27/01/2008

Jornal do Brasil
Folha de São Paulo
O Estado de São Paulo
O Globo
Correio Braziliense
Valor Econômico
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JORNAL DO BRASIL

- Brasil vai combater terror internacional

- O Brasil tinha como política limitar-se a responder aos pedidos de informação de outras nações sobre a movimentação de terroristas por aqui. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou uma decisão que causará polêmica em seu próprio partido, o PT. Integrará o país ao seleto grupo dos que atuam na prevenção e no combate ao terrorismo internacional. Lula assinará decreto reestruturando a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e criando o Departamento de Contraterrorismo. (Pág. 1, País e pág. A8)

- A crise do mercado imobiliário, que causou um tremor na economia dos EUA, dá lucro para brasileiros, segundo corretores que trabalham em Miami, na Flórida. A vantagem está na compra de imóveis confiscados por inadimplência, oferecidos com descontos significativos. O interesse maior é por propriedades de US$ 1 mil a US$ 2 mil o metro quadrado, que eram negociados pelo dobro ou até mais quando o mercado estava em alta. O reflexo da crise ainda é evidente, mas já há aumento de preços dos imóveis (pág. 1, Economia e pág. E4)

FOLHA DE SÃO PAULO

- Crise não afeta investimento de empresas

- Mesmo com a crise nos mercados financeiros, as empresas brasileiras não mudaram seus projetos de investimentos. Para executivos e analistas ouvidos pela Folha, a aposta neste ano é a de que o mercado interno siga como o carro-chefe do crescimento do país. Consulta da Fiesp a 36 grandes companhias neste mês mostra que planos para produção, investimento e emprego não mudaram. Para os empresários, os fundamentos da economia brasileira estão mais sólidos. Além disso, o risco de recessão nos EUA seria atenuado pelos fortes lucros das empresas americanas nos últimos anos e pela expansão mundial recente. Os setores exportadores, são os que mais temem os reflexos da crise. (págs. 1 e B1)

- O empresário Emílio Odebrecht, 63, avalia que o Brasil vive "um ciclo de crescimento sustentado". Uma das razões, segundo ele, é o fato de o presidente Lula ter mantido a política econômica dos governos anteriores. "Lula nunca foi de esquerda", disse em entrevista a Guilherme Barros. Para ele, o sucessor de Lula precisa ter "perfil de gestor". Cita Dilma Rousseff e o tucano José serra. (págs. 1, B8 e B9)

- O chefe do Ibama na região de Alta Floresta (MT), Cláudio Cazal, 29, disse que o governo mostra "uma espécie de autismo" e lançou um plano ineficaz para tentar conter o desmatamento, relata Rodrigo Vargas. O escritório fiscaliza 13 cidades. "Teríamos que ter ao menos 50 servidores para dar retorno a essas medidas, mas temos só três. E, atualmente, nenhum carro", afirmou Cazal. (págs. 1 e A23)

O ESTADO DE SÃO PAULO

- Meirelles teme crise 'mais séria' na economia dos EUA

- O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, diz que aumentou a probabilidade de recessão nos Estados Unidos. Em entrevista a Beatriz Abreu e Ribamar Oliveira. Meirelles afirma: "Existe essa possibilidade de uma recessão americana mais séria". Ele avalia que, ao contrário do que ocorreu em crises financeiras internacionais do passado, o Brasil agora está "bem preparado" para enfrentar as turbulências: "O País tem não só US$ 185 bilhões de reservas cambiais, de longe as maiores da nossa história, mas também o câmbio flutuante." A política cambial, na opinião de Meirelles, funciona como "um absorvedor de choque ou corretor de desequilíbrio de preços relativos". (págs. 1, B1 e B3)

- Acusado de favorecer o desmatamento, o governador de Mato Grosso, Blairo Maggi, contesta energicamente os números apresentados pelo Instituto Nacional de Pesquisas espaciais. "O Inpe está mentindo a serviço de alguém",diz ele em entrevista a Lourival Santa'Anna, sem detalhar a suspeita. Também chama de "besteira" a suspensão do crédito para propriedades que tenham desmatado.(pág. 1 e A29)

- Somadas todas as viagens que fizeram em 2007, os governadores passaram 373 dias no exterior. O campeão de viagens é o governador de Santa Catarina, Luiz Henrique (PMDB) que ficou 56 dias fora do País. A razão alegada para a maioria das viagens são reuniões com banqueiros e empresários para atrair investimentos. (págs. 1, A4 e A8)

- O governador do Paraná, Roberto Requião, dá emprego a oito familiares em diversos órgãos estaduais, entre eles a mulher, três irmãos, uma cunhada e sobrinhos. "São pessoas probas", alega a Procuradoria-Geral do Estado, subordinada a Requião. Mas o Ministério Público Estadual pediu à Justiça o fim do nepotismo. (págs. 1 e A9)

- A disputa pela Casa Branca está no início, mas algo já é certo: o vencedor vai herdar um país desarrumado. Quando George W. bush assumiu, havia superávit fiscal de US$ 230 bilhões. Hoje há déficit de US$ 219 bilhões. (págs 1 e A16)

O GLOBO

- Deputados do RJ beneficiam ONGs de aliados com milhões

- Deputados da bancada do Rio na Câmara incluíram no Orçamento de 2008 emendas que beneficiam com milhões em verbas públicas ONGs ligadas a eles mesmos e a políticos aliados. O Globo encontrou pelo menos 13 casos em que as ONGs listadas para receber as emendas não têm endereço certo ou funcionam em centros sociais e escritórios mantidos pelo próprio autor da emenda, por seus aliados ou por doadores de campanha. Ou seja: as verbas públicas que deveriam ser dirigidas e entidades filantrópicas são usadas em projetos eleitorais dos próprios parlamentares. O deputado Vinícius Carvalho, líder do PTdoB, doou R$ 1,2 milhão a uma ONG que funciona em seu centro social. Outra emenda, de R$ 1,7 milhão, foi mandada pelo deputado Arnaldo Vianna (PDT) para uma ONG dirigida por sua ex-mulher, que é também doadora de sua campanha. (págs. 1, 3 a 8)

- O Rio será o primeiro estado a receber obras do PAC: policiamento comunitário na Rocinha, na Maré e no Alemão. Mas o governo reconhece que enfrentará uma guerra para ocupar as favelas. (págs. 1 e 13)

- Pesquisa do Ibope revela que a maioria dos cariocas e paulistas entrevistados apóia a construção do trem-bala entre Rio e São Paulo. Se pudessem, optariam por viajar de trem em vez de avião. (págs. 1 e 35)

- Bolsas perdem US$ 7,7 tri em três meses. (págs. 1, 31 a 34)

GAZETA MERCANTIL

- Fornecedores de teles brigam por R$ 14 bi

- Os fabricantes de equipamentos de telecomunicações estão em festa. A chegada da terceira geração de telefonia celular (3G) no Brasil, estágio da tecnologia caracterizado pelo tráfego de dados em alta velocidade pela rede sem fio, é a responsável pelo aquecimento dos negócios e deve alavancar o faturamento dos fornecedores de redes em pelo menos 10% sobre os R$ 12,5 bilhões no ano passado, conforme as estatísticas preliminares. Ericsson, Nokia-Siemens e Huawei repartiram os contratos fechados com Claro, Oi, TIM e Telemig e aguardam com ansiedade a escolha das duas teles que faltam, a Vivo e a BrT. O que surpreende é o fato de a chinesa Huawei, que chegou ao Brasil anos depois das outras fabricantes, importar todos os produtos e nem ter fábrica instalada aqui por enquanto, mas ter se posicionado tão fortemente nesse curto espaço de tempo. "Nossa capacidade de entrega ficou provada ao fornecermos a rede de GSM da Vivo em tempo recorde", afirmou o diretor-executivo da empresa, Marcelo Mota. Os diretores das concorrentes não colocam em dúvida a confiabilidade da empresa chinesa, mas chamam a atenção para os preços praticados em patamares 30%, 40% e até 50% mais baixos. "O governo chinês subsidia as exportações e isso acaba provocando uma competição desleal", disse um deles. Ao mesmo tempo reconhecem ser difícil provar a existência de dumping, porque os fornecimentos mesclam equipamentos fabricados e serviços prestados, tornando a comparação impossível. ´(págs. 1 e C1)

- A sinalização de que o governo dos Estados Unidos e o Congresso chegaram a um acordo sobre o pacote de medidas para tentar livrar o país da recessão animou os investidores. Na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones subiu 0,88%. No resto do mundo, a reação foi quase de euforia. As praças européias tiveram o melhor desempenho em cinco anos. A Bovespa teve alta de 5,95%, a maior desde 17 de outubro de 2002. O dólar comercial caiu 2,03%, a R$ 1,786 na venda. (Págs. 1, A10, B2 e B3)

- A Bovespa Holding e a BM&F registraram as maiores perdas entre as ações das dez principais bolsas de valores dos Estados Unidos e da América Latina. O pior desempenho foi o da BM&F, que chegou a acumular, até quarta-feira, 23, uma queda 46,1% em dólar, ficando no topo do ranking elaborado pela consultoria Economatica. A Bovespa, que chegou a cair 37,9%, acumulou a segunda maior desvalorização. Ontem, as perdas foram amenizadas com o registro de fechamentos em alta. As perdas foram desencadeadas pela crise do sistema de crédito dos Estados Unidos, que ameaça a saúde da economia norte-americana. Apesar disso, as ações das duas mais importantes bolsas das Américas, a Nyse (New York Stock Exchange) e a Nasdaq, caíram 14,6% e 16,1% no período. Os volumes gigantescos negociados pelas ações das bolsas norte- americanas impediram quedas mais acentuadas. A média diária da Nyse este ano está em US$ 360,8 milhões e a da Nasdaq, em US$ 103,9 milhões. No mesmo período, o giro das ações da Bovespa ficou em US$ 82,1 milhões, enquanto o da BM&F foi de US$ 75,1 milhões. (Págs. 1 e B1)

- Maior terminal portuário da América Latina, o porto de Santos terá acréscimo de 1 milhão de TEU (contêineres de 20 pés), ou 30%, em sua capacidade de movimentação. O presidente da MRS Logística, Julio Fontana Neto, disse a este jornal que a empresa tirou do papel o projeto do Terminal de Valongo (Teval) na margem direita do porto paulista. "Já fechamos o negócio e a construção será feita com um parceiro que também ficará responsável pela operação", disse Fontana Neto. O parceiro não foi revelado. Segundo ele, o Teval será construído em uma área de 140 mil metros quadrados próxima à entrada de Santos. "Até agosto iniciaremos as obras. É um projeto importante que estamos concluindo", completou. Além do terminal de contêineres, para reforçar sua atuação em Santos, a MRS finaliza a implantação do terceiro trilho no ramal de entrada do porto. Essa obra vai permitir que trens de outra operadora ferroviária que utiliza bitola métrica chegue a Santos sem passar pelo perímetro urbano. A plena operação do terceiro trilho começa em fevereiro. (págs. 1 e C3)

- O ministro da Energia, Edison Lobão, já fala em desativar térmicas (págs. 1 e A6)

- O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, chega hoje a Davos, Suíça, para o encontro anual do World Economic Forum. Terá várias reuniões para discutir a Rodada Doha. (págs. 1 e A9)

- Após forte aceleração no final do ano passado, os núcleos de inflação reduziram o ritmo em janeiro. Neste mês, a média dos núcleos do IPCA-15 recuou para 0,42%, ante 0,5% em dezembro. (págs. 1 e A5)

- A dívida pública federal cresceu 7,8% em 2007, para R$ 1,333 trilhão, e o Tesouro pretende fazer uma emissão de títulos ainda no primeiro semestre. A previsão é captar R$ 349 bilhões no ano.(págs. 1 e B2)

- O seguro rural está distante de atender às expectativas do campo. Em caso de sinistro, o cálculo das indenizações não leva em conta a eficiência das lavouras mais produtivas, reclamam agricultores do Paraná. (págs. 1 e C6)

- Em depoimento na 2a- Vara Criminal Federal de São Paulo, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu voltou a negar a participação no chamado "mensalão". (págs. 1 e A7)

- ROBERTO RODRIGUES: Pero Vaz de Caminha disse ao rei de Portugal que "nesta terra, em se plantando, tudo dá". Não é verdade. Nossos solos em geral são pobres. (págs. 1 e A3)

VALOR ECONÔMICO

- Os investimentos do setor privado, que têm estimulado o crescimento da economia, não devem ser afetados pela crise internacional. Mas há mudanças importantes em curso nas fontes de financiamento, com impacto no mercado de capitais e nos balanços das empresas.

Até o fim de 2007, as bolsas de valores foram a vedete da captação de recursos de longo prazo. Além do mercado acionário, os bancos - especialmente os estrangeiros - estavam com altíssima liquidez e disputavam a concessão de empréstimos para grandes projetos ou aquisições. Sobrava dinheiro.

A situação, agora, é outra. Vários bancos estrangeiros perderam bilhões com a crise das hipotecas e emprestarão menos dinheiro e de forma muito mais seletiva. O mercado de ofertas iniciais de ações secou no curto prazo. Ontem, mais duas companhias, Copasa e Norse Energy, comunicaram que suspenderam suas emissões, elevando para 23 o número de IPOs adiados.

Mas, então, de onde virá o dinheiro para os investimentos?

Para boa parte das empresas, a resposta é, em primeiro lugar, o BNDES. Outra opção serão os fundos de "private equity" (participações em empresas), que vinham tendo dificuldade para fechar alguns negócios por conta da concorrência com as ofertas de ações na bolsa. A tendência é de que os bancos locais também ganhem importância na concessão dos financiamentos. O responsável pela área de atacado de um banco brasileiro disse que, nas últimas semanas, três multinacionais cobraram os empréstimos dados às suas filiais no Brasil e sugeriram que eles fossem substituídos por financiamentos no mercado doméstico. "Os bancos brasileiros têm espaço em seus balanços para assumir esse gap", diz o executivo. A opinião é compartilhada pelo vice-presidente do Bradesco, Norberto Barbedo: "Essa é uma alternativa, porque o crédito externo reduziu de tamanho."

Pela primeira vez uma crise internacional pega as companhias brasileiras capitalizadas e pouco endividadas. Isso abre espaço também para a emissão de títulos de renda fixa, tanto no mercado interno como externo. No país, os títulos corporativos podem ser uma opção aos investidores, que devem migrar da renda variável, hoje altamente volátil, para a renda fixa. No exterior, com a queda nos juros americanos e a bolsa em crise, há demanda por títulos de maior rendimento. (Págs. 1, C1 e C2)

- O governo está preocupado com o alto custo dos fretes ferroviários e elaborou um plano para aumentar a competição no setor. A intenção é acelerar os estudos para a concessão de 4.100 quilômetros de trilhos em bitola larga que devem acirrar a concorrência entre as operadoras de ferrovias. O primeiro passo para isso é a edição de uma medida provisória para incluir os novos trechos no Plano Nacional de Viação, sem o qual não se pode avançar nos estudos de viabilidade econômica e na elaboração de projetos básicos de engenharia.

O setor é dominado por três empresas - ALL, Vale e CSN -, cujas malhas não competem entre si. Por isso, avaliam técnicos do Ministério dos Transportes e da Casa Civil, os valores do frete ferroviário acabam tomando como referência os preços cobrados pelos transportadores rodoviários, bem mais altos. Quatro ações estão sendo avaliadas e a expectativa é que a nova malha ferroviária fique pronta no início da próxima década, estimulando a concorrência entre as operadoras, principalmente nas áreas de expansão do agronegócio. (págs. 1 e A3)

- O grupo Blackstone, um dos pesos pesados globais na compra de participações de empresas, está criando um novo fundo para investimentos no Brasil, que será de US$ 675 milhões, dos quais US$ 500 milhões virão do próprio Blackstone. "Estamos levantando o dinheiro. É para este ano. O Brasil é muito popular'', disse ao Valor Stephen Schwarzman, CEO e um dos fundadores do Blackstone, indicando que a turbulência internacional não altera os fundamentos do acordo com o grupo brasileiro Pátria. Segundo Alexandre Saigh, sócio do Pátria responsável pela área de private equity, o novo fundo já está praticamente fechado. O grupo Blackstone, fundado em 1985, já levantou mais de US$ 100 bilhões para ativos alternativos.(págs. 1 e C2)

- Portaria do governo federal impede que empresas que desmatarem ilegalmente na Amazônia obtenham financiamento em bancos oficiais e também proíbe novas derrubadas em 36 municípios considerados críticos na região. (págs. 1 e A3)

- A taxa média de desemprego em 2007 foi de 9,3%, menos percentual já registrado da série de pesquisas, iniciada em 2002. Em dezembro houve outro recorde de baixa: a desocupação ficou em 7,4%. (págs. 1 e A4)

- Claudia Safatle: estudo mostra que elevação dos gastos públicos não tem como contrapartida o proporcional aumento do bem-estar social. (págs. 1 e A2)

- Atraso no plantio de soja no fim do ano passado vai comprometer a oferta da safrinha de algodão 2007/2008. A produção no Mato Grosso, maior produtor do país, deve recuar 33%, para 30 mil toneladas. (págs. 1 e B12)

- Apesar de um primeiro semestre eufórico, em que as vendas reais da indústria alimentícia cresceram 4,55%, o setor fechou o ano abaixo das expectativas, com crescimento de apenas 2,16% - inferior ao dos dois anos anteriores. (págs. 1 e B4)

- As vendas de música digital (pelo celular ou internet) cresceram 40% no ano passado, movimentando US$ 2,9 bilhões no mundo. Mas estima-se que o mercado ilegal seja 20 vezes maior. (págs. 1 e B4)

REVISTAS

VEJA

TÍTULOS DE CAPA

- Exclusivo - O manual dos ladrões - O relatório final da PF sobre o escândalo dos Correios revela o método dos corruptos para saquear o Estado

- Economia - Por que a semana de horror nas bolsas não é o fim do mundo

Autópsia da corrupção - Relatório da Polícia Federal diz que fisiologismo político e desvio de dinheiro infestam órgãos públicos e empresas estatais. (págs. 46 a 51)

Hora de escancarar a porteira - O governo dá sinal verde para o loteamento de cargos e cede ainda mais espaço ao PMDB. (págs. 52 a 55)

O incorporador imobiliário - O advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, é acusado de desviar bens de uma empreiteira paulista para engordar seu patrimônio pessoal. (págs. 56 a 58)

A ditadura perfeita - Cuba encena farsa eleitoral para dar áreas de legitimidade aos arranjos do tirano que agoniza, mas não larga o poder. (págs. 62 e 63)

A grande indagação - Em um cenário positivo... - o amadurecimento das economias emergentes, em especial Brasil, Rússia, Índia e China, já teria criado uma base sólida o bastante para elas não se deixarem arrastar para o fosso de uma eventual recessão nos Estados Unidos, donos de um quarto do PIB global. (págs. 64 a 69)

ÉPOCA

TÍTULOS DE CAPA

- Exclusivo - Preocupa-se - Documentos inéditos da Aeronáutica revelam que o risco de desastre aéreo não diminuiu

- Um guia para proteger seu dinheiro da crise financeira

Depressão e alívio - Depois de uma semana de sobe-e-desce nas Bolsas, a incerteza continua a rondar os mercados financeiros e a economia. Será que o pior já passou? (págs. 32 a 37)

Como sobreviver à tempestade - O que o investidor pode fazer na hora da crise com o dinheiro aplicado na Bolsa de Valores. (págs. 38 a 41)

O problema do amigo de Ciro - Suspeita de fraude no Banco do Nordeste causa demissão do ex-caixa de campanha do deputado. (pág. 43)

Operação Bambolê - Um brinquedo dos anos 60 vira símbolo dos favores e dos cargos que Lula tem de entregar ao PMDB em troca do apoio do partido no Congresso. (págs. 44 e 45)

O chuchu duro de roer - Geraldo Alckmin quer ser candidato à Prefeitura de São Paulo. Sua insistência atrapalha a aliança PSDB-DEM e os planos presidenciais de José Serra. (págs. 46 e 47)

Lula joga na retranca para atacar em 2010 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prepara-se para enfrentar a segunda rodada de eleições municipais em seu governo. Da primeira, em 2004, Lula não guarda boas recordações. Naquele ano, o PT perdeu para a oposição as Prefeituras de São Paulo, Porto Alegre e Goiânia, voltou a fazer feio no Rio de Janeiro e ficou longe, muito longe, da ambiciosa meta de conquistar mil municípios de uma só vez. Há uma lembrança ainda pior que o mau resultado: o método. A campanha de 2004 foi aquela em que o PT comprou com dinheiro. (pág. 48)

Preocupe-se - Documentos inéditos da Aeronáutica revelam situações de alto risco de acidentes no espaço aéreo brasileiro. Duas tragédias não foram suficientes? (págs. 50 a 56)

"O presidente pediu, eu fico" - O ministro da Cultura explica por que decidiu manter-se no cargo, em resposta aos leitores de Época. (págs. 57 e 58)

A volta das derrubadas - Depois de três anos de queda nos índices de desmatamento, o reaquecimento da agricultura impulsiona nova onda de destruição. (pág. 59)

A ministra criacionista - Marina Silva, do Meio Ambiente, mistura religião e ciência e defende o ensino do criacionismo. (págs. 60 e 61)

ISTOÉ

TÍTULOS DE CAPA

- O culpado - De saída, o presidente George Bush apresenta a fatura do seu desastroso governo na maior potência do planeta. A recessão americana desperta o pânico global e todo mundo vai pagar a conta

* No Brasil, a crise das bolsas separa Guido Mantega de Henrique Meirelles

* No QG de guerra do presidente Lula, discute-se até o controle de capitais

- Escândalo - As conexões do ministro Geddel com o lixo de Salvador

O cavaleiro do Apocalipse - A hecatombe financeira que derrubou as Bolsas de Valores e espalhou pânico pelo mundo tem um grande culpado. É o presidente americano, George W. Bush, que tomou as decisões econômicas mais temerárias de todos os tempos. (págs. 28 a 31)

A sombra da crise divide o governo - O presidente Lula oscila entre as idéias de Guido Mantega de aumentar a intervenção do Estado na economia e a de Henrique Meirelles, de cortar gastos do governo. (págs. 32 e 33)

É de arrepiar os cabelos - José Dirceu depõe como réu e nega, nega, nega... enquanto Silvinho Pereira faz acordo para cumprir pena alternativa e se livrar da cadeia. (págs. 34 e 35)

Petismo de resultados - Ex-guerrilheiro, o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, tido com o "mais tucano dos petistas", quer o PT e o PSDB numa aliança de centro-esquerda para dirigir o País. (pág. 36 e 37)

Em busca da soberania - Retomada do projeto de submarino nuclear não pode depender de oscilação orçamentária. (págs. 38 a 40)

O ministro e o lixo - Oposição diz que Geddel manipula licitação de R$ 4 bilhões na Prefeitura de Salvador. (pág. 42)

O conto dos Quilombos - supostos descendentes de quilombolas reivindicam uma área maior que o Estado de São Paulo. (pág. 44 e 45)

Davos escolhe um novo alvo - No encontro suíço, os emergentes não são mais a bola da vez. Agora, é a crise americana que deixa o mundo em alerta máximo. (págs. 72 e 73)

Novo gás da Petrobrás - Empresa anuncia descoberta de jazida. A festa não foi maior porque há um Bush no meio do caminho. (pág. 74)

ISTOÉ DINHEIRO

TÍTULO DE CAPA

- A semana em que o mundo perdeu US$ 9,1 trilhões - O terremoto que varreu as bolsas disseminou uma onda de pânico global, derreteu o valor das grandes corporações e expôs a fragilidade da economia americana. Qual será o impacto dessa crise no Brasil e no bolso dos investidores?

Qual é o tamanho dessa crise? - As bolsas globais já perderam quase US$ 10 trilhões, mas o prejuízo pode ser muito maior se os Estados Unidos, de fato, entrarem em recessão. (págs. 22 a 25)

Os efeitos na economia real - Nas primeiras semanas do ano, o saldo comercial quase zerou. Se os preços agrícolas e dos minérios continuarem em queda, a conta será pesada. (págs. 26 e 27)

Do déficit zero ao dólar furado - O governo Bush queimou a herança econômica de Clinton e jogou os Estados Unidos à beira da recessão. (págs. 28 e 29)

Quem vai empurrar a economia - Derrocada dos EUA muda o eixo da produção. Países emergentes, como a China, a Rússia e o Brasil, garantem o crescimento mundial. (págs. 30 e 31)

A encruzilhada de Dilma - A poderosa Chefe da Casa Civil sofre suas primeiras derrotas no governo, perde o comando do setor elétrico e vê em risco o projeto de uma candidatura presidencial. Que caminho ela tomará? (págs. 34 a 36)

O gás da Petrobrás - Depois de Tupi, é a vez de Júpiter, que pode tornar o País menos dependente da Bolívia. (pág. 37)

Sufoco nas ferrovias - O governo anuncia investimentos para ampliar a malha, mas deixa de lado a remoção de gargalos nas estradas existentes hoje. (págs. 50 e 51)

CARTA CAPITAL

TÍTULOS DE CAPA

- O Brasil e a crise - O País será afetado, mas tem chances de sofrer menos do que em turbulências anteriores

- Eleições EUA: sexismo e racismo no centro da agenda

O mito e o real - 1968 - Marcados por protestos em várias partes do mundo, o ano mais simbólico do século XX tem sua importância reavaliada por historiadores e seus protagonistas. (págs. 8 a 12)

Menos indefesos - Crise - O Banco Central do EUA baixa a taxa de juro, incendeia os mercados, mas desta vez o Brasil pode resistir à tormenta. (págs. 20 a 24)

Por que não anda? - Campo - Entraves como a postura do Judiciário e a defasagem dos índices de produtividade agrícola dificultam a reforma agrária. (págs. 26 a 29)

Questão de identidade - EUA - Após 40 anos de luta, o país é menos preconceituoso ou mais verde-amarelo? (págs. 32 a 34)

EXAME

TÍTULOS DE CAPA

- Em busca do carro do futuro - A indústria automobilística mundial vive o maior desafio de sua história: livrar-se do caro e poluente petróleo

- Especial - A crise americana e seus investimentos pessoais. O que fazer nessa hora

Em busca do carro do futuro - A indústria automobilística aperta os cintos de segurança e se prepara para a maior transformação de sua história. Pressionadas pela dependência do petróleo, pela ameaça da mudança climática e pelos novos hábitos dos consumidores, as montadoras e uma nova geração de empreendedores abrem uma era de inovações tecnológicas que podem transformar o motor de combustão numa peça de museu. Até mesmo o carro elétrico, dado como morto há um século, está de volta. (págs. 21 a 30)

Aqui o apagão já começou - A fabricante de alumínio Novelis teve de parar parte da produção e mandou 150 funcionários para casa. O pesadelo da falta de energia começa a virar realidade. (págs. 32 a 34)

Os burocratas vão à escola - A pouco conhecida Escola Nacional de Administração Pública faz um trabalho vital: melhorar o preparo dos gestores que tocam a máquina do governo. (págs. 36 a 38)

Acreditar no governo é coisa de principiante - Na maioria dos países minimamente sérios, ordens de presidentes são seguidas à risca. Não é o caso, claro, do Brasil, como se viu no episódio do pacote tributário de janeiro. Por aqui, qualquer pessoa com um pingo de experiência já aprendeu a ignorar os compromissos oficiais. (págs. 40 e 41)

O novo limiar da indústria farmacêutica - O Brasil entra na rota das empresas de biotecnologia - as mais inovadoras do mercado de remédios. (págs. 46 e 47)

O Bradesco passou o Merrill Lynch - A desvalorização de bancos americanos - verdadeiros ícones do capitalismo - dá a dimensão da crise por que passa a economia dos Estados Unidos. (págs. 94 a 96)

Começo turbulento. O que fazer - O início de 2008 foi um período bem mais complicado para os investidores do que a maioria dos especialistas esperava. Os investidores que aplicam em ações foram os que mais sofreram - em pouco mais de três semanas, o Índice Bovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 12% e voltou para o patamar de setembro de 2007. Com isso, em menos de um mês as empresas brasileiras de capital aberto perderam cerca de 300 bilhões de reais em valor de mercado. (...) (págs. 100 a 102)

Os últimos detalhes para a Supertele - O que ainda falta para a criação da empresa de telefonia que resultará da compra da Brasil Telecom pela Oi, uma gigante com faturamento de 30 bilhões de reais. (págs. 104 a 107)

S

ATENÇÃO

Prezado (a) Leitor (a), A partir do dia 03/07/06, a Sinopse - Resumo dos Jornais estará disponível no endereço do Banco de Notícias da Radiobras: http://clipping.radiobras.gov.br/novo/, no item Sinopses e Clippings.