24/02/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Valor Econômico
Estado de Minas
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Revistas

JORNAL DO BRASIL

- A maior emergência da América Latina

- O Ministério da Saúde adverte: um choque de gestão está a caminho de todos os hospitais públicos federais do Rio. O ministro José Gomes Temporão, em entrevista ao JB, conta que a reforma na estrutura terá como ponto máximo a construção do mais moderno hospital de atendimento em emergência de toda a América Latina, além da ampliação de outros centros hospitalares, como o de Cardiologia de Laranjeiras e o da Lagoa. (...) (págs. 1, A2 e A3)

- O controle das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (Jaris) gerou uma guerra com a prefeitura que pode levar à anulação de milhares de multas. O órgão, por lei, era dividido entre servidores municipais, especialistas e motoristas, mas um decreto do prefeito Cesar Maia, de 2007, determinou que todos os jaristas devem ser burocratas aposentados do município. A medida é contestada na Justiça. (pág. 1 e Cidade, pág. A22)

- Para o tributarista Rubens Branco, são simples as novas regras do Imposto de Renda: "As modificações deste ano referem-se à inclusão dos CPFs dos dependentes maiores de 18 anos, à restrição do papel e à inserção do número da declaração anterior. (pág. 1 e Economia, pág. E1)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Brasileiros são os mais barrados pelo Reino Unido

- Documentos do governo britânico mostram que os brasileiros são a maior fatia de pessoas, entre todas as nacionalidades, barradas ao tentar entrar no Reino Unido. Em 2005 e 2006, foram vetados 10.180 brasileiros. (...) (págs. 1 e C1)

- Grampos legais obtidos pela PF mostram deputados e ex-deputados estaduais de Alagoas cobrando parcelas de um suposto esquema que teria desviado R$ 208 milhões da Assembléia Legislativa e da União e durou de 2001 até o ano passado.

"Quero meu dinheiro. Que é de roubo, de corrupção", diz ex-deputado. (págs. 1, A4 e A6)

- Os 614 deputados da Assembléia Nacional do Poder Popular terão a tarefa de eleger o homem que sucederá Fidel Castro após 49 anos de poder supremo. "O povo cubano assistirá de fora. Se quiser, pela televisão", explica, sem dramas, a vendedora Rosa Fernández. (págs. 1 e A16)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Investimento em produção acelera ritmo de importações

- A indústria brasileira recorre cada vez mais à importação de máquinas, matérias-primas e componentes. Com o dólar cotado na casa de R$ 1,70, as empresas desembolsam menos reais para ter acesso a inovações tecnológicos que garantem mais produtividade e eficiência. (...) (págs. 1, B1, B3 e B4)

- Sem candidato natural para as eleições de 2010, o presidente Lula só pretende entrar no jogo da própria sucessão a partir do ano que vem. Até lá, quer pôr a prova seis nomes - do PT e também de partidos aliados como o PMDB e o PSB. (págs. 1 e A8)

- Os candidatos à presidência do Paraguai defendem a revisão do acordo com o Brasil na Hidrelétrica de Itaipu, informa de Assunção o enviado especial Agnaldo Brito. As idéias lembram as de Evo Morales em relação ao gás da Bolívia. (págs. 1, B8 e B9)

- Os 614 deputados da Assembléia Nacional cubana escolherão hoje o sucessor de Fidel, informa de Havana o enviado especial Roberto Lameirinhas. Raúl Castro, irmão do ditador e provável indicado, deve juntar ao governo uma nova geração de políticos. (págs. 1, A18 e A20)

O GLOBO

- Falta de pessoal e máquinas pode atrasar obras do PAC

- O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) enfrenta obstáculos que podem atrasar e encarecer as obras: faltam máquinas e profissionais em vários empreendimentos no país. Com o aquecimento da economia, o mercado não dispõe, por exemplo, de guindastes, bate-estacas e caminhões pesados, informam Henrique Gomes Batista e Cássia Almeida. (...) (págs. 1, 31 e 32)

- Os madeireiros que dominam Marcelândia (MT), a cidade com o maior índice de derrubada ilegal de árvores na Amazônia, aguardam com hostilidade o início, amanhã, da Operação Arco de Fogo, do governo federal, de combate ao desmatamento, informa Evandro Éboli. (págs. 1, 3 e 4)

- Para aumentar vendas em até 60% e evitar calotes, ambulantes, engraxates, feirantes e mesmo índios já usam máquinas de cartão de crédito e débito. Com a tecnologia sem fio, trabalhadores autônomos passaram a usar essas máquinas, seja no meio da rua, seja em uma reserva florestal, como a dos índios pataxós na Bahia, que desde dezembro aceitam cartão de turistas. (págs. 1 e 33)

GAZETA MERCANTIL

- Sabesp busca mercados em outros países

- No horizonte da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estão serviços de saneamento e abastecimento de água em outros estados e países. Gesner Oliveira, presidente da estatal, disse à Gazeta Mercantil que a empresa está num processo de fortalecer parcerias para entrar em novos mercados. "A Sabesp se prepara para atuar em outros estados e até em outros países." Oliveira não detalhou prazos e locais em que a estatal, a maior do setor no País, poderá atuar. Mas deixou uma pista: "Nenhuma outra empresa tem o nosso know-how para atuar em regiões em desenvolvimento", afirmou. Antes de ultrapassar fronteiras paulistas, a Sabesp busca alcançar metas contra desperdício de água e aumento da coleta e tratamento de esgoto. A empresa, cotada na Bovespa, tem 26 milhões de consumidores, atua em 367 dos 645 municípios paulistas e faturou R$ 6 bilhões no ano passado. (págs. 1 e C1)

- O Brasil deve passar a ser investidor externo líquido pela primeira vez em sua história econômica. O relatório de Indicadores de Sustentabilidade Externa do Brasil, divulgado ontem pelo Banco Central, mostrou que a dívida externa líquida ficou negativa em US$ 4 bilhões no mês de janeiro. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a passagem do Brasil de devedor para credor reforça as chances de o País receber o grau de investimento. O Brasil torna-se credor em razão do forte acúmulo de reservas internacionais, que cresceram 110% entre 2006 e 2007, saindo de US$ 85,8 bilhões para US$ 180,3 bilhões. E pela significativa redução da dívida externa total líquida, cujo estoque caiu de US$ 165,2 bilhões no fim de 2003 para US$ 4,3 bilhões, previstos para 2007. O Banco Central enfatizou, em nota, que "o Brasil está superando gradativamente um longo período caracterizado por vulnerabilidade e crises, causadas principalmente pela dificuldade em honrar o passivo externo do País. Este feito é resultado direto da implementação, nos últimos anos, de políticas macroeconômicas responsáveis e consistentes, baseadas no tripé responsabilidade fiscal, câmbio flutuante e metas para a inflação". (págs. 1 e A8)

- O mercado de capitais recebeu US$ 19,74 bilhões em investimentos estrangeiros em janeiro. O volume superou a saída de recursos, deixando um saldo positivo de US$ 1,39 bilhão, segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com isso, o estoque de dinheiro estrangeiro investido no País subiu para US$ 61,17 bilhões, o maior desde que a CVM começou a fazer a pesquisa, em 1991. A tendência é que o estoque feche o ano com nova alta, mas com crescimento mais modesto que o apresentado entre 2006 e o ano passado, quando cerca de US$ 34 bilhões em recursos entraram no mercado de capitais. O ingresso de capital estrangeiro no Brasil é um dos fatores de pressão sobre a moeda estrangeira. Ontem, o dólar fechou a R$ 1,71, menor valor desde 1999. No ano, mesmo com a crise global, a queda acumulada é de 3,44%. (págs. 1 e B1)

- Com projetos residenciais arrojados em pleno Mar do Golfo Pérsico, Dubai está de olho nos milionários brasileiros, que podem arcar com imóveis na faixa de US$ 300 mil a US$ 40 milhões. Pelo menos 190 mil pessoas podem ser classificadas dentro da categoria milionários - 60 mil entraram no ranking no último ano -, segundo levantamento da consultoria The Boston Consulting Group. A brasileira Cecília Reinaldo, que comanda a imobiliária High Society nos Emirados Árabes, tendo na carteira de clientes bancos de investimentos a jogadores de futebol, realizou vendas de US$ 400 milhões em 2007. Segundo ela, que foi a Dubai visitar a mãe e decidiu ficar por lá, o interesse dos brasileiros tem sido crescente. "Os negócios ficaram melhor com o vôo direto (da Emirates entre Brasil e Dubai)", afirma. Essa nova turma, que ganhou muito dinheiro com o aquecimento do mercado de capitais, ou até mesmo executivos brasileiros de multinacionais, têm condições de fazer investimentos no exterior e buscar rentablidades de 20% ao ano até com aluguel. Em Dubai, imóveis vendidos na planta, mesmo antes do término da construção, costumam ter valorização exorbitante. Em um dos projetos mais recentes, o The Palm, um complexo em formato de três palmeiras com ilhas construídas em alto padrão e com marinas individuais, uma casa de três quartos poderia ser comprada há três anos por US$ 300 mil. Hoje é negociada com ágio de 500%. (págs. 1 e C4)

- A relação entre a Venezuela e a Argentina pode prejudicar as exportações de trigo do vizinho do Cone Sul ao mercado brasileiro e forçar os moinhos instalados aqui a buscar outros mercados. A aproximação entre o governo de Hugo Chávez e o argentino ajudou a intensificar as negociações para fornecimento do grão aos venezuelanos, em substituição ao trigo dos Estados Unidos. Segundo analistas, a Argentina possui excedente de 2 milhões de toneladas de trigo. Desse total, menos da metade teria como destino o Brasil. A decisão do governo brasileiro em derrubar a Tarifa Externa Comum (TEC) para a compra de 1 milhão de toneladas fora do Mercosul teria sido outro agravante que colaborou para a negociação com a Venezuela. (págs. 1 e C8)

- Texto sobre a reforma tributária apresentado ontem no Palácio do Planalto enfrentará resistência no Congresso. A principal discórdia é a proposta de unificação das alíquotas do ICMS e seu recolhimento. (págs. 1 e A9)

- Energia alternativa - Governo cadastra 118 projetos para o leilão de biomassa, em 30 de abril. (págs. 1 e A4)

- Os fundos DI lideram a captação de recursos neste ano, mas dependendo da taxa de administração, podem ser menos rentáveis que a poupança. (págs. 1 e B3)

- Referência para a agricultura mundial, o sistema plantio direto atraiu mais de 130 estrangeiros no Sul do País interessados em conhecer a técnica. (págs. 1 e gazetamercantil.com.br)

- Farmacêutica - Vendas de genéricos crescem 44,3%. (págs. 1 e C7)

- Paulo Skaf - No combate à pirataria, não basta prender os ambulantes ilegais, pois essa mão-de-obra é abundante e sua substituição é rápida. (págs. 1 e A3)

- Nelson Rocco - A possível união da Bovespa com a BM&F pode servir de proteção contra investidas de bolsas internacionais, mas deixará um nó na garganta dos saudosistas. (págs. 1 e A2)

CORREIO BRAZILIENSE

- Não perca sua casa

- Somente em Brasília, dois mil imóveis podem ser leiloados por conta da dívida superior ao valor da propriedade no final do financiamento. Inadimplência está próxima dos 40%. (págs. 1 e 25)

- Deputados e senadores gastaram R$ 5,3 milhões nos últimos cinco anos comissões parlamentares de inquérito que investigam indícios de irregularidades nos gastos públicos, mas as despesas dos parlamentares não são detalhadas. Falta transparência também na Câmara e no Senado em relação às verbas indenizatórias, destinadas ao pagamento de aluguel de escritório político, viagens,combustíveis e assessores. (págs. 1 e 4)

- Desastre - Avião explode e mata quatro em BH - Falta de visibilidade pode ter levado o monomotor a colidir contra a Serra do Curral, em Belo Horizonte. (págs. 1 e 13)

- Argentina - Em vez de gás, energia elétrica - Sem saída, Cristina Kirchner aceita a proposta de Lula para evitar apagão no país vizinho no próximo interno. (págs. 1 e 20)

VALOR ECONÔMICO

- BB abre banco de varejo nos EUA e busca atuação global

- O Banco do Brasil (BB) inicia uma ofensiva no mercado de varejo global com a abertura de um banco e de uma empresa de transferência internacional de dinheiro nos Estados Unidos. Serão anunciadas nos próximos meses ações semelhantes em países da América Latina e na Europa. O foco da instituição são países que abrigam grandes comunidades de imigrantes brasileiros - mas também estão sendo avaliados outros mercados, seguindo o exemplo do Itaú, presente no Chile e na Argentina. O diagnóstico é que, com o avanço dos bancos estrangeiros no Brasil, o BB precisará criar musculatura, inclusive externa, para competir no mercado. "A idéia é colocar o banco em todos os segmento do varejo em que nossa marca é reconhecida e faça a diferença, dentro e fora do país", afirma o presidente do Banco do Brasil, Antonio Francisco Lima Neto. Do ponto de vista estratégico, o projeto internacional recebe dentro da instituição importância semelhante ao ingresso do BB no financiamento de veículos e no crédito imobiliário. Já foi concedida autorização do Banco Central para abrir um banco de varejo nos Estados Unidos, o Banco do Brasil FSB, e uma empresa de transferência de dinheiro, a BB Money Transfer. Falta agora o sinal verde das autoridades americanas. O banco terá inicialmente cinco agências, com a meta de ter até 450 mil clientes, ou 30% dos brasileiros residentes no país. Ainda não estão definidos os próximos passos na estratégia de internacionalização. Na América Latina, os candidatos são o Paraguai, com uma população estimada de 200 mil brasileiros, e a Bolívia, com 17 mil. Na Europa, os brasileiros se concentram na Itália, Inglaterra e Espanha. O BB já opera em Portugal e no Japão. Os estudos para ampliar a presença internacional do banco começaram há dois anos, mas são anunciados agora, quando ocorre uma crise no mercado de crédito dos Estados Unidos. "O crédito não será o foco do negócio", explica o vice-presidente de negócios internacionais do BB, José Maria Rabelo. As prioridades serão a abertura de contas correntes, cartões de crédito, poupança e transferência internacional de dinheiro. (págs. 1 e C1)

- O Brasil tornou-se credor externo líquido pela primeira vez na história do país. Segundo o Banco Central, em janeiro os ativos brasileiros aplicados no exterior, como as reservas internacionais e os haveres de bancos brasileiros, superam em US$ 4,3 bilhões a dívida externa pública e privada. Em cinco anos, a divida externa líquida do país foi reduzida em US$ 165,2 bilhões. O fato de o país ter se tornado credor não significa, porém, a completa eliminação da vulnerabilidade externa. Enquanto que a dívida externa líquida foi reduzida, aumentou o passivo externo líquido - de US$ 297 bilhões para US$ 472 bilhões entre 2004 e junho de 2007, um indicador mais amplo que inclui também os investimentos estrangeiros. (págs. 1 e C2)

- Há mais de uma década na agenda do governo, a reforma tributária pode, finalmente, vingar. O que distingue a proposta de reforma apresentada ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, das fracassadas tentativas anteriores é o ambiente macroeconômico do país, o crescimento e suas conseqüências sobre as receitas fiscais, que se apresentam exuberantes desde meados de 2007. Não é recomendável tentar-se uma reforma tributária em meio a pesadas políticas de ajustes fiscais nem em momentos de estagnação ou baixo nível de atividade, quando a discussão se transforma em uma disputa entre os necessitados. Somam-se às condições macroeconômicas favoráveis a percepção política de que a guerra fiscal, de tão disseminada, já não vem servindo a mais ninguém e a recente sensibilização do Congresso Nacional pela redução da carga tributária no país. (págs. 1 e A2)

- A reunião dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Cristina Kirchner e Evo Morales, no sábado, para discutir a transferência à Argentina de parte do gás boliviano consumido pelo Brasil é um retrato das dificuldades das economias emergentes no plano energético. Devido a políticas desencorajadoras de investimentos, secas rigorosas e aumento explosivo da demanda, crises no abastecimento de energia elétrica tornaram-se um fantasma para vários países em desenvolvimento - da Índia à África do Sul, do Chile à Argentina. Um dos casos mais graves é o do Chile e deve ter repercussões diretas sobre a produção de cobre, seu principal item de exportação. O abastecimento sofreu o golpe conjugado da pior seca dos últimos 50 anos e da redução drástica de gás por sua maior fornecedora, a Argentina - ela própria envolta em uma grave escassez do combustível. Na América do Sul, dizem os especialistas, a praxe tem sido cortar totalmente a exportação de energia assim que se instala uma situação de escassez doméstica. Políticas erráticas acentuaram a crise na África do Sul, da qual dependem Namíbia e Botswana. (págs. 1 e A24)

- A Voith Siemens Hydro planeja erguer uma fábrica na Região Norte do Brasil para atender a construção da primeira hidrelétrica do rio Madeira, Santo Antônio. A operação funcionaria como um posto avançado da unidade instalada em São Paulo e serviria para fazer a montagem do maquinário, gerando economia no frete, por exemplo.

De acordo com os estudos iniciais, que deverão se prolongar por 2008, a Voith precisará investir entre R$ 10 milhões e R$ 15 milhões para tirar o projeto do papel. A decisão será conhecida ainda neste ano. (págs. 1 e B9)

- Favorecido por decisão do Cade, que em setembro proibiu cláusula de exclusividade de área nos contratos do Iguatemi, o Shopping Eldorado mantêm conversações para atrair novas lojas, principalmente grifes voltadas para a classe A. (págs. 1 e B4)

- A invasão dos produtos chineses chegou ao setor de pescados. A importação brasileira em janeiro foi equivalente a um terço do total embarcado durante todo o ano passado. (págs. 1 e B16)

- Maria C. Fernandes: Lula parece crer que, garantidas as bases católicas, urge assegurar a maré pentecostal. (págs. 1 e A10)

- Naércio Menezes Filho: investimentos em educação têm mais chance de sucesso quanto mais cedo forem feitos. (págs. 1 e A23)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Já vai tarde - O fim melancólico do ditador que isolou Cuba e hipnotizou a esquerda durante 50 anos

- Popularidade: Lula surfa nos bons números do capitalismo brasileiro

Lula surfa na supereconomia - Em troca do reconhecimento de sua independência, dois séculos atrás, o Brasil foi obrigado a absorver toda a dívida que Portugal tinha com bancos ingleses: uma fortuna, para o período, de 2 milhões de libras esterlinas. Foi a única dívida que o país herdou e a primeira de muitas gestadas por aqui mesmo. (...) (págs. 54 a 59)

Muito barulho por pouco - Roubo na Petrobras não tem a gravidade anunciada, mas revela falhas na segurança da empresa. (págs. 62 e 63)

Ataque serial - Fiéis entram com ações múltiplas na Justiça em tática para atingir o jornal Folha de S.Paulo. (pág. 64)

Faxina jurídica - Uma liminar do STF suspende a lei feita na ditadura para censurar e intimidar jornalistas. (pág. 65)

Um país de muito passado agora tem algum futuro - O ditador entrega o comando direto do país ao irmão, abre caminho para mudanças, mas fica ainda como um fantasma assombrando o povo e preservando sua tenebrosa herança. (págs. 68 a 79)

A caixa-forte dos alimentos - A ONU inaugura depósito subterrâneo no Ártico para preservar sementes de todo o mundo. (págs. 96 a 98)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Depois de Fidel - Estamos diante de uma segunda revolução cubana?

- Exclusivo: os contratos suspeitos de uma fundação de Brasília com prefeituras do PT

Contratos sob suspeita - A investigação da Finatec, uma fundação de Brasília usada para driblar licitações, chega a um nome: o empresário Luís Lima, que negociava com governos do PT acordos milionários para sua empresa. (págs. 36 a 40)

Agora é com a CPI - Senadores vão investigar as contas da ONG petista que recebeu R$ 4,6 milhões do Incra. (pág. 41)

Um passo para trás - A proposta do governo que dificulta demissões pode significar um retrocesso nas relações trabalhistas. (pág. 43)

A dívida externa não assusta mais - Pela primeira vez, o Brasil deixa de ser devedor para se tornar credor - um sinal de força do país na hora de enfrentar a turbulência global. (págs. 44 e 45)

Um poço de mistérios - As descobertas da Polícia Federal e o silêncio da Petrobras criam dúvidas sobre o sumiço de dados. (págs. 50 a 52)

Mordaça na escola - Por que é preciso rever uma lei criada para punir funcionários públicos que falam com a imprensa. (pág. 56)

Cuba sem Fidel - Mesmo velho e doente, o mais antigo ditador do mundo escolhe a hora e a forma de deixar o poder. Agora, Cuba tem pela frente o desafio de escolher um futuro de reformas ou aferrar-se ao modelo comunista instalado há quase 50 anos. (págs. 80 a 85)

A roleta-russa da aids - Pessoas sem o vírus tomam remédios contra a doença achando que assim não precisarão usar camisinha. Por que esse é um erro que pode agravar a epidemia. (págs. 104 e 105)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- A verdade sobre a lipo

* Mulheres que tomam anticoncepcionais e fumam multiplicam as chances de trombose após a cirurgia

* conheça a tabela que indica o seu risco

* Saiba o que vai determinar o sucesso ou o fracasso da lipo

- Fidel Castro - A despedida do mito e o futuro da ilha

- Especial - Militar diz onde estão os corpos da guerrilha do Araguaia

- Exclusivo - O relatório e os documentos da PF sobre a Operação Navalha

Entrevista - Letícia Sabatella - Decepcionada com Lula - Ligada aos movimentos sociais, a atriz fala do bate-boca com Ciro Gomes e diz que os avanços do governo têm sido lentos. (págs. 8 a 10)

As provas da Operação Navalha - Relatório da Polícia Federal implica o ex-ministro Silas Rondeau, o governador Wellington Dias e o presidente da Eletrobrás, Valter Cardeal, num esquema com a Gautama no Piauí. (págs. 28 a 32)

O cacique pede licença - José Sarney vai se afastar do Senado para escrever um livro no momento em que trava uma queda-de-braço com o PT e perde poder no Maranhão. (págs. 34 e 35)

Retrato da impunidade - Depois de 30 anos, STF condena Maluf no caso Paulipetro. Novos recursos podem levar décadas para conclusão do julgamento. (pág. 36)

Este homem sabe onde estão os cadáveres do Araguaia - O militar que preparou o ataque final à Guerrilha do PCdoB rompe um silêncio de 35 anos, revela segredos do combate e indica o local de um suposto cemitério clandestino. (págs. 40 a 42)

A vitória do corporativismo - Apoio dos professores a reitor que torrou o dinheiro é a prova de que a universidade perdeu a utopia. (pág. 43)

Espanha barra brasileiros - O país impede a entrada de oito viajantes por dia e embaixada não dá assistência aos detidos. (págs. 46 e 47)

A ilha sem Fidel Castro - Renúncia do comandante, depois de quase meio século no poder, abre período de transição controlada. (págs. 74 e 78)

Petróleo na lua de Saturno - A Nasa confirma a existência de mares e lagos em Titã, que contêm o tão cobiçado "ouro negro". (págs. 82 e 83)

DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- Vem aí a super bolsa - Bovespa e MB&F negociam uma fusão que criaria uma das maiores instituições do mercado financeiro mundial, com valor de mercado de US$ 20 bilhões, acima até mesmo da Bolsa de Nova York

Entrevista - Marco Aurélio Mello - "O governo tem que prestar contas" - Nos próximos dias, o Supremo Tribunal Federal decidirá se o Congresso terá acesso às despesas da Presidência da República com cartões corporativos. Se prevalecer a interpretação do ministro Marco Aurélio Mello,o sigilo será quebrado. (...) (págs. 16 a 18)

Cuba libre - Com a renúncia de Fidel Castro, a Ilha deve começar a abraçar reformas econômicas capitalistas, abrindo oportunidades também para empresas brasileiras. (págs. 22 a 25)

Reviravolta no caso Palocci - Uma nova versão põe em dúvida o escândalo que ajudou a derrubar o ex-ministro da Fazenda. O que pode estar por trás disso? (págs. 26 e 27)

A reforma de Mantega - O ministro da Fazenda apresenta um novo modelo de reforma tributária, mas não agradou aos empresários, que pedem mais ousadia. (págs. 28 a 32)

A um passo do topo - Se conseguir fechar a compra da Xstrata, a Vale será a mineradora mais valiosa do mundo. Falta só acertar o preço. (págs. 32 e 33)

As preces da energia - Um plano pode ligar os sistemas elétricos dos países da América do sul. Mas será que todos rezarão na mesma cartilha? (págs. 36 e 37)

Superbolsa em ação - Bovespa e BM&F querem se unir para não serem engolidas pelas concorrentes estrangeiras. Juntas, serão uma empresa de US$ 20 bi, maior que a Bolsa de Nova York. (págs. 80 a 84)

CARTACAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- Cuba sem Fidel - Análises de Jon Lee Anderson, Tariq Ali, Emir Sader, José Jobson Arruda e Antonio Luiz M. C. da Costa

- Petrobras furtada - Faltam informações, sobram especulações

Desejo e reparação - Forças Armadas - Por trás da briga pela aposentadoria de um general, a suspeita de que oficiais brasileiros enviados à Bósnia podem ter sido contaminados com material radioativo. (págs. 8 a 12)

Nebulosa de Júpiter - Petrobras - Entre desencontros e teorias conspiratórias, segue a apuração do furto. (págs. 20 a 22)

Contra os abusos - Ministério Público - Os bons resultados do grupo de procuradores especializado em investigar crimes cometidos por policiais. (págs. 24 e 25)

O retiro de Fidel - Cuba - O idoso líder sai do governo, mas continua a ser o ideólogo do regime e nada indica que seu país mude de rumo tão cedo. (págs. 28 a 32)

Um porto bem seguro - Finanças - As vantagens de comprar títulos públicos diretamente do Tesouro. (págs. 46 e 47)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- À procura de um presidente - As empresas brasileiras nunca pagaram tanto a seus principais executivos. Mas, devido à globalização e ao crescimento econômico, está cada vez mais difícil encontrar o homem certo

- Especial - Por que fazer filantropia no Brasil é tão difícil

E mais: os exemplos de Jorge Paulo Lemann e Warren Buffett

À procura de um presidente - Eis um dos efeitos colaterais do crescimento e da globalização: nunca foi tão difícil para as empresas brasileiras encontrar um novo CEO. Nos últimos cinco anos, o tempo de procura por um presidente dobrou e a permanência no cargo caiu pela metade. (págs. 22 a 30)

Nem os bons conseguem exportar - O Brasil tem alguns dos melhores pecuaristas do planeta. E eles pagam caro pela irresponsabilidade dos maus produtores e pela inépcia do governo. (págs. 32 a 34)

Mais passos na contramão - Uma proposta para dificultar a demissão de funcionários e outra para conter a terceirização podem enrijecer ainda mais as leis trabalhistas. (págs. 36 a 38)

Agora é com o Congresso - O governo - afinal - decide encaminhar um projeto para simplificar o emaranhado tributário do país. O novo desafio é aprová-lo. (pág. 39)

O avanço irresistível dos transgênicos - Eles continuam a ser execrados pelos ambientalistas. Mas o incrível salto de produtividade num mundo ávido por alimentos garante até agora a vitória para os transgênicos. (págs. 40 a 45)

Melhor que nunca, apesar de tudo - A economia brasileira, mesmo com a lambança dos cartões do governo, a paralisia das reformas e o atraso da legislação trabalhista, dá mostra de vigor crescente. (págs. 46 e 47)

A virada uruguaia - O nanico do Mercosul - quem diria - começa a chamar a atenção de investidores estrangeiros. (págs. 74 e 75)

Hackearam o cadeado - O roubo de dados sigilosos da Petrobras mostra que os sistemas tecnológicos são apenas parte da segurança da informação. (págs. 94 e 95)

Por que não somos como eles - Nos Estados Unidos, empresários como Warren Buffett e Bill Gates são incentivados a repartir sua fortuna com a sociedade. No Brasil, apesar das enormes demandas, ocorre o contrário. (págs. 108 a 115)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.