20/01/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Valor Econômico
Estado de Minas
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- Rio faz protesto inédito

- A marcha de boicote ao IPTU organizada por moradores de vários bairros, hoje, na orla do Leblon, já se transformou em um marco na história recente do país. O movimento contra a desordem urbana, deflagrado por reportagens do "JB", é alimentado pela indignação e, segundo os cientistas políticos, ainda tem a pureza de ser descolado de partidos políticos. Além disso, resgatou a vocação de luta das associações de bairro. (pág. 1, Cidade A20 e A21 e Cartas A10)

- Indústrias como a Estrela e a Teka estão contratando produção na China e em outros países para sobreviverem no mercado brasileiro. (...) A culpa é atribuída à alta carga tributária praticada no Brasil. (págs. 1 e Economia E8)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Mercado do álcool frustra produtor e retrai investidor

- O mercado do álcool frustrou os que acreditaram nas promessas de um novo eldorado verde dos negócios. A queda de preço no país e as dificuldades de exportação esfriaram investidores. (...) (págs. 1 e Dinheiro)

- No Distrito Federal, qualquer cadáver de macaco mobiliza equipes para retirada de material, envio para análise e vacinação na área. Na maioria dos casos, é alarme falso. Com medo da febre amarela, moradores de Luziânia (GO) começam a abater macacos-pregos. (págs. 1 e C11)

- Para José Gomes Temporão (Saúde), corrida pela vacina da doença é fruto de irresponsabilidade. (págs. 1 e C10)

- Os pugilistas Guillermo Rigondeaux e Erislandy Lara, que abandonaram a delegação cubana no Pan e foram deportados pelo Brasil, estão há seis meses proibidos de lutar; em entrevista a Letícia Sander, Rigondeaux diz que nunca cogitou deixar Cuba. (págs. 1 e A12)

- O economista Nouriel Roubini, que em agosto previu uma freada brusca na economia dos EUA, diz que o país já está em recessão. Para Roubini, a redução de impostos anunciada pela Casa Branca não fará muita diferença, e os emergentes, entre eles o Brasil, não ficarão imunes à crise. (págs. 1 e B12)

- O vice-presidente da República, José Alencar, 76, deixou o Sírio-Libanês, em São Paulo, onde ficou internado com um quadro infeccioso decorrente da quimioterapia. "Quero não só agradecer aos que oraram, porque está dando certo, mas pedir que continuem rezando o Pai Nosso." (págs. 1 e A21)

- Editoriais - Leia "Canudo de papel", acerca do ensino superior, e "Criacionismo, não", sobre a ministra Marina Silva. (págs. 1 e A2)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Crise fará Brasil crescer menos, já prevê governo

- Integrantes da equipe econômica acreditam que o agravamento da crise nos Estados Unidos vai afetar o ritmo de expansão do Brasil em 2008. As projeções foram revistas e pouca gente no governo ainda crê em crescimento do PIB na casa dos 5%. Aumenta a cada dia o número dos que consideram mais realista a previsão de 4,5%, feita pelo Banco Central. (...) (págs. 1, B1 e B3 a B7)

- O presidente do Banco ABN Amro, Fábio Barbosa, diz que o PIB tem de ser revisto, mas não há tempestade à vista: "A crise só vai tirar uma lasca do Brasil." (págs. 1 e B4)

- O governo gasta em média R$ 1,2 milhão por dia com diárias de funcionários e autoridades em viagem. Em quatro anos, somaram R$ 1,7 bilhão e Jeanine Pires, presidente da Embratur, recebeu R$ 328 mil. (págs. 1, A4 e A8)

- Sobram motivos para preocupação com a aftosa na fronteira do Brasil com o Paraguai. Dois anos depois dos casos da doença na região, estão suspensas as medidas de controle sobre a circulação de gado entre os dois países. (págs. 1 e B8)

- José Alencar tem alta do hospital. Ao deixar o Sírio-Libanês, vice fala da crise nos EUA e de apagão. (págs. 1 e A8)

- Suely Caldas - Dilma Rousseff e a crise de energia - A nomeação de Lobão a fez experimentar a arapuca que ela armou ao tentar tirar autonomia das agências. (págs. 1 e B2)

Notas e Informações - "O ex que nunca terá sido" - Não seria desejável que o discreto Edison Lobão, o pai e ministro, coexistisse no noticiário com um Lobão senador iluminado por denúncias. (págs. 1 e A3)

O GLOBO

- Obras do PAC não andam e Rio deixa de investir R$ 9 bi

- Disputas judiciais, pendências ambientais atrasos em licitações e até falta de projetos estão represando pelo menos R$ 9,5 bilhões em investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Rio. À exceção dos empreendimentos com a digital da Petrobras, apenas duas das dez principais obras listadas no plano federal para a região saíram do papel. (...) (págs. 1, 33 e 34)

- A deputada Suely (PR, ex-Prona) destinou todas as suas emendas ao Orçamento para São Paulo. Bernardo Ariston (PMDB) quer gastar R$ 1,5 milhão para erguer pórticos em Caxias. E o Pastor Manoel Ferreira (PTB) remete R$ 1 milhão para igrejas evangélicas. (págs. 1, 3 e 4)

- Fiel ao ex-presidente José Sarney, o senador Edison Lobão segue seus passos, mas tem planos de substituí-lo no controle da política do Maranhão. Como o padrinho, conta com a família: a mulher é deputada e o filho, seu suplente. (págs. 1 e 8)

- O governo prepara decreto obrigando novos prédios comerciais e públicos a gastar menos luz. Pelas medidas em elaboração, para reduzir o consumo de energia, a União só comprará equipamentos que poupem eletricidade. (págs. 1 e 35)

- A Nobel da Paz Wangari Maathai diz ao "Globo" que pedirá ajuda ao presidente Lula, "grande amigo da África", para pôr fim à violência em seu país, o Quênia. (págs. 1 e 42)

- O ministro das ações de longo prazo diz que na Amazônia o país tem a chance de se redescobrir. Animado, conta que busca a controvérsia. (págs. 1 e 14)

GAZETA MERCANTIL

- Medo de recessão americana faz Bovespa cair 10,7% no mês

- Os sinais de que os Estados Unidos podem derrapar para uma recessão voltaram a provocar, ontem, perdas pesadas nos mercados de ações no mundo inteiro. Na Bovespa não foi diferente: seu principal índice teve queda de 2,96%, voltando para níveis de setembro do ano passado. Sob liderança dos investidores estrangeiros, que tiraram R$ 2,3 bilhões da bolsa paulista apenas nos primeiros quinze dias do mês, o Ibovespa já acumula perda de 10,7% em janeiro, o pior desempenho mensal desde abril de 2004.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, voltou a afirmar que a economia brasileira está preparada para enfrentar as turbulências externas e procurou amenizar a situação. "O que está havendo é um movimento natural de capitais em ativos como bolsa, aplicações financeiras, no mundo todo. Na verdade, todas as bolsas estão caindo."

Ele reafirmou a estimativa de crescimento robusto para o PIB brasileiro este ano. "Para 2008 trabalhamos com um crescimento de 5%."

Nos Estados Unidos, o presidente do Fed, Ben Bernanke, foi ao Comitê de Orçamento da Câmara dos Representantes e defendeu pressa na concessão de um pacote de incentivos ficais - cujos primeiros detalhes poderão ser adiantados hoje pelo presidente Bush. Ontem, a divulgação da piora da crise no setor imobiliário, que registrou a maior queda na concessão de alvarás de construção desde 1980, e de desaceleração no setor industrial da Filadélfia, segundo o relatório do Fed, abalou ainda mais a confiança dos investidores. (páginas 1, A4, A10 e B2)

- Fisco arrecada R$ 615 bilhões em 2007. (páginas 1 e A5)

- Energia - TermoCuiabá vai funcionar a óleo para poupar água de reservatórios. (páginas 1 e C2)

- Foram criados 1,6 milhão de postos de trabalho em 2007, 31,6% a mais que em 2006 e recorde desde a criação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). (páginas 1 e A4)

- A greve de seis mil advogados públicos, que começou ontem, vai prejudicar o andamento de processos judiciais de interesse dos contribuintes e da própria União. (páginas 1 e A8)

- Em visita ao governo federal, Telecom Itália reafirma interesse no País, mas diz que investimentos são vinculados às regras e podem mudar se as condições mudarem. (páginas 1 e C2)

- Em 2008, o Banco Interamericano de Desenvolvimento prevê US$ 2,2 bilhões para infraestrutura no Brasil. Em 2007, desembolsou US$ 1,3 bilhão. (páginas 1 e gazetamercantil.com.br)

- Liminares podem atrasar a concessão de seis rodovias licitadas. A previsão é assinar contratos no próximo dia 11. Se isso não ocorrer, inexiste recurso para manutenção. "O orçamento é zero", disse diretor da ANTT. (páginas 1 e A5)

- O cenário de preços crescentes do minério de ferro tem impulsionado os projetos de exploração da matéria-prima no País. Entre projetos de exploração de novas minas, ampliação das operações existente e obras logísticas de apoio aos projetos devem ser investidos perto de US$ 14 bilhões de 2008 até 2011, segundo o levantamento mais recente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Em meados do ano passado, quando foi divulgada a versão anterior do estudo, o valor era de US$ 9,6 bilhões. "São poucos os países que têm mostrado capacidade de fazer ampliações significativas no curto prazo, e o Brasil é um deles", afirmou o professor Germano de Paula Mendes, da Universidade Federal de Uberlândia. (páginas 1 e A6)

CORREIO BRAZILIENSE

- Descaso expôs 36 milhões à febre amarela

- O calendário oficial de vacinação diz que os moradores das regiões endêmicas - incluindo o Centro-Oeste - e os visitantes dessas áreas têm de tomar a vacina contra febre amarela aos 9 meses de idade e, a partir daí, um reforço a cada década. Documentos obtidos pelo "Correio" mostram, no entanto, que esses números não passam de ficção. Entre 1994 e 2007, exatos 35.898.414 moradores dessas regiões só tomaram a primeira imunização depois dos 10 anos de idade. Ou seja, passaram esse tempo todo expostos à doença que já teve 12 casos confirmados este ano e matou oito pessoas. (págs. 1, Tema do Dia, págs. 29 a 32)

- Aliado da família Sarney, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) assume amanhã o Ministério de Minas e Energia. Quando chegar à Esplanada, levará com ele um assunto antigo mas ainda nebuloso: o suposto envolvimento no escândalo do Orçamento. O político se defende: "O MP achou tudo um descalabro". Entenda quais foram as denúncias contra o futuro ministro e saiba por que algumas das dúvidas à época jamais foram esclarecidas. (págs. 1 e 2)

- Relatório mostra que 87,9% das crianças negras entre 11 e 14 anos estão atrasadas na escola. Índice entre os brancos é de 69%. (pás. 1 e 13)

VALOR ECONÔMICO

- Turbulências nas bolsas adiam um terço dos IPOs

- Após três dias consecutivos de fortes quedas, as principais ações brasileiras perderam no ano 10,7% de seu valor. Os pregões castigaram empresas já listadas e colocaram em compasso de espera planos das companhias que tinham se inscrito para lançar ações. Ontem, a Ideiasnet decidiu interromper a divulgação de uma captação de R$ 400 milhões em função das condições dos mercados nacional e internacional. E não é a única a fazer isso. Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), das 45 empresas com ofertas em análise, que somam aproximadamente R$ 17 bilhões, 15 delas - um volume de R$ 7 bilhões - entraram com pedido de interrupção na autarquia.

"Levando em conta as operações que ainda não têm 'roadshows' (reuniões com os investidores) agendados, o número de possíveis interrupções sobe para 28", diz Carlos Alberto Rebello, superintendente de registros da CVM. Os pedidos de interrupção começaram com o agravamento da crise das hipotecas de alto risco nos EUA, no fim do ano. Depois, tudo piorou e o ambiente se tornou hostil às ofertas iniciais de ações. Para Rodrigo Pasin, da Value Consultoria, o cenário econômico americano só estará mais definido a partir de abril e, até lá, os investidores estrangeiros fugirão dos IPOs - eles adquiriram 70% de tudo que foi lançado na bolsa até agora. A saída de investimentos estrangeiros da Bovespa atingiu US$ 2,3 bilhões até o dia 15 - metade de todos os recursos que migraram para fora da bolsa no ano passado inteiro.

"É claro que todas as empresas que puderem esperar para lançar ações irão esperar", diz Luiz Fernando Resende, sócio da LatinFinance. "Os próximos três ou seis meses serão de altíssima volatilidade". Mas as ofertas agora interrompidas fatalmente voltarão a mercado daqui a algum tempo, avalia Arleu Aloisio Anhalt, presidente da Financial Investor Relations (Firb). "Um IPO é um projeto de longo prazo, que pode ser atrasado, mas não deixado de lado por conta de uma crise passageira".

Más notícias continuaram a povoar os mercados ontem, como o prejuízo de US$ 9,8 bilhões da Merrill Lynch e novos sinais de declínio do mercado de imóveis residenciais. O presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse que a economia dos EUA crescerá abaixo de sua média em 2008 e possivelmente no primeiro semestre do próximo ano. (págs. 1, D1, A12, C1 e C2)

- A geração de empregos formais em 2007 foi a maior da história, segundo dados do cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Foram criadas 1,6 milhão de vagas. O setor de serviços liderou as contratações. (págs. 1 e A3)

- Apesar das chuvas fortes nos últimos dias, os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste atingiram na quarta-feira o nível mínimo para a operação do sistema elétrico com plena segurança. Estão com apenas 44,8% de sua capacidade máxima e precisam chegar ao fim de abril com 68% de armazenamento para enfrentar o período seco. Os reservatórios das duas regiões perderam 1,3 ponto percentual do volume de água só em janeiro. Com isso, o governo decidiu manter ligadas as termelétricas movidas a óleo em fevereiro e desviar o gás usado em consumo próprio da Petrobras para ativar a geração de energia em outras usinas.

O ministro das Minas e Energia, Nelson Hubner, disse que as usinas a gás serão acionadas durante todo o ano para poupar os reservatórios. "Mesmo a meteorologia apontando para uma melhora significativa, manteremos a operação do maior número possível de térmicas. Preferimos trabalhar com a visão da segurança", afirmou o ministro.

Parte do gás usado nas refinarias da Petrobras será repassado às termelétricas, o que permitirá geração adicional de 750 megawatts (MW), pelos cálculos do ministério. O governo também aposta na entrada em operação do gasoduto Cabiúnas-Vitória, que adicionará 5,5 milhões de m3 de gás por dia para abastecer a usina Macaé Merchante, no Rio, com quase 1.000 MW de potência. Na quarta-feira, segundo relatório do ONS, seis térmicas a gás produziram menos do que o pedido pelo órgão. (págs. 1 e A3)

- César Felício: Lobão é uma figura surpreendente no ministério de Lula. (págs. 1 e A6)

- Eduardo Andrade: plano do governo para a educação não estabelece um sistema de incentivos adequado. (págs. 1 e A10)

- O Ministério da Agricultura analisa com o IBGE e produtores mudanças no cálculo de produtividade levados em conta no programa federal de subvenção ao seguro rural. Objetivo é corrigir distorções entre pequenos e grandes produtores. (págs. 1 e B11)

- Duas propostas para recompor o fluxo de caixa do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) estão em análise pela área técnica do Ministério do Trabalho. Uma delas é aliviar o peso da DRU, que só em 2007 consumiu R$ 5,5 bilhões do orçamento do FAT. A outra é impor perdas, provavelmente com multas, para empresas cuja rotatividade da mão-de-obra esteja acima da média do seu setor.

A arrecadação do FAT cresce em ritmo menor do que as despesas e se continuar assim o fundo será deficitário em 2010, tanto no conceito primário como no operacional. A partir daí, poderá entrar em regime de autofagia, gastando patrimônio - se nada for feito, desapareceria em 20 anos. Os dados são projeções do Conselho Deliberativo do FAT. (págs. 1 e A2)

- Discretamente, governo brasileiro torce pela vitória de Oviedo. (págs. 1 e A9)

- O sistema Bacen-Jud, que permite a penhora on-line de contas bancárias de devedores para garantir dívidas em execução na Justiça, fechou o ano de 2007 totalizando 2,7 milhões de acessos - mais que o dobro de 2006, quando o sistema contabilizou 1,3 milhão de ordens judiciais de bloqueio, desbloqueio ou transferência de valores. Por trás deste aumento está uma verdadeira revolução no processo de cobrança judicial de dívidas no Brasil iniciada em 2006 e que no ano passado apresentou seus primeiros resultados, como a queda no tempo de tramitação das ações na Justiça e o aumento no número de acordos. (págs. 1 e E1)

- Os fabricantes de materiais de construção registraram em 2007 o maior crescimento das últimas duas décadas. De acordo com dados da Abramat, associação que representa o setor, o faturamento da indústria avançou 15,5%, superando os R$ 73 bilhões. "Não víamos uma expansão como esta desde a década de 80. O setor está entrando em um novo patamar", afirma Melvyn Fox, presidente da entidade. O avanço foi puxado pelo segmento imobiliário, em especial o residencial. De acordo com a Abramat, em 2008 o setor deve ter um patamar de crescimento semelhante ao deste ano, caso as obras do PAC avancem de fato. (págs. 1 e B7)

- Biotecnologia nacional pode ter papel destacado no século do genoma. (págs. 1 e EU & Fim de Semana)

- O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), virtual candidato a reeleição, vai reforçar os investimentos neste ano eleitoral. Serão R$ 3,6 bilhões, ante R$ 809 milhões em 2005 e R$ 2,5 bilhões em 2007. (págs. 1 e A8)

- Relação de frigoríficos que deverão ser inspecionados para exportações à Russia exclui empresas de Santa Catarina e privilegia carne bovina. Em novembro, o governo brasileiro havia anunciado o fim do embargo. (págs. 1 e B12)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- A supereconomia - As lições de quem triunfou no boom econômico que produz 164 milionários por dia no Brasil.

* Artigo/Armínio Fraga: O Brasil descobriu o capitalismo

- O risco de a febre amarela virar epidemia

- As cartas dos reféns das Farc: são terroristas, sim

Cara de mau para Lobão - Pressionado pelo PMDB, Lula confirma Lobão no Ministério de Minas e Energia e expõe a fragilidade política do governo. (págs. 42 e 43)

É só o primeiro round - Disputa pela candidatura à prefeitura paulista antecipa briga de tucanos pela corrida presidencial. (págs. 44 a 46)

Crédito ou débito? - A ministra Matilde Ribeiro transforma o cartão de crédito pago pelo governo em um segundo salário. (pág. 47)

"São terroristas, sim" - Chávez quer que as Farc, grupo que vive do terror, do seqüestro e do tráfico de drogas, sejam aceitas como uma força política legítima na Colômbia. (págs. 48 a 51)

Para evitar o pior - Sem o consenso dos economistas sobre se haverá ou não recessão nos Estados Unidos, Bush anuncia plano de incentivo ao consumo. (págs. 52 e 53)

Os heróis do capitalismo - Entre investidores e empreendedores, em 2007 o Brasil produziu 164 milionários por dia. E o melhor é que essa bonança veio para ficar. (págs. 54 a 61)

Os culpados não são as vítimas - É a letargia do governo que faz da febre amarela um risco para os brasileiros. (págs. 72 e 73)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Cuba - O sonho dos revolucionários, o pesadelo da vida real - e o futuro que aguarda os cubanos

- Recessão - Ela está chegando aos EUA. Como a crise pode afetar o Brasil

Sobre lobos e homens - O presidente Lula aceita nomear um ministro que não queria. O escolhido é obrigado a compartilhar o caixa. E o PMDB pede mais cargos no governo. (págs. 32 e 33)

Até onde vai esta crise? - As perdas das Bolsas de Valores na semana passada mostraram que o Brasil pode estar mais forte do que nunca para enfrentar crises externas, mas não vai passar incólume. (págs. 35 a 38)

Entrevista/Paulo Rabello de Castro - "Desta vez, o ajuste veio para ficar" - O economista diz que a crise econômica não vai durar apenas uns poucos dias, como em 2007. (págs. 43 e 44)

Saudosismo impróprio - O apoio do governo à criação de uma superempresa nacional de telefonia traz de volta os casuísmos oficiais e a discriminação contra o capital estrangeiro. (págs. 52 a 54)

Acendeu o sinal amarelo - O modo de evitar que a febre amarela volte às cidades é eliminar o mosquito da dengue. Como fazer isso. (págs. 56 e 57)

As Farc são terroristas? - Hugo Chávez diz que não. Álvaro Uribe afirma que sim. A discussão sobre o status da guerrilha pode influenciar a negociação para libertar mais de 700 reféns. (págs. 68 a 70)

Uma outra ilha é possível? - No 50º ano da revolução socialista de Fidel Castro, Cuba convive com duas realidades. Uma minoria privilegiada tem acesso a modernidades. A ilha se abre para turistas, empresas e dólares, mas a população ainda sofre com a censura e o atraso da ditadura. (págs. 75 a 83)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- Verão dos milionários - Ilhas exclusivas, iates, helicópteros e mansões com diárias de R$ 40 mil. Por que Angra dos Reis é a meca dos endinheirados brasileiros

- Jango assassinado? - Família do presidente João Goulart suspeita de envenenamento

- Recessão americana - Até onde o Brasil pode ser afetado?

Entrevista/Guilherme Cassel - "Stédile agride o bom senso" - Ministro defende novo modelo de reforma agrária e diz que desapropriar terras é apenas a primeira fase. (págs. 7, 8 e 10)

O jogo de Marta - A ministra do Turismo já decidiu que vai concorrer à Prefeitura de São Paulo e essa disputa pode definir a estratégia de 2010. (págs. 28 a 30)

Mistério sem fim - Seis anos depois, morte do prefeito Celso Daniel não está explicada. Seus irmãos vivem exilados na Europa e de lá pressionam o governo brasileiro. (pág. 31)

Os delírios de Mangabeira - Entre outras coisas, ele sugere um aqueduto para transportar água da Amazônia ao Nordeste. (págs. 32 e 33)

Um Sarney na mira da PF - Filho do ex-presidente pode ser indiciado por lavagem de dinheiro, crime tributário e contra a ordem financeira na eleição de 2006. (págs. 40 e 41)

O fantasma do Tio Sam - A maior economia do mundo afunda, o Citibank balança e o governo Bush promete um pacote de estímulos fiscais. A questão é como esse terremoto americano vai afetar o mundo e o Brasil. (págs. 64 e 65)

Bachelet desconcerta - A inabilidade política da presidente do Chile e as más notícias econômicas abalam a maioria que governa o país há 18 anos. (pág. 67)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Negócios na passarela - Como a moda brasileira mergulhou em uma revolução a partir da compra de suas principais grifes por fundos de investimentos

"A conta do real forte chegou" - O economista Júlio Gomes de Almeida, diretor-executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), conhece a máquina pública como poucos. (...) Nesta entrevista, ele se diz preocupado com o retorno da inflação, com a crise americana e com os efeitos do câmbio sobre a balança comercial. "É uma pena que esses fatores estejam acontecendo agora, quando, enfim, havia chegado a vez do Brasil." (págs. 14 a 16)

Cuba: retrato em branco e preto - Esqueça a Cuba de Fidel. Sob Raúl Castro, a ilha inicia reformas econômicas à la chinesa, com oportunidades bilionárias para o Brasil. (págs. 20 a 22)

O tempo fechou - A recessão americana parece inevitável e provoca terremotos nos mercados financeiros. Resta saber qual será o impacto na economia real brasileira. (págs. 23)

Onde estão os patriotas? Em nome do "interesse nacional", o governo tenta fechar a venda da Brasil Telecom para a Oi, mas não explicou ainda o que o país ganha com a operação. (págs. 30 e 31)

A era de ouro da mineração - Como a extração de cobre e ferro mudou a realidade do Pará e criou a cidade mais dinâmica do País. (págs. 38 a 41)

Balanços mais transparentes - Nova lei contábil obriga as empresas limitadas a apurar demonstrações financeiras mais detalhadas, como fazem as S/A. (pág. 76)

CARTA CAPITAL

TÍTULO DE CAPA

- Capitalismo à brasileira - Sem explicar os ganhos para o País nem medir o potencial escândalo que se avizinha, o governo quer escolher os novos barões da telefonia

Os novos barões - BRT-OI - O governo não poupa esforços para transformar Carlos Jereissati e Sérgio Andrade nos donos de uma "supertele". (págs. 18 a 22)

Sextante - Antonio Delfim Netto - Bônus sem ônus? - Governo e oposição têm a obrigação de decidir, rapidamente, como se dará o ajuste fiscal com o fim da CPMF. (págs. 23)

Só falta o juro subir - Crescimento - A alta da inflação em dezembro trouxe de volta a ameaça de um BC mais linha-dura e desaceleração econômica. (págs. 24 e 25)

Em areia movediça - Mercado - Bancos americanos divulgam megaprejuízos e pedem arrego aos fundos de países emergentes e ao Federal Reserve. (págs. 26 e 27)

Papai estado nos salvará - Crise - Antes algozes do pensamento liberal, os governos agora zelam pelos mercados. (págs. 28 e 29)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.