13/01/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
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JORNAL DO BRASIL

- Rio ignora plano e perde R$ 800 milhões

- O poder municipal deixou de arrecadar, nos últimos 15 anos, pelo menos R$ 800 milhões. A verba viria de um instrumento conhecido como "solo criado", imposto às empresas quando constroem acima da metragem permitida. (pág. 1, Cidade e pág. A14)

- Ao abocanhar o Ministério de Minas e Energia, na cota do Senado, e a diretoria internacional da Petrobrás, pela Câmara, o PMDB acirrou a gula dos partidos governistas, especialmente o PT. O governo Lula tem mais 40 cargos a oferecer para 14 partidos, em troca de apoio no Congresso. (pág. 1, País e pág. A4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- País ganha 60 mil novos milionários em apenas um ano

- Em um ano, o Brasil elevou o seu número de milionários em 60 mil, passando de 130 mil em 2006 para 190 mil no ano passado, de acordo com dados do BCG (The Boston Consulting Group). A fortuna desses milionários está estimada em aproximadamente US$ 675 bilhões, o que equivale a cerca de metade do PIB brasileiro. São classificados como milionários aqueles com mais de US$ 1 milhão aplicado no mercado financeiro. Entre os fatores que explicam a explosão estão a abertura de capital das empresas, o recorde de negócios na Bovespa e os investimentos estrangeiros diretos. O fenômeno chama a atenção dos bancos de investimento. O Brasil é um dos países em que o número de milionários mais cresce e o segundo onde fortunas se multiplicam mais rápido, atrás somente da China. Nos últimos seis anos, os investimentos desse grupo cresceram ao ritmo anual médio de 22,4%. Parte dos milionários prefere investir no próprio país. (pág. 1, Dinheiro)

- A espera na fila para vacinação contra a febre amarela ultrapassou quatro horas ontem no posto da Anvisa no aeroporto de Congonhas. No Instituto Pasteur, em São Paulo, o atendimento médio de 15 pessoas por dia subiu para 250 só durante a manhã. Em Goiás, um agricultor morreu com suspeita de febre amarela. (págs. 1 e A20)

- São Félix do Xingu (PA) é o retrato da expansão da pecuária na Amazônia Legal. Dono do maior rebanho bovino brasileiro, o município teve nesta década área de mata de quase dez vezes a cidade de São Paulo derrubada para dar lugar a pastos. O crescimento do rebanho na Amazônia fez a região bancar um terço da exportação brasileira de carne e assegurou a liderança mundial nesse mercado. (págs. 1, A31 e A32)

- Um dos principais acionistas da Oi, antiga Telemar, e maior interessado na compra da concorrente Brasil Telecom (BrT), o grupo Andrade Gutierrez foi o maior financiador do PT em 2006. A construtora doou R$ 6,4 milhões para o partido e R$ 1,52 milhão diretamente para a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (págs. 1 e B9)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Racionamento de gás é alternativa para evitar apagão

- Para evitar um racionamento de energia elétrica, o Brasil está sob risco de racionar gás natural para a indústria ou para automóveis. A medida será inevitável caso os reservatórios das hidrelétricas continuem com pouca água e o governo tenha de acionar todas as usinas térmicas, informa Renée Pereira. (págs. 1, B1, B3 e B4)

- Pesquisa Estado/Ipsos mostra que, para 67% dos brasileiros, uma presença mais forte da mulher melhoraria o nível da política no Brasil. Na opinião de 58% dos eleitores, a participação feminina na política do País é "menor do que deveria ser", mas só 57% dizem já ter votado em uma mulher. (págs. 1 e A10)

- O agricultor espanhol Salvador Perez de la Cal, 41 anos, morreu ontem, em Goiânia, com suspeita de febre amarela. Um rapaz de 23 anos que passou férias em Goiás está internado, também com suspeita, na região de Americana (SP). Dois casos da doença já foram confirmados no País. (págs. 1 e A24)

- Dez prefeituras do Estado de São Paulo compraram, de três editoras, apostilas para o ensino fundamental com diversos tipos de erros. Embora o governo federal ofereça material didático gratuito, as prefeituras gastaram, juntas, R$ 91,1 milhões sob o argumento de que o material do Ministério da Educação é de baixa qualidade. (págs. 1 e A26)

O GLOBO

- Tráfico é responsável por 70% dos homicídios no Rio

- Autor do Mapa da Violência 2006 da Organização dos Estados Ibero-Americanos, o pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz concluiu que o tráfico de drogas é responsável por 70% dos homicídios no Rio. Quadrilhas fragmentadas, formadas por jovens armados de fuzis, ausência do Estado em favelas; rota mundial de tráfico; estratégia de combate às drogas baseada no confronto, com resultados ineficientes; e corrupção policial são as principais hipóteses levantadas por especialistas para explicar por que o tráfico de drogas é mais violento no Rio do que em outras cidades do mundo, informam Elenilce Bottari e Dimmi Amora. (págs. 1 e 15)

- A decisão do governo de adiar a maioria dos concursos públicos deixou apreensiva a indústria de cursos que, a cada ano, movimenta R$ 1 bilhão e atrai 1,6 milhão de inscrições de pessoas que buscam estabilidade e bons salários. Há quem tenha investido R$ 10 mil para se preparar. (págs. 1, 3 e 4)

- Rio de Janeiro e São Paulo são os estados onde a tragédia nas estradas federais é mais sangrenta, segundo dados inéditos da Polícia Rodoviária Federal. Nos dois estados, uma pessoa morreu a cada três quilômetros em 2007, a pior média do país. (págs. 1, 10 e 11)

GAZETA MERCANTIL

- Distribuidoras dobram preço da energia no horário de pico

- A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) começa a cobrar na segunda-feira o preço cheio de R$ 800 o megawatt/hora (MW/h) para consumidores industriais em horário de pico - das 18 às 21 horas. O preço é mais que o dobro dos R$ 350 o MW/h contratados anteriores. A Light já havia tomado a mesma decisão em dezembro, no Estado do Rio. Analistas dizem que outras distribuidoras deverão seguir caminho semelhante.

O governo, que vinha negando a crise, anunciou ontem medidas para evitar o desabastecimento. O Planalto determinou o uso de térmicas movidas a óleo diesel no Sudeste para aumentar entre 800 e 1.200 MW a oferta. Também aumentará a produção de gás natural em outros 1.000 MW no Rio e negocia com a Petrobras a redução do uso do gás pela estatal para produção própria.

De acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, a proposta da quantidade de gás que será substituída será discutida na próxima reunião na semana que vem.

As três distribuidoras da CPFL - Companhia Paulista de Força e Luz, a Companhia Piratininga de Força e Luz e a Rio Grande Energia. - atendem a 5,2 milhões de clientes em 515 municípios em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Para Eduardo Amorim, diretor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em Ribeirão Preto, empresas podem demitir na região.(páginas 1 e A6)

- Os partidos aliados ao governo no Congresso defenderam a recriação de uma espécie de CPMF atenuada. A nova contribuição teria alíquota de 0,2% e, como a extinta em dezembro pelo Senado, serviria para financiar a saúde no País.

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, se apressou em negar que a proposta fará parte da reforma tributária que o Palácio do Planalto pretende enviar ao Congresso em março. Entretanto, Bernardo admitiu que a recriação da contribuição poderá ser negociada até mesmo com os partidos de oposição ao governo.

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Fabio Barbosa, voltou a criticar a elevação da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras e o aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para compensar a perda de arrecadação com o fim da CPMF. "É lamentável que, no momento em que o crédito tem colaborado de forma notável para o crescimento do País, o governo tome decisões que implicam redução no ritmo de expansão do consumo e do investimento." (páginas 1, A7 e B1)

- Mesmo com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a carga tributária deverá cair este ano. A estimativa do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) é de que a carga que as empresas deverão suportar este ano deverá cair de 36,02%, em 2007, para 35,52% do Produto Interno Bruto (PIB). O motivo é o fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Mas, mesmo assim, a carga continua pesada, segundo especialistas. "O País cresceu mais em 2007 do que em 2006, porém menos do que os demais países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), que têm carga menor do que o Brasil", diz o jurista Ives Gandra da Silva Martins.

Ainda segundo o IBPT, a arrecadação do IOF vai mais que dobrar, em comparação com 2007: subirá de R$ 7,76 bilhões para R$ 16,92 bilhões. Já a CSLL deve render aos cofres públicos federais R$ 41,61 bilhões, R$ 8,04 bilhões a mais do que no ano passado. (páginas 1 e A12)

- O mercado financeiro recebeu ontem a mensagem tão esperada de que o Fed será mais agressivo no corte dos juros americanos. Em um discurso contundente, o presidente da entidade, Ben Bernanke, firmou

que prevê um crescimento "lento" para a economia, mas não uma recessão. Disse ainda que "um alívio adicional da política monetária pode ser necessário". Na direção oposta, horas antes o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, comunicou a manutenção do juro a 4% e disse que está preparado para agir contra a inflação e subir a taxa.

Após a fala de Bernanke, investidores já trabalham com um corte de meio ponto no juro americano, que iria a 3,75% ao ano. As bolsas reagiram positivamente. O índice Dow Jones subiu 0,92%. O Ibovespa, 1,34%, a 63.515 pontos. O risco-Brasil, no fechamento do mercado local, recuava 5,88%, a 224 pontos-base. Apesar da melhora, o temor de uma recessão deve seguir pressionando os mercados.

Já o FMI e o Instituto de Finanças Internacionais, em relatório de ontem, disseram que "ainda não se pode dizer que a economia americana entrará em recessão". As duas instituições confiam no desempenho das economias emergentes. Para o Barclays Capital, de Londres, porém, o cenário nos EUA é de "estagflação". (páginas 1, B2 e A13)

- Inflação para idosos sobe 5,04% em 2007. (páginas 1 e A4)

- O crescimento da economia e do nível de emprego influenciará positivamente as grandes operadoras de planos de saúde e odontológicos. (páginas 1 e gazetamercantil.com.br)

- Em 2007, os preços do boi subiram 12 pontos percentuais acima dos custos, enquanto os do leite aumentaram apenas 3 pontos, na mesma comparação. Para este ano, a estimativa é de que a pecuária siga ganhando. (páginas 1 e C5)

- GOVERNANÇA - Índices não refletem avanços, diz Monforte. (páginas 1 e B1)

CORREIO BRAZILIENSE

- Espanhol morre em Goiás com sintomas de febre amarela

- O fazendeiro Salvador Perez de la Cal, 41 anos, morreu na manhã de ontem, no Hospital de Doenças Tropicais de Goiânia, onde foi internado na quinta-feira, com fortes dores de cabeça e febre alta. Casado com uma brasileira, o espanhol havia comprado terras no município goiano de Cristianópolis, a 180 km de Brasília. É a quinta morte por suspeita de febre amarela no país. Em São Paulo, um rapaz de 23 anos que esteve de férias em Goiás em dezembro passado foi internado na sexta-feira, também com sintomas da doença. (pág. 1, Tema do Dia, págs. 27 a 30)

- Enquanto o país discute cortes nos gastos públicos, emendas coletivas apresentadas pelos parlamentares ao Orçamento reservam R$ 1 bilhão para projetos nos quais o Tribunal de Contas da União apontou graves irregularidades. Dinheiro só pode ser usado se as ilegalidades forem resolvidas. (págs. 1, 2 e 3)

- Lupi ataca presidente da Comissão de Ética. (págs. 1 e 6)

- Polícia Federal vai capacitar policiais dos países de língua portuguesa da África para o combate ao tráfico de drogas, que movimenta mais de US$ 1,8 bilhão na região. (págs. 1 e 20)

VALOR ECONÔMICO

- Montadoras são alvo dos Estados em briga por ICMS

- Uma disputa entre São Paulo e outros Estados pela arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deu origem a uma fiscalização contra as montadoras. Goiás, Paraíba e Rio Grande do Norte estão entre os Estados que querem que os fabricantes de veículos paguem no local de destino o ICMS sobre as vendas de automóveis realizadas com operações de leasing. Hoje, o imposto é recolhido predominantemente em São Paulo, onde se concentram as sedes das financeiras, mesmo quando o comprador final é de outro Estado.

O setor automotivo teme que outros Estados adotem a mesma linha de entendimento desses três governos. Caso isso aconteça, a cobrança de ICMS pode chegar a R$ 1,2 bilhão. O cálculo, feito pelas montadoras, leva em consideração a cobrança generalizada pelos Estados do que foi vendido nos últimos cinco anos.

Representantes do setor já marcaram uma reunião no início da próxima semana com o governo paulista para tentar encontrar uma solução. Caso São Paulo não desista da arrecadação do imposto, as montadoras deverão recorrer ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne as Fazendas de todos os Estados.

A disputa se dá em torno da interpretação do Convênio Confaz nº 51, de setembro de 2000. Esse acordo foi feito para definir uma nova divisão da arrecadação do ICMS sobre as vendas diretas, que começaram a crescer com o avanço do comércio pela internet. Até então, o ICMS pertencia integralmente ao Estado de origem.

O Convênio 51 determinou a divisão da arrecadação entre o Estado produtor e o de domicílio do comprador do veículo. No caso das vendas das regiões Sul e Sudeste para as do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, a alíquota de 12% de ICMS relativa às operações interestaduais foi partilhada da seguinte maneira: uma média de 5% para os Estados produtores e 7% para os compradores, dependendo da cobrança do IPI. O problema é que São Paulo entende que não se aplica a repartição de receitas prevista no convênio para as vendas por leasing.

A posição dos outros Estados fica clara com as declarações de Américo Nobre de Mariz Maia, coordenador de tributação do Rio Grande do Norte: "Não há lógica nenhuma em ficar para São Paulo o ICMS de um veículo que vem para o Rio Grande do Norte poluir o nosso ambiente, estragar as nossas estradas e causar acidentes aqui" (págs. 1 e A2)

- Tem faltado gás para abastecer as térmicas que estão produzindo energia para poupar os reservatórios das hidrelétricas nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país. Por falta de combustível, na quarta-feira cinco usinas movidas a gás geraram quase 700 megawatts abaixo do previsto pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O próprio ONS admite que, em função do imprevisto, a produção de energia hidráulica "foi superior ao programado", impedindo a economia de água dos reservatórios no volume desejado. Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, eles continuam a baixar e estão com 44,6% da capacidade - só 3,7 pontos percentuais acima da margem mínima de segurança.(págs. 1 e A3)

- A base do governo articula a volta da CPMF, desta vez permanente e com alíquota de 0,2%. (págs. 1 e A5)

- O custo do frete para o transporte de soja já começou a subir, e de forma vigorosa, como ocorre com freqüência em anos de safra abundante. No pico da colheita passada, os embarques feitos em Sorriso (MT) com destino ao porto de Paranaguá (PR), uma distância de 2.179 quilômetros, chegaram a custar entre R$ 180 e R$ 200 por tonelada. Neste ano, contratos para o mesmo trajeto têm sido fechados por R$ 220 ou até R$ 230. E tendem a subir para quem ainda não contratou o transporte.

No ano passado, o preço do frete entre Sorriso e Paranaguá subiu 7% na comparação com 2006, segundo o Sistema de Informações de Fretes, da Esalq/USP. "Para este ano, o aumento vai ser daí para mais", diz Seneri Paludo, superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agrícola.

A deterioração das rodovias e o aumento do petróleo são os fatores principais na alta do frete. Neste ano, outros fatores devem pesar nessa conta, como a entrada em vigor do programa de mistura obrigatória de 2% de biodiesel ao diesel. Além disso, uma determinação recente do Contran impede que as carretas continuem a circular com até 5% a mais de carga. (págs. 1 e A10)

- A Finame, linha de crédito do BNDES para o financiamento de bens de capital às empresas, registrou desembolso recorde de R$ 20,6 bilhões no ano passado, alta de 59,6%. As cadeias do etanol e da construção civil lideraram as operações. (págs. 1 e A4)

- O governo de Pernambuco coloca hoje em consulta pública o projeto de PPP para construção do presídio de Itaquitinga. A licitação deve ser feita em três meses e o vencedor também deverá assumir a gestão por 30 anos. (págs. 1 e A4)

- Vale ainda não desistiu do direito ao minério de ferro excedente de Casa de Pedra. Ontem, recorreu à presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Ellen Gracie, para tentar modificar decisão do presidente do STJ. (págs. 1 e B1)

- As exportações brasileiras de carne suína alcançaram 606,5 mil toneladas no ano passado, com um aumento de 14,83% sobre 2006. Em receita, o crescimento foi de 18,68%, para US$ 1,230 bilhão. (págs. 1 e B9)

- Desde o início do sistema eletrônico de portabilidade entre planos de previdência aberta, em abril de 2006, o volume de transferência já supera R$ 1,5 bilhão. Concorrência entre seguradoras e busca por rentabilidade explicam o movimento crescente. (págs. 1 e D1)

- Cláudia Safatle: não estão claras as condições e os custos do crédito de R$ 12,5 bilhões do Tesouro Nacional ao BNDES. (págs. 1 e A2)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Sol - Modo de usar - A medicina conclui que a exposição à luz solar faz mais bem do que mal

* A dosagem ideal para produzir vitamina D

* A verdade sobre os filtros solares e o câncer de pele

- Dança com lobos - Filho de senador usou laranja para se livrar de dívidas

Entrevista - Arthur Virgílio - A oposição renasceu - O senador faz autocrítica, diz que acabou a era dos aumentos de impostos no Brasil e destaca virtudes do presidente Lula. (págs. 11 e a 15)

O blefe da turma de sempre - Para aprovar pacote, o governo desiste de cortes, acelera as nomeações e cogita recriar a CPMF. (págs. 44 e 45)

Dança com lobos - A possível ida do senador Edison Lobão para o ministério abre vaga para o filho que transferiu sua empresa a um laranja para esconder dívidas. (págs 46 e 47)

A preciosa gota d'água - Sem investimentos, a decisão sobre o racionamento fica por conta da natureza. (págs. 48 e 49)

Rumo à supertele - Empresa resultante da compra da Brasil Telecom pela Oi, com controle nacional, é projeto antigo do governo Lula. (págs. 50 a 53)

Falta libertar os outros 774 - Reféns libertadas pelos terroristas colombianos descrevem as torturas a que são submetidas as pessoas seqüestradas pelas Farc. (págs. 66 e 67)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Dancei! - Por que o filme Meu nome não é Johnny é um alerta para pais e filhos sobre os riscos de jovens da classe média se tornarem traficantes de drogas

- Ministério - O que atrapalha a nomeação de Lobão

- Reféns das Farc - Chávez conseguiu libertar duas. Quais as chances dos outros 43?

Curto-circuito no ministério - Uma rede de intrigas e suspeita envolve a família Sarney e complica a nomeação de Edison Lobão como o novo ministro de Minas e Energia. (págs. 32 a 37)

Apagão no horizonte - O governo nega, mas o risco de faltar energia no país está de volta. (págs. 38 e 39)

As aflições da governadora - No comando do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB) tenta consertar as finanças de um Estado falido e enfrenta oposição até de seu vice. (págs. 43 a 45)

Entrevista - John Dinges - "O Brasil tem muito a esclarecer" - O especialista diz que os arquivos militares podem explicar a história da Operação Condor. (págs. 46 e 47)

Entrevista - Armínio Fraga - "Não vejo o fim do mundo para nós" - O ex-presidente do Banco Central diz que a crise nos EUA terá, sim, impacto no Brasil - mas limitado. (págs. 54 e 55)

Ameaça dupla - Casos de febre amarela mostram que o mosquito da dengue é mais perigoso do que se pensava. (pág. 60)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Vaidade em excesso

* A incrível história da mulher que fez 44 plásticas

* Por que a busca da beleza traz riscos e danos para a saúde

- Fim de uma era - O que muda na Microsoft com a saída Bill Gates

- Febre amarela - O perigo ronda as cidades

Entrevista - Dom Tomás Balduíno - "Lula esgotou-se" - Ex-aliado do PT, bispo diz que governo e movimentos sociais se opõem em temas como biocombustíveis e reforma agrária. (págs. 7 a 10)

Um vice a plenos pulmões - José Alencar aumenta seu espaço político dentro do governo ao mesmo tempo que enfrenta o câncer com coragem e otimismo. (págs. 26 a 30)

Lobão encara o apagão - Dois brasis, o da velha política e o da nova economia, se encontram no Ministério de Minas e Energia. É este o homem para resolver a crise? (págs. 32 e 33)

Os crimes verdadeiros dos falsos maçons - Ministério Público investiga a "Loja", organização que aplica golpes em empresários e tem infiltrações até na PF. (págs. 34 e 35)

Cercados pela Febre amarela - A morte de um morador de área nobre de Brasília desafia o governo ao provar que a doença chegou às portas das cidades. (52 a 54)

Oi, a gigante brasileira - Como antecipado por Istoé, grupo Oi-Telemar compra a Brasil Telecom por R$ 4,8 bilhões. (págs. 56 a 58)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- Os vencedores da telefonia

* Os bastidores de uma negociação delicada

* A resistência dos fundos de pensão e o futuro dos outros sócios

* A batalha para mudar a lei e viabilizar a operação

Entrevista - Delfim Netto - "O Brasil terá de dar emprego a 140 milhões" - Perto de completar 80 anos, o professor Antônio Delfim Netto, ex-czar da economia, é uma das inteligências mais brilhantes do País. (págs. 14 a 16)

A nova revolução verde - O Brasil se prepara para colher uma safra recorde e para exportar US$ 52 bilhões em produtos agrícolas em 2008. Com preços em alta, a euforia está de volta ao campo. (págs. 20 a 22)

O retorno da inflação - Os preços sobem no mundo inteiro e o Brasil deve adotar o remédio usual: juros altos e medidas de redução do consumo. (págs. 24 e 25)

A epopéia do São Francisco - Mesmo perdendo a batalha ideológica, o ministro Geddel Vieira Lima coloca em marcha uma obra de R$ 4,5 bilhões, que pode mudar a face do Nordeste. (págs. 26 e 27)

Os vencedores da telefonia (até agora) - Financiados pelo BNDES, Sérgio Andrade e Carlos Jereissati estão perto de comprar a Brasil Telecom, mas ainda têm de superar a resistência dos fundos de pensão e confirmar uma mudança na lei. (págs. 28 a 33)

Lobão em busca de energia - O senador Edison Lobão, aliado da família Sarney, deve assumir o comando do setor elétrico, no momento em que o Brasil vive o risco de um apagão. (págs. 34 e 35)

CARTA CAPITAL

TÍTULO DE CAPA

- A fé e a grana - A Justiça cobra explicação do garoto-propaganda da Igreja Renascer. E a sogra de Kaká, católica, tem as suas dúvidas.

A transposição de dom Cappio - Entrevista - O sociólogo Luiz Alberto Gómez, estudioso da religião, critica greve de fome. (págs. 30 e 31)

Acabou a festa - A crise norte-americana e a inflação das commodities marcam o fim de mais um ciclo de prosperidade do capitalismo.(págs. 32 a 34)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.