

- Cinco dos sete deputados acusados de participarem do esquema do mensalão, reeleitos em 2006, viram suas emendas orçamentárias liberadas no apagar de 2007. O governo foi generoso com o grupo. Empenhou nada menos que R$ 11 milhões para os seus redutos. Os privilegiados: Pedro Henry (PP-MT), João Paulo Cunha (PT-SP), José Mentor (PT-SP), Vadão Gomes (PP-SP) e Sandro Mabel (PR-GO). Já Paulo Rocha (PT-PA) e Valdemir Costa Neto (PR-SP) ficaram de fora das benesses. (pág. 1 e País, pág. A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Emprego formal avança onde qualificação é menor

- Por trás dos recordes de geração de emprego formal no governo Lula, o trabalho com carteira assinada cresce em ocupações de baixa escolaridade e salários menores, segundo ranking de ocupações feito pelo Ministério do Trabalho a pedido da Folha. Dados de 2003 a 2006 mostram que a ocupação que mais rendeu empregos foi a de vendedor do comércio varejista (315 mil vagas). Depois vêm trabalhadores de linhas de produção (307 mil empregos) e auxiliar de escritório (287 mil postos). (págs. 1 e B1)

- A Argentina manteve bases em São Paulo e no Rio, com militares, que visavam "detectar pessoas ligadas à 'subversão' e controlá-las", informa Rubens Valente. A revelação está em processo que culminou na condenação de oito pessoas na Argentina. As bases funcionaram na Operação Condor, acordo de 1975 entre ditaduras da América do Sul. A prioridade era monitorar ações do grupo guerrilheiro Montoneros. (págs. 1 e A6)

- As Farc admitiram em nota que o menino achado na capital da Colômbia é Emmanuel, filho da refém Clara Rojas. A guerrilha prometera libertar os dois e a ex-parlamentar Consuelo Gonzáles no fim de dezembro. (págs. 1 e E10)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Planalto espera que pacote do IOF reduza o consumo

- Um dos objetivos do governo com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) é reduzir o consumo, informa Ribamar Oliveira. Além de garantir a recuperação de receitas perdidas com o fim da CPMF, o pacote de taxações recém-anunciado servirá, na visão do Ministério da Fazenda, para frear as operações de financiamento de pessoas físicas. O crédito fácil vinha estimulando a demanda dos consumidores, o que despertava no Banco Central o temor de pressões inflacionárias. O ano de 2007 foi o melhor para o crédito em pelo menos uma década. Em dezembro, o total acumulado de operações de financiamento no País ficou perto de R$ 1 trilhão. (págs. 1, B1, B3 a B5)

- Três meganegócios devem agitar o setor elétrico brasileiro no primeiro semestre do ano e movimentar mais de R$ 35 bilhões. Estão em jogo a concessão da usina Jirau, no Rio Madeira, e a venda da Cesp (terceira maior produtora de eletricidade do País) e da Brasiliana (dona da Eletropaulo). (págs. 1 e B10)

- Em comunicado na Internet, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) acusaram o presidente colombiano, Álvaro Uribe, de seqüestrar em Bogotá o menino Emmanuel para sabotar a entrega de reféns. A guerrilha admitiu que o menino, sob proteção de um órgão estatal, é Emmanuel, filho de Clara Rojas, uma das reféns. (págs. 1 e A19)

O GLOBO

- Bandidos armados roubam um carro a cada 12 minutos no Rio

- Embora há três anos as estatísticas de roubos e furtos de carros venham caindo no estado, a freqüência desse tipo de crime ainda é alarmante: a cada 12 minutos um veículo foi levado no ano passado por bandidos armados. Para a polícia, o uso até de fuzis nos assaltos confirma o envolvimento do tráfico em 80% dos casos. Os carros roubados são usados em bondes e outras ações criminosas. No dia seguinte ao assalto a Paulinho da Viola no Itanhangá, outro motorista foi rendido - sob mira de fuzis - no mesmo local. (págs. 1 e 15)

- Economistas dizem que o pacote do governo que dobrou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e encareceu o crédito deve ajudar o Banco Central a evitar alta excessiva da inflação. Com isso, abre-se espaço para os juros voltarem a cair antes do previsto pelo mercado. (págs. 1, 27 e 28)

- Apesar de condenados por irregularidades nas eleições de 2004, cerca de 160 prefeitos estão livres para concorrer este ano, devido a brechas na lei. Entre eles, há 19 que foram afastados do cargo pelo TSE. (págs. 1 e 3)

- As Farc reconhecem que não têm em seu poder o menino Emmanuel, filho da refém Clara Rojas. Segundo a guerrilha, ele foi "seqüestrado" por Uribe. (págs. 1 e 40)

GAZETA MERCANTIL

- Pacote deve arrecadar mais que R$ 10 bilhões

- O aumento da tributação sobre o sistema financeiro, parte das medidas do governo para compensar a perda de receita com o fim da CPMF, deve gerar arrecadação anual muito superior aos R$ 10 bilhões estimados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Segundo especialistas, apenas a elevação da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido(CSLL) das instituições financeiras, de 9% para 15% - mesmo considerando que o lucro do setor em 2008 se mantenha nos níveis de 2007 -, trará receita adicional superior a R$ 3,1 bilhões, superando a projeção de R$ 2 bilhões de Mantega."Só a receita adicional sobre os lucros de Bradesco e Itaú terá cerca de R$ 400 milhões cada",disse João Augusto Frota Salles, economista da consultoria Lopes Filho.

O setor financeiro criticou as medidas. "É o caminho politicamente mais fácil, mas não é o caminho tecnicamente mais correto", afirmou o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fabio Barbosa. O vice-presidente da Associação Brasileira de Bancos Comerciais (ABCC), Renato Oliva, avisou que o aumento de custos dos bancos será repassado aos clientes. O setor produtivo também reagiu às medidas. Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, foi um "presente" desnecessário e infeliz. Embora critique o "pacote", o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, vê aspectos positivos, como o descarte da recriação da CPMF.

Por enquanto, o Palácio do Planalto anunciou apenas que irá cancelar novos concursos públicos para cortar seus custos.Mesmo assim, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, não descartou o reajuste a servidores ainda este ano. Os partidos de oposição anunciaram que pretendem obstruir no Congresso as discussões sobre o Orçamento da União para este ano, em especial se o corte de gastos federais incluir emendas de parlamentares. (págs. 1, A4, A6 e B1)

- Janeiro é o mês em que as empresas devem começar a fazer o chamado planejamento tributário de 2008. O prazo para decidir qual regime tributário adotar vence no dia 29 de fevereiro. Especialistas alertam que antes de fazer a opção é necessário realizar simulações para descobrir qual o mais vantajoso: lucro real, presumido ou Supersimples. Para empresas com faturamento superior a R$ 48 milhões por ano, no entanto, é obrigatório optar pelo lucro real. Nesses casos, é preciso um planejamento tributário mais sofisticado. Uma opção é a permuta de participação societária, a transferência dos ativos de uma empresa para outra evitando o ganho de capital. (págs. 1 e A7)

- O grande interesse demonstrado por pequenos investidores nas Ofertas Públicas Iniciais (IPO, na sigla em inglês) pelas operações de transformação de Bovespa e BM&F em empresas listadas no pregão já provoca um debate no mercado de capitais. A discussão é sobre um possível aumento da fatia das ofertas dedicada ao varejo. No caso das duas bolsas, esses investidores ficaram com aproximadamente 10% dos papéis. Na opinião do superintendente da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (Amec),Edison Garcia, possíveis alterações em futuros IPO acontecerão caso o apetite do varejo permaneça. (págs. 1 e B3)

- O preço mais alto do leite, que subiu 40%, a produção maior e o movimento de aquisições de indústrias fizeram o segmento liderar os ganhos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) entre as empresas do agronegócio no ano passado. Em contrapartida, usinas sucroalcooleiras e frigoríficos registraram as maiores quedas, segundo dados da Economatica.

Segundo Denílson Duarte, analista do Banco Máxima, a compra da Eleva pela Perdigão foi o principal fator para o aumento da rentabilidade da empresa, aliado à expansão da economia, que levou investidores a comprar ações de indústrias do segmento. No caso das usinas sucroalcooleiras,queda nas exportações e operações da Cosan fora do País determinaram o desempenho.

Para os frigoríficos, a compra da Swift pelo JBS/Friboi, que para analistas foi por um valor muito alto, e a matéria-prima mais cara explicam os resultados. (págs. 1 e C3)

- Petróleo superando a barreira de US$ 100 por barril - o que ocorreu ontem pelo segundo dia seguido no pregão de Nova York - não é um cenário de preço sustentável. Essa é a opinião de analistas consultados por este jornal. Eles apostam numa cotação média para 2008 de US$ 75. "Com o fim do inverno no Hemisfério Norte, em março, o preço começará a voltar para patamares mais realistas", diz Vladimir Pinto, do Unibanco. Segundo ele, o valor atual reflete o inverno rigoroso nos EUA, que aumenta a demanda por óleo para calefação, e o registro de conflitos geopolíticos.

Em 2007, o valor médio do WTI, negociado em Nova York, ficou em US$ 72,32, enquanto a cotação do Brent, vendido em Londres, atingiu US$ 72,71. Gilberto Pereira de Souza, da BES Securities, também prevê recuos mais significativos nos preços nos próximos meses. (págs. 1 e A5)

- A Braskem, maior petroquímica do país, quer aumentar a participação da ferrovia em sua matriz de transporte.Com projeto com a América Latina Logística (ALL), a empresa estuda usar o trem na rota Triunfo (RS)/Paulínia (SP). O objetivo é elevar em torno de 35% o volume total de cargas transportadas por trilhos neste ano, passando de 7,5 mil toneladas mensais para 10 mil toneladas de resinas termoplásticas por mês.

"Vamos usar vagões especiais, mas a intenção não é comprar e sim alugar os equipamentos", disse a este jornal a diretora de suprimentos e logística da Braskem, Isabel Figueiredo. Págs. 1 e C2)

- Bolívia não cumprirá acordo, diz Carlos Villegas. (págs. 1 e C2)

- Subsídio maior pode elevar as contratações de seguro rural em 2008. (págs. 1 e C3)

- Fluxo cambial cresceu 134% em 2007. (págs. 1 e B1)

- As reservas internacionais do Brasil alcançaram na última quarta-feira o valor recorde de US$ 181,378 bilhões e quase dobraram em um ano, segundo dados do Banco Central divulgados ontem. (págs. 1 e A4)

- A Petrobras vendeu a participação de 40% na Argentina Petroquímica de Cuyo para os sócios, o grupo argentino Admire Trading Company e para o Grupo Investidor Petroquímica, por US$ 32 milhões. (págs. 1 e A5)

CORREIO BRAZILIENSE

- Suspeito de ter febre amarela morre em Goiás

- Internado em Goiânia desde o último dia 2, João Batista Gonçalves, 31 anos, morreu ontem de falência múltipla dos órgãos. Laudo vai confirmar se trabalhador rural estava contaminado pela doença, como suspeitam as autoridades. Há duas semanas, foram encontrados, em Goiás e no Distrito Federal, macacos mortos contaminados pela febre. No DF, 200 mil pessoas já foram vacinadas, muito próximo da meta de 240 mil, equivalente a 10% da população. Ontem, o Ministério de Saúde solicitou que todos os governos estaduais enviem doses da vacina para Goiás, onde o objetivo é imunizar 15% dos moradores. (págs. 1, 27 e 28)

- Em 2007, o governo federal gastou R$ 75 milhões, mais do que o dobro do valor de 2006, com o pagamento de faturas. Os maiores responsáveis pelo aumento dos custos foram o Ministério do Planejamento, que usou sozinho R$ 34 milhões, e a Presidência da República. (págs. 1 e 4)

- Com Lula, ação contra informalidade cresce 76%. (págs. 1 e 19)

- Guerrilha admite que o menino internado há dois anos em orfanato é Emmanuel, filho de uma política seqüestrada com um guerrilheiro. Grupo havia dito que libertaria o garoto, a mãe e uma ex-congressista no final do ano passado, mas criança já não estava mais em seu poder. (págs. 1 e 18)

VALOR ECONÔMICO

- Empresa privada volta a investir em saneamento

- Além do impulso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ponto crucial para a mudança de cenário foi a entrada em vigor da legislação que regulamentou o setor, em fevereiro de 2007. Por conta dos prazos apertados da lei e das exigências para o acesso aos recursos federais, as prefeituras e as estatais estaduais tiveram de correr para renegociar contratos precários ou que estavam para vencer. A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou no fim de ano a centésima renovação e celebrou um convênio com a capital que representa o início de um contrato até hoje inexistente de prestação de serviços.

Além do impulso do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ponto crucial para a mudança de cenário foi a entrada em vigor da legislação que regulamentou o setor, em fevereiro de 2007. Por conta dos prazos apertados da lei e das exigências para o acesso aos recursos federais, as prefeituras e as estatais estaduais tiveram de correr para renegociar contratos precários ou que estavam para vencer. A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou no fim de ano a centésima renovação e celebrou um convênio com a capital que representa o início de um contrato até hoje inexistente de prestação de serviços.

Só por parte da Caixa Econômica Federal (CEF) foram contratados R$ 3,2 bilhões no ano passado, valor que pode subir para R$ 4,8 bilhões em 2008 graças à ampliação do limite de endividamento autorizado pelo PAC.

A Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesbe) acredita que até 2010 será fechado o ciclo de renovações de contratos de saneamento. A concorrência com o setor privado ainda está longe de ser um problema para as estatais, consolidadas no mercado há 30 anos e com 95% das operações no setor.

Investidores privados assumiram os serviços nas cidades paulistas de Rio Claro, Itú, Mirassol e Palestina; nas fluminenses Rio das Ostras, Resende e na Região dos Lagos e ainda em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. "A ampliação ainda é pequena, mas já é um começo, e temos expectativa de que em dez anos o setor privado possa representar 30% do mercado", diz Yves Besse, diretor da Associação Brasileira das Concessionárias de Serviços Públicos (Abcon).

Em Rio das Ostras e Rio Claro, as prefeituras adotaram Parcerias Público-Privadas (PPPs) no saneamento, sistema que é uma das apostas para a ampliação da presença privada no setor. (págs. 1 e B3)

- O governo anunciou que irá preservar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que prevê investimento de R$ 18 bilhões em 2008, e o Bolsa Família, com dotação de R$ 10,5 bilhões, dos cortes que serão feitos no Orçamento. Segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, serão prejudicadas as emendas parlamentares, os investimentos propostos pelo governo fora do PAC e despesas de custeio. Enquanto o Orçamento não for aprovado, o governo gastará mensalmente o duodécimo da proposta enviada ao Congresso, mas encontrou uma brecha para tocar investimentos - a rubrica "restos a pagar", que não entra no cálculo do duodécimo. Nessa rubrica, o governo incluiu R$ 41 bilhões, o maior montante de "restos a pagar" da história, segundo o ministro.

O governo também acenou ontem com a possibilidade de não cumprir acordos feitos no Congresso para prorrogar a Desvinculação das Receitas da União (DRU), como, por exemplo, a exclusão dos recursos da Educação do valor a ser desvinculado. Especialistas em contas públicas receberam com cautela as medidas do minipacote fiscal anunciado pelo governo. Apesar da falta de detalhamento dos cortes, que impede uma avaliação mais precisa, a expectativa de vários analistas é de que parte dos investimentos programados para este ano não escape das restrições. (págs. 1 e A7)

- Richard Lark, o diretor de relações com investidores da Gol Linhas Aéreas, teve dois termos de compromissos rejeitados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com eles pretendia pôr fim a processo administrativo sobre a falta de esclarecimentos da Gol na compra da Varig. Ontem, Lark teve que mais uma vez prestar esclarecimentos sobre o suposto fechamento de capital da Gol. A empresa voltou à cena com essa possibilidade de saída da bolsa e uma compra de ações feita pelos controladores, a família Constantino. Suas ações tiveram a maior queda do Ibovespa: 5,19%. (págs. 1 e B2)

- Municípios dão incentivo a empresas e ampliam fatia no bolo do ICMS. (págs. 1 e A4)

- A Petrobras já fechou contrato para sua primeira Importação de Gás Natural Liquefeito (GNL). O volume é suficiente para suprir toda a demanda termelétrica da estatal. (págs. 1 e B6)

- Adição de biodiesel ao óleo diesel, em vigor desde o dia 1º, enfrenta dificuldades pontuais em cerca de 7% do mercado. Excesso de capacidade instalada reduz preços do produto. (págs. 1 e B12)

- A Brasil Telecom (BrT) costura uma proposta de reestruturação de sua cadeia societária que poderá levar à pulverização do controle da empresa. O movimento, se bem-sucedido, poderá dar aos controladores da operadora munição para pleitear a liderança de um processo de consolidação com a Oi (ex-Telemar).

O primeiro passo deve ser o enxugamento da estrutura societária - acima da operadora, único ativo que gera receita, há uma cadeia de holdings. Os controladores passariam a ter participação direta na operadora. O segundo prevê a troca de ações preferenciais por ordinárias. O último estágio é a oferta secundária de ações com pulverização do controle - o que dará ao Citigroup a possibilidade de sair da companhia. (págs. 1 e B7)

- O fluxo cambial foi recorde no ano passado, somando US$ 87,454 bilhões, com alta de 134% sobre o resultado de 2006. O câmbio comercial registrou saldo positivo de US$ 76,746 bilhões. (págs. 1 e C1)

- Receio de inflação com a alta do petróleo, desvalorização do dólar e preocupações com uma crise econômica nos EUA levam o euro ao segundo recorde consecutivo.(págs. 1 e C1)

- Medidas fiscais para compensar o fim da CPMF foram bem recebidas pelo mercado futuro de juros da BM&F. As taxas recuaram tanto nos contratos curtos quanto nos mais longos. (págs. 1 e C2)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Regras - Por que a vida passou a ser regulada por elas e como saber quais as que funcionam para:

* Liderar

* Educar filhos

* Se dar bem no trabalho

* Superar uma separação

* melhorar a vida sexual

* Não abandonar a dieta

Pacote de maldades - O governo anuncia aumento de impostos para compensar as perdas provocadas pelo fim da CPMF, ao mesmo tempo em que amplia os gastos públicos. (págs. 36 a 41)

O barril a 100 dólares - O preço do petróleo rompe a tão temida barreira e testa os limites da economia mundial. (págs. 44 a 46)

Operação faz-de-conta - A encenação das Farc sobre a libertação de reféns faz Chávez de bobo e expõe distorções morais sobre a "guerrilha". (págs. 48 e 49)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- 1968 - Como entender o ano que mudou nossa maneira de ver o mundo

- Impostos - Como o pacote de Lula afeta nosso bolso e a credibilidade do presidente

A virada dos impostos - Sem a reforma tributária, o governo recorre à velha saída de aumentar impostos para compensar a perda da CPMF. (págs. 32 a 24)

A Bolsa e o voto - Aumento às pressas do Bolsa-Família levanta suspeita de manobra eleitoreira. (pág. 40)

Em defesa das crianças - Uma nova forma de tomar depoimentos de menores vítimas de violência sexual pode virar lei. Onde a técnica é aplicada, há seis vezes mais condenações de criminosos. (págs. 46 a 48)

1968 - O ano das transformações - Como a geração de 68 mudou nossa maneira de ver o mundo. (págs. 61 a 72)

ISTOÉ

TÍTULO DE CAPA

- 100 brasileiros mais influentes

Entrevista - Carlos Lupi - O jornaleiro que virou ministro - Herdeiro do PDT, Carlos Lupi espera completar, neste ano, a meta de criar os dez milhões de empregos prometidos por Lula. (págs. 7, 8 e 10)

Muito além do IOF - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, lança pacote para compensar a perda dos R$ 40 bilhões da CPMF e o seu sucesso no governo depende a partir de agora do resultado dessas medidas. (págs. 28 a 30)

Procurados por seqüestro - Ação da Justiça italiana atinge oito ex-agentes da repressão brasileiros e pode abrir precedente contra crimes da ditadura. (págs. 32 a 34)

Os 100 brasileiros mais influentes 2008 - Em algum momento ao longo do ano que está começando, eles revelarão ascendência, prestígio e domínio sobre sua área de conhecimento ou atividade profissional. (...) As próximas 55 páginas contemplam os protagonistas dos principais setores da sociedade brasileira. De A (de Aécio Neves) a W (de Wanderley Luxemburgo), é impossível passar incólume pela mais importante e tradicional seleção das 100 personalidades mais influentes do Brasil. (págs. 59 a 114)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Onde investir em 2008 - Saiba como navegar no mar de incertezas da economia mundial

- Impostos - O pacote de Mantega vai frear o crescimento?

Entrevista - Maria Helena Santana - "O investidor precisa ter cautela sempre". (págs. 16 e 18)

O pacote de ano-novo de Mantega - Ministro anuncia aumento de impostos que pode encarecer as operações de crédito e enfrenta as labaredas do fogo amigo. (págs. 28 e 29)

O mundo com o petróleo a US$ 100 - Prepare-se para grandes transformações. O recorde do barril, batido logo no primeiro dia útil do ano, prenuncia uma nova ordem global (págs. 30 e 31)

A eleição de US$ 1 bilhão - Disputa pela Presidência dos Estados Unidos, com oito candidatos competitivos, será a mais cara de todos os tempos. (págs. 32 e 33)

Investir é preciso - Aplicar o dinheiro será mais difícil em 2008. Para continuar a ter bons rendimentos, você irá correr mais riscos no mar de incertezas que cerca a economia mundial. Saiba os melhores instrumentos para garantir uma navegação segura. (págs. 42 a 48)

Qual é o Norte? A bússola dos investimentos teima em apontar para os EUA. Com ou sem crise americana, as ações prometem manter um bom fôlego este ano. (págs. 50 a 52)

Aposta o futuro tranqüilo - Estabilidade aumenta a procura pelos fundos de previdência, até mesmo para driblar o Leão. (págs. 70 e 71)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.