17/02/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Valor Econômico
Estado de Minas
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Violência custa 5% do PIB

- Conta foi feita para o Rio. Mostra que são gastos pelo carioca R$ 500 por mês com segurança. (págs. 1 e E5)

- A farra dos cartões tem gastos curiosos: no Ministério da Ciência e Tecnologia, o servidor João Bosco dos Santos usou R$ 47,7 mil, dos quais R$ 153 em alpiste. Nas Comunicações, o motorista Francisco Risoma pagou R$ 22,8 mil no kit "saladeira tailândia, taças de sobremesa, ralador, frigideira, assadeira e jarra". (pág. 1 e País, pág. A3)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Alckmin e Marta lideram disputa em SP

- Tucano tem 29%, e petista, 25%, diz o Datafolha; desaprovação a Kassab caiu 8 pontos desde novembro. (págs. 1 e Brasil)

- Presidenciável governista em melhor posição nas pesquisas, o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) diz em entrevista a Kennedy Alencar que tanto o presidente Lula quanto o antecessor, FHC, "contemporizaram com o patrimonialismo". Para ele, falta "projeto estratégico" a Lula, mas o país melhorou em sua gestão. (págs. 1, A16 e A17)

- Os brasileiros das principais metrópoles ganharam, nos últimos quatro anos, quase uma hora semanal longe do trabalho. O total de horas trabalhadas por semana passou de 41,3, em 203, a 40,4 na média de 2007. Segundo a pesquisa, os trabalhadores do Rio são os que mais trabalham. Para especialistas, a redução se deve à alta no número de vagas geradas e à expansão de renda e formalização. (págs. 1 e B1)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Confiança do consumidor se mantém em alta

- Apesar da crise nos EUA, empresários também estão otimistas e prevêem crescimento de até 7% no trimestre. (págs. 1, B1, B4 e B5)

- Sob pressão, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, equilibra-se no cargo. Ela irritou o presidente Lula, ao divulgar dados sobre o desmatamento, informa João Domingos. "Ficou louca?", reagiu Lula. (págs. 1, A20 e A22)

- Levantamento do "Estado" mostra que, em 2007, os cartões corporativos da Universidade de Brasília (UnB) pagaram R$ 69.721,99 em compras em Brasília. Na soma de 2004 a 2006, o gasto não chegou a R$ 14 mil. (págs. 1 e A4)

O GLOBO

- Marinha vai apoiar polícia do Rio na guerra contra o tráfico

- Força vai oferecer inteligência e logística no novo cerco ao Alemão. (...) (págs. 1 e 20)

- O furto de energia no país atingiu no ano passado o recorde de 47,5 milhões de megawatts-hora, o equivalente a todo o consumo residencial na Região Sudeste. O prejuízo chega a praticamente R$ 7 bilhões, encarecendo a conta de luz. Na Light, 60% do furto são em áreas fora de favelas e, na Ampla, 40% vêm do comércio. (págs. 1 e 31)

- A megaoperação contra o desmatamento com início previsto para quinta-feira ainda não tem verba garantida. O governo federal não liberou os R$ 200 milhões prometidos. (págs. 1, 3 e 4)

GAZETA MERCANTIL

- Reajuste de 5.000% em Cumbica preocupa aéreas

- Uma proposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de reajustar em 5.000% a taxa de estacionamento de aviões no Aeroporto Internacional de São Paulo (Cumbica) assusta as companhias internacionais que operam no Brasil. O presidente mundial da Deutsche Lufthansa, Stefan Lauer, em visita ao País, disse que o reajuste, se efetivado, elevará de US$ 1,5 mil para US$ 78 mil a taxa diária paga pela companhia. O aumento integra um pacote de medidas da Anac para desafogar o tráfego nos aeroportos de São Paulo. A agência informou que o reajuste terá de passar por audiência pública, marcada para o final de março em Brasília. "Ficará inviável manter operação lucrativa em São Paulo," disse Lauer. E enfatiza: "É preciso que o País tome soluções apropriadas (para os problemas nos aeroportos), sem penalizar as companhias e os passageiros.

A Lufthansa mantém três freqüências diárias na rota entre o País e a Europa. Mário Carvalho, diretor-geral da TAP Linhas Aéreas para o Brasil, disse que o impacto financeiro será imediato. A TAP é a empresa estrangeira que mais opera rotas para o Brasil. A Iata, organização internacional que congrega as companhias aéreas, informa que está negociando com as autoridades brasileiras uma revisão no reajuste proposto pela Anac. A entidade está elaborando um estudo com sugestões para melhorar a gestão aeroportuária para amenizar o impacto que o reajuste traria às companhias aéreas. (págs. 1 e C3)

- Os irlandeses, que fizeram um lobby que ajudou a barrar a carne bovina brasileira na Europa, não só produzem muito menos que o Brasil (equivalente a 5,5%), como gastam muito mais para produzi-la. O gasto para 100 quilos é de US$ 620, cinco vezes mais que os US$ 160 do Brasil, diz o Cepea/USP. Ontem, em Bruxelas, o governo reduziu a lista de fazendas aptas a exportar à UE, que foi rejeitada. As negociações prosseguem hoje. Com o imbróglio, os congressistas resolveram pleitear a aprovação de decretos para a tomada de providências no Brasil e pedem a saída do ministro Reinhold Stephanes. (págs. 1 e C6)

- A Construtora Cowan, uma das maiores empreiteiras com sede na capital mineira, aguarda apenas a liberação de estudo sobre o teor e a dimensão das reservas - que deve ser concluído este ano -, para decidir se irá vender, arrendar ou explorar a jazida de minério de ferro recém-descoberta em sua fazenda, localizada em Nova Lima, a cerca de 30 quilômetros de Belo Horizonte. A empresa é proprietária do local há mais de 30 anos, área vizinha da extinta mina de Águas Claras, de propriedade das Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), posteriormente adquirida pela Companhia Vale do Rio Doce (Vale).

Apesar de riqueza tão próxima, a construtora nunca demonstrara curiosidade pela atividade, devido aos baixos preços do minério, segundo o diretor comercial José Paulo Toller Motta. Essa posição mudou em decorrência da valorização do insumo. A empresa contratou a vizinha Vale para estudar as jazidas. Como a área é enorme, com perímetro superior a 20 quilômetros, caso as pesquisas revelem bom teor de ferro, a provável venda das jazidas pode resultar num negócio maior que a aquisição da mineradora J. Mendes pela Usiminas, que pode chegar a US$ 1,9 bilhão. (págs. 1 e C1)

- Espionagem ou furto comum? A Polícia Federal investiga roubo de informações secretas da Petrobras sobre a Bacia de Santos. Computadores com dados geológicos estavam sob a guarda da Halliburton. (págs. 1 e A4)

- A incorporadora Patrimônio, especializada em imóveis residenciais econômicos, quer aproveitar o aquecimento dos negócios de condomínios logísticos e lança dois loteamentos com o novo foco. (págs. 1 e C8)

- O Iraque quer recuperar a parceria comercial com o Brasil. Em março, o ministro do comércio iraquiano vem ao País trazendo na bagagem várias oportunidades aos exportadores nacionais. (págs. 1 e A10)

- O braço de equipamentos para construção do grupo sueco Volvo teve vendas históricas no Brasil e na América Latina em 2007. Foram US$ 388,5 milhões faturados na região e a expectativa é de alta de 17% este ano, para mais de US$ 450 milhões, diz o presidente da Volvo Construction Equipment Latin America, Yoshio Kawakami. (págs. 1 e C1)

- Novo laboratório em Ilha Comprida (SP) dá a partida à criação confinada do bijupirá, peixe nativo três vezes mais valorizado que o salmão no mercado mundial. A variedade deve revolucionar a aqüicultura nacional. (págs. 1 e C6)

- A banda larga no telefone celular (3G) vai representar um grande estímulo à geração de negócios, da indústria do software ao aparecimento de mais fabricantes de aparelhos celulares. (págs. 1 e C2)

- Fala de Bernanke, do Fed, derruba bolsas. (págs. 1 e B2)

- Roberto Rodrigues - A agroenergia sofisticou o agronegócio e obrigará as empresas a aumentar a eficiência na administração do fluxo de caixa. (págs. 1 e A3)

- Ana Luci Esteves Grizzi - As normas ambientais devem ser aplicadas em harmonia com as demais normas do ordenamento jurídico, considerando o impacto socioeconômico desta aplicação. (págs. 1 e A8)

CORREIO BRAZILIENSE

- Polícia ocupa sede da Finatec a mando do MP

- Instituição teve o acesso bloqueado pela PM ontem. Advogado da Fundação classificou a medida como arbitrária, já que não havia decisão judicial determinando a interdição. Ministério Público do DF alega que pediu apenas patrulhamento ostensivo a fim de evitar a retirada de documentos e materiais, e que houve uma falha na comunicação com a PM, que a levou a impedir a entrada no prédio. Presença policial continuará até a chegada do interventor nomeado pela Justiça, prevista para amanhã. Na UnB, professores criticam desvio dos recursos da Finatec e denunciam a situação precária dos laboratórios. (págs. 1 e 27 a 29)

- Dinheiro público - Vale tudo na caça a gastos com cartões - Oposição tenta flagrar notas que comprovem o uso indevido de cartões corporativos pelo presidente Lula e sua família, e pressiona o Tribunal de Contas da União. Sonho é "encontrar o Fiat Elba", compra com caixa dois que derrubou o ex-presidente Collor. (pág. 1 e Tema do Dia, pág. 2)

VALOR ECONÔMICO

- Ganho com CSLL de bancos será menor que o previsto

- O ganho de arrecadação do governo federal com o aumento da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras de 9% para 15% deve ser inferior aos R$ 2 bilhões anuais previstos pelos ministérios do Planejamento e da Fazenda para ajudar a compensar o fim da CPMF. Um benefício concedido especialmente às instituições financeiras há quase dez anos deu origem a créditos que agora podem ser utilizados para abater até 30% do valor devido pelos bancos. O volume de créditos mantidos por alguns bancos é representativo. Somente os cinco maiores de capital aberto - Itaú, Banco do Brasil, Santander, Bradesco e Unibanco - possuem R$ 3,4 bilhões em créditos. Esse crédito de CSLL originou-se em 1999. Na época, a alíquota para as instituições financeiras caiu de 18% para 8% (somente mais tarde foi elevada para os atuais 9%).

Os bancos mantinham então créditos tributários temporários que levavam em conta uma alíquota de 18%. O caminho natural seria um recálculo dos créditos pela nova alíquota de 8%, mas uma medida provisória (MP 2.158) permitiu sua manutenção pela alíquota de 18%, gerando o crédito acumulado hoje pelas instituições financeiras. O uso desses créditos tem algumas restrições. Só podem ser utilizados para compensar a própria CSLL (em até 30% do valor devido) e não são atualizados monetariamente. Mesmo depois de quase dez anos da constituição desses créditos, algumas instituições financeiras mantêm um volume significativo a compensar.

Muitos bancos tiveram, ao longo desse período, outras alternativas para reduzir a tributação, como os ágios das aquisições e incorporações, por exemplo. O volume do crédito da CSLL é ainda tão grande que a expectativa de realização por alguns bancos era de aproveitamento total dos valores somente em torno de 2015. Entre os tributaristas consultados pelo Valor, é consenso que com a elevação da alíquota haverá maior oportunidade de utilização desses créditos. Mas advogados consideram difícil saber se, mesmo com isso, as instituições financeiras irão desistir de questionar na Justiça o aumento da alíquota para 15% a partir de maio. (págs. 1 e A3)

- O Palácio do Planalto fez uma correção de curso na articulação política: em vez de se deixar acuar, como ocorreu em boa parte do ano passado, procura manter a ofensiva. Nos próximos dias, envia ao Congresso o projeto de reforma tributária. Avalia que agora há ambiente para a votação de uma reforma para implantação gradual. No caso dos cartões corporativos, antecipou-se à oposição e criou uma CPI com sua própria grife. Em outra frente, a ministra Dilma Rousseff assegura que não haverá apagão nem racionamento. É o que leva também o Planalto a tentar controlar as indicações do PMDB para o setor elétrico e evitar danos à credibilidade de Dilma, uma das cartas com as quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva joga para a sua sucessão. (págs. 1 e A8)

- O processo de privatização da Cia. Energética de São Paulo (Cesp) enfrenta um grande obstáculo regulatório, que traz riscos aos potenciais compradores. Suas duas maiores hidrelétricas - Ilha Solteira e Jupiá -, que detêm 67% da capacidade de geração da companhia, não poderão ter suas concessões renovadas em 2015, quando vencem, segundo as atuais regras do setor. A rigor, teriam de ir a leilão novamente. O edital de venda é esperado para a próxima semana. Segundo especialistas ouvidos pelo Valor, a Cesp só conseguirá manter as duas hidrelétricas a partir de 2015 se houver mudança da lei ou nova interpretação, algo que, hoje, não está no cenário.

Não é só a Cesp que será atingida. Também em 2015, usinas federais de Chesf e Furnas, além da estadual Cemig, terão concessões encerradas. Como alternativas à mudança da lei, especialistas apontam outras duas possibilidades. Uma, transformar as usinas em produtores independentes, caso em que o novo controlador poderia contar com a energia por um prazo de 30 anos. Outra, mais problemática, seria a renovação da concessão com o pagamento de ônus ao governo. (págs. 1 e B1)

- A pouca disponibilidade de materiais recicláveis no mercado nacional inflacionou os preços da sucata e desafia as empresas que já incorporaram o uso de dessa matéria-prima à produção. Dos quatro produtos recicláveis mais usados pela indústria - papel, alumínio, vidro e plástico -, o primeiro é o único que ainda é mais barato do que a matéria-prima original. Mesmo assim, em março e abril do ano passado, a Klabin reduziu a participação das aparas de papel em seus produtos devido à alta de 70% no preço. Para a indústria, a economia de energia justifica o preço mais caro da sucata. Em conseqüência, a importação está crescendo. (págs. 1 e A14)

- Retrógrada e avançada, o paradoxo da Constituição de 88 perdura há 20 anos. (pág. 1, EU&Fim de Semana)

- Insatisfeitos com a decisão do governo de cortar cerca de R$ 5 bilhões previstos para aumentos de salários neste ano, em razão da perda da CPMF, servidores públicos ameaçam com greve geral em março. (págs. 1 e A2)

- A rede de materiais para construção Dicico acelera os planos de expansão de olho na abertura de capital em 2010. A meta é chegar a 110 lojas em dois anos - hoje são 31 - e alcançar um faturamento de R$ 1,5 bilhão. (págs. 1 e B5)

- Em parceria com a GP Investimentos, os empresários Ernesto Gutiérrez e Eduardo Eurnekian negociam a compra da rede de postos da Esso no Brasil, Argentina, Chile e Uruguai. A oferta seria de US$ 2 bilhões. (págs. 1 e B7)

- Retomada do setor de infra-estrutura alavanca as vendas da divisão de equipamentos para construção da Volvo, que cresceram57%em 2007. A fábrica, em Pederneiras (SP), opera em três turnos, diz Yoshio Kawakami, presidente da América Latina. (págs. 1 e B9)

- A Cosan, maior companhia sucroalcooleira do país, confirmou ontem a compra da usina Benálcool, que pertencia ao grupo J. Pessoa. O negócio, antecipado pelo Valor, foi fechado por R$ 106 ,9 milhões, mais dívidas. (págs. 1 eB13)

- Novamente o ouro mostrou-se uma aplicação defensiva eficiente em tempos de crise internacional. Desde o início de 2007, a cotação do metal subiu 42,59% em dólares no exterior. No Brasil, com a valorização do real, a alta é menor, mas chega a 14,94%. (págs. 1 eD1)

- Claudia Safatle: IPCA de janeiro pode sinalizar a reversão das crescentes expectativas inflacionárias. (págs. 1 e A2)

- Maria C. Fernandes: um país de desconfiados tende a se despolitizar. (págs. 1 e A8)

- Márcio Garcia: Brasil só pode fazer política fiscal anticíclica se conseguir que gasto público cresça menos que o PIB. (págs. 1 e A13)

REVISTAS

VEJA

TÍTULO DE CAPA

- Saúde sem neurose - Por que não baixar o colesterol, a pressão e a glicemia a níveis extremos pode ser bom para o coração

Entrevista: José Eduardo Cardozo - O mensalão existiu - O novo secretário-geral do PT reconhece a existência de esquema de cooptação de políticos e diz que o partido precisa retomar a bandeira da ética. (págs. 11 a 15)

A fábula da CPI dos cartões - Acordo com a oposição limita as investigações sobre os gastos milionários do governo em despesas sigilosas. (págs. 50 a 55)

Aníbal, os louros e o sonho - O novo líder do PSDB na Câmara tem uma ambição. Cabe ao governador José Serra encaminhá-la. (pág. 56)

A ética do iogurte - Para senadores, decência tem prazo de validade: só precisa durar o período de um mandato. (pág. 57)

O ano do cofre cheio - Bancos dos EUA derrapam na crise - e brasileiros lucram como nunca. (págs. 88 e 89)

ÉPOCA

TÍTULO DE CAPA

- Exclusivo - ONG ligada ao PT some com R$ 4,6 milhões

Milhões somem em ONG do PT - Os dirigentes da ONG receberam R$ 4,6 milhões do governo e admitem não ter como prestar contas. O caso revela que o Brasil ainda está longe de ter uma gestão eficaz dos gastos públicos. (Capa e págs. 36 a 40)

Nossa Política - Fernando Abrucio - As CPIs que deixam a política mais pobre - "Elas geram uma luta estéril entre oposição e governo e impedem a votação de reformas". (pág. 41)

Entrevista - Caio Marini - "Não basta ser transparente" - O governo precisa punir e melhorar a gestão, afirma um os consultores em administração pública mais requisitados do país. (págs. 42 e 43)

O bispo se complica - A Polícia Federal acusa Edir Macedo, líder da Igreja Universal, de cometer crimes de falsidade ideológica e de fraudar documento para negociar emissoras de TV. (págs. 44 e 45)

Nossa economia - Paulo Guedes - A lanterna na proa para a crise americana - "O ambiente econômico favorável mudou. Agora, a ação do Fed vai afetar o mundo todo". (pág. 46)

Mão Santa, língua solta - Quem é o político piauiense que virou, com sua verborragia e seu estilo folclórico, um dos senadores mais populares da República. (págs. 48 a 50)

A nova lista dos desmatadores - O governo anuncia um sistema para cortar o crédito bancário dos fazendeiros que desmatam ilegalmente. Será que vai dar certo? (págs. 52 a 54)

Quem tem medo do milho transgênico? - Duas variedades geneticamente modificadas são liberadas no Brasil. Entenda por que isso pode ser bom. (pág. 55)

O melhor negócio do Brasil - A cada balanço, os bancos brasileiros parecem lucrar mais. Agora, para amenizar a imagem negativa, o Itaú - o campeão de rentabilidade - lançou até uma campanha publicitária. Por que eles ganham tanto dinheiro? (págs. 58 e 59)

O disfarçado recall do Fox - A Volkswagen reage à reportagem de "Época" e oferece uma peça que evita dedos decepados. Mas na Justiça a empresas põe a culpa vítimas. (págs. 84 e 85)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Cartões - Os gastos que Lula quer esconder

- A incrível história do menino índio enterrado vivo

Entrevista - Juca Chaves - "Político tem que trabalhar de graça" - Com a língua afiada, o humorista completa 50 anos de carreira, conta sua relação como o poder e critica a Lei Rouanet. (págs. 7 a 9)

Os gastos que Lula quer esconder - Apesar da blindagem do Planalto, principalmente em torno da família do presidente, documentos obtidos por "IstoÉ" mostram novas despesas suspeitas pagas pelo governo. (Capa e págs. 28 a 33)

Políticos na guilhotina - Maior rigor da Justiça leva sete governadores, quatro senadores e 25 deputados e julgamento no TSE por irregularidade eleitoral. (pág. 34)

A quem interessa? Roubo de informações sobre campos de petróleo descobertos pela Petrobras pode ser espionagem. (pág. 36)

Acredite! Collor tenta voltar à Presidência - O senador Fernando Collor monta equipe para disputar a eleição de 2010. Sua nova bandeira é o parlamentarismo. (pás. 38 e 39)

O garoto índio que foi enterrado vivo - Amalé quase foi morto em nome dos costumes indígenas. E a Funai faz vista grossa ao infanticídio de algumas tribos. (Capa e págs. 40 e 41)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULOS DE CAPA

- O raio X do lucro dos bancos - O que está por trás dos resultados bilionários de Bradesco, Itaú, Unibanco, Santander e outras instituições financeiras (e que nem sempre aparece nos balanços)

- FHC exclusivo: ex-presidente ataca o apetite estatizante do governo e critica o BNDES, a Casa Civil e a criação da supertele nacional

FHC dispara o alarme - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso fala com exclusividade à "Dinheiro" e revela preocupação com o apetite estatizante em Brasília. Na sua visão, o relógio passou a andar para trás desde que o governo começou a intervir em setores cruciais da economia, como telefonia, distribuição de combustíveis e petroquímica. (Capa e págs. 22 a 27)

Uma ponte com a França - Lula se encontra com Nicolas Sarkozy para construir uma ligação com a Guiana, mas, enquanto o Brasil quer uma aliança militar, os franceses tentam conter os garimpeiros nacionais. (págs. 28 e 29)

O mistério da Petrobras - Roubo de informações estratégicas da estatal, incluindo dados do campo de Tupi, pode envolver grandes multinacionais do setor petrolífero. (págs. 30 e 31)

As notas frias do Planalto - Fraudes na comprovação de despesas com cartões corporativos já foram reveladas há mais de dois anos pela "Dinheiro" e agora começam a chegar ao Congresso. (págs. 32 e 33)

Ceará contra a China - Indústria de calçados elege o Estado como um dos quartéis-generais para enfrentar asiáticos na batalha pelo mercado internacional. (págs. 60 e 61)

O raio X do lucro dos bancos - De onde vêm os ganhos bilionários dos grandes conglomerados financeiros do País. (Capa e págs. 82 a 86)

Artigo - Leonardo Attuch - A picanha e a segurança nacional - "No passado, Getúlio Vargas usou a lei de Segurança Nacional para esmagar opositores. Com base nisso, Luís Carlos Prestes foi preso. Agora, o mesmo conceito sai do túmulo para impedir que o povo saiba como é gasto o dinheiro dos cartões corporativos". (pág. 87)

CARTA CAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- E vamos à CPI da tapioca... - A oposição insiste na investigação de casos de pequena dimensão na esperança de atingir Lula

- Ética? Ricardo Izar e o esquema de corrupção no DNPM

Análise: crise econômica - Delfim Netto - O Greenspeak do Copom - "Os bancos centrais inventaram um patuá. Consiste em obscurecer a mensagem para esconder tudo aquilo que não sabem como resolver". (pág. 20)

O enredo da tapioca - CPI - A oposição visa Lula, mas está aberta a uma investigação controlada. (Capa e págs. 22 a 27)

Corrupção profunda - DNPM - A associação de servidores e grupos privados para "dominar" um órgão federal. (Capa e págs. 28 a 31)

O voto da emoção - EUA - Por motivos que pouco têm a ver com lógica, Obama ultrapassa Hillary e os republicanos atiram no próprio pé. (págs. 39 e 40)

Peroscópio - Nouriel Roubini - O adeus à era Bush - "Hillary, Obama e McCain têm visões menos unilaterais de geopolítica, o que beneficiará o Brasil". (pág. 41)

Um museu sem crise - Política Cultural - O MAM completa 60 anos, cresce e torna-se um modelo de sobrevivência para as instituições brasileiras. (págs. 50 e 51)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.